{"id":236,"date":"2023-02-23T19:41:08","date_gmt":"2023-02-23T22:41:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/?page_id=236"},"modified":"2023-03-10T14:10:53","modified_gmt":"2023-03-10T17:10:53","slug":"oogenese","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/oogenese\/","title":{"rendered":"Oog\u00eanese"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"236\" class=\"elementor elementor-236\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2569628 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2569628\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-be30aa6\" data-id=\"be30aa6\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a7703f3 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a7703f3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<style>\/*! elementor - v3.12.2 - 23-04-2023 *\/\n.elementor-heading-title{padding:0;margin:0;line-height:1}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title[class*=elementor-size-]>a{color:inherit;font-size:inherit;line-height:inherit}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-small{font-size:15px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-medium{font-size:19px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-large{font-size:29px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-xl{font-size:39px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-xxl{font-size:59px}<\/style><h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-medium\">OOG\u00caNESE<\/h2>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ea89b5a elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ea89b5a\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-df6f726\" data-id=\"df6f726\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b3366e4 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"b3366e4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<style>\/*! elementor - v3.12.2 - 23-04-2023 *\/\n.elementor-widget-text-editor.elementor-drop-cap-view-stacked .elementor-drop-cap{background-color:#69727d;color:#fff}.elementor-widget-text-editor.elementor-drop-cap-view-framed .elementor-drop-cap{color:#69727d;border:3px solid;background-color:transparent}.elementor-widget-text-editor:not(.elementor-drop-cap-view-default) .elementor-drop-cap{margin-top:8px}.elementor-widget-text-editor:not(.elementor-drop-cap-view-default) .elementor-drop-cap-letter{width:1em;height:1em}.elementor-widget-text-editor .elementor-drop-cap{float:left;text-align:center;line-height:1;font-size:50px}.elementor-widget-text-editor .elementor-drop-cap-letter{display:inline-block}<\/style>\t\t\t\t<p>Oog\u00eanese \u00e9 o processo de desenvolvimento, matura\u00e7\u00e3o e capacita\u00e7\u00e3o do gameta feminino, o o\u00f3cito. Esse processo tem in\u00edcio durante o per\u00edodo embrion\u00e1rio, em torno da sexta semana de desenvolvimento, quando c\u00e9lulas germinativas primordiais (CGPs) se deslocam de sua posi\u00e7\u00e3o extraembrion\u00e1ria, no canto superior posterior do saco vitel\u00ednico, e se dirigem ao prim\u00f3rdio das g\u00f4nadas. As CGPs s\u00e3o comuns a ambos os sexos e ser\u00e1 no prim\u00f3rdio gonadal, a partir de sinaliza\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas locais, que ser\u00e1 definido o destino das c\u00e9lulas indiferenciadas em o\u00f3citos ou espermatozoides. No caso da aus\u00eancia do fator determinador testicular (TDF), que se manifesta em embri\u00f5es do sexo masculino, o prim\u00f3rdio gonadal ir\u00e1 se diferenciar em um ov\u00e1rio. Nesse ov\u00e1rio embrion\u00e1rio, c\u00e9lulas foliculares envolvem as CGPs formando uma esp\u00e9cie de inv\u00f3lucro em torno da superf\u00edcie delas, constituindo, assim, um fol\u00edculo primordial. A oog\u00eanese ocorre paralelamente ao processo de foliculog\u00eanese, que \u00e9 o crescimento e a matura\u00e7\u00e3o folicular, como ser\u00e1 descrito a seguir. As CGPs que n\u00e3o recebem esse envolt\u00f3rio de c\u00e9lulas foliculares acabam por se degenerar e s\u00e3o eliminadas. As c\u00e9lulas gam\u00e9ticas contidas em fol\u00edculos primordiais s\u00e3o estimuladas a entrar em uma divis\u00e3o celular muito especializada, a meiose, ao final da qual, anos mais tarde, teremos um gameta apto a ser fertilizado e a dar in\u00edcio ao desenvolvimento de um novo indiv\u00edduo.<\/p><p>A meiose feminina \u00e9 dividida em duas etapas bem definidas: a divis\u00e3o mei\u00f3tica I e a divis\u00e3o mei\u00f3tica II (Figura 1). Inicialmente ainda durante a vida fetal, o gameta entra na pr\u00f3fase da divis\u00e3o mei\u00f3tica I. Nessa etapa, a pr\u00f3fase \u00e9 subdividida em cinco fases referentes ao est\u00e1gio da descondensa\u00e7\u00e3o da cromatina (DNA) nuclear: lept\u00f3teno, zig\u00f3teno, paqu\u00edteno, diacinese e dipl\u00f3teno.<\/p><p>A primeira fase, o lept\u00f3teno, ocorre quando a cromatina se encontra no grau m\u00e1ximo de descondensa\u00e7\u00e3o dentro do inv\u00f3lucro nuclear. A fase seguinte, o zig\u00f3teno, demonstra as fitas de cromatina mais espessas. O grau m\u00e1ximo de condensa\u00e7\u00e3o ocorre no paqu\u00edteno, quando \u00e9 poss\u00edvel visualizar as fitas de cromatina dos cromossomos hom\u00f3logos pareadas, espessadas e ligadas em um polo da membrana nuclear, numa conforma\u00e7\u00e3o de <em>bouquet<\/em>. \u00c9 nessa etapa da primeira divis\u00e3o mei\u00f3tica que ocorrem as trocas de material gen\u00e9tico entre os pares de cromossomos hom\u00f3logos, um vindo do progenitor materno e outro do paterno, processo chamado de <em>crossing-over<\/em>. Uma vez completadas as trocas, os locais de quebra da cromatina, ditos quiasmas, ficam aparentes na pr\u00f3xima fase, chamada diacinese, quando as fitas de cromatina iniciam seu afastamento permanecendo ligadas apenas aos quiasmas. Na sequ\u00eancia, as fitas de DNA se descondensam totalmente, formando um n\u00facleo caracter\u00edstico da primeira divis\u00e3o mei\u00f3tica feminina, sendo esta a fase dipl\u00f3teno. Esse n\u00facleo caracter\u00edstico do gameta feminino \u00e9 chamado de ves\u00edcula germinativa, e o o\u00f3cito \u00e9 chamado de o\u00f3cito prim\u00e1rio (ou o\u00f3cito em VG) (Figura 2). O gameta permanece no estado de o\u00f3cito prim\u00e1rio, contido em um fol\u00edculo primordial, por muitos anos, at\u00e9 que a menina inicie seus ciclos menstruais e comece a ovular.<\/p><p>Essa primeira etapa da meiose feminina pode se prolongar por d\u00e9cadas antes de haver uma nova altera\u00e7\u00e3o na estrutura nuclear e na continuidade do processo mei\u00f3tico e folicular. Portanto, os ov\u00e1rios s\u00e3o estruturas onde se define a reserva ovariana para a vida reprodutiva da mulher ainda durante o per\u00edodo fetal, sem haver a renova\u00e7\u00e3o ou reposi\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas germinativas em algum outro momento da vida da mulher. Esse fato \u00e9 crucial no entendimento da import\u00e2ncia e necessidade da preserva\u00e7\u00e3o da fertilidade sempre que a reserva ovariana est\u00e1 potencialmente amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o por algum fator intr\u00ednseco \u00e0 mulher ou por algum agente ex\u00f3geno como quimioterapia ou radioterapia.<\/p><p>O processo mei\u00f3tico no gameta feminino \u00e9 retomado quando, ao entrar na adolesc\u00eancia, horm\u00f4nios liberados pelo hipot\u00e1lamo e hip\u00f3fise atuam nas c\u00e9lulas foliculares de um grupo de fol\u00edculos primordiais, induzindo-as a modificar sua estrutura e a iniciar m\u00faltiplas divis\u00f5es proliferativas. Assim, sob o comando do horm\u00f4nio fol\u00edculo estimulante (FSH), liberado pela hip\u00f3fise por est\u00edmulo do horm\u00f4nio liberador de gonadotrofina (GnRh), liberado por termina\u00e7\u00f5es nervosas hipotal\u00e2micas, as c\u00e9lulas foliculares primordiais que circundam o o\u00f3cito prim\u00e1rio modificam sua estrutura de forma achatada para c\u00e9lulas c\u00fabicas, e os fol\u00edculos passam a chamar-se fol\u00edculos prim\u00e1rios.<\/p><p>A seguir iniciam-se m\u00faltiplas divis\u00f5es mit\u00f3ticas, e os fol\u00edculos constituem-se de diversas camadas celulares, passando a serem chamados de fol\u00edculos secund\u00e1rios. O FSH, al\u00e9m de induzir as divis\u00f5es mit\u00f3ticas, estimula a produ\u00e7\u00e3o e secre\u00e7\u00e3o de um fluido no interior do fol\u00edculo, o fluido folicular, rico em horm\u00f4nio estr\u00f3geno (E2), que \u00e9 armazenado em espa\u00e7os formados pelo afastamento das c\u00e9lulas foliculares nas paredes dos fol\u00edculos secund\u00e1rios. Esses fol\u00edculos com uma cavidade e fluido no seu interior s\u00e3o chamados de fol\u00edculos antrais<em>.<\/em> V\u00e1rios fol\u00edculos com estrutura antral podem ser observados nos primeiros dias do ciclo menstrual, atrav\u00e9s de um exame de ultrassom.<\/p><p>A partir desse momento, um fol\u00edculo desse grupo ser\u00e1 selecionado e continuar\u00e1 a crescer at\u00e9 o dia da ovula\u00e7\u00e3o, que ser\u00e1 induzida pela libera\u00e7\u00e3o do horm\u00f4nio luteinizante (LH) pela hip\u00f3fise. O LH atua nas c\u00e9lulas foliculares de forma a elas induzirem o o\u00f3cito a retomar o processo da primeira divis\u00e3o mei\u00f3tica. Assim, ocorre a quebra da ves\u00edcula germinativa (<em>germinal vesicle breakdown<\/em> \u2013 GVBD), que \u00e9 a dissolu\u00e7\u00e3o da membrana nuclear do o\u00f3cito prim\u00e1rio, encerrando a pr\u00f3fase da primeira divis\u00e3o mei\u00f3tica feminina. A seguir ocorrem a condensa\u00e7\u00e3o da cromatina dos cromossomos hom\u00f3logos e sua organiza\u00e7\u00e3o na placa metaf\u00e1sica, caracterizando a fase de met\u00e1fase, que \u00e9 seguida pela an\u00e1fase, quando ocorre a separa\u00e7\u00e3o dos hom\u00f3logos, e, por fim, a tel\u00f3fase, quando termina a primeira divis\u00e3o mei\u00f3tica (meiose I) feminina.<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-c43678a elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"c43678a\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-c535f9d\" data-id=\"c535f9d\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3bb822e elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"3bb822e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<style>\/*! elementor - v3.12.2 - 23-04-2023 *\/\n.elementor-widget-image{text-align:center}.elementor-widget-image a{display:inline-block}.elementor-widget-image a img[src$=\".svg\"]{width:48px}.elementor-widget-image img{vertical-align:middle;display:inline-block}<\/style>\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"wp-caption\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"768\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Mapa-mental-meiose-768x768.jpg\" class=\"attachment-medium_large size-medium_large wp-image-471\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Mapa-mental-meiose-768x768.jpg 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Mapa-mental-meiose-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Mapa-mental-meiose-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Mapa-mental-meiose-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Mapa-mental-meiose.jpg 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Figura 1. Mapa mental com as principais etapas da divis\u00f5es mei\u00f3ticas da oog\u00eanese<\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-c1e602f elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"c1e602f\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-5bcf483\" data-id=\"5bcf483\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2020c24 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"2020c24\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p>Atente-se ao fato de que, ao longo de todas essas transforma\u00e7\u00f5es e do crescimento da estrutura folicular, o o\u00f3cito permaneceu \u201cquieto\u201d na forma de ves\u00edcula germinativa ou o\u00f3cito prim\u00e1rio, desde sua origem. Ao t\u00e9rmino da primeira divis\u00e3o mei\u00f3tica temos um o\u00f3cito haploide, isto \u00e9, com apenas um representante de cada par de cromossomos humanos, mas cada um ainda contendo duas crom\u00e1tides irm\u00e3s. Logo ap\u00f3s o t\u00e9rmino da primeira divis\u00e3o mei\u00f3tica, o o\u00f3cito se engaja na pr\u00f3xima etapa mei\u00f3tica, que \u00e9 a segunda divis\u00e3o mei\u00f3tica. Entretanto, o gameta feminino n\u00e3o entra em uma interfase t\u00edpica, que sempre ocorre entre duas divis\u00f5es mit\u00f3ticas, mas sim permanece com sua cromatina condensada e sofre outra parada, na met\u00e1fase da segunda divis\u00e3o mei\u00f3tica. \u00c9 nesse est\u00e1gio da divis\u00e3o mei\u00f3tica II que o o\u00f3cito secund\u00e1rio (tamb\u00e9m chamado de MII) \u00e9 liberado do fol\u00edculo na ovula\u00e7\u00e3o (Figura 2), e o processo da meiose s\u00f3 ter\u00e1 fim se houver fertiliza\u00e7\u00e3o. Assim, o espermatozoide, ao penetrar no gameta feminino, induz a conclus\u00e3o da segunda divis\u00e3o mei\u00f3tica e habilita o gameta feminino a promover o desenvolvimento embrion\u00e1rio. Caso n\u00e3o ocorra a fertiliza\u00e7\u00e3o, o o\u00f3cito secund\u00e1rio se degenera bloqueado na met\u00e1fase da segunda divis\u00e3o mei\u00f3tica.<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-9cc4c42 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"9cc4c42\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-ccc7ad6\" data-id=\"ccc7ad6\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-83127de elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"83127de\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figure class=\"wp-caption\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"768\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Oogenese-FIG-1-768x768.jpg\" class=\"attachment-medium_large size-medium_large wp-image-475\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Oogenese-FIG-1-768x768.jpg 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Oogenese-FIG-1-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Oogenese-FIG-1-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Oogenese-FIG-1-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Oogenese-FIG-1.jpg 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<figcaption class=\"widget-image-caption wp-caption-text\">Figura 2. Vis\u00e3o geral do crescimento e desenvolvimento folicular e do o\u00f3cito durante a oog\u00eanese<\/figcaption>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/figure>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>OOG\u00caNESE Oog\u00eanese \u00e9 o processo de desenvolvimento, matura\u00e7\u00e3o e capacita\u00e7\u00e3o do gameta feminino, o o\u00f3cito. Esse processo tem in\u00edcio durante o per\u00edodo embrion\u00e1rio, em torno da sexta semana de desenvolvimento, quando c\u00e9lulas germinativas primordiais (CGPs) se deslocam de sua posi\u00e7\u00e3o extraembrion\u00e1ria, no canto superior posterior do saco vitel\u00ednico, e se dirigem ao prim\u00f3rdio das g\u00f4nadas. &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/oogenese\/\"> <span class=\"screen-reader-text\">Oog\u00eanese<\/span> Read More &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_eb_attr":"","site-sidebar-layout":"no-sidebar","site-content-layout":"page-builder","ast-global-header-display":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"disabled","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"disabled","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","footnotes":""},"class_list":["post-236","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/236","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=236"}],"version-history":[{"count":22,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/236\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":498,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/236\/revisions\/498"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/oncofertilidade\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=236"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}