Autoavaliação

AUTOAVALIAÇÃO DO PPGAV- UFRGS

O PPGAV busca atender da melhor forma possível as suas próprias expectativas e as de terceiros, incluindo as expectativas institucionais. Para isso, existem procedimentos de avaliação e de autoavaliação propostos oferecidos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, aplicados anualmente, e práticas específicas ainda em estudo.

Para avaliação pelos pares, o PPGAV constitui, dentro de seus quadros, a Comissão de Avaliação Discente, para trabalhos ad hoc a cada três anos (ou menos, se necessário); a última formação ocorreu em 2018, formada por quatro ex-coordenadores; a próxima está prevista para o segundo semestre de 2021.

Para a autoavaliação, aquela que tem por objeto o próprio avaliador, o Programa acompanha a experiência e os trabalhos da Secretaria de Autoavaliação Institucional da UFRGS (dados registrados no RAAI, Relatório de Autoavaliação Institucional, disponibilizados anualmente desde 2010), incluindo os procedimentos e resultados de Autoavaliação Discente. Para atualização dos procedimentos de autoavaliação, em novembro de 2019 o Conselho do PPGAV constituiu a Comissão para Autoavaliação do Programa, com fins de aproximação maior com as práticas da SAI e outras bem-sucedidas, além de buscar informações sobre experiências em outros programas.

Do ponto de vista dos fluxos oriundos da Administração Central da Universidade, a UFRGS realiza anualmente uma bateria de testes e sondagens com seus professores, alunos e técnicos, em todos os níveis.A próxima autoavaliação relevante será a Avaliação da Pós-Graduação 2020, prevista para realização até ano seguinte, no período de 29/03 a 21/05/2021, adaptado para o período em que durar o Ensino Remoto Emergencial, conforme Resolução Nº 02/2021, aprovada pela Comissão Própria de Avaliação da Universidade (CPA/UFRGS), disponível em www.ufrgs.br/cpa em Decisões e Resoluções. Com vistas à melhoria da qualidade, os alunos poderão avaliar professores, atividades de ensino, orientadores, programas e realizar uma autoavaliação. A avaliação pode ser feita por meio do Portal da UFRGS (ver mais em: http://www.ufrgs.br/sai/avaliacaoda-pos-graduacao-2020).

A avaliação geral de sucessos e insucessos, de práticas e rotinas, de resultados e prognósticos é feita natural e dialogicamente através das reuniões da Comissão e do Conselho de Pós-Graduação. São especialmente importantes as reuniões do Conselho realizadas imediatamente após a entrega da coleta de dados para a Plataforma Sucupira e a reunião de finalização do ano, mais ou menos concomitante com o encerramento do período letivo da graduação.

A observação e a autoavaliação permanentes, foco das reuniões regulares da Comissão Coordenadora e
do Conselho de Professores, sinalizam muitos pontos a comemorar e outros tantos desafios a superar.

O Programa procede à autoavaliação sistemática no sentido de aprimorar o desempenho de suas funções. Considerando-se o contexto dos Programas de Pós-Graduação em Artes no país, a observação acurada
indica que o PPGAV, através de seu desempenho e resultados, constitui-se num dos Programas de relevância no país, sendo referência para seus congêneres, sobretudo os com menos tempo de existência. Mesmo assim, a satisfação nunca completada é inerente ao perfil de pesquisadores. Busca-se maior circulação de informações, aprimoramento dos resultados, otimização de rotinas, arejamento burocrático. Considera-se importante, entre outras tarefas, empenhar esforços mais efetivos para incrementar as repercussões da produção intelectual do Programa, por vezes não percebidas como gostaríamos.

Outro ponto a melhorar é a expansão da internacionalização, com ampliação dos intercâmbios internacionais a partir, sobretudo, da atuação dos grupos de pesquisa, mas também estimulando iniciativas individuais. Nosso relato certamente mostra que o PPGAV possui um elevado padrão de contatos na Europa e Américas, sem dúvida acima da média, mas sabemos insuficiente para nossas ambições. Precisamos de mais, porque queremos ouvir mais, dizer mais e ver mais.

Quanto ao ingresso oferecido, atualmente com seleção anual para o mestrado e bianual para o doutorado (em anos pares), a Compós, Comissão de Pós-Graduação, tem o entendimento de que o Programa deverá abrir vagas para o doutorado anualmente. Dado que o Processo Seletivo de 2020 já inclui vagas para doutorado, seria discutida no Conselho a possibilidade para abri-las em 2021. Entretanto, a pandemia de Covid-19 obrigou a transferência de muitas defesas de 2020 para o ano seguinte, tornando 2021 um ano com excesso de compromissos, motivo pelo qual haverá apenas seleção ao mestrado.

Em relação à infraestrutura, é constante a busca de melhorias no espaço físico. Conquistamos novos espaço em 2017, mas acreditamos que temos ainda muito a melhorar. A ampliação dos quadros docente e discente, assim como a ampliação do número de atividades de extensão oferecidas pelo Programa justificam isso. Quanto ao aumento da informatização de processos, foi muitíssimo amplificado o trabalho remoto, abruptamente precipitado pela pandemia em 2020, incluindo aulas, defesas, protocolo e processo seletivo. Após os ajustes iniciais para sobrepujar as dificuldades, nada efetivamente parou. Ao contrário, talvez a nossa visibilidade tenha aumentado.
Ainda outro ponto a melhorar diz respeito à experiência valiosa de trocas de informações regionais que muito nos interessam. Com a possibilidade concretizada do MINTER com a FAARTES/UFAM, temos a possibilidade presencial do intercâmbio efetivo. Interessam a nossos estudos outras regiões do país, como Norte, Nordeste, Centro-Oeste. Interessa-nos a troca. E o Dinter proposto deverá amplificar ainda mais essas relações.
Por fim, vale relembrar, a partir de 2018, o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais passou a fazer parte do Projeto Institucional de Internacionalização da Pós-Graduação da UFRGS pelo Programa CAPES/PRINT. Entendemos que as possibilidades do PRINT e as tarefas do MINTER, somadas, estão proporcionando um poderoso arco de vivências intelectuais e sensíveis nacionais e internacionais.

Todas as nossas iniciativas nascem de autoavaliação regular e visam não somente à oxigenação do PPGAV/UFRGS, mas à conquista de uma melhor avaliação pela Capes, que desde o biênio 1996-1997 encontra-se estável, com nota 5. Para todos os que trabalham arduamente, prezando pelo rigor das ações do Programa, bem como pela ampliação de suas atividades, tal nota é insuficiente. Espera-se que a síntese das ações empreendidas, por um lado, e as perspectivas de desenvolvimento e evolução, por outro, possam indicar esse continuado esforço do Programa pela busca da excelência que sempre foi uma de suas marcas e, ao mesmo tempo, pela abertura às renovações necessárias.


Avaliação do Curso de Pós-Graduação em Artes Visuais pelos Discentes

Comissão Própria de Avaliação – UFRGS – Decisão 03/2018 (Discentes) Acesse aqui

O instrumento de avaliação da pós-graduação pelo discente é dividido em cinco blocos:

1) avaliação do professor;
2) avaliação da disciplina;
3) avaliação da orientação;
4) avaliação do programa;
5) autoavaliação discente

Para fins de exibição dos resultados no Painel de Avaliação, os blocos 1) Professor e 2) Disciplina refletem os dados do programa que ofereceu a atividade de ensino avaliada pelo estudante. O bloco 3) Orientação reflete o programa ao qual o orientador do estudante está vinculado. Os blocos de 4) Programa e 5) Autoavaliação discente refletem o programa ao qual o estudante está vinculado.

 

 

 

 


Avaliação do Curso de Pós-Graduação em Artes Visuais pelos Docentes ( iniciará em 2021/2)

Comissão Própria de Avaliação – UFRGS – Decisão 05/2021 (Docentes) – Acesse aqui

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