Manual para

Dissertações de Mestrado e

Teses de Doutorado

Versão julho de 2020

O texto a seguir contém orientações para a formatação de dissertações e teses a serem submetidas ao PPGBCM como requisitos parciais para obtenção dos títulos de Mestre e Doutor, respectivamente. Essas orientações têm o objetivo de auxiliar os alunos na redação e montagem das dissertações ou teses e não representam imposições por parte da Comissão de Pós-Graduação (CPG). Devem, contudo, ser observadas, por parte dos alunos, quaisquer normas de caráter obrigatório, correspondentes a exigências constantes no regimento do PPGBCM ou expressas em disposições específicas da Comissão.

Configuração de páginas e formatação de texto e caracteres

  1. tamanho do papel para impressão da Dissertação/Tese: padrão A4 (210 mm x 297 mm);
  2. espaçamento 1,5 ou 2,0 ao longo de todo o texto, à exceção das Referências Bibliográficas, em que se pode utilizar espaçamento simples;
  3. margens esquerda e direita de, respectivamente de 3,0 cm e 2,5 cm; margens superior e inferior de 3,0 cm.
  4. texto digitado em fonte tamanho 12 pontos. Tipos de fonte recomendados: “Times New Roman” (fonte serifada) e “Arial” (fonte não-serifada);
  5. Numeração de páginas: as páginas devem ser numeradas consecutivamente, desde a inicial (página de apresentação) até a final. A numeração deve aparecer no canto inferior ou superior direito de cada página. A numeração geralmente é omitida nas páginas referentes aos itens A.1, A.3 e A.4, abaixo, embora elas sejam contadas para efeito da numeração das demais páginas.

Organização do corpo da Dissertação/Tese

A) No caso de não-inclusão de artigo(s) publicado(s) e/ou manuscrito(s) submetido(s) ou aceito(s) para publicação;

Organizar o texto na seguinte ordem:

  1. Página de apresentação ou capa (modelo na secretaria), onde devem constar:
  2. a) o nome da Universidade Federal do Rio Grande do Sul;
  3. b) o título do trabalho (que deve ser o mais curto e informativo possível);
  4. c) o nome do autor (por extenso);
  5. d) o seguinte texto (deslocado à direita da página): Dissertação (ou Tese) submetida ao  Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular do Centro de Biotecnologia da UFRGS como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre (ou Doutor em Ciências);
  6. e) o nome do orientador (por extenso);
  7. f) o nome do(s) co-orientador(es) (por extenso), se houver;
  8. g) o nome da cidade (Porto Alegre)
  9. h) O mês e o ano da apresentação ou defesa da Dissertação ou Tese.
  10. Ficha catalográfica: a ficha catalográfica deve ser gerada pelo próprio usuário através do Sistema para Geração Automática de Ficha Catalográfica de Teses e Dissertações (http://sabi.ufrgs.br/servicos/publicoBC/ficha.php). Este sistema foi desenvolvido pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo e gentilmente cedido para ser adaptado às necessidades dos alunos dos Programas de Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A ficha é gerada como um arquivo pdf, disponível para download e/ou impressão.
  11. Instituição(ões) e fonte(s) financiadora(s): em uma outra página, colocar os nomes das Instituições (Universidades, Institutos, Centros de Pesquisa, Laboratórios etc.) onde foi desenvolvido o trabalho, e todos os seus agentes financiadores (agências governamentais, fundações, empresas etc.);
  12. Página de dedicatória (facultativa);
  13. Página de agradecimentos (facultativa);
  14. Índice: enumeração das principais divisões/seções da Dissertação/Tese, na mesma ordem em que ocorrem no texto, indicando, para cada parte, a página inicial;
  15. Lista de abreviaturas, símbolos e unidades: deverão ser utilizadas abreviaturas, símbolos e unidades definidas oficialmente, e em Língua Portuguesa, quando isso for possível. Símbolos e unidades deverão obedecer ao Sistema Internacional (SI), salvo em casos nos quais uma unidade que não é do SI tem uso corrente e consagrado na área de conhecimento em questão. Abreviaturas constantes na lista dispensam a sua definição no corpo do texto.
  16. Lista de figuras e tabelas (facultativa): índice de figuras e tabelas.
  17. Resumo: descrição sucinta e clara descrevendo os principais resultados do trabalho apresentado. O resumo deve ser redigido de modo a permitir uma compreensão geral do trabalho, sem a necessidade de consulta a outras fontes (esse texto será utilizado também em relatórios e divulgação do PPGBCM em geral); não incluir referência(s) bibliográfica(s). O texto não deve exceder a uma página de extensão (cerca de 350 palavras ou 2000 caracteres, sem contar espaços).
  18. Abstract: resumo (item A.9, em inglês);
  19. Depoimento pessoal (facultativa): limitado a uma página, descrição em formato livre do impacto da Dissertação/Tese na sua vida, pode incluir seus planos para o futuro após a defesa.
  20. Introdução: esta seção geralmente contém uma revisão bibliográfica abrangente, que dê uma clara ideia do estado atual da área de conhecimento/tema abordado na Dissertação/Tese.
  21. Objetivos: consta de uma clara exposição dos objetivos do trabalho. Podem ser apresentados como uma seção, constando como tal no índice, ou como uma subseção da Introdução. Esta seção pode ser subdividida em “Objetivo geral”, que apresenta a ideia central e a finalidade do trabalho, e “Objetivos específicos”, que detalham os processos e metas necessárias para realização do objetivo geral. A hipótese levantada durante a elaboração da Tese/Dissertação, poderá ser incluída no “Objetivo geral” ou poderá ser apresentada em uma seção individual. 
  22. Materiais e Métodos (Metodologia, Procedimentos Experimentais ou nomes relacionados): breve descrição de materiais (incluindo organismos utilizados no trabalho) e metodologias utilizados que deve permitir que um leitor qualificado repita os experimentos/ procedimentos relatados na Dissertação/Tese. Técnicas e procedimentos já publicados podem ser descritos brevemente, desde que acompanhados de uma referência bibliográfica adequada, salientando-se quaisquer modificações introduzidas. Técnicas/procedimentos efetivamente originais devem ser descritos em detalhe. A seção de Materiais e Métodos também poderá ser descrita na forma de estratégias de ação, contendo uma breve introdução sobre a finalidade de cada experimento descrito.
  23. Resultados: descrição objetiva dos resultados, com base em figuras e tabelas. As figuras e tabelas devem aparecer imediatamente após o local onde são citadas pela primeira vez, inseridas no próprio texto, ou em página exclusiva. As legendas das figuras e tabelas devem ser completas, autoexplicativas, e não uma mera enumeração de amostras; devem ser utilizadas como exemplo as legendas de figuras e tabelas de artigos publicados em periódicos científicos.
  24. Discussão (ou Discussão Geral, no caso de vários capítulos de resultados): evitar uma redescrição dos resultados (item A.15) na discussão; essa seção deve ser centrada na interpretação de todos os resultados incluídos na Tese/Dissertação, mesmo aqueles já publicados e previamente discutidos no artigo científico (item B). A interpretação dos resultados deve ser correlacionada com os resultados e conclusões encontrados em outros trabalhos científicos, já publicados, que deverão ser devidamente citados ao longo do texto. Além disso, essa seção também poderá incluir a descrição de conclusões parciais ou finais a partir dos resultados obtidos ao longo da produção da Tese/Dissertação. As conclusões estabelecidas também poderão ser descritas em uma seção individual após a seção de Discussão. As perspectivas futuras para a continuação do trabalho/linha de pesquisa podem integrar a discussão ou constituir um item à parte. 
  25. Resultados e Discussão (opcional aos itens A.15 e A.16): as seções de Resultados e Discussão podem, a critério do autor e de seu orientador, ser aglutinadas em uma única seção, desde que também obedecendo às recomendações acima.
  26. Referências Bibliográficas: listagem, por ordem alfabética, de todo o material bibliográfico citado no corpo da Dissertação/Tese. Quanto à formatação das referências bibliográficas, ver item específico, abaixo. 
  27. Apêndices (facultativo): material adicional (texto, figuras ou tabelas), considerado relevante e complementar a qualquer das seções acima, pode ser incluído em um ou mais Apêndices, a critério do autor e de seu orientador. São frequentemente colocados na forma de Apêndices: programas utilizados em PCR (Reação em Cadeia da Polimerase), dados taxonômicos, listagem de programas de computador, alinhamentos de sequências nucleotídicas ou de aminoácidos de importância secundária etc.
  28. Em todas as dissertações e teses do PPGBCM, deverá ser incluído um mini-currículo do autor, conforme o modelo anexo. 

B) No caso de inclusão de artigo(s) publicado(s) ou de manuscrito(s) submetido(s) ou aceito(s) para publicação 

O PPGBCM permite (e incentiva) que os pós-graduandos utilizem artigo(s) publicado(s) ou manuscrito(s) submetido(s) ou aceito(s) para publicação, como parte integrante das Dissertações/Teses, obedecendo-se às seguintes normas ou recomendações:

  1. O(s) artigo(s)/manuscrito(s) deve(m) ser exclusivamente o(s) referente(s) ao trabalho desenvolvido durante o Mestrado ou Doutorado em andamento; 
  2. Os artigos científicos/manuscritos poderão substituir total ou parcialmente as seções de Materiais e Métodos e Resultados (itens A.14 e A.15, acima). Estas seções poderão ser complementadas para a apresentação de materiais, metodologias e resultados não constantes nos artigos/manuscritos. Sugere-se que cada artigo completo forme um “capítulo”, precedido de uma página de apresentação e/ou a situação do manuscrito (submetido, aceito ou no prelo). A contribuição do discente para o artigo científico/manuscrito deverá ser incluída na página de apresentação de cada capítulo, de forma detalhada. Textos como “nos experimentos” ou “na redação” não são aceitáveis.
  3. No caso de inclusão de artigos/manuscritos, ainda poderão ser incluídas seções de Materiais e Métodos e de Resultados, para outros resultados que não integraram manuscritos ou trabalhos publicados. Nesse caso, seguir recomendações pertinentes acima;
  4. Mesmo com a inclusão de artigos/manuscritos, é obrigatória a inclusão das seções de Introdução e de Discussão (neste caso, Discussão Geral), com abordagens e cobertura de literatura mais amplas, que geralmente não são pertinentes nos artigos, devido à sua extensão. A seção de Discussão deve reunir a interpretação de todos os resultados apresentados na Tese/Dissertação, mesmo aqueles já discutidos no artigo científico/manuscrito (ver seção A.16).
  5. Aplicam-se as normas e recomendações para as demais seções que deverão compor a Dissertação/Tese (itens A.1 a A.10 e A.16 a A.20, acima). 
  6. Artigos já publicados devem preferencialmente ser incluídos na sua forma original na forma de impressão direta de arquivo pdf (Adobe Acrobat). 
  7. Manuscritos de artigos incluídos no corpo da dissertação/tese devem ter figuras e tabelas montadas, com as respectivas legendas, e inseridas no texto, evitando-se agrupá-las ao final do manuscrito, como exigido pelas revistas.
  8. Quando da inclusão de manuscritos aceitos para publicação, mas ainda não publicados, deve ser anexada à Dissertação/Tese, como Apêndice (item A.19, acima), a carta de aceitação formal dos mesmos; 
  9. Poderão também ser incluídos manuscritos de artigos apenas submetidos, ou a serem submetidos para publicação. No caso de artigos já submetidos (mas ainda não aceitos), incluir cópia da carta do editor do periódico confirmando o encaminhamento do mesmo na forma de Apêndice (item A.19, acima);
  10. Em todas as dissertações e teses do PPGBCM, deverá ser incluído um mini-currículo do autor, conforme o modelo anexo.

Referências Bibliográficas

As referências bibliográficas devem seguir como modelo básico a formatação exemplificada abaixo. Salienta-se que os formatos apresentados no modelo representam uma simplificação dos formatos recomendados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) na norma NBR 14724:2011. A Biblioteca da UFRGS disponibiliza um tutorial com ferramentas para facilitar a elaboração de trabalhos acadêmicos, incluindo gerenciadores de formatação de referências bibliográficas e sistemas para elaboração de fichas catalográficas (https://www.ufrgs.br/bibliotecas/ferramentas/#fic1). 

Recomenda-se fortemente a utilização de software para gerenciamento e formatação de referências bibliográficas, como Endnote, Mendeley ou Zotero. A utilização deste tipo de software evita muitos erros que são frequentes quando da digitação e/ou formatação manual das referências bibliográficas. Contudo, é recomendável conferir todas as referências ao final do trabalho, para evitar possíveis erros de catalogação dos softwares.

Modelo:

  1. AMMANN, R. & ECKERT, J. Clinical diagnosis and treatment of echinococcosis in humans. In: Thompson, R. C. A. Echinococcus and Hydatid Disease. Oxon, CAB International, Cap.10, p. 411-463, 1995. 
  2. AUSUBEL, F.; BRENT, R.; KINGSTON, R. E.; MOORE, D. D.; SEIDMAN, J. G.; SMITH, J. A. & STRUHL, K. Short Protocols in Molecular Biology. 3a ed. John Wiley & Sons, 1995
  3. BALAVOINE, G. Identification of members of several homeobox genes in a planarian using a ligation-mediated polymerase chain reaction technique. Nucleic Acids Research, 24(8): 1547-1553, 1996.
  4. BARRET, N. J.; SMYTH, J. D. & ONG, J. Spontaneous sexual differentiation of Mesocestoides corti tetrathyridia in vitro. International Journal for Parasitology, 12(4): 315-322, 1982.
  5. BRONDSTED, H. V. Planarian regeneration. Londres, Pergamon, 1969 apud NEWMARK, P. A. & ALVARADO, A. S. Not your father’s planarian: a classic model enters the era of functional genomics. Nature Reviews, 3: 210-220, 2002.

[Nota: usar “apud” (citado por) para referência de uma fonte bibliográfica não consultada, mas citada em um documento consultado. Nesse caso, uma segunda entrada deverá ser feita na listagem bibliográfica, para citação exclusiva do documento efetivamente consultado (no caso do exemplo, a citação 9, abaixo). É importante que esse tipo de citação apareça na dissertação no menor número possível e que só seja feito quando não existe a possibilidade de consultarmos os originais de documentos relevantes para o trabalho e citados em outras fontes.]

  1. ESTEVEZ, A. Busqueda y caracterizacion de genes de expresión diferencial durante o desarollo de Echinococcus granulosus. Tese de Doutorado, Facultad de Ciencias, Universidad de la Republica Oriental del Uruguay, Montevideo, 1996.
  2. ETGES, F. J. & MARINAKIS, V. Formation and excretion of calcareous bodies by the metacestode (tetrathyridium) of Mesocestoides vogae. Journal of Parasitology, 77(4): 595-602, 1991.
  3. MARKOSKI, M. M.; BIZARRO, C. V.; FARIAS, S.; ESPINOZA, I.; GALANTI, N.; ZAHA, A & FERREIRA, H. B. In vitro segmentation induction of Mesocestoides corti (Cestoda) tetrathyridia. Journal of Parasitology (no prelo).
  4. NEWMARK, P. A. & ALVARADO, A. S. Not your father’s planarian: a classic model enters the era of functional genomics. Nature Reviews, 3: 210-220, 2002. 

[Nota: citação referente à citação 5, acima]

  1. VEIGA, A. B. G., BLOCHTEIN, B. & GUIMARÃES, J. A. Structures involved in production, secretion and injection of the venom produced by the caterpillar Lonomia obliqua (Lepidoptera, Saturniidae). Toxicon, 39: 1343 – 1351, 2001.
  2. VEIGA, A. B. G., PINTO, A. F. M., BLOCHTEIN, B., SCHRANK, A. & GUIMARÃES, J. A. Biochemical and molecular characterization of the secretory epithelium involved in venom production in Lonomia obliqua caterpillar In: XXX Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular – SBBq, Caxambu. Livro de Programa e Resumos da XXX Reunião Anual da SBBq, p.30, 2001.

O nome dos periódicos científicos pode ser citado tanto por extenso como na sua forma abreviada, a critério do autor e de seu orientador. Entretanto, uma vez feita a opção por um destes formatos, ela deve ser obrigatoriamente mantida ao longo de toda a seção. No caso de opção pela forma abreviada, utilizar as abreviaturas oficiais dos periódicos científicos, que podem ser obtidas, por exemplo, através do Journal Database Browser do NCBI (National Center for Biotechnology Information) (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?db=journals&cmd=search&term=) ou na página http://www.lib.purdue.edu/vetmed/vmljrabbr.html, da Purdue University Libraries.

Fontes de consulta eletrônicas, acessadas via Internet, também devem ser citadas formalmente, como partes integrantes das Referências Bibliográficas. Estas fontes de consulta incluem, entre outras: (i) páginas pessoais; (ii) páginas profissionais; (iii) páginas institucionais; (iv) livros editados online (e-books); (v) periódicos científicos editados exclusivamente online (e-journals); (vi) artigos de revistas eletrônicas (e-zines); (vii) artigos de jornais acessados via Internet; (viii) publicações governamentais oficiais, editadas via Internet; (ix) mensagens de e-mail; e (x) mensagens postadas em fóruns de discussão online. Os formatos das citações de fontes eletrônicas ainda estão em desenvolvimento e discussão, mas existem muitas páginas na própria Internet que oferecem normas aceitáveis para este tipo de referência. Uma página da University of Wisconsin-Madison (http://www.library.wisc.edu/libraries/Memorial/citing.htm), por exemplo, apresenta um índice de diversas páginas da Internet que tratam deste assunto; caberá ao autor e a seu orientador a escolha do conjunto de normas a ser seguido.

No texto, as referências bibliográficas devem ser citadas de acordo com os modelos:

  1. a) SANGER (1999) ou (SANGER, 1999) para artigos com um único autor ou para citação de Dissertações ou Teses; 
  2. b) SMITH & JOHNSON (1988) ou (SMITH & JOHNSON, 1988), para dois autores;
  3. c) SAMBROOK et alii (1989) ou (SAMBROOK et alii, 1989), ou ainda, SAMBROOK et al. (1989) ou (SAMBROOK et al., 1989), para três ou mais autores;
  4. d) M. A. Laversha & I. Durham (comunicação pessoal), para resultados obtidos por pesquisadores de outros grupos a título de comunicação pessoal;
  5. e) M. A. Laversha & I. Durham (dados não-publicados) (manuscrito em preparação) (submetido à publicação), para citação de resultados ainda não publicados do próprio grupo do autor da Dissertação/Tese ou do seu grupo de pesquisa; neste caso, a citação deverá aparecer somente no texto e não deverá ser incluída nas Referências Bibliográficas;
  6. f) MARKOSKI et al. (no prelo), para citação de artigo já aceito para publicação, mas ainda não publicado. Nesse caso, o artigo deverá ser citado nas Referências Bibliográficas, mencionando-se o periódico no qual ele será publicado (ver referência 8, acima).

No caso de citações múltiplas, elas deverão ser ordenadas em ordem cronológica, da referência mais antiga para a referência mais recente. Quando da citação múltipla de referências de mesmo ano, elas devem ser organizadas em ordem alfabética.

A responsabilidade pela correção de todas as citações e referências bibliográficas é exclusivamente do autor da Dissertação/Tese e de seu orientador.

Outras normas e convenções

  1. A nomenclatura de enzimas, aminoácidos, peptídeos, proteínas, nucleotídeos, ácidos nucléicos, carboidratos, lipídeos e demais compostos químicos deve obedecer às normas e convenções da International Union of Pure and Applied Chemistry (IUPAC) e da International Union of Biochemistry and Molecular Biology (IUBMB), que podem ser encontradas na Internet (https://iupac.org/what-we-do/nomenclature/) e https://www.qmul.ac.uk/sbcs/iubmb/.
  2. A grafia dos nomes em inglês deve ser convertida para o português, seguindo como referência o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (Editora Positivo, 2010) ou o Novo Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Editora Objetiva, 2009).
  3. Fórmulas de compostos químicos podem ser encontradas no Chemical Abstracts. Um tutorial para sua utilização pode ser encontrado, por exemplo, em http://www.lib.uiowa.edu/chem/tutorials/chemabstracts/formula_search.htm.
  4. Íons devem aparecer como H+, Mg2+ (valência e carga sobrescritas à direita). Isótopos devem ser indicados como 14C, 32P (número de massa sobrescrito à esquerda). Minerais devem ser indicados como elementos químicos (P, N, K, etc.).
  5. Nomes científicos de gêneros e espécies devem aparecer em itálico. Nomes de espécies devem aparecer obrigatoriamente por extenso na primeira vez em que são citados (p. ex., Echinococcus granulosus); depois disso, pode-se usar a forma abreviada, com o gênero abreviado por sua letra inicial maiúscula seguida por um ponto (por exemplo, E. granulosus). Os nomes de outros táxons (reinos, filos, classes, ordens, famílias e seus sub e supratáxons) devem seguir a nomenclatura oficial, não estando em itálico. Guias de referência de Taxonomia estão a disposição na Internet, em páginas como a do Taxonomy Browser (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/Taxonomy), do NCBI, ou do Biology Browser (http://www.biologybrowser.com/), da Thopson Scientific. Nomes vulgares de táxons em português podem ser utilizados, seguindo como referência o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (Editora Positivo, 2010) ou o Novo Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Editora Objetiva, 2009).
  6. Palavras, nomes ou expressões em idioma estrangeiro, quando não traduzidas, devem aparecer entre aspas ou em itálico (o itálico é geralmente reservado para o latim, enquanto que aspas são utilizadas para citações nos demais idiomas). Quando necessário, pode ser incluída a tradução da citação em idioma estrangeiro, entre parênteses.

MODELO

CURRICULUM VITÆ resumido
SOBRENOME, N.

(Nome como aparece em citações bibliográficas)

  1. DADOS PESSOAIS

Nome: completo

Local e data de nascimento: cidade, estado, país e data

Endereço profissional:

Telefone profissional: E-mail:

  1. FORMAÇÃO: curso de graduação (instituição, período); curso de pós- graduação lato sensu (especialização) e stricto sensu (mestrado ou doutorado), citando a instituição e o período. Outros cursos relevantes para a formação profissional.
  2. ESTÁGIOS: estágios curriculares, estágios não remunerados, bolsa de iniciação científica, etc. Para cada um: indicar período, instituição, agência ou fonte de financiamento, nome completo do orientador ou responsável direto e um resumo das atividades desenvolvidas.
  3. PRÊMIOS E DISTINÇÕES
  4. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL OU DIDÁTICA ANTERIOR
  5. ARTIGOS COMPLETOS PUBLICADOS (citações conforme modelos para referências bibliográficas, acima)

7. RESUMOS E TRABALHOS APRESENTADOS EM CONGRESSOS (citações conforme modelos para referências bibliográficas, acima)