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A taxa de amostragem (“sampling rate” - SR) deve ser no mínimo o dobro da freqüência que esta sendo amostrada, ou seja, a freqüência amostrada deve estar entre 0 e a SR/2. Logo, uma função que contenha freqüências neste limite pode ser representada por amostragem digital. Ao exceder este limite, o processo de “sampling” gera erros denominados de aliasing. Tais erros são distorções de freqüências ouvidas na escala entre 0 e a SR.

Três fatores predominantes determinam a qualidade do som:

1) Taxa de amostragem (sample rate): o múmero de amostras por segundo Na figura, um som é digitalizado com diferentes taxas de amostragem. Quanto maior a quantidade de amostras, menor o período de amostragem, melhor a qualidade sonora e maior o consumo de memória.
Um sampler profissional tem a capacidade de fazer 44.100 amostras por segundo, ou seja, produz uma taxa de amostragem de 44,1 kilohertz (milhares de ciclos por segundo, abreviado por KHz). Alguns equipamentos, no entanto, fazem amostragens de mais baixa qualidade com taxas de 22khz. Neste caso a freqüência que pode ser gravada com precisão é menor. A taxa de amostragem digital tem que ser sempre, pelo menos, o dobro da freqüência amostrada para que o som seja gravado digitalmente com precisão. Este limite máximo é chamado de freqüência de Nyquist, em honra ao cientista que descobriu o fenômeno. A taxa de amostragem afeta a qualidade do som porque determina a precisão com a qual o computador detecta variações dinâmicas.