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Projeto de pesquisa da UFRGS inicia organização de acervo

No dia 18 de janeiro, sexta-feira, em torno de 24 mil fotografias do acervo da CEEE foram disponibilizadas para a UFRGS, com o intuito de que sejam tratadas, acondicionadas de forma correta e organizadas contextualmente.

Isto ocorrerá por meio de um projeto de extensão, articulado pela professora da Arquivologia Valéria Bertotti e pelo fotógrafo aposentado da CEEE Fernando Vieira, e que contará também com a participação de cinco estagiários do curso de arquivologia. O projeto será executado no LEPARQ (Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão do Curso de Arquivologia) da UFRGS.

As fotografias, tiradas entre as décadas de 40 e 80, retratam as obras da companhia, a atuação da CEEE no cotidiano e as figuras políticas envolvidas com os grandes empreendimentos. Há registros, por exemplo, do ex-presidente João Goulart na inauguração da Usina Hidrelétrica Leonel de Moura Brizola e da construção da Usina Hidrelétrica Passo Real.

Foram aproximadamente dois anos de trabalho, entre questões burocráticas, consentimentos e apresentações do projeto, para que a proposta fosse posta em prática. Com a cooperação das funcionárias da empresa, Bruna de Azambuja (assessora de comunicação) e Leticia Jardim (responsável técnica), foi possível concretizar o vínculo entre as duas instituições. Então, do dia 14 ao dia 18 de janeiro, a equipe da UFRGS recolheu 16 caixas de material, proveniente de um dos vários armários do acervo fotográfico físico da CEEE.

Está previsto cerca de um ano de trabalho para a organização desta primeira fase do acervo. Posteriormente, os organizadores não descartam prosseguir com uma segunda etapa do projeto, que abrangeria as fotografias a partir dos anos 80, já com imagens captadas pelo próprio Fernando Vieira. Neste contexto, a segmentação do período de origem das fotografias se deve a forma de organização: nesta amostragem elas se encontram dentro de envelopes, com seus negativos na parte externa; tal método foi alterado na década de 80.

De acordo com a professora, “a fotografia sempre esteve presente na CEEE, tendo inclusive um setor próprio dentro da assessoria de comunicação”. A prática era inicialmente muito ligada aos engenheiros e às questões técnicas, porém é perceptível a preocupação em registrar também cidades, usinas, a vila operária e diversos aspectos de questões sociais ligadas a CEEE e, por conseguinte, o desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul.

Ao que se refere ao papel da arquivologia neste projeto, é possível dizer que a tarefa mais difícil é a compreensão dos porquês das fotografias. O porquê de ter sido tirada, de ter sido reproduzida em outra fase e de ter a possibilidade de um novo uso. Assim, os arquivologistas estudam o processo de gênese e as outras atividades que trouxeram à tona os documentos, como celebrações de aniversário e exposições, para posteriormente concluírem suas análises acerca da potencialidade de cada fotografia.

No momento, a equipe está reunindo os elementos para entender seu contexto arquivístico. Ainda serão construídos os instrumentos de organização e posteriormente serão identificadas as fotografia para digitalização, visando a construção de um banco de dados de imagens representativas disponível para a sociedade em geral. A ideia do acordo entre UFRGS e CEEE é publicizar o material, com exposições e com possibilidade de pesquisa, inicialmente no LEPARQ e depois no Centro Cultural da CEEE Érico Verissimo.

Além da geração de energia

A CEEE foi responsável por grandes obras e serviços no Rio Grande do Sul, gerando repercussões nos locais pelos quais passou e nas vidas de seus funcionários.

O Salto do Jacuí, por exemplo, antes da chegada da companhia, era uma zona isolada e habitada apenas por alguns proprietários de terras. Porém, em decorrência da construção de uma barragem, a Maia Filho, e de uma usina hidrelétrica, a Leonel Brizola, inauguradas em 1962, a área rapidamente começou a abrigar mais pessoas; os funcionários e algumas famílias se mudaram para o que é hoje um município de 12 mil habitantes. Na época, a CEEE construiu uma vila com mais 300 casas, que possuía inclusive um hospital, e cuja estrutura movimentava a região.

Em Porto Alegre não era diferente: “existia um centro chamado CETAF que hoje fica a UERGS, que era o centro de treinamento da CEEE. Os alunos ficavam um ano neste centro, tendo aulas de português e matemática e ainda faziam um curso de eletricista; também haviam cursos de aperfeiçoamento e até mesmo um hotel lá dentro.” conta, Fernando.

19º Dia da Doação

Prazo da Doação

Caro incentivador,

Atenção aos horários e especificidades das agências bancárias nos dias 24/12 e 31/12 para que as doações sejam válidas ainda neste exercício fiscal!

24/12 (segunda-feira) – Expediente nas agências bancárias é reduzido.

-> Poderá ser utilizado o gerenciador financeiro ou caixas eletrônicos para transferências de recursos às contas dos projetos (transferências entre contas BB).
-> Transferências interbancárias via TED serão acatadas somente até as 11:00hs.
-> Transferências interbancárias via DOC somente serão processadas no próximo dia útil (26/12).

31/12 (segunda-feira) – Não há expediente com agências bancárias abertas ao público.

-> Os aportes podem ser feitos através do Gerenciador Financeiro ou Caixas Eletrônicos para transferência de recursos aos projetos (transferência entre contas BB).
-> Transferências interbancárias via TED serão acatadas somente até as 11:00hs.
-> Transferências interbancárias via DOC não serão acatadas.

 

Eventos

SPH na 64ª Feira do Livro de Porto Alegre

Para divulgar o Projeto de Acessibilidade ao Prédio da Rádio da Universidade, o Setor de Patrimônio Histórico foi até a uma das maiores concentrações culturais da capital gaúcha: a 64ª Feira do Livro de Porto Alegre.

A Feira, além de reconhecida nacionalmente, é um acontecimento anual considerado Patrimônio Cultural Imaterial do Rio Grande do Sul e Patrimônio Histórico e Cultural da cidade.

Confira o resultado desta parceria entre cultura e patrimônio!

Produção e edição: Lyz Ramos

Nossa missão ao marcar presença neste evento consagrado foi tirar dúvidas e apresentar o Projeto para curiosos por meio da maquete da restauração do edifício da Rádio da Universidade. Mas para quem ainda tem questões, ou mesmo quer conhecer a maquete de perto, o SPH fica aberto de segunda à sexta das 8h às 18h.

Notícias

Aplicativo mapeia cidades de acordo com acessibilidade

Com objetivo de proporcionar maior independência e mobilidade na vida de pessoas com baixa mobilidade, surgiu o aplicativo de celular BIOMOB. Disponível gratuitamente para Android e iOS, o app mapeia estabelecimentos, praças, museus e universidades identificando a existência de acessibilidade, além do nível do lugar. As categorias de qualificação são:  Calçada, Entrada Principal, Acesso a Veículos, Circulação Interna, Recursos Audiovisuais e Banheiro Adaptado.

Apesar do público alvo serem idosos, obesos, gestantes e famílias com crianças de colo, todos podem acessá-lo e colaborar com o mapeamento, que é feito pelos próprios usuários, e colaborar por uma plataforma mais completa. Em Porto Alegre, por exemplo, os locais identificados são poucos.

Entenda como funciona a plataforma.

Momento do Patrimônio 2018

Momento do Patrimônio #24 – Edison Zanckin Alice

 

PAUTA: O Museu e o Antigo Instituto de Química da UFRGS.

CONVIDADO:  Edison Zanckin Alice, formado em arquitetura e Urbanismo pela UFRGS e atuante por 37 anos no projeto de preservação dos prédios da Universidade.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

Momento do Patrimônio 2018

Momento do Patrimônio #23 – Edison Zanckin Alice

PAUTA:  Resgate do Patrimônio Histórico e Cultural da UFRGS.

CONVIDADO:  Edison Zanckin Alice, formado em Arquitetura e Urbanismo pela UFRGS e atuante por 37 anos no projeto de preservação dos prédios da Universidade.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

Momento do Patrimônio 2018

Momento do Patrimônio #22 – Edison Zanckin Alice

PAUTA:  Resgate do Patrimônio Histórico e Cultural da UFRGS.

CONVIDADO:  Edison Zanckin Alice, formado em arquitetura e Urbanismo pela UFRGS e atuante por 37 anos no projeto de preservação dos prédios da Universidade.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

Momento do Patrimônio 2018

Momento do Patrimônio #21 – Cesar Leandro Schultz

 

PAUTA:  Patrimônio Fossilífero.

CONVIDADO:  Cesar Leandro Schultz, paleontólogo e professor titular da UFRGS, graduado em Geologia com mestrado em Geociências e doutorado em Ciências também pela UFRGS.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

Momento do Patrimônio 2018

Momento do Patrimônio #20 – César Leandro Schultz

 

PAUTA:  Fósseis Pré-históricos no Interior do Rio Grande do Sul.

CONVIDADO:  Cesar Leandro Schultz, paleontólogo e professor titular da UFRGS, graduado em Geologia com mestrado em Geociências e doutorado em Ciências também pela UFRGS.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

Prédios Históricos

SÉRIES PRÉDIOS HISTÓRICOS DA UFRGS – CAPELA DE SÃO…

CAPELA DE SÃO PEDRO (CAPELINHA)

A Capela de São Pedro, localizada no Setor 1 da Estação Experimental Agronômica da UFRGS (EEA-UFRGS), no município de Eldorado do Sul, foi construída pela família Ferreira Porto, no ano de 1893, tendo 59m² de área e sendo a edificação mais antiga da Universidade e do próprio município onde se encontra. Segundo alguns membros da comunidade, eventos e cerimônias religiosas eram realizados na Capelinha, como ficou carinhosamente conhecida entre os moradores das proximidades. Estes tinham tanto acesso a tais cerimônias quanto a família que fundou a construção.

A Capelinha era mantida arejada e limpa internamente por funcionários da própria Estação. A comunidade encontrava, algumas vezes, uma caixa de coleta para contribuir com essa manutenção. Durante a década de 1980, o prédio sofreu pequenas reformas, como a troca de algumas tábuas do piso interno, que estavam deterioradas e uma nova pintura.

Quanto à sua arquitetura, pode-se dizer que é caracterizada pela simplicidade e se trata do tipo vernacular, em que se empregam materiais e recursos do próprio ambiente em que a Capela é construída, apresentando, assim, um caráter local ou regional.

O interior é igualmente sóbrio, e o ambiente da nave é composto por um altar e um conjunto de 4 genuflexórios de madeira, além de dois brasões nas cores amarelo, vermelho e azul e com a figura de um elmo – que representariam a família portuguesa Ferreira Porto, donos iniciais da Fazenda. Interessante notar, nesse contexto, um terceiro brasão, menor que os outros, localizado em uma das laterais da Capela, talhado em madeira, sem maiores adornos e cores, onde consta as iniciais “F,P,J”. Não se sabe a data exata de confecção dele, mas provavelmente o “F e J” estão associados aos “Ferreira Porto”. Quanto ao “J”, talvez ele esteja associado à família Jardim, ligada ao marido da herdeira, Mario da Silva Jardim. Assim, o objeto poderia simbolizar a união entre os núcleos familiares.

Outro elemento simbólico interessante é, no plano exterior ao templo, a presença de um passeio linear, que conduz até a entrada da edificação, ladeado por um eixo duplo de palmeiras (seis em cada lateral), plantadas em momento anterior à da compra da Fazenda pela Universidade. As árvores, segundo depoimentos dos antigos servidores da EAA, representariam os 12 apóstolos de Jesus Cristo.

O Setor 1 da Estação Experimental Agronômica da UFRGS (EEA-UFRGS) é um órgão auxiliar da Faculdade de Agronomia, localizado no município de Eldorado do Sul. Com área total de 1.560 ha, abriga a parte de campo das pesquisas desenvolvidas pelos professores e alunos da Faculdade de Agronomia e de outras unidades, envolvendo cultivo de plantas, criações animais, entre outros.

O projeto de restauração da Capelinha já tem 100% do valor captado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e as obras iniciarão em breve.

Fotos: César Vieira


Momento do Patrimônio 2018

Momento do Patrimônio #19 – Patrícia Trunfo

 

PAUTA:  III Seminário Nacional sobre Patrimônio Histórico.

CONVIDADA:  PATRÍCIA TRUNFO, Advogada Geral da União, Professora da Escola Superior da Magistratura Federal do Rio Grande do Sul e presidente da instituição beneficente ASSOCIAÇÃO VICTORINO FABIÃO VIEIR, voltada à preservação do patrimônio Histórico de Pelotas.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

Momento do Patrimônio 2018

Momento do Patrimônio – 2018 #18 Ana Celina Figueira…

 

PAUTA:  Museu Julio de Castilhos: História, Política e Memória.

CONVIDADA:  ANA CELINA FIGUEIRA DA SILVA, professora do curso de Museologia da UFRGS e graduada em História e Museologia também pela UFRGS. Sua tese de doutorado, pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade, intitula-se “Investigações e evocações do passado: departamento de história nacional do Museu Júlio de Castilhos”.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

Notícias

SÉRIES PRÉDIOS HISTÓRICOS DA UFRGS – ANTIGO INSTITUTO DE…

ANTIGO INSTITUTO DE QUÍMICA INDUSTRIAL

Com as dificuldades advindas do corte do fluxo de tecnologia da Europa, na Primeira Guerra Mundial, a Escola de Engenharia criou oficialmente, em 1920, o Curso de Química Industrial, que veio ampliar o ensino superior de Química no estado, iniciado em 1897. Tal ampliação contou com a fundação da Escola Livre de Farmácia e Química Industrial da qual, posteriormente, se originou a Escola de Farmácia da Faculdade de Medicina.

As atividades acadêmicas e a prestação de serviços aos órgãos governamentais e empresas exigiam um prédio amplo que abrigasse salas de aula e bons laboratórios. Então, com verbas conseguidas junto ao Ministério de Agricultura, realizou-se a contratação de técnicos estrangeiros bem como a compra de equipamentos e materiais para instalar os laboratórios; dessa forma, o curso de Química Industrial comprometeu-se em realizar análises dos produtos importados pelas alfândegas do Rio Grande do Sul. Inicialmente, as aulas foram dadas em dependência do Instituto de Eletrotécnica.

O terreno para o prédio do Instituto de Química foi obtido junto à Secretaria de Estado dos Negócios das Obras Públicas, em 1922, no Campo da Redenção. Em setembro é lançada a pedra fundamental. Logo começam as obras que foram praticamente concluídas, em 1924. O acabamento do porão foi feito em 1926, ano em que houve a inauguração oficial.

Em 1925, o curso foi elevado a Instituto de Química Industrial. A partir de 1943, além do ensino teórico e prático para os diversos cursos da Escola de Engenharia, o Instituto passou a oferecer os cursos de Licenciatura em Química e Bacharelado em Química, na Faculdade de Filosofia da UFRGS.

O desenvolvimento industrial do Estado exigiu a expansão do Instituto que, para obter novos espaços, ampliou em 1944 a área física do prédio. Novas demandas por áreas foram resolvidas com a construção de um Pavilhão de Tecnologia, na década de 50. Nesse ritmo, em 1955, o Instituto de Química Industrial tornou-se Engenharia Química.


Na década de 60, houve uma grande expansão das atividades de pesquisa. Com a Reforma Universitária, em 1970, o Instituto passaria por uma reestruturação, desvinculando-se da Escola de Engenharia.

Em 1981, o Instituto de Química transfere-se para o Campus do Vale. Sendo assim, o antigo prédio passa a ser utilizado por órgãos administrativos, para atividades didáticas e por alguns laboratórios e, a nova unidade, por sua vez, passou a ser considerada como Instituto Central e responsável por realizar o ensino e pesquisa em Química para o conjunto da Universidade. Seu corpo docente foi formado com quadros oriundos da Escola de Engenharia, Faculdade de Filosofia, Faculdade de Farmácia, Faculdade de Agronomia e Veterinária e Escola de Geologia e alocados em três departamentos: Química Inorgânica, Química Orgânica e Físico-Química.

A partir de 2015 iniciaram-se as obras do seu projeto de restauração através de recursos próprios da Universidade e também com a doação de mais de 400 incentivadores por meio da Lei Rouanet. Atualmente, em 2018, o prédio está prestes a ser reinaugurado como Centro Cultural da UFRGS.

Fotos: César Vieira e acervo SPH

Momento do Patrimônio 2018

Momento do Patrimônio – 2018 #17 Ana Celina Figueira…

 

PAUTA:  Museu Julio de Castilhos: História, Política e Memória.

CONVIDADA:  ANA CELINA FIGUEIRA DA SILVA, professora do curso de Museologia da UFRGS e graduada em História e Museologia também pela UFRGS. Sua tese de doutorado, pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade, intitula-se “Investigações e evocações do passado: departamento de história nacional do Museu Júlio de Castilhos”.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS

Momento do Patrimônio

Momento do Patrimônio – 2018 #16 Ana Luiza Koehler

PAUTA:  Ilustração e Patrimônio

CONVIDADA:  Ana Luiza Koehler, arquiteta e ilustradora, com dissertação de mestrado pelo Programa de Pós Graduação e Planejamento Urbano da UFRGS. O tema da sua dissertação, “Retraçando os becos de Porto Alegre: visualizando a cidade invisível”, ajudou Ana a desenvolver a história em quadrinhos “Beco do Rosário”.

MOMENTO DO PATRIMÔNIO vai ao ar todas as terças-feiras, às 20h30min, pela Rádio da Universidade. Pode ser escutado sintonizando na faixa 1080 AM ou nos sites: www.ufrgs.br/radio/ e www.ufrgs.br/patrimoniohistorico

PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: Marcelo Coelho de Souza, Produtor Cultural do SPH.

REALIZAÇÃO: SPH/SUINFRA/UFRGS