{"id":346,"date":"2013-11-21T23:38:39","date_gmt":"2013-11-22T02:38:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/lhiste\/?p=346"},"modified":"2013-11-21T23:43:05","modified_gmt":"2013-11-22T02:43:05","slug":"memorias-da-vila-dique-3a-edicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/lhiste\/memorias-da-vila-dique-3a-edicao\/","title":{"rendered":"Mem\u00f3rias da Vila Dique &#8211; 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h4>Equipe<\/h4>\n<p>Carmem Zeli de Vargas Gil\u00a0<a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftn1\">[1]<\/a> (Coordenadora da A\u00e7\u00e3o de Extens\u00e3o)<\/p>\n<p>Almerinda Gambin\u00a0<a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftn2\">[2]<\/a><\/p>\n<p>Christiane Kammsetzer\u00a0<a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftn3\">[3]<\/a><\/p>\n<p>D\u00e9bora Wobeto\u00a0<a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftn4\">[4]<\/a><\/p>\n<p>Louren\u00e7o Stefanello Teixeira\u00a0<a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftn5\">[5]<\/a><\/p>\n<p>Maria Am\u00e9lia Medeiros Mano\u00a0<a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftn6\">[6]<\/a><\/p>\n<p>Naiara Rotta Assun\u00e7\u00e3o\u00a0<a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftn7\">[7]<\/a><\/p>\n<p>Renata Soares Costa\u00a0<a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftn7\">[8]<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<h4>Resumo<\/h4>\n<p>O projeto originou-se de uma a\u00e7\u00e3o realizada por alunos do Curso de Hist\u00f3ria da UFRGS, na disciplina de Est\u00e1gio de Doc\u00eancia III &#8211; Educa\u00e7\u00e3o Patrimonial junto\u00a0 a Unidade de Sa\u00fade Sant\u00edssima Trindade \u2013 GHC. Aos poucos, os acad\u00eamicos entraram em contato com a complexa situa\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias que est\u00e3o sendo removidas e perdem os v\u00ednculos com o lugar de origem. Em 2011, a ideia se transforma em Projeto de Extens\u00e3o e, em 2012-2013 recebe recursos atrav\u00e9s do Edital Proext consolidando a\u00e7\u00f5es que envolvem rodas de mem\u00f3rias, entrevistas e oficinas de fotografia e cinema. Trata-se de estrat\u00e9gias que propiciam a constru\u00e7\u00e3o de mem\u00f3rias coletivas compartilhando experi\u00eancias e resinificando o processo de remo\u00e7\u00e3o e de reassentamento. O projeto resultou na publica\u00e7\u00e3o de dois livros, al\u00e9m de oito apresenta\u00e7\u00f5es em eventos cient\u00edficos e um artigo publicado em livro no ano de 2012. Em 2013 a equipe j\u00e1 participou de 4 eventos cient\u00edficos e, em 2014, o projeto continua com recursos j\u00e1 aprovados pelo Edital do Proext 2014.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>O Contexto e os desdobramentos<\/h4>\n<p>A Vila Dique se configura como uma \u00e1rea de ocupa\u00e7\u00e3o localizada pr\u00f3xima ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. H\u00e1 mais de 40 anos, fam\u00edlias oriundas do interior do Rio Grande do Sul, de caracter\u00edstica rural, come\u00e7aram a povoar a vila trazendo h\u00e1bitos rurais, como rela\u00e7\u00f5es mais pr\u00f3ximas de vizinhan\u00e7a e solidariedade, distantes da urbanidade, \u00e0s vezes, mais solit\u00e1ria. Desde 2009, cerca de 3000 pessoas est\u00e3o sendo removidas para o Conjunto Habitacional Porto Novo, zona norte da capital. Atualmente, mais de 70% das fam\u00edlias j\u00e1 foram reassentadas.<\/p>\n<p>A primeira e a segunda edi\u00e7\u00e3o do projeto (2011-2012) possibilitaram\u00a0 conhecer mais dessa popula\u00e7\u00e3o. Ao passar na Avenida Dique nem se sonhava que no meio do barro, da escurid\u00e3o dos becos, do cheiro do valo, existia bordado, desenho, costura, ternura. O que vemos \u00e9 t\u00e3o somente o limite do que os nossos olhos conseguem alcan\u00e7ar diante de tantos enganos, distor\u00e7\u00f5es e preconceitos.<\/p>\n<p>A terceira edi\u00e7\u00e3o \u00e9 um desdobramento das anteriores quando a equipe de trabalho, ao dialogar com os moradores do Porto Novo, depara-se com a situa\u00e7\u00e3o dos jovens que buscam reafirmar suas pr\u00e1ticas culturais no novo local de moradia. Assim, em 2013, o foco direciona-se para os jovens buscando a produ\u00e7\u00e3o de um v\u00eddeo-document\u00e1rio com roteiro dos jovens, ap\u00f3s a participa\u00e7\u00e3o em oficinas de forma\u00e7\u00e3o. Assim, cartografam suas pr\u00e1ticas culturais entre o \u201cnovo\u201d e o \u201cvelho\u201d territ\u00f3rio, o que, talvez, possibilite acompanhar os movimentos de (re)significa\u00e7\u00e3o provocados pelo processo de remo\u00e7\u00e3o que se operam, a partir da mudan\u00e7a do local de moradia.<\/p>\n<p>Na quarta edi\u00e7\u00e3o, prevista para 2014 e com recursos j\u00e1 aprovados pelo Edital Proext 2014, mantem-se as rodas de mem\u00f3rias e, com as hist\u00f3rias narradas pelos moradores, produzem-se marcas de mem\u00f3rias, ou seja, diferentes composi\u00e7\u00f5es retratando o patrim\u00f4nio dos moradores; um memorial em processo com grafites, outdoor, fotografias&#8230; que n\u00e3o encontra um lugar fixo para se abrigar. Trata-se de marcas de mem\u00f3rias da Vila Dique apresentadas nos diferentes lugares do Porto Novo.\u00a0\u00a0 Assim, o projeto se insere na perspectiva de atua\u00e7\u00e3o patrimonial e educativa entre os moradores da Vila Dique\/Porto Novo, considerando que patrim\u00f4nio n\u00e3o \u00e9 somente o consagrado, posi\u00e7\u00e3o que rompe com os crit\u00e9rios de exclusividade, originalidade e excepcionalidade que marcaram as abordagens dessa tem\u00e1tica at\u00e9 o s\u00e9culo XX. A potencialidade da reflex\u00e3o reside exatamente no reconhecimento dos patrim\u00f4nios n\u00e3o consagrados fazendo com que a problem\u00e1tica do patrim\u00f4nio n\u00e3o seja vivida como algo externo aos sujeitos.<\/p>\n<p>Do ponto de vista te\u00f3rico, o projeto baseia-se na suposi\u00e7\u00e3o de que a mem\u00f3ria \u00e9 um elemento importante do sentimento de continuidade e de coer\u00eancia de uma pessoa ou de um grupo em sua reconstru\u00e7\u00e3o de si. Compreende-se que a Hist\u00f3ria, o passado, os pertencimentos concedem cidadania. Por\u00e9m, estamos falando aqui de uma hist\u00f3ria que se constitui como express\u00e3o da pesquisa hist\u00f3rica e n\u00e3o mero instrumento de produ\u00e7\u00e3o de identidades. A Hist\u00f3ria como espa\u00e7o de encontro dos grupos com seu pr\u00f3prio passado e tamb\u00e9m com o passado de outros grupos. O passado como experi\u00eancia singular que nos ajuda a pensar o presente, agir e reagir.<\/p>\n<p>Compreende-se que todo processo de reassentamento e remo\u00e7\u00e3o gera impactos sociais e culturais que precisam ser, minimamente, reduzidos a partir de um trabalho articulado e intersetorial das \u00e1reas envolvidas. Com o projeto de extens\u00e3o <i>Mem\u00f3rias da Vila Dique<\/i>, a Universidade tamb\u00e9m se insere nessa rede de aten\u00e7\u00e3o \u00e0 situa\u00e7\u00e3o dos moradores que est\u00e3o vivendo o processo da remo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>O projeto se justifica, ent\u00e3o, nos seguintes pontos:<\/h4>\n<p>&#8211; promove a valoriza\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria coletiva e a apropria\u00e7\u00e3o do novo local de moradia atrav\u00e9s de modifica\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o, contribuindo na constru\u00e7\u00e3o de um sentimento de pertencimento e cuidado com o lugar em que vivem, em uma a\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria que envolve diversos segmentos da popula\u00e7\u00e3o, mas, especialmente, as crian\u00e7as e jovens.<\/p>\n<p>&#8211; permite que diferentes gera\u00e7\u00f5es possam dialogar e discutir sobre suas hist\u00f3rias e o territ\u00f3rio em que convivem;<\/p>\n<p>&#8211; oportuniza ao p\u00fablico em geral conhecer outras vers\u00f5es a respeito das viv\u00eancias dos jovens moradores da Vila Dique, submetidos a muitos estere\u00f3tipos.<\/p>\n<p>&#8211; aos graduandos prop\u00f5em-se, al\u00e9m da forma\u00e7\u00e3o, o conv\u00edvio com a comunidade estabelecendo trocas prof\u00edcuas entre o saber produzido na universidade e aquele constru\u00eddo no dia a dia da comunidade.<\/p>\n<p>&#8211; possibilita aos participantes e aos alunos da disciplina de Educa\u00e7\u00e3o Patrimonial discutir o patrim\u00f4nio cultural na perspectiva da amplia\u00e7\u00e3o de seu conceito congregando pr\u00e1ticas de grupos populares que v\u00e3o muito al\u00e9m dos patrim\u00f4nios consagrados, sendo poss\u00edvel e necess\u00e1rio que, a partir dessa perspectiva, se discuta as pr\u00e1ticas culturais tidas como patrim\u00f4nio imaterial brasileiro.<\/p>\n<p>Quando projetos sociais apostam em gera\u00e7\u00e3o de trabalho e renda est\u00e3o fazendo algo valioso, sim, mas limitado. Para al\u00e9m do direito \u00e0 sobreviv\u00eancia, h\u00e1 o direito ao sonho, \u00e0 esperan\u00e7a, ao reconhecimento de belezas e potencialidades. Com o Projeto <i>Mem\u00f3rias da Vila Dique<\/i> estamos todos convidados, n\u00e3o s\u00f3 a n\u00e3o esquecermos a Dique, mas a resignificar as ditas coisas humanas e sociais que, conforme Brand\u00e3o (2003, p. 46) \u201ct\u00eam n\u00e3o apenas causas, mas provavelmente tamb\u00e9m alma\u201d. Alma que se sente na utopia de uma constru\u00e7\u00e3o conjunta, de um desejo de reunir, diminuir a fragmenta\u00e7\u00e3o institu\u00edda pelas remo\u00e7\u00f5es. Lembrar que as remo\u00e7\u00f5es foram feitas aos poucos, desfazendo la\u00e7os, deixando escombros, criando vazios. No reassentamento as mesmas pessoas se reencontram em outros lugares, outras cal\u00e7adas, outras rela\u00e7\u00f5es e novos desafios. Reconstituir, nas rodas de mem\u00f3rias, o jeito de contar a vida pode ser um caminho novo de alinhavo, costura de dias mais inteiros. Dias ainda exigentes em demandas reais: a casa mal acabada, a correspond\u00eancia que n\u00e3o chega, o contrato que n\u00e3o se assina, a presta\u00e7\u00e3o que n\u00e3o se consegue pagar&#8230;<\/p>\n<p>E continua a imprevis\u00edvel trajet\u00f3ria de uma comunidade que certamente n\u00e3o aparecer\u00e1 no notici\u00e1rio como parte da hist\u00f3ria do megaevento da Copa do Mundo de 2014. Como tantas remo\u00e7\u00f5es em nome do progresso, os sil\u00eancios necess\u00e1rios s\u00e3o pactuados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Refer\u00eancias<\/h4>\n<p>ABREU, Regina; CHAGAS, M\u00e1rio (orgs). Mem\u00f3ria e patrim\u00f4nio: ensaios contempor\u00e2neos. Rio de Janeiro: DP&amp;A, 2003.<\/p>\n<p>BAUMAN, Z. Comunidade: A busca por seguran\u00e7a no mundo atual. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003.<\/p>\n<p>GARC\u00cdA CANCLINI, Nestor. Culturas h\u00edbridas: estrat\u00e9gias para entrar e sair da modernidade. S\u00e3o Paulo: EDUSP, 1997.<\/p>\n<p>CLAVAL, P. O Territ\u00f3rio na Transi\u00e7\u00e3o da P\u00f3s-Modernidade. In: GEOgraphian. 2, vol. 1, p. 7-26, 1999.<\/p>\n<p>FREIRE-MEDEIROS, Bianca. Favela como patrim\u00f4nio da cidade? Reflex\u00f5es e pol\u00eamicas acerca de dois museus. Estudos hist\u00f3ricos, Rio de Janeiro, n.38, p.49-66, jul.-dez.2006.<\/p>\n<p>GIL, Carmem Zeli de Vargas . Jovens e Juventudes: consensos e desafios. Educa\u00e7\u00e3o (UFSM), v. 36, p. 25-42, 2011.<\/p>\n<p>HARTOG, Fran\u00e7ois. Tempo e patrim\u00f4nio. Varia Historia, Belo Horizonte, v.22, n.36, jul-dez. 2006, p.261-273.<\/p>\n<p>JEUDY, Henri-Pierre. Espelho das cidades. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2005.<\/p>\n<p>JEUDY, Henri-Pierre. Mem\u00f3rias do social. Rio de Janeiro: Forense Universit\u00e1ria, 1990.<\/p>\n<p>LE GOFF, Jacques. Hist\u00f3ria e Mem\u00f3ria. Tradu\u00e7\u00e3o Bernardo Leit\u00e3o, etall. 2\u00b0 Ed. Campinas: UNICAMP, 1992.<\/p>\n<p>MELUCCI, Alberto. A inven\u00e7\u00e3o do presente: movimentos sociais nas sociedades complexas. Rio de Janeiro: Vozes, 2001.<\/p>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr align=\"left\" size=\"1\" width=\"33%\" \/>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftnref1\">[1]<\/a> Doutora em Educa\u00e7\u00e3o. UFRGS\/FACED. carmez.gil@gmail.com<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftnref2\">[2]<\/a> Agente de Sa\u00fade do Grupo Hospitalar Concei\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftnref3\">[3]<\/a> Psic\u00f3loga da Unidade de Sa\u00fade Sant\u00edssima Trindade &#8211; GHC e mestranda em Psicologia Social &#8211; UFRGS<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftnref4\">[4]<\/a> Graduanda em Ci\u00eancias Sociais &#8211; UFRGS<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftnref5\">[5]<\/a> Graduando em Hist\u00f3ria &#8211; UFRGS<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftnref6\">[6]<\/a> M\u00e9dica de fam\u00edlia da Unidade de Sa\u00fade Sant\u00edssima Trindade &#8211; GHC<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftnref7\">[7]<\/a> Graduanda em Hist\u00f3ria &#8211; UFRGS<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Maiara\/Desktop\/Texto%20Laborat%C3%B3rio.docx#_ftnref8\">[8]<\/a> Mestranda em Hist\u00f3ria &#8211; UFRGS<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Equipe Carmem Zeli de Vargas Gil\u00a0[1] (Coordenadora da A\u00e7\u00e3o de Extens\u00e3o) Almerinda Gambin\u00a0[2] Christiane Kammsetzer\u00a0[3] D\u00e9bora Wobeto\u00a0[4] Louren\u00e7o Stefanello Teixeira\u00a0[5] Maria Am\u00e9lia Medeiros Mano\u00a0[6] Naiara Rotta Assun\u00e7\u00e3o\u00a0[7] Renata Soares Costa\u00a0[8] Resumo O projeto originou-se de uma a\u00e7\u00e3o realizada por alunos do Curso de Hist\u00f3ria da UFRGS, na disciplina de Est\u00e1gio de Doc\u00eancia III &#8211; Educa\u00e7\u00e3o &hellip; <a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/lhiste\/memorias-da-vila-dique-3a-edicao\/\" class=\"more-link\">Continue lendo <span class=\"screen-reader-text\">Mem\u00f3rias da Vila Dique &#8211; 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o<\/span> <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-346","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-pesquisa"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/lhiste\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/346","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/lhiste\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/lhiste\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/lhiste\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/lhiste\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=346"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/lhiste\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/346\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":351,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/lhiste\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/346\/revisions\/351"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/lhiste\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=346"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/lhiste\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=346"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/lhiste\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=346"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}