CÉSAR VIEIRA PREPARA SESSÃO FOTOGRÁFICA DA CAPELINHA DA UFRGS

Hoje o fotógrafo e Professor da Faculdade de Urbanismo e Arquitetura da UFRGS, César Vieira, realizou uma primeira sessão fotográfica da Capela de São Pedro, a Capelinha, o prédio histórico mais antigo da Universidade e do município de Eldorado do Sul, onde está localizada, dentro da Estação Experimental Agronômica da UFRGS. A ideia é compor um banco de imagens para o Setor de Patrimônio Histórico (SPH).

A Capelinha foi construída em 1893 na então propriedade da família portuguesa Ferreira Porto. A edificação representa a memória histórica da tradição colonial  de preservação da religiosidade católica portuguesa dos núcleos familiares rurais.

O pequeno templo está assentado em uma área total de 1.560 ha utilizada para pesquisas de campo desenvolvidas pelos professores e alunos da Faculdade de Agronomia e de outras unidades da UFRGS. O espaço é favorecido por suas belezas nativas e em sua extensão são realizados o cultivo de plantas, criações de animais e conservação de recursos naturais entre outros.

 

Em breve serão compartilhadas belas imagens da Capelinha e do seu entorno captadas pelo professor!

 

Para saber mais sobre o prédio histórico e a Estação Experimental Agronômica da UFRGS, acesse o link: CAPELA DE SÃO PEDRO

 

 

 

 

 

 

 

 

Museu de Ciências Naturais é atração em Imbé

Exposição busca fazer com que seus visitantes possam compreender as riquezas da biodiversidade do Litoral

Espaço permite ver alguns animais típicos da região litorânea. Foto: Fabiano do Amaral

Para conhecer um pouco mais sobre as características do ecossistema do Litoral Norte, o visitante não pode deixar de apreciar o Museu de Ciências Naturais (Mucin), em Imbé. Vinculado ao Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar), da Ufrgs, o espaço permite ver alguns animais típicos da região litorânea, além dos que estão em risco de extinção, como o boto.

Há exemplares de répteis (como tartarugas marinhas), moluscos, mamíferos e aves da região. Além disso, há informações sobre o seu modo de vida e reprodução. Mas o que chama mesmo a atenção é, ao entrar no salão principal, ver o esqueleto de uma baleia jubarte. Com mais de 12 metros, a estrutura era de um espécime macho que encalhou e morreu na praia de Capão Novo em 2010.

A exposição busca fazer com que seus visitantes possam compreender as riquezas da biodiversidade do Litoral, assim como visualizar as suas fragilidades, especialmente aquelas espécies que mais sofrem com a ação de poluição ou do homem. “O Litoral Norte apresenta paisagem eclética, começando na encosta da Serra, passando por banhados, cordão de lagoas de água doce, barreiras de dunas e, por fim, o mar”, explica o painel de apresentação da exposição.

Fonte: Correio do Povo