Prós e contras do plástico durante a pandemia de COVID-19: parte 2.

Segunda parte da transcrição do artigo sobre o papel do plástico durante a COVID-19.

A maioria dos aparelhos usados ​​para salvar vidas são, total ou parcialmente, de plástico, como respiradores, termômetros e testes para COVID-19, além de outros itens mais comuns, como seringas, tubos, cânulas orofaríngeas, sondas de sucção, cateteres, embalagens de soluções salinas e medicamentos, entre muitos outros. É o caso também do poliestireno expandido, que atua como isolante térmico e protetor contra tensões mecânicas, protegendo produtos farmacológicos sensíveis. Além disso, copos e talheres de uso único são importantes em hospitais para evitar a disseminação do vírus.

Indispensáveis ​​durante a pandemia, os equipamentos de proteção individual (EPI) utilizados pelos trabalhadores hospitalares, compostos por máscaras, luvas, roupas, aventais, bonés, capas e óculos são, na maioria, de plástico. Entre as vantagens, com o uso de EPIs diminui-se a possibilidade de propagação do vírus.

O documento publicado pelo Ministério da Saúde do Brasil para a gestão de órgãos no contexto da COVID-19 alertava sobre a importância do uso de EPIs por profissionais. É importante enfatizar a importância do uso de materiais impermeáveis ​​para evitar o contato com sangue infectado, fluidos e secreções corporais. Os materiais plásticos são ideais para tais aplicações porque são à prova d’água.

Até o momento, ficou evidenciada a importância do plástico, principalmente como protetor durante a atual pandemia. No entanto, o mesmo protetor pode facilmente se tornar um poluidor quando descartado de forma inadequada no meio ambiente. Alguns problemas socioambientais causados ​​pelo plástico serão discutidos no próximo post.

NÃO PERCAM A CONTINUAÇÃO AMANHÃ.

FONTE: Pros and cons of plastic during the COVID-19 pandemic. De Sousa, F. D. B.. Recycling ; 5(4):1-17, 2020. https://doi.org/10.3390/recycling5040027