Defesa de Tese

José de Souza Muniz Júnior, pesquisador da história do livro no Brasil, defendeu em 17/08/2016, o doutorado: Girafas e bonsais: editores ‘independentes’ na Argentina e no Brasil (1991-2015).  No trabalho, o autor estuda, comparativamente, ações, nos dois países, dos pequenos editores, os “indies”, e sua atuação em prol da bibliodiversidade.
O trabalho foi orientado pelo  Prof. Dr. Sergio Miceli Pessoa de Barros
e a banca composta pelos Profs. Drs. Alejandro Raul Blanco (UNQ), Fernando Antonio Pinheiro Filho (FFLCH – USP), Mayra Rodrigues Gomes (ECA – USP) e Luiz Carlos Jackson (FFLCH – USP). O trabalho foi aprovado por unanimidade.
 
A defesa foi realizada no Prédio Administrativo da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo na Rua do Lago, 717 CEP: 05508-080 – Cidade Universitária São Paulo – SP / Brasil.
 
Em breve, o trabalho estará disponível para consulta no banca de Teses da USP: http://www.teses.usp.br/

Sandra Reimão recebe Prêmio Jabuti por obra sobre censura

Capa Repressão e ResistênciaSandra Reimão, professora e associada da Intercom, teve sua obra Resistência e Repressão – censura a livros na Ditadura Militar (Edusp) classificada em segundo lugar na categoria “Comunicação” do Prêmio Jabuti, distinção literária referência no Brasil. A entrega será no dia 28 de novembro, na Sala São Paulo (Praça Júlio Prestes, 16).

Na mesma categoria, O Império dos livros: instituições e práticas de leitura na São Paulo oitocentista (Edusp), de Marisa Nidori Deaecto, conquistou o 1º Lugar, e Linha do tempo do design gráfico no Brasil (Cosac & Naify), de Chico Homem de Melo e Elaine Ramos Coimbra, ficou classificado em 3º.

O livro Repressão e resistência – censura a livros na ditadura militar traça um painel e discute, a partir de documentos, a censura oficial à cultura e às artes e, especificamente, a livros de ficção de autores brasileiros durante a ditadura militar brasileira (1964-1985), informa a autora.

Sandra descreve os caminhos das proibições com base nos pareceres dos censores e analisa diferentes casos ocorridos no período, entre eles o veto a livros como Feliz Ano Novo, de Rubem Fonseca, e Zero, de Ignácio de Loyola Brandão; o veto a obras de não ficção, como A revolução brasileira, de Caio Prado Jr.; a contos, como Mister Curitiba, de Dalton Trevisan, e também a romances considerados pornográficos.

Sandra é professora da Universidade de São Paulo (USP) e integrante do Grupo de Pesquisa em Produção Editorial da Intercom desde 1994. Ela atuou como coordenadora deste GP de 2001 a 2006.

Em 2012, o Prêmio Jabuti recebeu 2.203 inscrições em 29 categorias, segundo a Câmara Brasileira do Livro.

Reproduzido do Jornal quinzenal da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação | Ano 8, nº. 221, São Paulo – SP – Brasil, 05 de novembro de 2012. | ISSN 1982-372X

Impresso no Brasil ganha prêmio Jabuti

O livro Impresso no Brasil, dois séculos de livros brasileiros, organizado por Aníbal Bragança e Márcia Abreu, coeditado pela Edunesp e Fundação Biblioteca Nacional, recebeu o Prêmio Jabuti 2011 da área de Comunicação. Concorre agora ao Prêmio Jabuti de melhor livro do ano de não-ficção.
Está na 3a. tiragem, o que indica um bom acolhimento entre pesquisadores e interessados do tema.

Anibal Bragança na FBN

Aníbal Bragança, integrante e ex-coordenador do GP Produção Editorial, acaba de assumir a Coordenação-Geral de Pesquisa e Editoração da Fundação Biblioteca Nacional, a convite do novo presidente, jornalista e escritor Galeno Amorim. Acredita que seus principais desafios no cargo são criar e desenvolver a Editora da BN e contribuir para que a Biblioteca Nacional se fortaleça como instituição de referência em pesquisa, especialmente na área da cultura letrada brasileira. Aníbal foi diretor científico da Intercom (2003-2005) e é professor associado da UFF. Coorganizador do livro Impresso no Brasil – Dois séculos de livros brasileiros, Edunesp, 2010.