{"id":5097,"date":"2021-12-17T13:50:38","date_gmt":"2021-12-17T16:50:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/letras\/?p=5097"},"modified":"2021-12-17T13:54:36","modified_gmt":"2021-12-17T16:54:36","slug":"selo-ipsis-litteris-na-ufrgs-tv","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/letras\/selo-ipsis-litteris-na-ufrgs-tv\/","title":{"rendered":"Selo Ipsis Litteris na UFRGS TV"},"content":{"rendered":"<p>Nesta quinta-feira (16),\u00a0a UFRGS TV publicou uma mat\u00e9ria sobre o lan\u00e7amento dos quatro primeiros t\u00edtulos do selo<em> Ipsis Litteris, <\/em>criado em conjunto pela Editora UFRGS e o Instituto de Letras da UFRGS. O selo\u00a0contempla obras ligadas \u00e0s \u00e1reas de estudos liter\u00e1rios, estudos lingu\u00edsticos e estudos de tradu\u00e7\u00e3o e seus desdobramentos no ensino e nas pr\u00e1ticas sociais.<\/p>\n<p>Confira <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=ChMMNIMU-gc&amp;ab_channel=UFRGSTV\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a> a mat\u00e9ria completa, que conta com a participa\u00e7\u00e3o da professora Ana Tettamanzy, docente do Instituto de Letras.<\/p>\n<p><strong>Conhe\u00e7a os primeiros livros do selo:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/230998\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u2013 Configura\u00e7\u00f5es do espa\u00e7o na literatura de autoria feminina,<\/a> Cinara Ferreira, Cristina Forli (Org.)<\/p>\n<p>\u00c9 uma colet\u00e2nea de estudos que, por diferentes perspectivas cr\u00edticas e te\u00f3ricas, analisam a constru\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os em obras liter\u00e1rias escritas por mulheres. Pensar esses espa\u00e7os \u00e9 pensar na dimens\u00e3o, no sentido e na relev\u00e2ncia que essa categoria ocupa em universos ficcionais arquitetados por escritoras; \u00e9 pensar tamb\u00e9m o inverso, o espa\u00e7o que a literatura de autoria feminina ocupa nos atuais estudos liter\u00e1rios.<\/p>\n<p>A pluralidade de espa\u00e7os que perpassam as obras dessas mulheres, quais sejam, Brasil, Portugal, Mo\u00e7ambique, Chile, Estados Unidos ou Coreia do Sul, o p\u00fablico ou o privado, as roupas ou a cidade, o eu ou o outro, o presente ou o passado, o colonialismo ou as migra\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas, a prosa ou o verso, evidencia o alcance da colet\u00e2nea, que articula uma pluralidade de vozes que conferem diferentes sentidos ao espa\u00e7o, por\u00e9m articulados sob a mesma \u00f3tica da viv\u00eancia e configura\u00e7\u00e3o deste pelo feminino.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/225250\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u2013 Est\u00e1gio de Doc\u00eancia: percursos de uma experi\u00eancia docente na forma\u00e7\u00e3o de professor de L\u00edngua Portuguesa,<\/a> Jane Naujorks, Lucia Rottava, Izadora Chagas Troian, Luiza Laguna Rodrigues (Org.)<\/p>\n<p>Busca contribuir para uma reflex\u00e3o mais ampla a respeito do Est\u00e1gio de Doc\u00eancia de L\u00edngua Portuguesa, desenvolvido no curso de Letras, nos anos finais do Ensino Fundamental em escolas p\u00fablicas. Trata-se de um momento importante para a forma\u00e7\u00e3o do professor que articula a teoria \u00e0 pr\u00e1tica. Os diferentes conhecimentos te\u00f3ricos vivenciados desde o in\u00edcio do curso, incluindo conhecimentos de lingu\u00edstica geral, lingu\u00edstica textual, sociolingu\u00edstica, concep\u00e7\u00f5es de gram\u00e1tica, entre outras dimens\u00f5es, assim como a literatura e as reflex\u00f5es pedag\u00f3gicas s\u00e3o, nesta etapa da forma\u00e7\u00e3o, necess\u00e1rios para a pr\u00e1tica de sala de aula. Diferentes inst\u00e2ncias de forma\u00e7\u00e3o est\u00e3o envolvidas: a universidade, a escola p\u00fablica e o aluno graduando.<\/p>\n<p>A obra est\u00e1 organizada em duas partes. A primeira, denominada Os caminhos da teoria e da pr\u00e1tica, traz reflex\u00f5es te\u00f3ricas a partir das orienta\u00e7\u00f5es para o planejamento inicial do Est\u00e1gio de Doc\u00eancia, seguidas da operacionaliza\u00e7\u00e3o te\u00f3rico-pr\u00e1tica e, finalmente, das reflex\u00f5es de professores que acompanham a pr\u00e1tica em sala de aula. A segunda parte do livro, denominada Os Caminhos de planejamento, consta dos relatos das experi\u00eancias dos professores em forma\u00e7\u00e3o no Est\u00e1gio de Doc\u00eancia.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/230937\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u2013 Sob as cores da barb\u00e1rie: o imagin\u00e1rio da Segunda Guerra Mundial no horizonte liter\u00e1rio brasileiro e portugu\u00eas<\/a>, de Christini Roman de Lima.<\/p>\n<p>Discute como Brasil e Portugal abordam em suas representa\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias o imagin\u00e1rio que envolve a Segunda Guerra Mundial. No \u00e2ngulo brasileiro, o olhar volta-se para o pracinha como combatente, ou seja, para o homem que se afasta do pa\u00eds a fim de lutar em solo italiano; na \u00f3ptica portuguesa, busca-se a trajet\u00f3ria do refugiado que teve de abandonar sua terra natal, v\u00edtima das persegui\u00e7\u00f5es antissemitas, encontrando \u2014 de algum modo \u2014 guarida em territ\u00f3rio portugu\u00eas. O conflito mundial, nos dois contextos, configura-se como o ponto de ruptura desses indiv\u00edduos. Portanto, a guerra e o seu desdobramento, o mote do ex\u00edlio, caracterizam os pontos de partida norteadores desta obra.<\/p>\n<p>Para tanto, procede-se ao exame das obras de Boris Schnaiderman, Guerra em surdina, e de Roberto de Mello e Souza, Mina R, no \u00e2mbito brasileiro. As narrativas analisadas no panorama portugu\u00eas s\u00e3o \u201cNasci com passaporte de turista\u201d e O cavalo espantado, de Alves Redol, \u201cO mundo perdido\u201d, de Joaquim Pa\u00e7o d\u2019Arcos, e Sob c\u00e9us estranhos, de Ilse Losa. De um lado, vislumbra-se a guerra em funcionamento, apontada nos romances brasileiros atrav\u00e9s da experi\u00eancia coletiva e da experi\u00eancia individual dos soldados (agentes e v\u00edtimas do aparato da guerra). De outro lado, apontam-se as consequ\u00eancias da guerra por meio dos desterrados que chegaram a Portugal e assumiram a voz narrativa para relatar suas trajet\u00f3rias, o que se compreende como \u201ca escrita do refugiado\u201d.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/230951\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u2013 Laborat\u00f3rio Literatura: dez experimentos po\u00e9ticos, Isadora Dutra (Org.)<\/a><\/p>\n<p>Laborat\u00f3rio Literatura \u00e9 um projeto de extens\u00e3o dedicado ao estudo da fun\u00e7\u00e3o da literatura e de experimenta\u00e7\u00e3o criativa em torno da escrita e da difus\u00e3o do texto liter\u00e1rio. Teve sua primeira edi\u00e7\u00e3o no segundo semestre de 2018 com a coordena\u00e7\u00e3o da professora Isadora Dutra, na \u00e9poca docente substituta no Instituto de Letras da UFRGS.<\/p>\n<p>A obra re\u00fane uma sequ\u00eancia de poemas dos autores que participaram do projeto, a partir de dez experimentos tem\u00e1ticos de cria\u00e7\u00e3o: ma\u00e7\u00e3, guarda-chuva, asa, abismo, primavera, guerra, areia, mar, copo e ant\u00eddoto. Os poemas resultaram da viv\u00eancia din\u00e2mica e do exerc\u00edcio criativo liter\u00e1rio do grupo que, durante encontros semanais, produziu experimentos de escrita criativa a partir de temas e discuss\u00f5es em torno de obras liter\u00e1rias e de outras artes. \u00c0 medida que a produ\u00e7\u00e3o foi acontecendo, os participantes foram desenvolvendo di\u00e1logos entre os textos e tamb\u00e9m entre as quest\u00f5es de debate pol\u00edtico que ocorriam no per\u00edodo das elei\u00e7\u00f5es do ano de 2018.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta quinta-feira (16),\u00a0a UFRGS TV publicou uma mat\u00e9ria sobre o lan\u00e7amento dos quatro primeiros t\u00edtulos do selo Ipsis Litteris, 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