{"id":28,"date":"2019-08-15T00:00:37","date_gmt":"2019-08-15T03:00:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/opetic\/?page_id=28"},"modified":"2019-12-11T23:25:44","modified_gmt":"2019-12-12T02:25:44","slug":"observatorio","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/opetic\/observatorio\/","title":{"rendered":"Conceitos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-medium-font-size\"><a href=\"http:\/\/AA\"><strong>Com quais conceitos o OPETIC trabalha?<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#title1\">Publicidade<\/a> | <a href=\"#title2\">Consumo<\/a> | <a href=\"#title3\">\u00c9tica<\/a> | <a href=\"#title4\">\u00c9tica &#8211; Publicidade e Consumo<\/a>| <a href=\"#title4\">Alimenta\u00e7\u00e3o<\/a> <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><a href=\"#\"><strong>O que se fala quando se fala em Publicidade?<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\" class=\"s9\">          <strong>Publicidade <\/strong>\u00e9 persuas\u00e3o. A l\u00f3gica de opera\u00e7\u00e3o da publicidade contempor\u00e2nea continua sendo a comunica\u00e7\u00e3o persuasiva de marcas, bens, servi\u00e7os e conte\u00fados, mesmo que as formas em que se apresenta ao consumidor tenham se ampliado. Os formatos reconhecidos na m\u00eddia tradicional e em outros meios \u2013 an\u00fancios, filmes, <em>spots<\/em>, <em>outdoors<\/em>, <em>cartaz<\/em>, <em>folders<\/em>, <em>banners<\/em>, ponto de venda (PDV), embalagens, r\u00f3tulos, etc. \u2013 se expandiram para formas comunicacionais variadas (BURROWES e RETT, 2016; CASAQUI, 2012) e, muitas vezes, n\u00e3o reconhecidas facilmente como publicidade, apesar de o serem.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          \u00c9 o que Burrowes e Rett (2016) denominam de \u201cpublicidade expandida\u201d. S\u00e3o narrativas que, mesmo sendo publicit\u00e1rias, se apresentam descaracterizadas desse emblema por j\u00e1 n\u00e3o circularem apenas em intervalos comerciais, \u201cou espa\u00e7o comprado por uma marca na m\u00eddia\u201d (BURROWES e RETT, 2016, p. 345). A publicidade contempor\u00e2nea convence por meio de ferramentas como <em>advertainment,<\/em> <em>gamifica\u00e7\u00e3o<\/em>, <em>transmedia storytelling, mobile marketing, brand content, digital influencers<\/em>, <em>creators<\/em>, mobili\u00e1rio urbano, conte\u00fados patrocinados, eventos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          Essa abrang\u00eancia da publicidade contempor\u00e2nea j\u00e1 recebeu outros nomes: Hiperpublicidade (PEREZ; BARBOSA, 2007), Promocionalidades (CASTRO, 2010), Publicidade H\u00edbrida (COVALESKI, 2010), Publiciza\u00e7\u00e3o (CASAQUI, 2011), Ciberpublicidade (ATEM, OLIVEIRA e AZEVEDO, 2014).  <\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          Independente do nome que se atribua, \u00e9 comunica\u00e7\u00e3o persuasiva de marcas, e ela engloba a expans\u00e3o de formas de express\u00e3o publicit\u00e1ria de produtos, servi\u00e7os e conte\u00fados. Os materiais publicit\u00e1rios analisados no OPETIC derivam dessa perspectiva. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><a name=\"title2\" href=\"#\"><strong>O que \u00e9 Consumo?<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          A interface comunica\u00e7\u00e3o e <strong>consumo<\/strong> no funcionamento dos sistemas publicit\u00e1rio, midi\u00e1tico e mercadol\u00f3gico contempla as dimens\u00f5es material, simb\u00f3lica e cultural. O consumo ultrapassa a materialidade dos bens. Envolve o conjunto de fatores sociais e culturais em que se produzem sentidos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          Na l\u00f3gica cultural, significados e emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o consumidos, se impondo \u00e0 dimens\u00e3o econ\u00f4mica, material e utilit\u00e1ria do consumo. Os significados atribu\u00eddos aos bens n\u00e3o est\u00e3o necessariamente nos seus aspectos funcionais. Est\u00e3o nas ideias, valores e concep\u00e7\u00f5es a eles associados, caracter\u00edsticos de uma cultura. Os bens se tornam comunicativos e reveladores de sentimentos, afetos, rituais, posi\u00e7\u00f5es de poder.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          Consumir \u00e9 (se) comunicar. Consumidores adquirem bens e servi\u00e7os para dizer sobre si mesmos, para manifestar suas prefer\u00eancias, comportamentos e opini\u00f5es, para (re)afirmar suas identidades, para indicar pertencimento e para (re)definir suas posi\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o social. (DOUGLAS E ISHERWOOD, 2006; CANCLINI, 1995)<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          Na l\u00f3gica social, os significados se espalham, se reproduzem, se ampliam e se recriam. Por meio das trocas materiais e simb\u00f3licas entre os indiv\u00edduos, as rela\u00e7\u00f5es de consumo s\u00e3o formas privilegiadas de sociabilidade e o consumo um espa\u00e7o privilegiado para forma\u00e7\u00e3o dos sentidos sociais.<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><a name=\"title3\" href=\"#\"><strong>Consumo e Publicidade &#8211; como entender essa rela\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">           A participa\u00e7\u00e3o da Publicidade na media\u00e7\u00e3o do processo de consumo acentua ainda mais o <strong>car\u00e1ter comunicacional do consumo<\/strong>. Para promover marcas, bens e servi\u00e7os, nas dimens\u00f5es econ\u00f4mica, material e utilit\u00e1ria, a publicidade aciona o arsenal simb\u00f3lico e cultural, j\u00e1 elaborado e em constante (re)elabora\u00e7\u00e3o, existente em torno deles. Os conte\u00fados persuasivos publicizam (CASAQUI, 2012) significados sobre valores, sonhos, comportamentos, condutas, estilos de vida, princ\u00edpios morais, normas, maneiras de ser e de se relacionar, maneiras de consumir e fazer circular informa\u00e7\u00e3o. A Publicidade impulsiona ainda mais a rela\u00e7\u00e3o da sociedade com as propostas estrat\u00e9gicas das marcas (CARO, 2014 e 2018; TRINDADE e PEREZ, 2014; TRINDADE, 2012; HELL\u00cdN, 2007). <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><a name=\"title4\" href=\"#\"><strong>O que a \u00c9tica tem a ver com a Publicidade e o Consumo?<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          Se o <strong>consumo <\/strong>e a <strong>publicidade <\/strong>t\u00eam como pano de fundo a intera\u00e7\u00e3o social entre os indiv\u00edduos, conv\u00e9m pens\u00e1-los sob as <strong>perspectivas da \u00e9tica e da moral<\/strong>.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          Promover a socializa\u00e7\u00e3o entre os indiv\u00edduos significa estimular um processo de aprendizagem e\/ou de compartilhamento sobre o que se vive num ambiente comum entre eles &#8211; tanto no que se refere a escolhas e gostos relacionados aos bens, quanto \u00e0 pr\u00f3pria conduta individual que envolve valores, princ\u00edpios e normas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          Qualquer proposi\u00e7\u00e3o que se fa\u00e7a e que interfira na vida em comum, mesmo sendo em momentos ef\u00eameros e n\u00e3o cont\u00ednuos, requer a necessidade de pensar no que se produzir\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o ao outro que se apresenta nesses espa\u00e7os &#8211; seja esse outro conhecido ou desconhecido, propondo rela\u00e7\u00f5es diretas ou indiretas, pessoais ou impessoais, no n\u00edvel individual ou coletivo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          \u00c9 preciso considerar a condi\u00e7\u00e3o mediadora que cada indiv\u00edduo exerce no meio em que vive, como afeta o outro e como \u00e9 afetado por ele, no \u00e2mbito f\u00edsico, subjetivo e emocional. Cabe refletir como a circula\u00e7\u00e3o, o consumo e a (re)produ\u00e7\u00e3o de significados\/sentidos, enquanto mediadores de rela\u00e7\u00f5es e promotores da socializa\u00e7\u00e3o, afetam os indiv\u00edduos e como estimulam que estes se afetem mutuamente.<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size s4\"><a href=\"#5\"><strong>Como a \u00e9tica e a moral contribuem para pensar a rela\u00e7\u00e3o com o outro?<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          A <strong>\u00e9tica<\/strong>, definida como \u201cteoria ou ci\u00eancia do comportamento moral dos homens em sociedade\u201d (V\u00c1ZQUEZ, 2010, p. 23), se dedica a investigar e a explicar a experi\u00eancia dos indiv\u00edduos na sua rela\u00e7\u00e3o com o outro em uma determinada sociedade ou grupo social. Seu objetivo \u00e9 compreender os princ\u00edpios que orientam o agir humano na rela\u00e7\u00e3o com o outro e refletir sobre as condi\u00e7\u00f5es de tais princ\u00edpios promoverem uma conviv\u00eancia harm\u00f4nica para ambos. O resultado dos estudos \u00e9ticos s\u00e3o no\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas sobre a conveni\u00eancia do modo de agir dos indiv\u00edduos para o desenvolvimento de rela\u00e7\u00f5es que promovam o bem viver entre eles ou, pelo menos, que n\u00e3o os prejudiquem mutuamente.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          A <strong>moral<\/strong>, por sua vez, \u00e9 a pr\u00f3pria a\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo no seu encontro com o outro. De sua an\u00e1lise, identificam-se \u201cproblemas pr\u00e1ticos (&#8230;) que se apresentam nas rela\u00e7\u00f5es efetivas, reais entre indiv\u00edduos\u201d (V\u00c1ZQUEZ, 2010, p. 15), decorrentes da forma de agirem entre si. S\u00e3o problemas que n\u00e3o se referem apenas ao indiv\u00edduo que os prop\u00f5e, mas a todos os outros que sofrem as implica\u00e7\u00f5es de sua a\u00e7\u00e3o, direta ou indiretamente. Para que o conv\u00edvio seja poss\u00edvel, h\u00e1 princ\u00edpios orientadores do encontro com o outro, socialmente constitu\u00eddos e aceitos, formal ou informalmente, resultantes das viv\u00eancias dos indiv\u00edduos num determinado contexto e per\u00edodo hist\u00f3rico.<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          A \u00e9tica serve de inspira\u00e7\u00e3o para se pensar a orienta\u00e7\u00e3o dos sujeitos na pr\u00e1tica da rela\u00e7\u00e3o com o outro e com o ambiente em que habitam. Para Perez-Neto (2018, p.13), \u201c(&#8230;) a \u00e9tica permite pensar a vida para que possamos viver o pensamento (&#8230;)\u201d, ou seja, para que os valores propiciadores de rela\u00e7\u00f5es harm\u00f4nicas possam ser concretizados em costumes situados social, cultural e historicamente.<br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size s4\"><a href=\"#6\"><strong>O que significa refletir sobre a publicidade e a \u00e9tica no contexto do consumo?<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          <strong>Refletir sobre a publicidade no contexto do consumo a partir das perspectivas \u00e9tica e moral<\/strong> significa analisar o que suas diferentes formas de express\u00e3o promovem sobre produtos, servi\u00e7os, conte\u00fados e a gama de significados que agregam a eles. Equivale ainda a ponderar sua conson\u00e2ncia com os benef\u00edcios para a vida em comum nos cen\u00e1rios em que se inserem.<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          Esse tipo de reflex\u00e3o visa esclarecer consumidores sobre propostas inseridas nas narrativas persuasivas de bens, servi\u00e7os e conte\u00fados, colaborando para sua forma\u00e7\u00e3o cr\u00edtica a respeito dos produtos midi\u00e1ticos. Outra finalidade \u00e9 oferecer aos pr\u00f3prios profissionais do campo publicit\u00e1rio, anunciantes e demais <em>players<\/em>, reflex\u00f5es sobre implica\u00e7\u00f5es de estrat\u00e9gias persuasivas nos consumidores.  <\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#ff8f00\" class=\"has-text-color has-medium-font-size\"><strong>O que \u00e9 alimenta\u00e7\u00e3o adequada e saud\u00e1vel?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          <strong>Alimenta\u00e7\u00e3o adequada e saud\u00e1vel<\/strong> \u00e9 definida pelo Conselho Nacional de Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional (CONSEA), como&nbsp;\u201ca realiza\u00e7\u00e3o de um direito humano b\u00e1sico, com a garantia ao acesso permanente e regular, de forma socialmente justa, a uma pr\u00e1tica alimentar adequada aos aspectos biol\u00f3gicos e sociais dos indiv\u00edduos, de acordo com o ciclo de vida e as necessidades alimentares especiais, pautada no referencial tradicional local. Deve atender aos princ\u00edpios da variedade, equil\u00edbrio, modera\u00e7\u00e3o, prazer (sabor), \u00e0s dimens\u00f5es de g\u00eanero e etnia, e \u00e0s formas de produ\u00e7\u00e3o ambientalmente sustent\u00e1veis, livres de contaminantes f\u00edsicos, qu\u00edmicos, biol\u00f3gicos e de organismos geneticamente modificados.&#8221; (BRASIL, 2007).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong> <\/strong><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/opetic\/wp-admin\/post.php?post=28&amp;action=edit#6\"><strong>O que alimenta\u00e7\u00e3o e sa\u00fade tem a ver com consumo e publicidade?<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">           Vive-se uma epidemia de sobre peso &#8211; obesidade, que acomete tanto crian\u00e7as como adultos, em pa\u00edses desenvolvidos e em desenvolvimento. A obesidade infantil \u00e9 uma epidemia global, que atinge cerca de 40 milh\u00f5es de crian\u00e7as de 0 a 5 anos, que j\u00e1 sofrem de uma situa\u00e7\u00e3o de sobrepeso. O n\u00famero de crian\u00e7as e adolescentes de 5 a 19 anos obesos, em todo o mundo, aumentou 10 vezes nas \u00faltimas quatro d\u00e9cadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          Quando crian\u00e7as (e adultos) se tornam obesos, \u00e9 muito dif\u00edcil reverter esta situa\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da atividade f\u00edsica e de uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel.&nbsp; Por isso, a preven\u00e7\u00e3o do aumento de peso na inf\u00e2ncia \u00e9 reconhecida como a estrat\u00e9gia capaz de produzir benef\u00edcios a longo-prazo. Sobrepeso e obesidade, assim como as suas doen\u00e7as relacionadas s\u00e3o largamente evit\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          A obesidade est\u00e1 diretamente relacionada com as doen\u00e7as cr\u00f4nicas n\u00e3o transmiss\u00edveis: hipertens\u00e3o arterial, doen\u00e7as card\u00edacas (infarto do mioc\u00e1rdio, angina), acidentes vasculares cerebrais (isquemia e hemorragias), diabetes, diferentes tipos de c\u00e2nceres, c\u00e1lculos renais e de ves\u00edcula biliar, entre outras.<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          Mais recentemente, estabeleceu-se uma rela\u00e7\u00e3o entre obesidade, doen\u00e7as cr\u00f4nicas n\u00e3o transmiss\u00edveis e o <strong>consumo<\/strong> de ultraprocessados, ao inv\u00e9s de alimentos que fazem parte da alimenta\u00e7\u00e3o tradicional, como o arroz e o feij\u00e3o. Os alimentos ultraprocessados possuem perfil nutricional danoso \u00e0 sa\u00fade. S\u00e3o refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, pizzas congeladas, biscoitos recheados,&nbsp;<em>nuggets<\/em>, macarr\u00e3o instant\u00e2neo, sopas de pacote, entre outros.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          Esse deslocamento de padr\u00e3o alimentar afeta, para al\u00e9m da sa\u00fade dos indiv\u00edduos, a cultura alimentar, as refei\u00e7\u00f5es em fam\u00edlia, a vida comunit\u00e1ria, as economias locais e a identidade nacional. Essas mudan\u00e7as n\u00e3o est\u00e3o apenas relacionadas \u00e0s escolhas individuais, mas s\u00e3o influenciadas culturalmente, sendo que as <strong>informa\u00e7\u00f5es persuasivas<\/strong> prestadas pela <strong>publicidade<\/strong> do setor aliment\u00edcio exercem um importante est\u00edmulo.<\/p>\n\n\n\n<p align=\"justify\">          A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) fez uma reformula\u00e7\u00e3o no modelo de rotulagem nutricional dos alimentos processados e ultraprocessados. \u00c9 uma maneira de auxiliar os indiv\u00edduos na escolha de alimentos mais saud\u00e1veis. A solicita\u00e7\u00e3o da OMS, iniciou-se, no Brasil, em 2014, junto \u00e0 Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa), mas a tarefa ainda n\u00e3o foi conclu\u00edda. O Chile j\u00e1 aprovou o novo modelo de rotulagem em 2016, o Peru e o Uruguai conclu\u00edram e aprovaram em 2019.No Brasil e no mundo, diferentes organiza\u00e7\u00f5es da \u00e1rea da sa\u00fade se dedicam \u00e0 causa da promo\u00e7\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel. O <strong>N\u00facleo Interdisciplinar de Preven\u00e7\u00e3o de Doen\u00e7as Cr\u00f4nicas na Inf\u00e2ncia da Pr\u00f3-Reitoria de Extens\u00e3o da UFRGS<\/strong> \u00e9 uma dessas institui\u00e7\u00f5es. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"slide-text-bg2\"><span>Com quais conceitos o OPETIC trabalha? Publicidade | Consumo | \u00c9tica | \u00c9tica &#8211; Publicidade e Consumo| Alimenta\u00e7\u00e3o O que se fala quando se fala em<\/span><\/div>\n<div class=\"slide-btn-area-sm\"><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/opetic\/observatorio\/\" class=\"slide-btn-sm\">Ler mais<\/a><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/opetic\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/28"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/opetic\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/opetic\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/opetic\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/opetic\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28"}],"version-history":[{"count":27,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/opetic\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/28\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":385,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/opetic\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/28\/revisions\/385"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/opetic\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}