Laboratório de Palinologia Marleni Marques Toigo

Um pouco de nossa história

O Laboratório de Palinologia Marleni Marques Toigo, do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia tem seu acervo vinculado ao “Museu de Paleontologia Irajá Damiani Pinto”. Seu principal objetivo é contribuir na geração de conhecimentos e na formação de recursos humanos em Geociências. Os trabalhos do laboratório foram iniciados na década de 1960, graças aos esforços de pesquisadores nacionais, integrados com colaboradores estrangeiros, principalmente franceses e argentinos.

Praticamente desde sua criação, a história do laboratório está intimamente relacionada à trajetória da Profa. Marleni Marques‐Toigo (1938‐2003), que incorporou e implementou as técnicas e a infraestrutura necessárias para o desenvolvimento da palinologia na Universidade. De forma incansável, sempre buscou agregar qualidade científica e valor humano aos que nele estiveram e permaneceram. Por esse motivo, a partir de 2009, o laboratório passou a denominar‐se “Laboratório de Palinologia Marleni Marques Toigo”.

Diversos pesquisadores brasileiros desenvolveram seus trabalhos de graduação e pós-graduação apoiados no laboratório, dentre os quais as Dras. Miriam Cazzulo Klepzig e Maria Elice Dias, técnicas de nível superior do quadro da Universidade na época.

A partir de 2002, o laboratório passou a ser coordenado pelo Prof. Paulo Alves de Souza, que manteve sua política de colaboração científica e ampliou significativamente sua infraestrutura. Em 2009, a entrada do servidor técnico Bruno Tubino Noronha conferiu importante avanço para o melhor funcionamento dos módulos de processamento de amostras.

Tradicionalmente, projetos de pesquisa e de extensão têm sido desenvolvidos, com temáticas relacionadas à aplicação da palinologia na bioestratigrafia e na paleoecologia de seções paleozoicas de bacias da América do Sul e de seções mesozoicas e cenozoicas de bacias marginais brasileiras, muitos dos quais vinculados ao setor produtivo por meio de convênios de cooperação. Além disso, destacam-se trabalhos sobre a sucessão quaternária do país e do exterior, incluindo também estudos sobre diatomáceas, para fins paleoecológico e paleoclimático, principalmente. Pesquisadores de outras instituições do Brasil e do exterior colaboram com o laboratório, por meio de parcerias em projetos e coautorias de trabalhos científicos.

Como fruto dos trabalhos desenvolvidos ao longo das últimas seis décadas, um importante e distinto acervo paleontológico está depositado, constituindo a “Palinoteca”. Atualmente, é composta por cerca de 15 mil lâminas, assim categorizadas: lâminas estratigráficas (MP‐P, que inclui os tipos taxonômicos), lâminas de referência (MP‐Pr) e lâminas de apoio didático (MP‐Pd).

Responsáveis:

Dr. Paulo Alves de Souza (paulo.alves.souza@ufrgs.br)

 

 

Técnico Bruno Tubino Noronha (bruno.tubino@ufrgs.br)

Contato:

Telefone: (51) 3308-7386