{"id":2410,"date":"2017-08-01T11:37:34","date_gmt":"2017-08-01T11:37:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/museu\/?p=2410"},"modified":"2017-08-01T11:37:34","modified_gmt":"2017-08-01T11:37:34","slug":"livro-simoes-lopes-neto-para-o-mundo-e-lancado-no-museu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/museu\/livro-simoes-lopes-neto-para-o-mundo-e-lancado-no-museu\/","title":{"rendered":"\u201cSim\u00f5es Lopes Neto para o Mundo\u201d \u00e9 lan\u00e7ado no Museu"},"content":{"rendered":"<p>Organizado por Lu\u00eds Augusto Fischer, Rosalia Neumann Garcia e Karina de Castilhos Lucena, o livro <i>\u201cSim\u00f5es Lopes Neto para o Mundo: tradu\u00e7\u00e3o de contos gauchescos para dez l\u00ednguas\u201d<\/i><i>\u00a0<\/i>ser\u00e1 lan\u00e7ado no dia 2 de agosto, quarta-feira, \u00e0s 18 h, no Museu da UFRGS. Obra da Editora da UFRGS (282 p\u00e1ginas, R$ 39,90) re\u00fane alguns dos contos que, escolhidos livremente pelos tradutores, receberam tradu\u00e7\u00e3o em dez l\u00ednguas diferentes: espanhol, ingl\u00eas, franc\u00eas, italiano, catal\u00e3o, alem\u00e3o, polon\u00eas, russo, japon\u00eas e chin\u00eas.<\/p>\n<p>Sim\u00f5es Lopes Neto (1865 \u2013 1916) publicou em 1912 seus\u00a0<i>Contos Gauchescos<\/i><i>, com\u00a0<\/i>forte marca dialetal nascida do mundo popular rural, no extremo sul do Brasil, numa zona de contato com o espanhol e com evidente presen\u00e7a de termos amer\u00edndios. \u00c9 a primeira vez que os contos do autor ga\u00facho, cujo centen\u00e1rio de nascimento ocorreu recentemente, s\u00e3o publicados em t\u00e3o ampla variedade lingu\u00edstica num mesmo livro. O livro pode ser adquirido para compra\u00a0<a href=\"http:\/\/livraria.ufrgs.br\/produto\/15242\/simoes-lopes-neto-para-o-mundo-tradu-ao-de-contos-gauchescos-para-dez-linguas\">no site da Livraria Virtual da editora<\/a>\u00a0e no dia do lan\u00e7amento.<\/p>\n<p class=\"western\">As vers\u00f5es foram produzidas em ambientes de diversas universidades. Al\u00e9m da UFRGS, s\u00e3o traduzidas por acad\u00eamicos de: USP e UFMG (Brasil); Universidade Marie Curie (Pol\u00f4nia); Universidade de Barcelona (Espanha); Universidade Ca\u2019Foscari (It\u00e1lia); e\u00a0 Universidade de Macau (China).\u00a0<i>Sim\u00f5es Lopes Neto para o Mundo<\/i>\u00a0oferece um panorama intercultural, contribuindo para ampliar a divulga\u00e7\u00e3o do trabalho do escritor. Na obra, os contos est\u00e3o em portugu\u00eas e s\u00e3o antecedidos de notas dos pr\u00f3prios tradutores, em que citam as familiaridades poss\u00edveis entre o escritor e eles, seja algo ligado ao tema rural ou \u00e0 viv\u00eancia popular.<\/p>\n<p><b>Sobre os Contos Gauchescos<\/b><\/p>\n<p>Composto por dezenove contos que trazem o registro da vida do homem da regi\u00e3o do pampa e publicado num per\u00edodo em que coexistiam no Brasil a est\u00e9tica parnasiana, pern\u00f3stica e classicista, oposta ao trabalho de Sim\u00f5es Lopes Neto,\u00a0<i>Contos gauchescos<\/i>\u00a0traz a palavra de Blau Nunes. Ex-furriel de \u201coitenta e oito anos, todos os dentes, vista aguda e ouvido fino\u201d, Blau \u00e9 narrador da maioria dos contos, num retrato forte e estritamente veross\u00edmil da vida ga\u00facha, escrita no dialeto sul-rio-grandense relativo ao mundo da est\u00e2ncia tradicional. Al\u00e9m disso, tem como pano de fundo, men\u00e7\u00f5es a tr\u00eas dos grandes conflitos b\u00e9licos do s\u00e9culo XIX na regi\u00e3o: da Cisplatina, dos Farrapos e do Paraguai.<\/p>\n<p>Confira os contos presentes em\u00a0<i>\u201cSim\u00f5es Lopes Neto para o Mundo: tradu\u00e7\u00e3o de contos gauchescos para dez l\u00ednguas\u201d,\u00a0<\/i>os idiomas e os tradutores:<\/p>\n<p><b>Conto:<\/b>\u00a0<i>Trezentas on\u00e7as<br \/>\n<\/i>Alem\u00e3o \u2013 Sarita Brandt<br \/>\nCatal\u00e3o \u2013 Pere Comellas<br \/>\nPolon\u00eas \u2013 Joanna Dudek<br \/>\nChin\u00eas \u2013 M\u00e1rcia Schmaltz e Xu Jingxin<\/p>\n<p><b>Conto:<\/b>\u00a0<i>Contrabandista<br \/>\n<\/i>Espanhol \u2013 Karina de Castilhos Lucena<\/p>\n<p><b>Conto:<\/b>\u00a0<i>Os cabelos da china<br \/>\n<\/i>Franc\u00eas \u2013 Michel Le Grand<\/p>\n<p><b>Conto:\u00a0<\/b><i>Duelo de Farrapos<br \/>\n<\/i>Ingl\u00eas \u2013 Rosalia Neumann Garcia e Carolina Facchin<\/p>\n<p><b>Conto:<\/b>\u00a0<i>Chasque do Imperador<br \/>\n<\/i>Italiano \u2013 Elena Manzato e Eugenio Lucotti<\/p>\n<p><b>Conto:<\/b>\u00a0<i>Jogo do Osso<br \/>\n<\/i>Japon\u00eas \u2013 Tomoko Kimura Gaudioso<\/p>\n<p><b>Conto:<\/b>\u00a0O Mate do Jo\u00e3o Cardoso<br \/>\nRusso \u2013 Denise Regina de Sales e Elena V\u00e1ssina<\/p>\n<p><b>Sobre os organizadores<\/b><\/p>\n<p><b>Lu\u00eds Augusto Fischer<\/b>, \u00e9 escritor, ensa\u00edsta e professor\u00a0de literatura da UFRGS. Publicou a edi\u00e7\u00e3o anotada dos\u00a0<i>Contos gauchescos\u00a0<\/i>e das\u00a0<i>Lendas do sul<\/i>\u00a0(L&amp;PM, 2012) e a primeira edi\u00e7\u00e3o de dois manuscritos de Sim\u00f5es Lopes Neto, o\u00a0<i>Terra ga\u00facha &#8211; Hist\u00f3rias de inf\u00e2ncia\u00a0<\/i>e a\u00a0<i>Artinha de leitura<\/i>, obras escritas na primeira d\u00e9cada do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p><b>Rosalia Neumann Garcia<\/b>\u00a0\u00e9 professora de literatura na UFRGS. Dentre seus trabalhos, a tradu\u00e7\u00e3o para ingl\u00eas de contos de Machado de Assis,\u00a0<i>Os contos de Belazarte<\/i>, de M\u00e1rio de Andrade e os\u00a0<i>Contos Gauchescos<\/i>, de Sim\u00f5es Lopes Neto.<\/p>\n<p><b>Karina de Castilhos Lucena<\/b>\u00a0\u00e9 professora do Instituto de Letras e do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Letras da UFRGS. Leciona literatura hispano-americana e tradu\u00e7\u00e3o (par lingu\u00edstico portugu\u00eas\/espanhol). Pesquisa hist\u00f3ria da literatura hispano-americana e a fun\u00e7\u00e3o da literatura traduzida na forma\u00e7\u00e3o de literaturas nacionais. J\u00e1 escreveu sobre Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez, Juan Carlos Onetti, Julio Cort\u00e1zar, Sim\u00f5es Lopes Neto, Dyon\u00e9lio Machado, entre outros.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Obra traz contos gauchescos traduzidos para dez l\u00ednguas<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2411,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[233],"tags":[],"class_list":["post-2410","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2410","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2410"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2410\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2410"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2410"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/museu\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2410"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}