﻿{"id":857,"date":"2016-03-03T10:34:12","date_gmt":"2016-03-03T13:34:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/nehmeparalimpico\/?page_id=857"},"modified":"2016-03-03T10:34:12","modified_gmt":"2016-03-03T13:34:12","slug":"tiro-esportivo-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/nehmeparalimpico\/catalogo-esportes\/esportes-paralimpicos\/tiro-esportivo-2\/","title":{"rendered":"TIRO ESPORTIVO"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb_row vc_row-fluid  \">\n\t<div class=\"vc_span12 wpb_column column_container \">\n\t\t\t<div class=\"mk-circle-image  mk-shortcode  \"><span><img alt=\"\" title=\"\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/nehmeparalimpico\/wp-content\/uploads\/bfi_thumb\/Tiro-esportivo-30zh5v9bkhhe4gm6yjl3i8.jpg\" \/><\/span><\/div><div class=\"clearboth\"><\/div>\n\t<\/div><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Roberto Tierling Klering<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O tiro esportivo teve sua primeira apari\u00e7\u00e3o nos Jogos Paral\u00edmpicos de Toronto, em 1976. Embora estivesse presente nas olimp\u00edadas de Atenas, em 1896, primeira edi\u00e7\u00e3o dos Jogos Ol\u00edmpicos da era moderna, sob a tutela do Comit\u00ea Ol\u00edmpico Internacional (COI), passaram oitenta anos at\u00e9 que a modalidade fizesse parte dos Jogos Paral\u00edmpicos.<\/p>\n<p>Em sua estreia (Toronto, 1976), o tiro esportivo contou apenas com a categoria masculina nas disputas. Por\u00e9m, nos Jogos de Arnhem (1980), na Holanda, as mulheres participaram em grande n\u00famero, marcando presen\u00e7a, inclusive, nas provas mistas. Nos Jogos de New York-Stoke Mandeville (1984) e Seul (1988), as disputas continuaram a ocorrer no masculino, feminino e misto, ainda que nos Jogos de 1984 apenas uma categoria mista foi disputada (Carabina de Ar 3 Posi\u00e7\u00f5es). J\u00e1 nos Jogos de Barcelona (1992), n\u00e3o houve a disputa na categoria feminina, apenas no masculino e misto. A partir dos Jogos de Atlanta (1996) as tr\u00eas formas de disputa voltaram a fazer parte do quadro de medalhas, fazendo-se presentes em todas as demais Paralimp\u00edadas ocorridas at\u00e9 ent\u00e3o (Sidney, 2000; Atenas, 2004; Pequim, 2008; e Londres, 2012).<\/p>\n<p>No Brasil, a modalidade teve sua pr\u00e1tica iniciada em 1997, no Centro de Reabilita\u00e7\u00e3o de Pol\u00edcia Militar do Rio de Janeiro. Em 1998, o Brasil foi representado pela primeira vez em uma competi\u00e7\u00e3o internacional, realizado na cidade espanhola de Santander. Ap\u00f3s incentivos do Comit\u00ea Paral\u00edmpico Brasileiro a partir de 2002, no intuito de difundir a pr\u00e1tica da modalidade no pa\u00eds, o tiro esportivo estreou nas Paralimp\u00edadas em 2008, nos Jogos Pequim, representado pelo atleta brasileiro Carlos Henrique Procopiak Garletti. Garletti, que compete nas provas de carabina, tamb\u00e9m representou o Brasil em Londres (2012), sendo o \u00fanico brasileiro, at\u00e9 ent\u00e3o, a representar o Brasil nos Jogos Paral\u00edmpicos, que ainda n\u00e3o possui medalhas na modalidade.<\/p>\n<p>No que se refere \u00e0s regras t\u00e9cnicas e regulamentos do tiro esportivo paral\u00edmpico, s\u00e3o seguidas as regras da Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Tiro Esportivo (International Shooting Sport Federation &#8211; ISSF). Contudo, existem algumas adapta\u00e7\u00f5es que s\u00e3o realizadas pelo Comit\u00ea Paral\u00edmpico Internacional (International Paralympic Committee &#8211; IPC).<\/p>\n<p>Para as modalidades paral\u00edmpicas, h\u00e1 tr\u00eas classes esportivas de disputa, SH1 (pistola), SH1 (carabina) e SH2. A classe esportiva SH1 \u00e9 designada a atletas que, seja na disputa em pistola ou em carabina, n\u00e3o necessitam de suporte para a arma. J\u00e1 a classe SH2 \u00e9 designada para atletas que necessitam de suporte para a arma, pois n\u00e3o possuem a condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para suportar o peso do equipamento. Sendo assim, s\u00e3o permitidos equipamentos que auxiliam o atleta, como mesas e cadeiras de tiro e suportes para as armas. Al\u00e9m disso, devido a esse m\u00e9todo de classifica\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel que atletas com diferentes tipos de defici\u00eancia compitam juntos em uma mesma categoria.<\/p>\n<p>As demais regras variam de acordo com a prova disputada. Dependendo da modalidade, existem diferentes dist\u00e2ncias, posi\u00e7\u00f5es e tipos de alvos, n\u00fameros de disparos que o atleta pode efetuar, e per\u00edodos de tempo que ele pode disponibilizar para realizar o disparo. Mais especificamente sobre o alvo, este \u00e9 graduado em dez pontos. S\u00e3o dez c\u00edrculos conc\u00eantricos, onde a circunfer\u00eancia mais interna vale dez pontos e a mais externa um ponto. Nas competi\u00e7\u00f5es, para que se chegue ao vencedor, s\u00e3o somados os pontos da fase classificat\u00f3ria com os pontos obtidos na fase final da disputa.<\/p>\n<p>No que diz respeito \u00e0s carabinas e pistolas de ar, s\u00e3o utilizados cartuchos de 4.5mm de di\u00e2metro nas provas de 10 metros de dist\u00e2ncia. Para as competi\u00e7\u00f5es de 25 metros \u00e9 utilizada uma pistola de perfura\u00e7\u00e3o com proj\u00e9teis de 5.6mm. Por fim, nas provas de 50 metros, s\u00e3o utilizadas pistolas e rifles de perfura\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m com proj\u00e9teis de 5.6mm de di\u00e2metro (COMIT\u00ca PARAL\u00cdMPICO BRASILEIRO, 2014) .<\/p>\n<p>Por fim, a entidade respons\u00e1vel por administrar a modalidade internacionalmente \u00e9 o Comit\u00ea de Tiro Esportivo do Comit\u00ea Paral\u00edmpico Internacional (IPC). No Brasil, a modalidade que \u00e9 administrada pelo Comit\u00ea Paral\u00edmpico Brasileiro (CPB).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cpb.org.br\/modalidades\/tiro-esportivo\/\">http:\/\/www.cpb.org.br\/modalidades\/tiro-esportivo\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.paralympic.org\/shooting\/rules-and-regulations\/classification\">http:\/\/www.paralympic.org\/shooting\/rules-and-regulations\/classification<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.paralympic.org\/results\/historical\">http:\/\/www.paralympic.org\/results\/historical<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.rio2016.com\/os-jogos\/paralimpicos\/esportes\/tiro-esportivo\">http:\/\/www.rio2016.com\/os-jogos\/paralimpicos\/esportes\/tiro-esportivo<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Roberto Tierling Klering &nbsp; O tiro esportivo teve sua primeira apari\u00e7\u00e3o nos Jogos Paral\u00edmpicos de Toronto, em 1976. 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