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Momento do Patrimônio #24 – Edison Zanckin Alice

 

PAUTA: O Museu e o Antigo Instituto de Química da UFRGS.

CONVIDADO:  Edison Zanckin Alice, formado em arquitetura e Urbanismo pela UFRGS e atuante por 37 anos no projeto de preservação dos prédios da Universidade.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

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Momento do Patrimônio #23 – Edison Zanckin Alice

PAUTA:  Resgate do Patrimônio Histórico e Cultural da UFRGS.

CONVIDADO:  Edison Zanckin Alice, formado em Arquitetura e Urbanismo pela UFRGS e atuante por 37 anos no projeto de preservação dos prédios da Universidade.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

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Momento do Patrimônio #22 – Edison Zanckin Alice

PAUTA:  Resgate do Patrimônio Histórico e Cultural da UFRGS.

CONVIDADO:  Edison Zanckin Alice, formado em arquitetura e Urbanismo pela UFRGS e atuante por 37 anos no projeto de preservação dos prédios da Universidade.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

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Momento do Patrimônio #21 – Cesar Leandro Schultz

 

PAUTA:  Patrimônio Fossilífero.

CONVIDADO:  Cesar Leandro Schultz, paleontólogo e professor titular da UFRGS, graduado em Geologia com mestrado em Geociências e doutorado em Ciências também pela UFRGS.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

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Momento do Patrimônio #20 – César Leandro Schultz

 

PAUTA:  Fósseis Pré-históricos no Interior do Rio Grande do Sul.

CONVIDADO:  Cesar Leandro Schultz, paleontólogo e professor titular da UFRGS, graduado em Geologia com mestrado em Geociências e doutorado em Ciências também pela UFRGS.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

Prédios Históricos

SÉRIES PRÉDIOS HISTÓRICOS DA UFRGS – CAPELA DE SÃO…

CAPELA DE SÃO PEDRO (CAPELINHA)

A Capela de São Pedro, localizada no Setor 1 da Estação Experimental Agronômica da UFRGS (EEA-UFRGS), no município de Eldorado do Sul, foi construída pela família Ferreira Porto, no ano de 1893, tendo 59m² de área e sendo a edificação mais antiga da Universidade e do próprio município onde se encontra. Segundo alguns membros da comunidade, eventos e cerimônias religiosas eram realizados na Capelinha, como ficou carinhosamente conhecida entre os moradores das proximidades. Estes tinham tanto acesso a tais cerimônias quanto a família que fundou a construção.

A Capelinha era mantida arejada e limpa internamente por funcionários da própria Estação. A comunidade encontrava, algumas vezes, uma caixa de coleta para contribuir com essa manutenção. Durante a década de 1980, o prédio sofreu pequenas reformas, como a troca de algumas tábuas do piso interno, que estavam deterioradas e uma nova pintura.

Quanto à sua arquitetura, pode-se dizer que é caracterizada pela simplicidade e se trata do tipo vernacular, em que se empregam materiais e recursos do próprio ambiente em que a Capela é construída, apresentando, assim, um caráter local ou regional.

O interior é igualmente sóbrio, e o ambiente da nave é composto por um altar e um conjunto de 4 genuflexórios de madeira, além de dois brasões nas cores amarelo, vermelho e azul e com a figura de um elmo – que representariam a família portuguesa Ferreira Porto, donos iniciais da Fazenda. Interessante notar, nesse contexto, um terceiro brasão, menor que os outros, localizado em uma das laterais da Capela, talhado em madeira, sem maiores adornos e cores, onde consta as iniciais “F,P,J”. Não se sabe a data exata de confecção dele, mas provavelmente o “F e J” estão associados aos “Ferreira Porto”. Quanto ao “J”, talvez ele esteja associado à família Jardim, ligada ao marido da herdeira, Mario da Silva Jardim. Assim, o objeto poderia simbolizar a união entre os núcleos familiares.

Outro elemento simbólico interessante é, no plano exterior ao templo, a presença de um passeio linear, que conduz até a entrada da edificação, ladeado por um eixo duplo de palmeiras (seis em cada lateral), plantadas em momento anterior à da compra da Fazenda pela Universidade. As árvores, segundo depoimentos dos antigos servidores da EAA, representariam os 12 apóstolos de Jesus Cristo.

O Setor 1 da Estação Experimental Agronômica da UFRGS (EEA-UFRGS) é um órgão auxiliar da Faculdade de Agronomia, localizado no município de Eldorado do Sul. Com área total de 1.560 ha, abriga a parte de campo das pesquisas desenvolvidas pelos professores e alunos da Faculdade de Agronomia e de outras unidades, envolvendo cultivo de plantas, criações animais, entre outros.

O projeto de restauração da Capelinha já tem 100% do valor captado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e as obras iniciarão em breve.

Fotos: César Vieira


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Momento do Patrimônio #19 – Patrícia Trunfo

 

PAUTA:  III Seminário Nacional sobre Patrimônio Histórico.

CONVIDADA:  PATRÍCIA TRUNFO, Advogada Geral da União, Professora da Escola Superior da Magistratura Federal do Rio Grande do Sul e presidente da instituição beneficente ASSOCIAÇÃO VICTORINO FABIÃO VIEIR, voltada à preservação do patrimônio Histórico de Pelotas.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

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Momento do Patrimônio – 2018 #18 Ana Celina Figueira…

 

PAUTA:  Museu Julio de Castilhos: História, Política e Memória.

CONVIDADA:  ANA CELINA FIGUEIRA DA SILVA, professora do curso de Museologia da UFRGS e graduada em História e Museologia também pela UFRGS. Sua tese de doutorado, pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade, intitula-se “Investigações e evocações do passado: departamento de história nacional do Museu Júlio de Castilhos”.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

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SÉRIES PRÉDIOS HISTÓRICOS DA UFRGS – ANTIGO INSTITUTO DE…

ANTIGO INSTITUTO DE QUÍMICA INDUSTRIAL

Com as dificuldades advindas do corte do fluxo de tecnologia da Europa, na Primeira Guerra Mundial, a Escola de Engenharia criou oficialmente, em 1920, o Curso de Química Industrial, que veio ampliar o ensino superior de Química no estado, iniciado em 1897. Tal ampliação contou com a fundação da Escola Livre de Farmácia e Química Industrial da qual, posteriormente, se originou a Escola de Farmácia da Faculdade de Medicina.

As atividades acadêmicas e a prestação de serviços aos órgãos governamentais e empresas exigiam um prédio amplo que abrigasse salas de aula e bons laboratórios. Então, com verbas conseguidas junto ao Ministério de Agricultura, realizou-se a contratação de técnicos estrangeiros bem como a compra de equipamentos e materiais para instalar os laboratórios; dessa forma, o curso de Química Industrial comprometeu-se em realizar análises dos produtos importados pelas alfândegas do Rio Grande do Sul. Inicialmente, as aulas foram dadas em dependência do Instituto de Eletrotécnica.

O terreno para o prédio do Instituto de Química foi obtido junto à Secretaria de Estado dos Negócios das Obras Públicas, em 1922, no Campo da Redenção. Em setembro é lançada a pedra fundamental. Logo começam as obras que foram praticamente concluídas, em 1924. O acabamento do porão foi feito em 1926, ano em que houve a inauguração oficial.

Em 1925, o curso foi elevado a Instituto de Química Industrial. A partir de 1943, além do ensino teórico e prático para os diversos cursos da Escola de Engenharia, o Instituto passou a oferecer os cursos de Licenciatura em Química e Bacharelado em Química, na Faculdade de Filosofia da UFRGS.

O desenvolvimento industrial do Estado exigiu a expansão do Instituto que, para obter novos espaços, ampliou em 1944 a área física do prédio. Novas demandas por áreas foram resolvidas com a construção de um Pavilhão de Tecnologia, na década de 50. Nesse ritmo, em 1955, o Instituto de Química Industrial tornou-se Engenharia Química.


Na década de 60, houve uma grande expansão das atividades de pesquisa. Com a Reforma Universitária, em 1970, o Instituto passaria por uma reestruturação, desvinculando-se da Escola de Engenharia.

Em 1981, o Instituto de Química transfere-se para o Campus do Vale. Sendo assim, o antigo prédio passa a ser utilizado por órgãos administrativos, para atividades didáticas e por alguns laboratórios e, a nova unidade, por sua vez, passou a ser considerada como Instituto Central e responsável por realizar o ensino e pesquisa em Química para o conjunto da Universidade. Seu corpo docente foi formado com quadros oriundos da Escola de Engenharia, Faculdade de Filosofia, Faculdade de Farmácia, Faculdade de Agronomia e Veterinária e Escola de Geologia e alocados em três departamentos: Química Inorgânica, Química Orgânica e Físico-Química.

A partir de 2015 iniciaram-se as obras do seu projeto de restauração através de recursos próprios da Universidade e também com a doação de mais de 400 incentivadores por meio da Lei Rouanet. Atualmente, em 2018, o prédio está prestes a ser reinaugurado como Centro Cultural da UFRGS.

Fotos: César Vieira e acervo SPH

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Momento do Patrimônio – 2018 #17 Ana Celina Figueira…

 

PAUTA:  Museu Julio de Castilhos: História, Política e Memória.

CONVIDADA:  ANA CELINA FIGUEIRA DA SILVA, professora do curso de Museologia da UFRGS e graduada em História e Museologia também pela UFRGS. Sua tese de doutorado, pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade, intitula-se “Investigações e evocações do passado: departamento de história nacional do Museu Júlio de Castilhos”.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

Momento do Patrimônio

Momento do Patrimônio – 2018 #16 Ana Luiza Koehler

PAUTA:  Ilustração e Patrimônio

CONVIDADA:  Ana Luiza Koehler, arquiteta e ilustradora, com dissertação de mestrado pelo Programa de Pós Graduação e Planejamento Urbano da UFRGS. O tema da sua dissertação, “Retraçando os becos de Porto Alegre: visualizando a cidade invisível”, ajudou Ana a desenvolver a história em quadrinhos “Beco do Rosário”.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

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Momento do Patrimônio – 2018 #15 Ana Luiza Koehler

 

PAUTA:  Beco do Rosário e Cidades Invisíveis.

CONVIDADA:  Ana Luiza Koehler, arquiteta e ilustradora, com dissertação de mestrado pelo Programa de Pós Graduação e Planejamento Urbano da UFRGS. O tema da sua dissertação, “Retraçando os becos de Porto Alegre: visualizando a cidade invisível”, ajudou Ana a desenvolver a história em quadrinhos “Beco do Rosário”.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

 

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Momento do Patrimônio – 2018 #14 Alvaro Franco

 

PAUTA:  Lei Rouanet e Patrimônio.

Nesta segunda parte do programa, o debate sobre as ferramentas de incentivo à cultura do MinC, Lei Rouanet e preservação do patrimônio histórico e cultural material e imaterial continua.

CONVIDADO:  Alvaro de Almeida Franco, Representante Regional Sul do Ministério da Cultura (MinC).

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

História

SÉRIES PRÉDIOS HISTÓRICOS DA UFRGS – ANTIGO PRÉDIO DA…

A Faculdade de Medicina da UFRGS foi fundada no dia 25 de julho de 1898, por um grupo de médicos e farmacêuticos, entre eles, Eduardo Sarmento Leite, Cristiano Fischer e Protásio Antônio Alves. Tendo como origem a fusão do curso de Partos da Santa Casa de Misericórdia e a Escola Livre de Farmácia e Química Industrial de Porto Alegre, tornando-se a terceira escola médica do país.

A primeira aula aconteceu em 15 de março de 1899, em pequenas salas do porão do Liceu (Escola Normal), No ano de 1900, foi adquirido o primeiro prédio próprio situado à Rua da Alegria, atual General Vitorino. Desde o princípio, sabia-se que o número de salas não era adequado. Expandindo-se rapidamente, foram criados institutos e os alunos foram realocados, em diversos locais da cidade.

Somente em 1911, a Faculdade de Medicina recebeu através de uma doação da Intendência Municipal, o terreno no Campo da Redenção, localizada na confluência das atuais ruas Sarmento Leite e Professor Luiz Englert. Em 1912, o arquiteto Theodore Wiedersphan propôs o projeto para construção do Antigo Prédio da Faculdade de Medicina.

As obras do prédio iniciaram em 1913, com execução de Rudolph Ahrons. Em razão da crise ocasionada pela Primeira Guerra Mundial, surgiram dificuldades financeiras e a falta do repasse de verba por parte do Governo Estadual, interrompendo as obras no ano seguinte, em dezembro de 1914. Com o apoio da população de Porto Alegre, professores e alunos e do então diretor da Faculdade, Sarmento Leite, a obra foi retomada em 1919, pela secretária de obras do Estado, através de um empréstimo obtido junto ao Governo Estadual.

Com o retorno das obras, a direção e execução do projeto passou a ser do Engenheiro Pedro Paulo Scheunemann, com o projeto de Augusto Sartori; obra que durou cinco anos, sendo concluída em 1924 e inaugurada no dia 31 de março. Houve modificações no projeto inicial, sendo simplificado, em função de maior economia. Nos anos de 1937, 1952 e 1955 foram feitas ampliações e reformas no Prédio, que definiram a forma hoje existente.

Em 1937, o edifício é ampliado na sua ala direita. São construídos três pavimentos, onde se instalam a administração, a biblioteca, alguns laboratórios e o Centro Acadêmico Sarmento Leite. Em 1945, é construído o Biotério, em prédio à parte, para liberar a sotéia. Com Ocorreram duas ampliações: uma em 1952, na ala direita do prédio, para instalar o Instituto Anatômico e o Anfiteatro e outra em 1955, quando a ala esquerda é aumentada para abrigar o Instituto de Fisiologia e Microbiologia.

Em 1974 ocorre à transferência da Faculdade de Medicina para o Hospital de Clinicas, mas após diversas discussões, estabeleceu-se o consenso de que a Faculdade novamente precisava de uma sede própria. Em 25 de julho de 1998 é inaugurado o terreno próximo ao HCPA, localizado na Rua Ramiro Barcelos, no bairro Santa Cecília, sendo a nova sede da Medicina.

As instalações do antigo Prédio da Faculdade de Medicina então passaram a ser ocupadas pelo Instituto de Biociências e, após pelo Instituto de Ciências Básicas da Saúde (ICBS), que ainda se mantém no Prédio. Em 15 de setembro de 2000, o Prédio passou a integrar o conjunto do Patrimônio Cultural do Estado.

Ainda hoje, A Casa de Sarmento, antigo Prédio da Faculdade de Medicina, exerce uma forte influência em cada um dos alunos que por lá passam, apesar de Faculdade ter uma nova sede.

Foto: César Vieira

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Momento do Patrimônio – 2018 #13 Alvaro Franco

 

PAUTA:  Lei Rouanet e Patrimônio.

Neste programa, o assunto debatido aborda aspectos das ferramentas de incentivo à cultura do MinC, principalmente o mecanismo de mecenato da Lei Rouanet, voltado para a preservação do patrimônio histórico e cultural material e imaterial.

CONVIDADO:  Alvaro de Almeida Franco, Representante Regional Sul do Ministério da Cultura (MinC).

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS