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SÉRIES PRÉDIOS HISTÓRICOS DA UFRGS – INSTITUTO PAROBÉ

O Instituto Parobé nasceu no dia 1 de julho de 1906 nos porões da Escola de Engenharia da UFRGS, denominado Instituto Técnico Profissional. Com o apoio e a participação de outros professores, João José Pereira Parobé, ex diretor da Escola de Engenharia, inaugurou oficialmente o Instituto.

O Instituto se constituiu como mais importante escola técnica do Rio Grande do Sul. A Instituição foi criada para meninos de famílias de baixa renda e operários, e se propunha em promover o ensino superior técnico profissional nas áreas da construção mecânica e civil, marcenaria e artes para esses jovens, gratuitamente, e contava com regime de internato.

Entre os anos de 1908 e 1921, a Escola se instalou nos prédios Château e Castelinho, pois houve um aumento no programa; um curso noturno para aqueles que não podiam frequentar as aulas no turno diurno.

Foi denominado de Instituto Parobé, a partir de 1916 em homenagem ao professor fundador. No ano de 1920, o Instituto, até então, que era somente dedicado ao ensino para o sexo masculino, passa a abranger a educação, especialmente, para o sexo feminino. Um curso de educação doméstica rural para meninas foi iniciado.

Com o aumento das atividades e a inclusão de meninas, o arquiteto Chrétien Hoogenstraaten, projetou uma nova sede para o Instituto, fazendo parte do denominado prédios históricos, tendo sido a última edificação do ciclo de trinta anos de construções iniciado em 1898. A construção da edificação levou de 1925 a 1928.

Localizado na Rua Sarmento Leite, no primeiro quarteirão do Campus Centro, o edifício do Instituto Parobé destaca-se na paisagem urbana pela sua intensidade plástica. Configura-se simetricamente a partir de um corpo central de quatro pavimentos, com pés-direito avantajado. A base da construção é rústica, adotada para marcar o peso da região de suporte do edifício ao solo e para conferir um caráter de solidez e requinte artístico.

Com a constituição da Universidade de Porto Alegre, o Parobé em 1936 desvincula-se oficialmente da Universidade, por ser uma escola de nível médio. Hoje, a Escola Técnica Estadual Parobé ocupa novas dependências na Av. José Loureiro da Silva, no bairro Praia de Belas.

Em 1970, o Prédio foi ocupado pelo Instituto de Matemática e atualmente é utilizado pelos cursos de graduação e pós-graduação em Engenharia Mecânica e pelo Museu do Motor.

O Prédio faz parte da história; das transformações que ocorreram no Brasil na década de 20, formando mestres e contramestres, homens e mulheres e assim profissionalizando jovens das classes menos favorecidas.

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Momento do Patrimônio #2 – ANDRÉ LUIS PRYTOLUK

PAUTA: A RÁDIO DA UNIVERSIDADE

CONVIDADO: Professor André Luis Prytoluk, Diretor do Centro de Tele difusão Educativa da UFRGS, formado em comunicação social com habilitações em Publicidade e Propaganda e Relações Públicas pela FABICO, atuou como Redator Publicitário, Diretor de Cena e Roteirista em comerciais, audiovisuais e musicais.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

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Momento do Patrimônio #01 – ANDRÉ LUIS PRYTOLUK

PAUTA:  A RÁDIO DA UNIVERSIDADE

CONVIDADO: Professor André Luis Prytoluk, Diretor do Centro de Tele difusão Educativa da UFRGS, formado em comunicação social com habilitações em Publicidade e Propaganda e Relações Públicas pela FABICO, atuou como Redator Publicitário, Diretor de Cena e Roteirista em comerciais, audiovisuais e musicais.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

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SÉRIES PRÉDIOS HISTÓRICOS DA UFRGS – FACULDADE DE DIREITO

A Faculdade Livre de Direito de Porto Alegre nasceu, em 17 de fevereiro de 1900, por iniciativa de um grupo de magistrados inspirados nas ideias reformistas que se introduziram com a República. Para consolidação definitiva como instituição de ensino, era necessário constituir um sólido patrimônio imobiliário para abrigar o curso.

Assim, construir o prédio exigiu, por parte de seus fundadores, grande empenho na captação de recursos financeiros. Verbas foram conseguidas com quermesses, bailes e doações diversas, inclusive de outras cidades, destacando-se as ações realizadas em Pelotas.

Entre os anos de 1908 e 1910, a edificação foi construída e finalizada. O Desembargador Manoel André da Rocha teve atuação decisiva para a construção do imponente prédio e, durante 32 anos, foi Diretor da Faculdade.

Em 1909, a Faculdade de Direito criou a Escola de Comércio, origem das atuais Faculdade de Ciências Econômicas e Escola Técnica de Comércio. Em suas dependências também se iniciaram vários cursos da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras.

O Centro Acadêmico, fundado em 1917, pioneiro na implantação do Serviço de Assistência Judiciária Gratuita no Brasil, destacou-se com decisivas ações de política estudantil, preocupando-se com questões legais de interesse da comunidade.

A Reitoria, base jurídico-administrativa da Universidade de Porto Alegre, criada em 1934, ocupou parte do prédio entre 1936 e 1954.

Formadora de gerações de grandes doutrinadores e operadores do Direito, a centenária instituição continua sendo vanguarda do pensamento jurídico nacional.

O acesso principal do prédio apresenta um portão de ferro, ricamente trabalhado, que se abre para o saguão do edifício. O saguão introduz à escadaria interna, de mármore, com corrimão em estuque veneziano, exemplar raro na arquitetura de Porto Alegre e em cujo patamar sobressaem os vitrais, de José Wollmann, representando a Justiça, a Doutrina e a Ciência.

O prédio causa grande impacto às pessoas que circulam pelo seu interior, em razão da diversidade de seus elementos decorativos. Belíssimos afrescos revestem suas paredes.

Integrados perfeitamente ao projeto original, os espaços da biblioteca e do auditório, chamado Salão Nobre, resultaram de uma ampliação realizada em 1951. Neste último, destaca-se uma magnífica pintura mural de Ado Malagoli. Por sua vez, o artista veneziano Frederico Pellarin realizou as esculturas figurativas da cúpula.

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Sala Redenção tem programação especial nesta semana

Após reinauguração, o Cinema Universitário da UFRGS apresenta mostra de filmes gaúchos.

 

Hoje, dia 02 de abril, a partir das 19h, inicia, na Sala Redenção, a 2º Mostra Sesc de Cinema – Etapa Estadual, com a apresentação dos filmes Bandidos Desalmados, do diretor Paulo Alcaraz; Mãe dos Monstros, de Julia Zanin de Paula; e Redenção, de Marcel Kunzler.

 

A mostra vai até esta sexta-feira, 06 de abril, e trará uma seleção de 20 filmes gaúchos nas modalidades curta e longa-metragem. Além das exibições, serão realizados debates com os diretores dos filmes a fim de explanarem sobre a produção, seu processo criativo e discussões que suscitam a obra. A entrada é franca.

 

A Sala Redenção, o Cinema Universitário da UFRGS, foi reinaugurada, na semana passada, no dia 28 de março. A reinauguração foi marcada por novidades, como o hall de entrada da sala com o painel “Arte da Memória” e a manifestação artística na fachada, a pintura da Lua George Méliès. Além da restauração visual, a reabertura teve a exibição de um curta e dois longas-metragens da diretora Eliza Capai.

 

O Cinema Universitário se propõe a resgatar os grandes clássicos do cinema mundial, além de reservar um espaço significativo para as produções nacionais.

 

Confira a programação completa: http://www.ufrgs.br/difusaocultural/projeto.php?id=470

 

Confira o evento na página do Facebook:

https://www.facebook.com/events/597216920620010/?active_tab=about

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PONTO UFRGS: VALORIZANDO O QUE É NOSSO

Para quem ainda não conhece, aproveite e dê uma passada na Ponto UFRGS, que está com algumas novidades nos seus produtos. A loja, que foi inaugurada em novembro de 2017, trabalha com produtos Institucionais confeccionados e comercializados visando à gestão da marca promocional e a união da comunidade interna e externa da Universidade.

Buscando valorizar a identidade da UFRGS, a Ponto UFRGS inova no seu conceito com diferentes linhas de produtos, como a Feito UFRGS, que são os produtos institucionais elaborados com a participação da comunidade da UFRGS; a UFRGS Convida, que é um espaço dedicado à valorização das atividades culturais da Universidade e a linha Mostra UFRGS, que é inspirada nos ícones mais marcantes de nossa Universidade – ícones ligados à memória e ao sentimento de pertencimento da instituição com base em seu PATRIMÔNIO MATERIAL e IMATERIAL.

Além desses produtos, a loja ainda traz a Mostra Cultural, que consiste em exposições de artistas convidados, dessa forma, aproximando a arte do dia-a-dia da Universidade e desenvolvendo produtos especiais, que integram a categoria Mostra UFRGS.

A Ponto UFRGS não tem fins lucrativos; todo o lucro obtido com a comercialização de produtos é revertido à comunidade acadêmica por meio da oferta de atividades culturais.

 

Ponto UFRGS
Av. Paulo Gama, 110 – Anexo 1 da Reitoria/Térreo

Horário de funcionamento: das 9h às 17h
Contato: (51) 3308 3398

E-mail: pontoufrgs@ufrgs.br

 

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SÉRIES PRÉDIOS HISTÓRICOS DA UFRGS – CASTELINHO

Foto: Acervo SPH

Na virada do século XIX para o XX, o Instituto Técnico Profissional da Escola de Engenharia necessitava de prédios para abrigar as áreas onde seriam realizadas suas atividades. Deste modo, o prédio Castelinho foi construído em conjunto com o Instituto Astronômico e Meteorológico (hoje Observatório Astronômico) e com o Château – sendo o último também vinculado à Escola de Engenharia.

O Castelinho foi erguido no intuito de receber a seção de Mecânica, assim como um gabinete para o Diretor do Instituto. As seções de Marcenaria, Carpintaria, Serralheria, almoxarifado e ambulatório foram instaladas no Château. O terreno – o qual tangencia a atual avenida Osvaldo Aranha (na época, rua Bom Fim) e situa-se ao lado esquerdo da Escola de Engenharia – fora designado para tais construções em 1857, ano que inseria-se também no contexto de urbanização do local. A construção de ambos os prédios aconteceu entre 1906 e 1908.

A história do Castelinho, neste sentido, realmente remonta ao início da própria história da Universidade e do estabelecimento e expansão do Campus da Redenção, o qual até então sempre havia sido uma zona plana e alagadiça, antiga várzea da cidade. No lado oposto da rua, porém, já havia casas construídas na grande área pertencente à Santa Casa de Misericórdia. Existia também a então denominada Praça Independência – somente no ano de 1921 passa a ser chamada Praça Argentina.

Em 1993, é realizado um primeiro projeto de reconstrução que vislumbra a subdivisão do avantajado pé-direito em dois pavimentos e a inserção de uma laje de concreto, engastada na alvenaria original, alterando as relações internas formais, funcionais e de proporção dos ambientes.

O segundo projeto foi realizado pelo SPH, entre os anos de 2004 e 2006 O projeto do Setor buscou manter a estrutura original do prédio. A fachada, bem ornamentada, conta com uma forte presença de elementos florais. Sua concepção, de linguagem historicista e repleta de elementos decorativos, assemelha-se à do Château, sendo a arquitetura de ambos os prédios inspiradas pelo estilo Art Nouveau.

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Faculdade de Arquitetura da UFRGS está entre as 200…

 

A consultoria global Quacquarelli Symonds (QS) apontou as melhores instituições para estudar arquitetura em 2018

Foto: Vitória Cristofolli

Um ranking com as melhores universidades do mundo foi divulgado pela consultoria global Quacquarelli Symonds (QS) e apontou as melhores instituições para estudar arquitetura em 2018. Entre todas as instituições, há apenas quatro brasileiras: Universidade de São Paulo (USP), na 28º. posição; Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), entre a 51º e 100º posição; além da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ambas entre o 101º e 150º posição.  A USP é também a melhor latino-americana do ranking.

A consultoria internacional Quacquarelli Symonds (QS) apontou uma lista com as duzentas melhores instituições para estudar arquitetura em 2018. Entre elas está a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), uma das quatro universidades brasileiras presentes na lista juntamente com a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A UFRGS ficou entre a 101ª e 150ª posição. Os critérios classificatórios incluem a reputação acadêmica, citações em trabalhos de pesquisa e inserção no mercado de trabalho

Essa é a oitava edição do ranking que comparou 2.122 instituições de ensino de todo o mundo que oferecem cursos de arquitetura.

 

O site da consultoria permite aplicar filtros por regiões e promover comparações entre as instituições para avaliar em que uma se destaca perante a outra, além de disponibilizar gráficos e out4ras informações de cada universidade.

 

Confira o ranking completo da Quacquarelli Symonds (https://www.topuniversities.com/university-rankings/university-subject-rankings/2018/architecture)

 

Sobre a UFRGS o portal do Quacquarelli Symonds diz:

“A qualificação da faculdade, composta principalmente por titulares com mestrado e doutorado, a atualização contínua da infraestrutura dos laboratórios e das bibliotecas, o crescimento da assistência aos estudantes, bem como a prioridade no seu envolvimento nacional e internacional são políticas em constante desenvolvimento. Mais de 30 mil pessoas circulam por sua instalação em busca de uma das dez mais qualificadas educações do Brasil. Isso, combinado com a liderança nos programas de pesquisa e divulgação expressiva da comunidade, garante à UFRGS estar ranqueada entre as melhores universidades do país. Como instituição pública dedicada a servir à comunidade e construir seu futuro com consciência crítica, a UFRGS respeita a diversidade, prioriza a inovação e, acima de tudo, reafirma o seu comprometimento com a educação e a divulgação do conhecimento, inspirada nos ideais de liberdade e solidariedade.”

 

 

Acervo UFRGS

Museu de Ciências Naturais é atração em Imbé

Exposição busca fazer com que seus visitantes possam compreender as riquezas da biodiversidade do Litoral

Espaço permite ver alguns animais típicos da região litorânea. Foto: Fabiano do Amaral

Para conhecer um pouco mais sobre as características do ecossistema do Litoral Norte, o visitante não pode deixar de apreciar o Museu de Ciências Naturais (Mucin), em Imbé. Vinculado ao Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar), da Ufrgs, o espaço permite ver alguns animais típicos da região litorânea, além dos que estão em risco de extinção, como o boto.

Há exemplares de répteis (como tartarugas marinhas), moluscos, mamíferos e aves da região. Além disso, há informações sobre o seu modo de vida e reprodução. Mas o que chama mesmo a atenção é, ao entrar no salão principal, ver o esqueleto de uma baleia jubarte. Com mais de 12 metros, a estrutura era de um espécime macho que encalhou e morreu na praia de Capão Novo em 2010.

A exposição busca fazer com que seus visitantes possam compreender as riquezas da biodiversidade do Litoral, assim como visualizar as suas fragilidades, especialmente aquelas espécies que mais sofrem com a ação de poluição ou do homem. “O Litoral Norte apresenta paisagem eclética, começando na encosta da Serra, passando por banhados, cordão de lagoas de água doce, barreiras de dunas e, por fim, o mar”, explica o painel de apresentação da exposição.

Fonte: Correio do Povo

Patrimônio Material

SÉRIES PRÉDIOS HISTÓRICOS DA UFRGS – CHÂTEAU

Reinaugurado em 2004, após a realização de obras durante um período de 2 anos, o Château foi um dos primeiros prédios a ser reconstruído por meio de nosso Projeto Resgate do Patrimônio Histórico e Cultural da UFRGS. A construção, localizada no denominado Quarteirão 1 do Campus Centro da Universidade,  faz parte de um harmonioso conjunto arquitetônico, formado também pelo prédio Castelinho e pelo Observatório Astronômico.
Os primórdios de sua história dialogam com o contexto educacional no qual se inseria o Brasil, no início do século XX. Havia, então, um forte movimento visando à especialização dos trabalhadores, a fim de que esses fossem capacitados e pudessem melhor contribuir para o desenvolvimento nacional. Nesse sentido, a implementação de políticas direcionadas ao ensino técnico-profissional, como a criação de escolas e institutos vinculados, foi um dos principais focos dos primeiros governos da República Velha. Read more “SÉRIES PRÉDIOS HISTÓRICOS DA UFRGS – CHÂTEAU”

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População poderá opinar sobre Política de Patrimônio Material

Desde quinta-feira (1º), está disponível no site do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) consulta pública sobre a Política de Patrimônio Material, que consolida princípios, premissas, objetivos, procedimentos e conceitos para a preservação do patrimônio brasileiro de natureza material.

A consulta estará aberta no site do Iphan (www.iphan.gov.br) até 1º de maio de 2018 e as contribuições podem ser feitas pelo e-mail ppm@iphan.gov.br. O objetivo da ação é contar com a participação da sociedade na construção de política tão importante para a cultura do País. Read more “População poderá opinar sobre Política de Patrimônio Material”

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Inscrições para a Semana de Museus 2018 seguem até…

Entre os dias 14 e 20 de maio de 2018 ocorre a 16ª Semana de Museus  promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos é o tema definido pelo Conselho Internacional de Museus (Icom), e adotado neste ano pelo Ibram, para celebrar o Dia Internacional de Museus (18 de maio).

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Ibram abre seleção para diretor de museus com vencimento…

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) abriu chamamento público destinado à seleção de diretor, em caráter de cargo comissionado, de três museus em Goiás: o Museu das Bandeiras, o Museu de Arte Sacra da Boa Morte (ambos no município de Goiás) e o Museu Casa da Princesa (em Pilar de Goiás).
O salário bruto corresponde a R$ 5.440,72 e a seleção será realizada mediante critérios técnicos e objetivos de qualificação baseados em análise de Currículo, Declaração de Interesse e Plano de Trabalho. O processo contará com três etapas, que incluem entrevista oral.
Podem se candidatar ao cargo servidores públicos ou não, com formação acadêmica em nível superior; experiência comprovada em gestão envolvendo atividades de relacionamento com organizações de governo ou entidades da sociedade em geral; e conhecimento das políticas públicas do setor museológico e da área de atuação dos museus em foco.
As inscrições podem ser feitas até o dia 5 de abril através do endereço eletrônico selecao@museus.gov.br, para o qual devem ser enviados os documentos exigidos pelo edital, além de plano de trabalho. Acesse o chamamento público, a ficha de inscrição e outros documentos na seção Chamadas Públicas.

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SÉRIE PRÉDIOS HISTÓRICOS DA UFRGS – OBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO

“O mais antigo remanescente das construções planejadas para observação astronômica no território brasileiro”. [1]

O Observatório Astronômico é um dos dois prédios do conjunto edificado da UFRGS tombados pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) juntamente com o prédio do Direito.  A construção teve início em 1906 – tendo sido concluída dois anos depois – e assistiu a uma série de transformações em sua vizinhança ao longo do século XX.

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