NECCULT

AS INDÚSTRIAS CRIATIVAS NA CHINA: PANORAMA E OPORTUNIDADES PARA COOPERAÇÃO BRASIL-CHINA

O setor de indústrias criativas chinês e as possibilidades de cooperação com o Brasil nessa área são tema do sexto capítulo do livro Economia Criativa, Cultura e Políticas Públicas, parte da coleção Capacidade Estatal e Democracia do CEGOV, publicado em parceria com a Editora da UFRGS. O artigo, intitulado “As Indústrias Criativas na China: Panorama e Oportunidades para Cooperação Brasil-China”, foi escrito por Marcelo Scalabrin Müller, Pedro Perfeito da Silva e Debora Wobeto, pesquisadores do Grupo de Trabalho Economia Criativa, Cultura e Políticas Públicas no CEGOV.

O texto destaca trajetória da China no que concerne à produção cultural, chegando a meados dos anos 2000, quando a cultura passa a ser reconhecida como recurso de desenvolvimento, com a formalização do termo indústria culturais. Desde então, a institucionalização da economia criativa na administração chinesa vem se consolidando, tanto nos governos municipais, quanto no governo central e seus órgãos setoriais. O Plano Quinquenal de 2011 chegou a mencionar as indústrias criativas como pilar da economia nacional e o Partido Comunista determinou que a inovação assumiria papel central para o desenvolvimento no Plano de 2016, em um contexto de modernização econômica.

Nesse sentido, o capítulo busca identificar, a partir da análise das políticas chinesas recentes, a evolução das Indústrias Culturais e Criativas (ICC) no país, traçando considerações sobre as oportunidades de cooperação junto ao Brasil. Em seis seções, o capítulo traz um panorama geral da ascensão chinesa; uma apresentação das indústrias culturais e criativas como saída para um novo modelo de crescimento para o país; aspectos e pontos de convergência no relacionamento entre Brasil e China, com crescente dinamismo no comércio, investimento e na cooperação científico-tecnológica e educacional; as potencialidades de cooperação entre os países para um conjunto de setores selecionados das indústrias culturais e criativas – audiovisual, música, design, arquitetura, artesanato e teatro; e as considerações finais.

Para ler o estudo completo, faça o download, na aba Publicações do site do OBEC, do livro Economia Criativa, Cultura e Políticas Públicas.