Você acha que a resposta do Brasil à COVID-19 não está coordenada? Veja só o que diz esse artigo.

A COVID-19 foi declarada uma emergência de saúde pública de interesse internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 30 de janeiro de 2020. Este tipo de emergência requer uma resposta coordenada. Centros de Operação Emergenciais monitoram e analisam dados epidemiológicos e relatos de várias fontes com o objetivo de dar suporte aos governantes para tomadas de decisão.

O Centro de Operação Emergencial brasileiro foi ativado em 22 de janeiro, com alerta nível 1 (sem casos suspeitos na época). Em 03 de fevereiro de 2020, a COVID-19 foi classificada como emergência pública de saúde no Brasil e o nível de alerta foi alterado para nível 2 (risco iminente). Ainda no mês de fevereiro foi publicado o Plano de Contingência Nacional (PCN) para a COVID-19. O PCN é baseado em informações fornecidas pela OMS e em dados científicos.

A Lei de Quarentena foi publicada em 06 de fevereiro. Essa lei incluiu a quarentena, o isolamento social, notificação compulsória da doença, estudos ou investigações epidemiológicas, gerenciamento de questões ligadas ao óbito (enterros, cremações, necrópsias e exumações), restrições à entrada e saída de pessoas no país e requisição de bens e serviços da população, com posterior compensação financeira.

O primeiro caso de COVID-19 no Brasil foi confirmado em 26 de fevereiro em São Paulo e o número de casos da doença aumentou desde então. Em 13 de março, foram anunciadas recomendações para a prevenção à disseminação da doença. A transmissão comunitária foi reconhecida em todo o país em 20 de março, já que a implementação de medidas não farmacológicas, como o distanciamento social e a quarentena, dependiam desse reconhecimento.

Como parte das estratégias para aliviar o sistema de saúde brasileiro, o Ministério da Saúde antecipou a vacinação para influenza, doença que causa Síndrome Respiratória Aguda Grave sazonal em nosso país. Além disso, o Ministério da Saúde tem atuado no sentido de adquirir equipamentos, EPIs (equipamentos de uso pessoal, como máscaras e capotes impermeáveis para as equipes de saúde) e kits de diagnóstico.

VAMOS TORCER PARA QUE AS AUTORIDADES DE SAÚDE DO NOSSO PAÍS CONTINUEM A PRESTAR ESSE SERVIÇO COORDENADO.

FONTE: COVID-19 in Brazil: advantages of a socialized unified health system and preparation to contain cases. Julio Croda, Wanderson Kleber de Oliveira, Rodrigo Lins Frutuoso, Luiz Henrique Mandetta, Djane Clarys Baia-da-Silva, José Diego Brito-Sousa, Wuelton Marcelo Monteiro, Marcus Vinícius Guimarães Lacerda. Journal of the Brazilian Society of Tropical Medicine Vol.:53:e20200167: 2020 doi: 10.1590/0037-8682-0167-2020.

9 respostas para “Você acha que a resposta do Brasil à COVID-19 não está coordenada? Veja só o que diz esse artigo.”

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