{"id":95,"date":"2016-11-30T15:50:00","date_gmt":"2016-11-30T17:50:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/neccult\/?post_type=noticia&#038;p=95"},"modified":"2023-05-16T10:21:27","modified_gmt":"2023-05-16T13:21:27","slug":"atlas-da-cultura-e-tema-de-workshop-no-minc","status":"publish","type":"noticia","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/neccult\/noticia\/atlas-da-cultura-e-tema-de-workshop-no-minc\/","title":{"rendered":"ATLAS DA CULTURA \u00c9 TEMA DE WORKSHOP NO MINC"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante os dias 28 e 29 de novembro, o Minist\u00e9rio da Cultura ofereceu um workshop em Bras\u00edlia, com o intuito de discutir e definir as bases para a constru\u00e7\u00e3o do Atlas Econ\u00f4mico da Cultura Brasileira. Algumas quest\u00f5es importantes para o debate foram o impacto da produ\u00e7\u00e3o cultural na economia brasileira, a representa\u00e7\u00e3o da cultura nas riquezas produzidas no pa\u00eds e o que os produtores v\u00eam realizando na \u00e1rea. O Atlas ser\u00e1 realizado a partir de dados nacionais, estaduais e municipais e vai comparar resultados com os de outros pa\u00edses para compreender o estado da economia da cultura no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Realizado pela Secretaria de Economia da Cultura do MinC, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), por meio do Grupo de Trabalho em Economia Criativa, Cultura e Pol\u00edticas P\u00fablicas do Centro de Estudos Internacionais sobre Governo (CEGOV), o evento contou com a participa\u00e7\u00e3o de professores universit\u00e1rios, pesquisadores e especialistas de institui\u00e7\u00f5es como Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (IPEA), Ag\u00eancia Brasileira de Promo\u00e7\u00e3o de Exporta\u00e7\u00f5es e Investimentos (Apex-Brasil), \u00f3rg\u00e3os vinculados ao MinC como o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), al\u00e9m de funcion\u00e1rios de outras secretarias do minist\u00e9rio e da sociedade civil, dos setores da \u00e1rea de m\u00fasica, audiovisual e games.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Atlas ser\u00e1 composto por quatro eixos tem\u00e1ticos: economia da cultura; mercado de trabalho; pol\u00edticas p\u00fablicas de fomento \u00e0 cultura; e com\u00e9rcio exterior de bens e servi\u00e7os da economia da cultura. Com quatro volumes, o documento ser\u00e1 lan\u00e7ado eixo por eixo. De acordo com Claudio Lins de Vasconcelos, &#8220;a ideia \u00e9 lan\u00e7ar em quatro volumes. O primeiro ser\u00e1 at\u00e9 abril do ano que vem. O segundo, at\u00e9 meados de 2017. O terceiro, at\u00e9 o final de 2017, e o quarto, logo no in\u00edcio de 2018\u201d. Para o secret\u00e1rio Economia da Cultura do MinC, o ideal \u00e9 que o Atlas esteja completo at\u00e9 a quarta edi\u00e7\u00e3o do Mercado de Ind\u00fastrias Culturais do Sul (MicSul), a ser realizado em abril de 2018, sediado no Brasil. O MicSul \u00e9 o principal encontro da Am\u00e9rica do Sul voltado \u00e0 mercados culturais e criativos da regi\u00e3o, destinado a micro e pequenos empreendedores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Leandro Valiati, coordenador do GT do CEGOV e do OBEC, foi dado um importante primeiro passo para que o Atlas de Economia da Cultura seja um projeto de Estado: \u201cO Estado brasileiro precisa criar condi\u00e7\u00f5es de aprimorar sua pol\u00edtica p\u00fablica fazendo-o com boa informa\u00e7\u00e3o, com bons resultados e com capacidade de enxergar nossas reais potencialidades, oportunidades e tamb\u00e9m nossos gargalos&#8221;, defendeu o professor. &#8220;O atlas \u00e9 uma ferramenta que serve ao Estado brasileiro e, portanto, todo o setor cultural, sejam os pensadores, professores, realizadores, artistas, gestores p\u00fablicos, precisam estar engajados nesse projeto. E acredito que est\u00e3o, pelo que se percebeu neste workshop&#8221;, completou Valiati.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cadeias produtivas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dentro das cadeias criativas a serem pesquisadas est\u00e3o: Arquitetura; Artes; Audiovisual; Design; Editora\u00e7\u00e3o; Entretenimento; Forma\u00e7\u00e3o; Gest\u00e3o; M\u00fasica e Patrim\u00f4nio, e dentro de cada \u00e1rea, ser\u00e3o inclu\u00eddos subgrupos. Essas cadeias j\u00e1 haviam sido definidas por um Grupo Executivo formado por integrantes do Minist\u00e9rio da Cultura e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com o coordenador-geral de Pesquisa e Novos Modelos do MinC, Geraldo Horta, outras atividades poder\u00e3o ser inclu\u00eddas na pesquisa, em especial, em estudos qualitativos \u2013 a exemplo da gastronomia, da publicidade e de festas e festivais culturais realizados Pa\u00eds afora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O primeiro passo do atlas \u00e9, de fato, consolidar as informa\u00e7\u00f5es existentes em um documento unificado, reunindo os dados que j\u00e1 existem. Organiz\u00e1-los e faz\u00ea-los dialogarem&#8221;, destacou Valiati.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com essas informa\u00e7\u00f5es, n\u00e3o apenas os gestores p\u00fablicos poder\u00e3o planejar melhorar as suas pol\u00edticas, como tamb\u00e9m os atores produtivos poder\u00e3o planejar melhor os seus investimentos. Este \u00e9 um trabalho cont\u00ednuo, complexo, estruturante e muito importante para o desenvolvimento do setor cultural brasileiro no m\u00e9dio e longo prazo&#8221;, resumiu o secret\u00e1rio Claudio Lins de Vasconcelos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conhe\u00e7a mais sobre o&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/obec\/?page=projetos\">projeto do Atlas<\/a>&nbsp;no site do OBEC.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base no&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.cultura.gov.br\/banner-1\/-\/asset_publisher\/G5fqgiDe7rqz\/content\/atlas-da-cultura-ira-reunir-dados-economicos-do-setor-no-brasil\/10883?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fbanner-1%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_G5fqgiDe7rqz%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_count%3D4\">texto<\/a>&nbsp;de Camila Campanerut, Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Cultura.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":0,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}}},"categories":[],"class_list":["post-95","noticia","type-noticia","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/neccult\/wp-json\/wp\/v2\/noticia\/95","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/neccult\/wp-json\/wp\/v2\/noticia"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/neccult\/wp-json\/wp\/v2\/types\/noticia"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/neccult\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=95"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/neccult\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=95"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}