{"id":45,"date":"2013-11-07T11:57:41","date_gmt":"2013-11-07T13:57:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ufrgs.br\/leveg\/?page_id=45"},"modified":"2026-04-06T15:14:09","modified_gmt":"2026-04-06T18:14:09","slug":"projetos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/leveg\/pesquisa\/projetos\/","title":{"rendered":"Projetos"},"content":{"rendered":"\n<h1 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><strong>Projetos em andamento<\/strong>:<br><br>&#8220;Monitoramento de C no solo e gases de efeito estufa em campos, cultivos puros ou integrados, e florestas&#8221; (2024-atual)<\/h1>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> O setor agr\u00edcola desempenha um papel vital na seguran\u00e7a alimentar, na redu\u00e7\u00e3o da pobreza e no desenvolvimento sustent\u00e1vel. Ele afeta, e \u00e9 afetado, pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, sendo fonte n\u00e3o desprez\u00edvel de gases de efeito estufa em n\u00edvel planet\u00e1rio. Trata-se de um setor particular, que enfrenta desafios significativos para atender a um aumento dram\u00e1tico na demanda global por alimentos, ao mesmo tempo em que deva reduzir sua contribui\u00e7\u00e3o para as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa. O projeto busca estudar as especificidades dos modelos de produ\u00e7\u00e3o, uma vez que atualmente os invent\u00e1rios n\u00e3o levam em considera\u00e7\u00e3o especificidades, tratando todo o setor de forma indiscriminada, seja em n\u00edvel de territ\u00f3rio, seja nos distintos sistemas de produ\u00e7\u00e3o. O projeto abrange todos os principais componentes dos setores agr\u00edcola e pecu\u00e1rio do estado, envolvendo 34 pesquisadores de 13 diferentes institui\u00e7\u00f5es, e in\u00fameros colaboradores e estudantes, distribu\u00eddos nas diferentes regi\u00f5es do estado. S\u00e3o 5 Projetos Componentes tem\u00e1ticos com 22 subprojetos que inclui todos os principais ambientes produtivos prim\u00e1rios considerando sistemas de produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, pecu\u00e1ria, florestal, sistemas integrados e ambientes nativos, campestres e florestais.<br><br>Coordenadora: Sandra Cristina M\u00fcller<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">&#8220;Semeando o campo&#8221; &#8211; FAPERGS (2023-atual)<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><strong>Resumo:<\/strong> \u00a0Ecossistemas campestres s\u00e3o limitados por sementes. Ap\u00f3s degrada\u00e7\u00e3o, n\u00e3o ocorre coloniza\u00e7\u00e3o suficiente de esp\u00e9cies nativas, de forma que a comunidade original n\u00e3o consegue se reestabelecer e a \u00e1rea fica sujeito ao risco da entrada de esp\u00e9cies invasoras. A proposta aqui apresentada visa contribuir para o desenvolvimento de t\u00e9cnicas de introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies campestres nativas na restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica dos campos no Sul do Brasil e, dessa maneira, contribuir para a supera\u00e7\u00e3o do maior gargalo atual da restaura\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o, a falta de sementes ou mudas. A proposta consiste (i) da elabora\u00e7\u00e3o de um artigo de s\u00edntese sobre o atual conhecimento da germina\u00e7\u00e3o e do estabelecimento de esp\u00e9cies campestres, com o objetivo de facilitar a sele\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies para a restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica dos campos, (ii) de um experimento de semeadura de esp\u00e9cies em uma \u00e1rea experimental, com o objetivo de testar quais grupos funcionais de plantas e quais n\u00edveis de riqueza s\u00e3o mais promissoras para processos de restaura\u00e7\u00e3o, utilizando esp\u00e9cies de ampla distribui\u00e7\u00e3o nos campos do estado do Rio Grande do Sul, e (iii) de tr\u00eas Unidades Demonstrativas, onde ser\u00e3o utilizadas, em cada Unidade Demonstrativa, tr\u00eas diferentes t\u00e9cnicas de introdu\u00e7\u00e3o de sementes: uso de sementes obtidas via coleta mecanizada, plantio de leivas consorciado \u00e0 semeadura de sementes obtidas via coleta mecanizada, e plantio de leivas consorciado \u00e0 semeadura de esp\u00e9cies forrageiras ex\u00f3ticas de amplo uso na regi\u00e3o. O objetivo dessas Unidades Demonstrativas \u00e9 avaliar e discutir com o p\u00fablico interessado (por ex., gestores ambientais, produtores, extensionistas, etc.) o uso dessas t\u00e9cnicas no contexto real da degrada\u00e7\u00e3o, numa escala mais ampla de que aquela do experimento cient\u00edfico. A equipe proponente possui experi\u00eancia pr\u00e9via com o tema e inclui pesquisadores de outras institui\u00e7\u00f5es, a fim de criar uma rede de pesquisadores sobre o tema introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies em ecossistemas de campo e savana. Os resultados ser\u00e3o divulgados em artigos cient\u00edficos, materiais de divulga\u00e7\u00e3o e em dias de campo em todos os s\u00edtios do projeto. Esperamos, com o projeto, impulsionar outras atividades de pesquisa na \u00e1rea bem como estimular a cria\u00e7\u00e3o de cadeias produtivas na \u00e1rea de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica no estado do Rio Grande do Sul.<br><br>Coordenador: Gerhard Ernst Overbeck<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">&#8220;Solu\u00e7\u00f5es da biodiversidade para a mitiga\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas&#8221; (2023-atual)<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><strong>Resumo<\/strong>: Especialmente na regi\u00e3o da Floresta Atl\u00e2ntica, onde o passivo de restaura\u00e7\u00e3o e a biodiversidade s\u00e3o expressivos, existe uma lacuna de conhecimentos de como implantar projetos de restaura\u00e7\u00e3o que considerem melhores resultados em termos de produtividade (sequestro de carbono) e diversidade. No presente projeto n\u00f3s iremos avaliar o potencial de sequestro e estoque de carbono em \u00e1reas em restaura\u00e7\u00e3o da Floresta Atl\u00e2ntica sul brasileira, a fim de gerar indicadores de co-benef\u00edcios nas a\u00e7\u00f5es de mitiga\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. O projeto dever\u00e1 contribuir para o desenvolvimento do Brasil em escalas m\u00faltiplas, desde localmente com a recupera\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos da vegeta\u00e7\u00e3o nativa restaurada, at\u00e9 aumentando a habilidade de empresas e governos de se beneficiarem dos mercados de carbono, incluindo REDD+. O projeto ser\u00e1 desenvolvido por uma equipe com larga experi\u00eancia em temas como restaura\u00e7\u00e3o, funcionalidade, ciclo do carbono e modelagem ecol\u00f3gica e dever\u00e1 resultar em artigos de alto impacto, al\u00e9m de produto com aplica\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenadora: M\u00e1rcia Cristina Mendes Marques<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">&#8220;Homogeneiza\u00e7\u00e3o antropog\u00eanica da Mata Atl\u00e2ntica subtropical e diversifica\u00e7\u00e3o por meio de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica e agroflorestal&#8221; (2022-atual)<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><strong>Resumo:<\/strong> \u00a0Ainda n\u00e3o h\u00e1 an\u00e1lise de grande escala sobre a perda ou homogeneiza\u00e7\u00e3o da diversidade das florestas subtropicais da Mata Atl\u00e2ntica e inexistem diretrizes abrangentes, bem-informadas e que considerem uma gama de estrat\u00e9gias, com inclus\u00e3o social, para a conserva\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o da diversidade nas paisagens antr\u00f3picas da regi\u00e3o. Testaremos a hip\u00f3tese de que a transforma\u00e7\u00e3o antropog\u00eanica da paisagem leva \u00e0 homogeneiza\u00e7\u00e3o dos diferentes aspectos da diversidade de \u00e1rvores e que a revers\u00e3o dessa degrada\u00e7\u00e3o pode ser conciliada com demandas sociais atrav\u00e9s da restaura\u00e7\u00e3o agroflorestal que integra diversidade de \u00e1rvores nativas e gera\u00e7\u00e3o de renda. O impacto antr\u00f3pico causa mudan\u00e7as nas condi\u00e7\u00f5es biof\u00edsicas, selecionando esp\u00e9cies com caracter\u00edsticas que permitem sua persist\u00eancia em condi\u00e7\u00f5es de degrada\u00e7\u00e3o. Por outro lado, usos mistos da terra que amenizam os filtros biof\u00edsicos e conciliam a diversifica\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica com a multifuncionalidade socioecon\u00f4mica podem reverter o processo de degrada\u00e7\u00e3o com maior efici\u00eancia do que a regenera\u00e7\u00e3o passiva. Produziremos um diagn\u00f3stico sobre os diferentes aspectos da diversidade. Mapearemos estrat\u00e9gias priorit\u00e1rias para a restaura\u00e7\u00e3o e construiremos um sistema de ci\u00eancia-cidad\u00e3 para coleta e comunica\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es \u00fateis para tomada de decis\u00f5es em busca de uma restaura\u00e7\u00e3o economicamente vi\u00e1vel da diversidade<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenadora: Sandra Cristina M\u00fcller<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">&#8220;Rota dos Butiazais: fortalecimento da cadeia produtiva do buti\u00e1 associada \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa na regi\u00e3o do Parque Estadual do Podocarpus&#8221; (Encruzilhada do Sul, RS) &#8211; FUNBIO (2021-atual)<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\" id=\"block-92038eb1-bd4a-44e8-87cd-d0b3b1e8bf13\"><strong>Resumo:<\/strong> \u00a0A Rota dos Butiazais \u00e9 uma rede, coordenada pela Embrapa, que visa a conserva\u00e7\u00e3o e o uso sustent\u00e1vel da biodiversidade. O objetivo geral do projeto \u00e9 contribuir para o fortalecimento da cadeia produtiva do buti\u00e1 associada \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa do Bioma Pampa e dos ecossistemas de butiazais na regi\u00e3o do Parque. Os objetivos espec\u00edficos do projeto, vinculados \u00e0s Metas do edital, est\u00e3o listados a seguir. Meta 1: mapear em escala detalhada as forma\u00e7\u00f5es vegetais e uso do solo na regi\u00e3o do Parque, identificando \u00e1reas a recuperar; propor estrat\u00e9gias para a recupera\u00e7\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o nativa no interior e no entorno do Parque; promover restaura\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de campos com introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies herb\u00e1ceas nativas e transplante de butiazeiros; avaliar e indicar esp\u00e9cies nativas com alto potencial para recupera\u00e7\u00e3o de campos; implantar \u00e1reas de recupera\u00e7\u00e3o de ecossistemas de butiazais com manejo da pecu\u00e1ria; elaborar protocolo de monitoramento para restaura\u00e7\u00e3o de butiazais sobre campo nativo; verificar o potencial de armazenamento e supera\u00e7\u00e3o da dorm\u00eancia de sementes de Butia odorata; realizar pesquisas para agregar valor \u00e0 cadeia produtiva do buti\u00e1. Meta 2: articular uma rede de interessados no manejo da pecu\u00e1ria para recupera\u00e7\u00e3o dos butiazais na regi\u00e3o do Parque; realizar a capacita\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o de multiplicadores no manejo da pecu\u00e1ria para restaura\u00e7\u00e3o de butiazais; realizar a\u00e7\u00f5es de sensibiliza\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia do uso sustent\u00e1vel dos butiazais e da recupera\u00e7\u00e3o ambiental com flora nativa; capacitar atores da restaura\u00e7\u00e3o e cadeia produtiva em t\u00e9cnicas de recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa, identifica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies em remanescentes, coleta e manejo de sementes e produ\u00e7\u00e3o de mudas de esp\u00e9cies nativas. Meta 3: disseminar a produ\u00e7\u00e3o de mudas de buti\u00e1 e de esp\u00e9cies nativas de campo para a recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa; capacitar as comunidades locais para organiza\u00e7\u00e3o dos atores para gera\u00e7\u00e3o de renda a partir do buti\u00e1 e outros produtos n\u00e3o madeireiros da vegeta\u00e7\u00e3o nativa; difundir oportunidades da Certifica\u00e7\u00e3o da SEMA-RS. Ao final de 18 meses, o projeto ter\u00e1 estabelecido bases para recupera\u00e7\u00e3o de campo nativo em \u00e1reas degradadas. Ser\u00e1 implantada a recupera\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea do entorno do Parque, de uma \u00e1rea de manejo da pecu\u00e1ria para recupera\u00e7\u00e3o de butiazal e de outra \u00e1rea com recupera\u00e7\u00e3o ambiental em \u00e1rea de APP (com o resgate e transplante de 1000 mudas de butiazeiros). Listas de esp\u00e9cies priorit\u00e1rias para a recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o campestre nativa no Bioma Pampa ser\u00e3o geradas, publicadas e incorporadas na plataforma WebAmbiente da Embrapa. Haver\u00e1 o desenvolvimento de protocolos de uso dessas esp\u00e9cies na restaura\u00e7\u00e3o de campo nativo e de butiazais no Bioma Pampa de forma geral. Com engajamento de diversos atores locais, ser\u00e1 estabelecido um viveiro certificado no munic\u00edpio, com treinamento de multiplicadores para a coleta de sementes, produ\u00e7\u00e3o de mudas e recupera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa. O projeto dar\u00e1 \u00eanfase na sucess\u00e3o geracional e participa\u00e7\u00e3o equitativa de g\u00eanero, capacitando pessoas de diferentes idades e g\u00eaneros na inclus\u00e3o s\u00f3cio produtiva.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenadora: Rosa L\u00eda Barbieri<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">&#8220;<strong>PELD RPPN Pr\u00f3-Mata: Floresta Ombr\u00f3fila e Campos de Altitude do Sul do Brasil<\/strong>&#8221; (2020-atual)<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><strong>Resumo:<\/strong> O projeto encontra-se dividido em oito subprojetos, listados a seguir, cada qual coordenado por pesquisadores qualificados em suas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o. (1) Parcelas permanentes na Mata Atl\u00e2ntica do Sul do Brasil; (2) Biodiversidade e dist\u00farbio por fogo em campos de altitude do Sul do Brasil; (3) Ecologia e diversidade de abelhas silvestres associadas \u00e0 Floresta Ombr\u00f3fila Mista; (4) Din\u00e2mica da assembleia de aranhas da RPPN Pr\u00f3-Mata; (5) Din\u00e2mica da assembleia e estudo bioqu\u00edmico-funcional de anf\u00edbios frente a um cen\u00e1rio de mudan\u00e7as ambientais; (6) Riqueza e composi\u00e7\u00e3o de aves em gradiente de vegeta\u00e7\u00e3o na RPPN Pr\u00f3-Mata; (7) Din\u00e2mica sazonal e interanual da assembleia de mam\u00edferos da RPPN Pr\u00f3-Mata; (8) Invent\u00e1rio e monitoramento molecular da biodiversidade da RPPN Pr\u00f3-Mata. Por fim, o S\u00edtio PELD RPPN Pr\u00f3-Mata ter\u00e1 um forte vi\u00e9s de divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Pretende-se a realiza\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos em formato document\u00e1rio sobre o projeto geral e cada de subprojeto. Os v\u00eddeos ser\u00e3o produzidos em formato de 15-20 minutos para dep\u00f3sito em conta espec\u00edfica do YouTube, assim como vers\u00f5es curtas de 1 minuto para divulga\u00e7\u00e3o em exposi\u00e7\u00e3o permanente do Museu de Ci\u00eancias e Tecnologia da PUCRS, com visita\u00e7\u00e3o anual de quase 220 mil pessoas (2019), assim como nas redes sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenador: Eduardo Eizirick<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong><span lang=\"PT-BR\">&#8220;Din\u00e2mica de Florestas Atl\u00e2nticas no Sul do Brasil: funcionamento e respostas a varia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas&#8221; <\/span><\/strong><span lang=\"PT-BR\">FAPERGS &#8211;&nbsp;<\/span><span lang=\"PT-BR\">(2020-atual)<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong>&nbsp;<span lang=\"PT-BR\">A atual crise clim\u00e1tica global afeta a estrutura, din\u00e2mica e composi\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o em diferentes regi\u00f5es do globo. Os efeitos variam, uma vez que fatores e condi\u00e7\u00f5es locais, abi\u00f3ticos (como solo) e bi\u00f3ticos (caracter\u00edsticas flor\u00edsticas e funcionais), influenciam as respostas individuais das esp\u00e9cies e, consequentemente, a varia\u00e7\u00e3o temporal de propriedades e servi\u00e7os ecossist\u00eamicos, como produ\u00e7\u00e3o de biomassa e ciclagem de nutrientes. Dados emp\u00edricos obtidos em monitoramentos de parcelas em longo prazo s\u00e3o essenciais para inferir com mais propriedade sobre mudan\u00e7as efetivas na din\u00e2mica e distribui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies, as quais geram mudan\u00e7as nas comunidades locais e em processos ecossist\u00eamicos a elas associados. Por isso, mundialmente tem-se ampliado o investimento no estabelecimento de redes de parcelas permanentes, especialmente em florestas pluviais tropicais. Evid\u00eancias claras de estudos de longa dura\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia indicam uma diminui\u00e7\u00e3o na capacidade dessas florestas em acumular biomassa devido ao aumento da mortalidade de \u00e1rvores, que ultrapassa o aumento em biomassa observado via crescimento, ou seja, o balan\u00e7o l\u00edquido em biomassa na floresta Amaz\u00f4nica tem diminu\u00eddo ao longo do tempo. Enquanto essas iniciativas t\u00eam contribu\u00eddo para o melhor entendimento da din\u00e2mica e estrutura florestal na Amaz\u00f4nia, o conhecimento sobre como os biomas brasileiros extra-amaz\u00f4nicos v\u00eam respondendo \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas \u00e9 praticamente nulo. A Mata Atl\u00e2ntica tem seu limite Sul de distribui\u00e7\u00e3o sob um clima subtropical, onde as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas atuam como filtros ambientais \u00e0 ocorr\u00eancia de esp\u00e9cies mais tropicais, observando-se limites biogeogr\u00e1ficos e padr\u00f5es flor\u00edsticos distintos associados a processos hist\u00f3ricos. As caracter\u00edsticas da paisagem, relevo e solo variam, mesmo em pequenas escalas espaciais, como observado na regi\u00e3o nordeste da borda do Planalto Sul-Brasileiro, onde h\u00e1 zonas de transi\u00e7\u00e3o (ec\u00f3tonos) entre forma\u00e7\u00f5es florestais da Floresta Atl\u00e2ntica <i>sensu stricto<\/i> (<i>s.s.<\/i>) e a Floresta com Arauc\u00e1ria, num gradiente altitudinal de cerca de 1000 m. Diante dessas caracter\u00edsticas e condi\u00e7\u00f5es, a regi\u00e3o do limite sul de distribui\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica \u00e9 especialmente cr\u00edtica para estabelecimento e monitoramento de parcelas permanentes em longo prazo, j\u00e1 que possibilita a avalia\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7as temporais num gradiente altitudinal, que por sua vez est\u00e3o associadas a mudan\u00e7as de temperatura e mudan\u00e7as flor\u00edsticas. O objetivo geral<b> <\/b>do projeto \u00e9 avaliar a din\u00e2mica e o funcionamento ecossist\u00eamico de florestas Atl\u00e2nticas na regi\u00e3o Sul da Mata Atl\u00e2ntica, monitorando composi\u00e7\u00e3o, estrutura funcional e diversidade de esp\u00e9cies arb\u00f3reas, relacionando-as com processos, caracter\u00edsticas abi\u00f3ticas e bi\u00f3ticas das comunidades, para melhor entender e predizer varia\u00e7\u00f5es frente \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais. Primeiramente iremos avaliar comunidades de \u00e1rvores em florestas Atl\u00e2nticas no Sul do Brasil, considerando varia\u00e7\u00f5es em estrutura e estoque de biomassa em rela\u00e7\u00e3o a vari\u00e1veis clim\u00e1ticas (precipita\u00e7\u00e3o e temperatura), ed\u00e1ficas e de contexto funcional\/estrutural das comunidades, na regi\u00e3o Sul do Brasil. Para esse primeiro diagn\u00f3stico contamos com dados exclusivos de invent\u00e1rios em florestas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, realizados pelo nosso grupo e por pesquisadores associado. Paralelamente \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o deste cen\u00e1rio de varia\u00e7\u00e3o regional das florestas subtropicais, iremos ampliar a avalia\u00e7\u00e3o de comunidades arb\u00f3reas em parcelas permanentes j\u00e1 existentes, instaladas em 2009-2010 (13 s\u00edtios com 0,12 ha cada), num gradiente altitudinal na regi\u00e3o nordeste no Planalto Sul-Brasileiro. O esfor\u00e7o de levantamento das esp\u00e9cies arb\u00f3reas nesses s\u00edtios necessita ser ampliado, para melhorar a qualidade dos dados e o poder de predi\u00e7\u00e3o dos modelos de din\u00e2mica florestal (passaremos para 0,34 ha em cada). Associado ao esfor\u00e7o de ampliar a amostragem de \u00e1rvores, faremos avalia\u00e7\u00f5es sobre caracter\u00edsticas ecossist\u00eamicas desses ambientes, tais como qualidade e quantidade de serapilheira, atividade e composi\u00e7\u00e3o da biota ed\u00e1fica, e taxas de decomposi\u00e7\u00e3o. Isso permitir\u00e1 que dados da din\u00e2mica florestal, em termos de mudan\u00e7as na biomassa e nos indiv\u00edduos (<i>turnover<\/i> devido \u00e0 mortalidade e o recrutamento), possam ser contrastados com caracter\u00edsticas abi\u00f3ticas (clima e solo), bi\u00f3ticas (diversidade e composi\u00e7\u00e3o funcional das comunidades de \u00e1rvores) e caracter\u00edsticas ecossist\u00eamicas ao longo do gradiente altitudinal (de florestas Atl\u00e2nticas <i>s.s.<\/i> a florestas com Arauc\u00e1ria). Por fim, diante da grande quantidade de informa\u00e7\u00f5es sobre atributos funcionais e performance de esp\u00e9cies arb\u00f3reas (taxas de recrutamento, mortalidade e crescimento por esp\u00e9cie), o terceiro objetivo pretende avaliar o quanto atributos funcionais de plantas predizem a performance de esp\u00e9cies arb\u00f3reas do Sul da Mata Atl\u00e2ntica, considerando esp\u00e9cies com padr\u00f5es biogeogr\u00e1ficos distintos (esp\u00e9cies com distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica preferencialmente tropical <i>versus<\/i>esp\u00e9cies com distribui\u00e7\u00e3o preferencialmente subtropical\/temperada). Acreditamos que este projeto ir\u00e1 ampliar consideravelmente o conhecimento ecol\u00f3gico sobre a estrutura, o funcionamento e a din\u00e2mica de florestas Atl\u00e2nticas subtropicais, fornecendo bases robustas para a compreens\u00e3o dos potenciais efeitos da atual crise clim\u00e1tica em servi\u00e7os ecossist\u00eamicos providos pelas florestas.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p>Coordenadora: Sandra M\u00fcller<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>&#8220;Restaurando os Campos Sulinos: avaliando t\u00e9cnicas, esp\u00e9cies e atributos funcionais para conservar a biodiversidade campestre do sul do Brasil&#8221;&nbsp;<\/strong>FUNBIO (2019-atual)<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> Os Campos Sulinos s\u00e3o ecossistemas campestres heterog\u00eaneos de grande import\u00e2ncia ecol\u00f3gica, cultural e econ\u00f4mica no sul do Brasil. Entretanto encontram-se grandemente amea\u00e7ados por convers\u00e3o de h\u00e1bitat e por esp\u00e9cies ex\u00f3ticas invasoras. A partir desse contexto, a restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica \u00e9 uma alternativa vi\u00e1vel para garantir a sua conserva\u00e7\u00e3o e a provis\u00e3o de seus servi\u00e7os ecossist\u00eamicos. No entanto, faltam estudos sobre o tema na regi\u00e3o e ainda h\u00e1 muitas perguntas b\u00e1sicas para serem respondidas. O teste e o desenvolvimento de t\u00e9cnicas para restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica nos Campos Sulinos s\u00e3o fundamentais e urgentes. A partir desse contexto, esse projeto tem como objetivo geral contribuir para o desenvolvimento da restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica nos Campos Sulinos. Pretende-se atingir esse objetivo ao avaliar a aplica\u00e7\u00e3o de feno como t\u00e9cnica para a reintrodu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies nativas, medi\u00e7\u00e3o de atributos funcionais de esp\u00e9cies nativas e combina\u00e7\u00f5es de esp\u00e9cies para definir esp\u00e9cies nativas priorit\u00e1rias em projetos de restaura\u00e7\u00e3o, bem como a divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica dos resultados obtidos.&nbsp;O trabalho ser\u00e1 desenvolvido com o apoio dos laborat\u00f3rios de Ecologia Vegetal (LEVEG) e de Estudos em Vegeta\u00e7\u00e3o Campestre (LEVCamp), da UFRGS. Espera-se que os resultados obtidos contribuam para o desenvolvimento da restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica nos Campos Sulinos e, consequentemente, auxiliem na conserva\u00e7\u00e3o da sua diversidade campestre.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenadores: Pedro Augusto Thomas, Sandra M\u00fcller, Gerhard Overbeck<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><\/h2>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u201cSISBIOTA &#8211; Biodiversidade dos campos e dos ec\u00f3tonos campo-floresta no Sul do Brasil: bases ecol\u00f3gicas para sua conserva\u00e7\u00e3o e uso sustent\u00e1vel.\u201d<\/strong> CNPq (2011\u2013atual).<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> Esta Rede de Pesquisa objetiva em linhas gerais: (1) a identifica\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es taxon\u00f4micos, funcionais e filogen\u00e9ticos de organiza\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies da flora e da fauna em comunidades biol\u00f3gicas caracter\u00edsticas dos campos sulinos e ecossistemas florestais associados, (2) a identifica\u00e7\u00e3o de fatores de clima, solo, relevo e de uso da terra associados a esses padr\u00f5es em diferentes escalas de observa\u00e7\u00e3o, (3) a predi\u00e7\u00e3o dos efeitos de mudan\u00e7as no uso da terra, manejo pastoril e din\u00e2mica clim\u00e1tica sobre esses padr\u00f5es e sobre os processos ecossist\u00eamicos e servi\u00e7os ambientais relacionados.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenador:&nbsp;Val\u00e9rio Pillar<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>&nbsp;\u201cParcelas Permanentes na Mata Atl\u00e2ntica do Sul do Brasil: Estudos de Longa Dura\u00e7\u00e3o em Gradientes de Altitude e de Din\u00e2mica Florestal.\u201d<\/strong>&nbsp;(2011\u2013atual)<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> Este projeto d\u00e1 continuidade \u00e0s a\u00e7\u00f5es desenvolvidas no \u00e2mbito do Posto Avan\u00e7ado Maquin\u00e9 (PAM) da Reserva da Biosfera da Mata Atl\u00e2ntica. S\u00e3o integrantes do PAM: PPG em Ecologia da UFRGS; PPG em Bot\u00e2nica da UFRGS; DESMA-PGDR da UFRGS; ONG ANAMA: Secretaria Estadual do Meio Ambiente; FEPAGRO.<br>Estuda popula\u00e7\u00f5es de esp\u00e9cies vegetais e comunidades florestais do Bioma Mata Atl\u00e2ntica na regi\u00e3o sul do Brasil ao longo de gradientes ambientais e em m\u00faltiplas escalas espaciais e temporais. Prev\u00ea a manuten\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o da rede de Parcelas Permanentes (PP) estabelecida na regi\u00e3o nordeste do Rio Grande do Sul, no per\u00edodo de janeiro de 2008 a julho de 2010, no \u00e2mbito do projeto Pesquisas Ecol\u00f3gicas de Longa Dura\u00e7\u00e3o no Sistema de Parcelas Permanentes do Corredor Mata Atl\u00e2ntica Sul no Nordeste do Rio Grande do Sul.&nbsp;Visa \u00e0 representa\u00e7\u00e3o dos tipos florestais no gradiente altitudinal e a amostragem detalhada do estrato regenerante de todas as parcelas, o que permite avaliar as respostas da vegeta\u00e7\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as ambientais.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenador:&nbsp;Sandra M\u00fcller<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u201cBases cient\u00edficas para a restaura\u00e7\u00e3o de ecossistemas campestres no Sul do Brasil.\u201d<\/strong> (2011\u2013atual)<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> \u00c9 um projeto de coopera\u00e7\u00e3o binacional entre a UFRGS e a TUM (Universidade T\u00e9cnica de Munique, Alemanha) que visa o estabelecimento de uma rede de discuss\u00e3o entre pesquisa, planejamento ambiental e pr\u00e1tica de conserva\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o em Ecologia da Restaura\u00e7\u00e3o de ecossistemas campestres, ampliando assim a base cient\u00edfica para restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica, manejo sustent\u00e1vel e prote\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o campestre no sul do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenador: Gerhard Overbeck<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>&#8220;Restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica dos Campos sulinos: superando barreiras bi\u00f3ticas&#8221; <\/strong>(2014 &#8211; Atual)<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O desenvolvimento de modelos que consideram diferentes barreiras (thresholds) durante o processo de restaura\u00e7\u00e3o tem se mostrado importante para um melhor entendimento do processo de restaura\u00e7\u00e3o e para identificar os principais passos necess\u00e1rios para a restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica, bem como monitorar o seu sucesso (Suding et al. 2004, Robson et al. 2011). Para os Campos sulinos, tal modelo ainda n\u00e3o existe, e \u00e9 muito question\u00e1vel at\u00e9 que ponto conceitos desenvolvidos na restaura\u00e7\u00e3o de sistemas florestais no Brasil podem ser aplicados, devido as diferen\u00e7as fundamentais no funcionamento e na din\u00e2mica dos dois tipos de ecossistema. Como primeiros passos para o desenvolvimento destes conceitos, pretende-se, neste projeto de pesquisa, testar diferentes m\u00e9todos de restaura\u00e7\u00e3o a fim de identificar as principais barreiras bi\u00f3ticas e desenvolver t\u00e9cnicas e estrat\u00e9gias adequadas para super\u00e1-las. Isso inclui a experimenta\u00e7\u00e3o com t\u00e9cnicas de restaura\u00e7\u00e3o que j\u00e1 est\u00e3o sendo aplicadas, com sucesso, em outras regi\u00f5es do mundo, tais como a transposi\u00e7\u00e3o de feno e a transposi\u00e7\u00e3o de leivas, bem como t\u00e9cnicas de controle de esp\u00e9cies invasoras. O projeto est\u00e1 sendo realizado em diferentes regi\u00f5es do estado, inclusive em \u00e1reas degradadas por plantios de Pinus dentro e no entorno dos Parques Nacionais Aparados da Serra e Serra Geral e em \u00e1reas invadidas por esp\u00e9cies ex\u00f3ticas no bioma Pampa.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenador: Gerhard Overbeck<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>&#8220;Avalia\u00e7\u00e3o do sucesso da restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica: indo al\u00e9m do componente vegetal&#8221;&nbsp;<\/strong>(2014 &#8211; Atual)<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Como as taxas globais de convers\u00e3o e degrada\u00e7\u00e3o dos ecossistemas naturais aumentam de forma constante, a Ecologia da Restaura\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada uma \u00e1rea cada vez mais importante da pesquisa, ao mesmo tempo que a restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica vem se tornando uma parte essencial da pol\u00edtica ambiental. At\u00e9 o momento, a maioria dos projetos de restaura\u00e7\u00e3o se concentraram no componente vegetal do ecossistema e, com isso, o sucesso da restaura\u00e7\u00e3o geralmente tem sido medido principalmente pela recupera\u00e7\u00e3o das comunidades de plantas ao longo do tempo. No entanto, tem sido apontado que a inclus\u00e3o de outros n\u00edveis tr\u00f3ficos e das suas intera\u00e7\u00f5es, bem como a considera\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os prestados pelos ecossistemas s\u00e3o fatores de alta import\u00e2ncia para o sucesso da restaura\u00e7\u00e3o, uma vez que a inclus\u00e3o destes aspectos contribuir\u00e1 substancialmente para uma melhor compreens\u00e3o do processo de recupera\u00e7\u00e3o do ecossistema durante a restaura\u00e7\u00e3o. Paralelamente, se estes aspectos forem inclusos, projetos de restaura\u00e7\u00e3o poderiam ser usados para testar a teoria ecol\u00f3gica sobre intera\u00e7\u00f5es entre esp\u00e9cies e as rela\u00e7\u00f5es entre a biodiversidade e o funcionamento dos ecossistemas. O objetivo desta proposta \u00e9 contribuir para aspectos conceituais e metodol\u00f3gicos da ecologia de restaura\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da inclus\u00e3o da an\u00e1lise de diferentes n\u00edveis tr\u00f3ficos e as intera\u00e7\u00f5es entre os mesmos, bem como a das fun\u00e7\u00f5es ecossist\u00eamicas na restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica e de medidas do seu sucesso, utilizando-se vegeta\u00e7\u00e3o campestre como um sistema modelo. Estes objetivos ser\u00e3o alcan\u00e7ados atrav\u00e9s de workshops internacionais (o primeiro no final de Agosto de 2014 na Alemanha), interc\u00e2mbio de alunos e elabora\u00e7\u00e3o de artigos de revis\u00e3o. Projetos de pesquisa atualmente em andamento dos diferentes grupos de pesquisa, no Brasil e na Alemanha, fornecer\u00e3o a base emp\u00edrica para este projeto.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenador: Gerhard Overbeck<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>&#8220;PPBio Campos Sulinos &#8211; Vegeta\u00e7\u00e3o Campestre&#8221;&nbsp;<\/strong>(2013 &#8211; Atual)<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo<\/strong>: Este projeto \u00e9 um subprojeto da Rede de Pesquisa em Biodiversidade nos Campos sulinos, coordenado pelo Prof. Dr. Val\u00e9rio D. Pillar, UFRGS. Os objetivos gerais do projeto proposto correspondem aos mesmos da Rede na qual o projeto est\u00e1 inserido, visando em linhas gerais (1) a identifica\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es taxon\u00f4micos, funcionais e filogen\u00e9ticos de organiza\u00e7\u00e3o da biota em comunidades caracter\u00edsticas dos Campos sulinos e ecossistemas associados, (2) a identifica\u00e7\u00e3o de fatores de clima, solo, relevo, hidrografia, e de uso da terra associados a esses padr\u00f5es em diferentes escalas de observa\u00e7\u00e3o, (3) a predi\u00e7\u00e3o dos efeitos de mudan\u00e7as no uso da terra, manejo pastoril e, com o monitoramento, a din\u00e2mica clim\u00e1tica sobre esses padr\u00f5es e sobre processos ecossist\u00eamicos e servi\u00e7os ambientais, e (4) a tradu\u00e7\u00e3o desse conhecimento em recomenda\u00e7\u00f5es de uso da terra e de pol\u00edticas p\u00fablicas para a prote\u00e7\u00e3o da biodiversidade. A amostragem seguir\u00e1 o protocolo RAPELD (Magnusson et al. 2005), com algumas adapta\u00e7\u00f5es. Desta maneira, o projeto associado Vegeta\u00e7\u00e3o Campestre , com abrang\u00eancia nos estados Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC) e Paran\u00e1 (PR), objetiva especificamente: (1) a gera\u00e7\u00e3o de um melhor conhecimento sobre a composi\u00e7\u00e3o e estrutura da vegeta\u00e7\u00e3o campestre (incluindo \u00e1reas alteradas pelo uso agr\u00edcola e silvicultural) dos Campos sulinos; (2) a identifica\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es taxon\u00f4micos, funcionais e filogen\u00e9ticos de organiza\u00e7\u00e3o de comunidades campestres nos Campos sulinos, bem como a identifica\u00e7\u00e3o de tipologias de comunidades campestres; (3) a identifica\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es de diversidade das comunidades campestres e dos principais fatores (diferentes fatores ambientais, espaciais) que determinam a varia\u00e7\u00e3o na composi\u00e7\u00e3o entre locais; (4) a incorpora\u00e7\u00e3o de material bot\u00e2nico das esp\u00e9cies campestres dos Campos sulinos nos acervos dos herb\u00e1rios associados \u00e0s institui\u00e7\u00f5es participantes do projeto, desta forma contribuindo para a cole\u00e7\u00e3o de refer\u00eancia ex-situ de esp\u00e9cies campestres do sul do Brasil; (5) a an\u00e1lise dos resultados obtidos sobre padr\u00f5es de organiza\u00e7\u00e3o de comunidades campestres em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 diversidade de outros grupos taxon\u00f4micos analisados em outros projetos dentro da Rede. (6) a aplica\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es obtidas para medidas de conserva\u00e7\u00e3o (recomenda\u00e7\u00f5es de boas pr\u00e1ticas de manejo e de pol\u00edticas publicas para a prote\u00e7\u00e3o da biodiversidade brasileira).<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenador: Gerhard Overbeck<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u201cFlorestas disseminadas na matriz campestre no extremo sul do Brasil: estrutura e diversidade\u201d (2013 \u2013 atual)<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O bioma Pampa constitui-se em um mosaico vegetacional, onde predominam forma\u00e7\u00f5es campestres, mas com frequ\u00eancia encontramos \u00e1reas florestais, constitu\u00eddas por cap\u00f5es, florestas ribeirinhas ou mesmo \u00e1reas cont\u00ednuas de consider\u00e1vel extens\u00e3o. Estas florestas em geral s\u00e3o negligenciadas, tanto em termos de pesquisa quanto de conserva\u00e7\u00e3o, mas importantes dada a composi\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies que mescla origens chaquenha, pampeana, paranaense e atl\u00e2ntica. Com vistas a contemplar os ecossistemas florestais associados a estas forma\u00e7\u00f5es campestres, propomos o levantamento dos componentes arb\u00f3reo e arbustivo, em oito s\u00edtios, coincidentes com os que est\u00e3o sendo avaliados no projeto \u201cPPBio Rede de Pesquisa em Biodiversidade dos Campos Sulinos\u201d. Pretendemos ampliar o conhecimento da biodiversidade brasileira, com a descri\u00e7\u00e3o da composi\u00e7\u00e3o flor\u00edstica e estrutura dos componentes florestais deste bioma, relacionando-os a vari\u00e1veis ambientais e funcionais das comunidades. O projeto prev\u00ea a descri\u00e7\u00e3o de tipologias florestais associadas \u00e0s forma\u00e7\u00f5es campestres, com posterior identifica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies indicadoras. Al\u00e9m disso, utilizaremos m\u00e9todos que permitem explorar as formas de organiza\u00e7\u00e3o destas comunidades, tanto com base na composi\u00e7\u00e3o espec\u00edfica quanto na descri\u00e7\u00e3o de atributos funcionais das esp\u00e9cies que as comp\u00f5em. An\u00e1lises sobre padr\u00f5es de diversidade alfa e beta tamb\u00e9m ser\u00e3o investigados e relacionados com caracter\u00edsticas ecol\u00f3gicas dos s\u00edtios amostrais, sejam elas ambientais (e.g. clima, solo, relevo), ou relacionadas ao contexto da paisagem (e.g. % de convers\u00e3o de h\u00e1bitats e intensidade de uso).<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenador: Jo\u00e3o Andr\u00e9 Jarenkow<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u201cPELD &#8211; Rede de s\u00edtios de pesquisa ecol\u00f3gica de longa dura\u00e7\u00e3o nos campos dos biomas Pampa e Mata Atl\u00e2ntica.\u201d <\/strong>CNPq (2009\u2013atual)<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> Visa o estabelecimento de uma rede de s\u00edtios de pesquisa ecol\u00f3gica de longa dura\u00e7\u00e3o em ecossistemas campestres, em diferentes regi\u00f5es dos biomas Pampa e Mata Atl\u00e2ntica, no Rio Grande do Sul. Focaliza quest\u00f5es cient\u00edficas fundamentais para a conserva\u00e7\u00e3o e uso sustent\u00e1vel dos ecossistemas campestres dos biomas Pampa e Mata Atl\u00e2ntica no sul do Brasil: (1) como se estruturam comunidades biol\u00f3gicas caracter\u00edsticas desses ecossistemas especialmente em termos de padr\u00f5es funcionais de organiza\u00e7\u00e3o? (2) como esses padr\u00f5es de organiza\u00e7\u00e3o respondem a fatores relacionados ao manejo pastoril e \u00e0 din\u00e2mica clim\u00e1tica? (3) como estes padr\u00f5es afetam processos ecossist\u00eamicos e servi\u00e7os ambientais?&nbsp;Realiza experimenta\u00e7\u00e3o com controle de fatores relacionados ao manejo pastoril em cada s\u00edtio. As respostas ao manejo, com base na compara\u00e7\u00e3o entre tr\u00eas tratamentos (exclus\u00e3o de pastejo, manejo pastoril conservativo e manejo pastoril convencional) s\u00e3o avaliadas pelo monitoramento da estrutura das comunidades biol\u00f3gicas, contemplando as taxocenoses de plantas e artr\u00f3podes.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenador:&nbsp;Val\u00e9rio Pillar<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><strong>Projetos finalizados:&nbsp;<\/strong><b>&nbsp;<\/b><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>&#8220;Acessando a din\u00e2mica florestal para fornecer diretrizes para a conserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica Brasileira&#8221;&nbsp;<\/strong>The Rufford Foundation (2018-2020)<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> A estrutura e din\u00e2mica de florestas reflete seu status de conserva\u00e7\u00e3o e fornece importantes processos ecossist\u00eamicos, como o estoque de carbono e a capacidade de acumular carbono. Com este projeto, buscamos avaliar a estrutura e din\u00e2mica florestal da Mata Atl\u00e2ntica subtropical e os fatores bi\u00f3ticos e abi\u00f3ticos (caracter\u00edsticas funcionais das plantas, vari\u00e1veis clim\u00e1ticas e fatores ed\u00e1ficos) relacionados \u00e0 din\u00e2mica da floresta, atrav\u00e9s de an\u00e1lises do desempenho das esp\u00e9cies ao longo do tempo. A Mata Atl\u00e2ntica \u00e9 um bioma florestal amea\u00e7ado, altamente fragmentado e projetado para ser fortemente afetados por mudan\u00e7as clim\u00e1ticas futuras. Deste modo, compreender o papel desses fatores na a din\u00e2mica da biomassa dessa floresta \u00e9 urgentemente necess\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenadores: Kauane M. Bordin, Sandra M\u00fcller<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>&#8220;Rela\u00e7\u00f5es entre atributos funcionais de plantas e a din\u00e2mica temporal de comunidades e <\/strong><strong>popula\u00e7\u00f5es frente \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas em florestas subtropicais.&#8221;<\/strong> (2016-2019)<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong>&nbsp; Determinar quais mecanismos governam a estrutura e a din\u00e2mica de florestas biodiversas, onde muitas esp\u00e9cies tem tamanhos populacionais pequenos e sua din\u00e2mica temporal permanecem pouco conhecidas, \u00e9 um dos principais desafios da Ecologia de Comunidades. Processos associados \u00e0 variabilidade ambiental e \u00e0 estocasticidade demogr\u00e1fica influenciam esta din\u00e2mica, entretanto estudos demonstram que a propor\u00e7\u00e3o em que atuam nas comunidades \u00e9 bastante vari\u00e1vel e mais trabalhos s\u00e3o necess\u00e1rios para uma melhor compreens\u00e3o. Este projeto se prop\u00f5e a avaliar a din\u00e2mica de florestas subtropicais, integrando informa\u00e7\u00f5es sobre mudan\u00e7as&nbsp;temporais na composi\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica, funcional e filogen\u00e9tica de comunidades de \u00e1rvores, em &nbsp;s\u00edtios da Floresta Atl\u00e2ntica e da Floresta com Arauc\u00e1ria, no Sul do Brasil, com informa\u00e7\u00f5es de desempenho de esp\u00e9cies (crescimento temporal de indiv\u00edduos e taxas vitais de esp\u00e9cies).&nbsp;Propomos ainda avaliar atributos funcionais das esp\u00e9cies, considerando varia\u00e7\u00f5es inter e&nbsp;intraespec\u00edficas, para relacionar com as mudan\u00e7as temporais e com vari\u00e1veis clim\u00e1ticas dos &nbsp;diferentes s\u00edtios. As taxas de crescimento ser\u00e3o avaliadas considerando mudan\u00e7as de curto prazo &nbsp;(5 anos) para indiv\u00edduos jovens (acima de 1 cm de DAP \u2013 di\u00e2metro a altura do peito) e de longo &nbsp;prazo para indiv\u00edduos adultos, sendo estas \u00faltimas com avalia\u00e7\u00f5es dendrocronol\u00f3gicas. Para as &nbsp;esp\u00e9cies abundantes, iremos tamb\u00e9m considerar como a din\u00e2mica de curto prazo varia em rela\u00e7\u00e3o&nbsp;\u00e0 competi\u00e7\u00e3o dentro e entre esp\u00e9cies que coocorrem localmente. Al\u00e9m disso, destacamos que&nbsp;iremos comparar o desempenho das esp\u00e9cies e as mudan\u00e7as nas comunidades a partir de avalia\u00e7\u00f5es detalhadas do crescimento e dos atributos funcionais de esp\u00e9cies aqui consideradas \u2018alvo\u2019. Estas ser\u00e3o divididas em esp\u00e9cies de origem tropical e esp\u00e9cies de origem temperada, as quais coocorrem na Floresta com Arauc\u00e1ria. Assim, nossas expectativas s\u00e3o de poder contribuir consideravelmente para a elucida\u00e7\u00e3o dos processos ecol\u00f3gicos associados \u00e0 estrutura\u00e7\u00e3o das comunidades de \u00e1rvores de florestas subtropicais. Particularmente, estamos interessados em poder contribuir com a previsibilidade de mudan\u00e7as destes ecossistemas e de popula\u00e7\u00f5es de esp\u00e9cies de interesse (e.g. Araucaria angustifolia e elementos tropicais da fam\u00edlia Lauraceae) frente \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais, utilizando como base a caracteriza\u00e7\u00e3o por atributos funcionais e as rela\u00e7\u00f5es de intera\u00e7\u00f5es intra e interespec\u00edficas.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenador: Sandra M\u00fcller<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u201cEstruturas taxon\u00f4mica, funcional e filogen\u00e9tica de comunidades de plantas e a din\u00e2mica temporal em forma\u00e7\u00f5es de Floresta Atl\u00e2ntica do Rio Grande do Sul.\u201d <\/strong>FAPERGS (2012\u20132016).<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> Este projeto divide-se em duas etapas.&nbsp;A primeira trata da compreens\u00e3o te\u00f3rica da din\u00e2mica espa\u00e7o-temporal de comunidades e poder\u00e1 ser utilizada como base para conserva\u00e7\u00e3o e manejo de ecossistemas florestais. Avalia padr\u00f5es de diversidade beta de esp\u00e9cies, funcional e filogen\u00e9tica de comunidades arb\u00f3reas florestais em duas escalas espaciais e dois per\u00edodos de tempo, relacionados a varia\u00e7\u00e3o espacial e a ambiental. Abrange \u00e1reas de Floresta Ombr\u00f3fila Densa e Floresta Ombr\u00f3fila Mista do Rio Grande do Sul.&nbsp;A segunda etapa implementar\u00e1 uma abordagem inovadora, que relacionar\u00e1 processos populacionais com padr\u00f5es estruturais de comunidades de plantas. Avalia padr\u00f5es demogr\u00e1ficos em n\u00edvel de comunidade, em \u00e1reas de Floresta Ombr\u00f3fila Densa, baseados em sensos das esp\u00e9cies arb\u00f3reas adultas e amostragem das classes menores.&nbsp;Os dados permitir\u00e3o descrever padr\u00f5es de distribui\u00e7\u00e3o de tamanho das comunidades arb\u00f3reas, bem como uma avalia\u00e7\u00e3o sobre as taxas vitais (crescimento, mortalidade) das fases iniciais de desenvolvimento ontogen\u00e9tico das comunidades e suas rela\u00e7\u00f5es com atributos funcionais associados ao sucesso na dispers\u00e3o e estabelecimento das esp\u00e9cies.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenador:&nbsp;Sandra M\u00fcller<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u201cParti\u00e7\u00e3o da diversidade funcional e padr\u00f5es de assembleias de \u00e1rvores num gradiente altitudinal da Mata Atl\u00e2ntica em diferentes escalas de observa\u00e7\u00e3o.\u201d<\/strong> CNPq (2012\u20132014).<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> Avalia\u00e7\u00e3o de assembleias de esp\u00e9cies arb\u00f3reas florestais num gradiente de altitude da Mata Atl\u00e2ntica no sul do Brasil, sob a abordagem de atributos funcionais, caracterizando padr\u00f5es de diverg\u00eancia, converg\u00eancia e diversidade beta funcional em tr\u00eas escalas de observa\u00e7\u00e3o. Utiliza levantamentos fitossociol\u00f3gicos j\u00e1 realizados (publicados ou dispon\u00edveis \u00e0 equipe do projeto) para a obten\u00e7\u00e3o dos dados de desempenho das esp\u00e9cies em diferentes \u00e1reas ao longo de um gradiente de altitude.&nbsp;A partir destes dados, todas as esp\u00e9cies s\u00e3o caracterizadas por atributos funcionais, possibilitando a transfer\u00eancia da informa\u00e7\u00e3o funcional da esp\u00e9cie para o n\u00edvel de comunidades para caracterizar os padr\u00f5es funcionais dentro (diversidade funcional alfa) e entre comunidades (diversidade beta funcional).<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenador:&nbsp;Sandra M\u00fcller<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u201cMarca\u00e7\u00e3o e Identifica\u00e7\u00e3o de \u00c1rvores Matrizes de Esp\u00e9cies Nativas em \u00c1reas de Regenera\u00e7\u00e3o Florestal Avan\u00e7ada \u00e0 Jusante do Barramento da Usina Hidrel\u00e9trica Passo Fundo \u2013 UHPF.\u201d<\/strong> (2011\u20132013)<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> Visa \u00e0 identifica\u00e7\u00e3o e a marca\u00e7\u00e3o de \u00e1rvores matrizes, para a produ\u00e7\u00e3o de mudas de esp\u00e9cies nativas pelo viveiro da UHPF, com fins de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica em \u00e1reas da regi\u00e3o. Al\u00e9m do planejamento e organiza\u00e7\u00e3o do viveiro, prev\u00ea um herb\u00e1rio educativo e funcional para uso local. Tractebel Energia.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenador:&nbsp;Sandra M\u00fcller<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u201cRestaura\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica de \u00c1reas Degradadas e da Margem Ciliar do reservat\u00f3rio da Usina Hidrel\u00e9trica de Machadinho.\u201d <\/strong>Tractebel Energia (2009\u20132013)<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Resumo:<\/strong> Prev\u00ea a elabora\u00e7\u00e3o de dois projetos, um referente \u00e0s \u00e1reas do entorno do reservat\u00f3rio da Usina Hidrel\u00e9trica de Machadinho, denominadas como Faixa Ciliar, e outro relacionado \u00e0s \u00e1reas do antigo canteiro de obras da usina, denominadas como \u00c1reas Degradadas. Al\u00e9m da elabora\u00e7\u00e3o te\u00f3rica e pr\u00e1tica dos projetos, executados por terceiros, envolve o monitoramento da execu\u00e7\u00e3o das atividades e do processo de restaura\u00e7\u00e3o em si.<\/p>\n\n\n\n<p>Coordenador:&nbsp;Sandra M\u00fcller<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u201cDin\u00e2mica de regenera\u00e7\u00e3o na Mata Atl\u00e2ntica &#8211; An\u00e1lise funcional da composi\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies vegetais e da dispers\u00e3o potencial de sementes pela avifauna em diferentes est\u00e1gios sucessionais como base para o planejamento de trajet\u00f3rias de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica.\u201d<\/strong> CNPq (2009-2012).<\/h2>\n\n\n\n<p>Coordenador:&nbsp;Sandra M\u00fcller<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><b>&nbsp;<\/b><strong>\u201cPesquisas Ecol\u00f3gicas de Longa Dura\u00e7\u00e3o no Sistema de Parcelas Permanentes do corredor Mata Atl\u00e2ntica Sul no nordeste do Rio Grande do Sul (PLDSisPP-RS).\u201d<\/strong> (2008-2011).<\/h2>\n\n\n\n<p>Coordenador: Lu\u00eds Rios de Moura Baptista<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projetos em andamento: &#8220;Monitoramento de C no solo e gases de efeito estufa em campos, cultivos puros ou integrados, e<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":920,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"class_list":["post-45","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/leveg\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/45","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/leveg\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/leveg\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/leveg\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/leveg\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=45"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/leveg\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/45\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1128,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/leveg\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/45\/revisions\/1128"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/leveg\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/920"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/leveg\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=45"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}