Quem Somos

O Projeto Paleotocas é uma iniciativa de um grupo de professores de várias universidades e instituições de pesquisa brasileiras que se propõe a estudar as paleotocas na Região Sul do Brasil. Participam pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (UNESP, SP), da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul (FZB, RS), da Fundação Universidade de Rio Grande (FURG, RS), da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), da Universidade de São Paulo (USP, SP) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, RS).


Integrantes do Projeto Paleotocas documentando as feições em uma das paleotocas da CETRISA em Sapiranga (RS).


As atividades atuais constam de exploração, com a busca de novas paleotocas para que seja formado um amplo banco de dados, fundamental para uma avaliação da distribuição e das características das Paleotocas. Cada paleotoca é visitada, medida (biometria) e suas feições são fotografadas para comparação. As atividades do Projeto Paleotocas na Região Metropolitana de Porto Alegre estão centradas na exploração das paleotocas de Novo Hamburgo e na descoberta de novas paleotocas e crotovinas para aumentar o banco de dados, visando a elaboração de artigos científicos sobre o tema.

O Projeto Paleotocas é formado pelos pesquisadores e pelos apoiadores. O Coordenador da iniciativa é o Prof. Dr. Francisco Sekiguchi de Carvalho Buchmann, da UNESP-São Vicente (SP). Na Região Metropolitana de Porto Alegre, por uma questão de logística, a maior parte das atividades é coordenada pelo Prof. Dr. Heinrich Theodor Frank. O grupo de pesquisadores é formado por uma dezena de pessoas.

O grupo dos apoiadores, por outro lado, é composto centenas de pessoas. Entre os apoiadores, por exemplo, estão os proprietários de áreas onde ocorrem paleotocas e que permitem a pesquisa destas estruturas. Além disso, as pessoas que informam de novas ocorrências descobertas por iniciativa própria e pessoas que fornecem informações que conduziram à descoberta de paleotocas. Vinculadas à Campanha de Mídia do Projeto, há uma série de apoiadores na mídia escrita, falada e televisiva que noticiam o assunto para que mais paleotocas possam ser descobertas. Este grande grupo, informal, é fundamental no desenvolvimento das atividades do Projeto.


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