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maio

Palestra A Mão Livre de Luiz Carlos Ripper

O Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas tem o prazer de convidar para a palestra A Mão Livre de Luiz Carlos Ripper , com a professora Lidia Kosovski (PPGAC/UNIRIO).

Dia: 27 de maio, segunda-feira
Horário: 14h
Local: Sala 8 do DAD

Lidia Kosovski mora e trabalha no Rio de Janeiro, onde nasceu. É graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1978), Mestre e Doutora em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1988 e 2000). Tem ampla experiencia na área artística como cenógrafa e já realizou mais de uma centena de trabalhos, conquistando sete Prêmios em sua categoria, entre Shell, MINC e Coca-Cola. Atualmente é professora adjunta do Departamento de Cenografia da Escola de Teatro-UNIRIO.  Integrou o Conselho Fiscal da Associção Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas no biênio 2011-2012. Na Pesquisa acadêmica atua principalmente nos seguintes campos de conhecimento: cenografia, teatro, espaço cênico, arquitetura teatral. Nos meses de março e abril de 2013, foi curadora de uma grande mostra de desenhos, croquis, maquetes dee cenários, seleção de filmes e fotos de trabalhos do artista Luiz Carlos Ripper (1943-1996), um dos grandes nomes do cinema e do teatro brasileiros, no Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro,.

Site: http://www.lidiakosovski.com/

Luiz Carlos Ripper (1943-1996) foi cenógrafo, figurinista, primeiro diretor de arte do cinema nacional, encenador teatral e educador. Em peças como Avatar, de Paulo Afonso Grissoli, e Torre de Babel, em parceria com Fernando Arrabal, criou uma forma própria de se pensar a cenografia, que também apareceu em filmes como Como Era Gostoso Meu Francês, de Nelson Peireira dos Santos e Xica da Silva, de Cacá Diegues. Inovou também em espetáculos como “Hoje é Dia de Rock”, de Rubens Corrêa, “A China é Azul”, de José Wilker, “El Dia que me Quieras”, de José Ignácio Cabrujas, dentre outros. À lista de filmes dos quais fez a direção de arte, podem-se acrescentar “El justiceiro” (1967), de Nelson Pereira dos Santos, “Pindorama”, de Arnaldo Jabor, “São Bernardo”, de Leon Hirszman, “Cara a cara”, de Julio Bressane,  “Brasil Ano 2000”, de Walter Lima Jr.,  “Capitu”, de Paulo César Saraceni, para citar alguns dos mais importantes.

Maiores informações no verbete: http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=personalidades_biografia&cd_verbete=789