{"id":13837,"date":"2026-08-24T11:00:49","date_gmt":"2026-08-24T14:00:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgbotanica\/?page_id=13837"},"modified":"2026-08-24T11:00:51","modified_gmt":"2026-08-24T14:00:51","slug":"ufrgs-adota-manual-para-comunicacao-sobre-povos-indigenas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgbotanica\/ufrgs-adota-manual-para-comunicacao-sobre-povos-indigenas\/","title":{"rendered":"UFRGS adota manual para comunica\u00e7\u00e3o sobre povos ind\u00edgenas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/site\/noticias\/ufrgs-adota-manual-para-comunicacao-sobre-povos-indigenas\/\"><strong>https:\/\/www.ufrgs.br\/site\/noticias\/ufrgs-adota-manual-para-comunicacao-sobre-povos-indigenas\/<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<div id=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-columns-d6c561ee\" class=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-columns has-1-columns has-desktop-equal-layout has-tablet-equal-layout has-mobile-equal-layout has-vertical-unset\"><div class=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-columns-overlay\"><\/div><div class=\"innerblocks-wrap\">\n<div id=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-column-e296ed89\" class=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-column\"><\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As diretrizes orientam a cobertura jornal\u00edstica para combater estere\u00f3tipos e o racismo estrutural, valorizando o protagonismo dos povos origin\u00e1rios<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><small>20 de agosto de 2026 \u00e0s 10:45<\/small><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/MG_7997-scaled.jpg\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fotos: Ana Alicia Flores | Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A UFRGS, por meio da Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o Social (Secom), passou a recomendar o<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Manual-de-Redacao-do-Jornalismo-Indigena.pdf\">&nbsp;<\/a><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Manual-de-Redacao-do-Jornalismo-Indigena.pdf\"><em>Poranga Marand\u00faa<\/em><\/a>:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Manual-de-Redacao-do-Jornalismo-Indigena.pdf\"><em>Manual de Reda\u00e7\u00e3o do Jornalismo Ind\u00edgena<\/em><\/a>&nbsp;como refer\u00eancia para a produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fados sobre povos ind\u00edgenas. A&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/SEI_8010607_Oficio_11_2026.pdf\">orienta\u00e7\u00e3o<\/a>&nbsp;busca qualificar a produ\u00e7\u00e3o e a revis\u00e3o de materiais relacionados ao tema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Elaborado pela&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/abrinjor\/\">Articula\u00e7\u00e3o Brasileira de Ind\u00edgenas Jornalistas (Abrinjor<\/a>), o manual re\u00fane diretrizes para a cobertura jornal\u00edstica sobre os povos origin\u00e1rios, com foco na supera\u00e7\u00e3o de estere\u00f3tipos coloniais e do racismo estrutural e na valoriza\u00e7\u00e3o do protagonismo ind\u00edgena como sujeito da not\u00edcia. Entre os direcionamentos est\u00e3o a prioriza\u00e7\u00e3o de fontes ind\u00edgenas, o reconhecimento da diversidade dos povos e das formas pr\u00f3prias de representa\u00e7\u00e3o, o respeito \u00e0 autonomia das comunidades e o cuidado com a seguran\u00e7a das fontes em situa\u00e7\u00f5es de den\u00fancia de viola\u00e7\u00f5es de direitos. O documento tamb\u00e9m estabelece procedimentos para o uso de imagens, incluindo autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, cr\u00e9dito e aten\u00e7\u00e3o \u00e0 correspond\u00eancia geogr\u00e1fica e \u00e9tnica das fotografias utilizadas nas mat\u00e9rias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Luan de Castro Trememb\u00e9, coordenador-geral da Abrinjor, destaca que \u00e9 muito significativo ver a UFRGS incorporar as diretrizes institucionais constru\u00eddas a partir do&nbsp;<em><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Manual-de-Redacao-do-Jornalismo-Indigena.pdf\">Poranga Marand\u00faa<\/a><\/em>. \u201cA Universidade j\u00e1 tem sido uma parceira importante na luta antirracista e na constru\u00e7\u00e3o de uma comunica\u00e7\u00e3o mais diversa.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/site\/noticias\/ciclo-de-debates-comunicacao-diversa-questiona-praticas-do-jornalismo-em-pautas-indigenas\/\">Em maio, estivemos na UFRGS participando de um ciclo de conversas e dialogando diretamente com estudantes de Jornalismo<\/a>&nbsp;sobre o&nbsp;<em>Poranga Marand\u00faa<\/em>, sobre a constru\u00e7\u00e3o da Abrinjor e sobre os desafios do jornalismo ind\u00edgena.\u201d&nbsp;Trememb\u00e9 acrescenta que a iniciativa \u00e9 fundamental porque \u00e9 dentro da universidade que se formam os profissionais que, em breve, estar\u00e3o nas reda\u00e7\u00f5es e em diferentes espa\u00e7os da comunica\u00e7\u00e3o. \u201cTransformar o jornalismo passa necessariamente pela forma\u00e7\u00e3o desses novos profissionais, para que cheguem ao mercado com um olhar mais respons\u00e1vel, respeitoso e comprometido com a diversidade e com os povos ind\u00edgenas\u201d, comemora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Confira a mat\u00e9ria da UFRGS TV sobre o evento Comunica\u00e7\u00e3o + Diversa<\/strong>:<\/p>\n\n\n<div style=\"width: 100%\" class=\"ub-advanced-video-container wp-block-ub-advanced-video\" id=\"ub-advanced-video-c0a1dc47-1882-4cb0-b3da-ad01307e1c89\"><div class=\"ub-advanced-video-embed ub-advanced-video-autofit-youtube\" style=\"box-shadow: 0px -0px 0px 0px rgba(0, 0, 0, 1); border-top: 0px solid ; border-left: 0px solid ; border-right: 0px solid ; border-bottom: 0px solid ; border-top-left-radius: 0px; border-top-right-radius: 0px; border-bottom-left-radius: 0px; border-bottom-right-radius: 0px; --ub-advanced-video-aspect-ratio: 1280\/720; \"><iframe width=\"1280\" height=\"720\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/6fUyjMNrnLw\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div><\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O guia indica a comunica\u00e7\u00e3o no territ\u00f3rio e a escolha de termos utilizados na produ\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica. Entre as recomenda\u00e7\u00f5es est\u00e3o o uso de \u201cind\u00edgena\u201d em vez de \u201c\u00edndio\u201d, a grafia dos nomes dos povos com inicial mai\u00fascula e no singular e a substitui\u00e7\u00e3o de \u201ctribo\u201d por \u201cpovo\u201d ou \u201cetnia\u201d. Tamb\u00e9m prop\u00f5e evitar generaliza\u00e7\u00f5es e estere\u00f3tipos e reconhece que o uso de tecnologias ou a forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica n\u00e3o diminui a identidade ind\u00edgena.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para temas sens\u00edveis, como a cobertura de suic\u00eddios, foi definida como refer\u00eancia uma abordagem de sa\u00fade p\u00fablica, sem sensacionalismo, al\u00e9m de contextualiza\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o de profissionais ind\u00edgenas na apura\u00e7\u00e3o. O texto tamb\u00e9m orienta cuidados na transcri\u00e7\u00e3o de falas para evitar que adapta\u00e7\u00f5es \u00e0 norma culta alterem o sentido das declara\u00e7\u00f5es. Por fim, o publica\u00e7\u00e3o ainda recomenda a revis\u00e3o de conceitos historicamente utilizados na comunica\u00e7\u00e3o sobre os povos origin\u00e1rios, como a substitui\u00e7\u00e3o de \u201cdescobrimento\u201d por express\u00f5es como \u201cinvas\u00e3o europeia\u201d ou \u201cin\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o\u201d, e de \u201cisolados\u201d por \u201cpovos em isolamento volunt\u00e1rio\u201d ou \u201cpovos aut\u00f4nomos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Feliz com a iniciativa, Suzana Takua, da Tekoa Nhe\u2019engatu, estudante da UFRGS e bolsista na&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@ufrgstv\">UFRGS TV<\/a>, considera a ado\u00e7\u00e3o do manual de extrema import\u00e2ncia para que os n\u00e3o ind\u00edgenas possam conhecer novas perspectivas. \u201cA realidade \u00e9 que s\u00e3o raros projetos como esse, que valorizam e legitimam a sabedoria ancestral, o que deveria ser essencial para qualquer institui\u00e7\u00e3o, pois mostra o mundo atrav\u00e9s da nossa perspectiva\u201d, reflete.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/SEI_8010607_Oficio_11_2026.pdf\">Leia o of\u00edcio enviado \u00e0s dire\u00e7\u00f5es das unidades acad\u00eamicas e administrativas<\/a><\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/site\/noticias\/ufrgs-recomenda-manual-de-boas-praticas-antirracistas-na-comunicacao-institucional\/\"><strong>UFRGS adota \u201cManual de boas pr\u00e1ticas antirracistas\u201d na comunica\u00e7\u00e3o institucional<\/strong><\/a><br><br><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/site\/noticias\/ciclo-de-debates-comunicacao-diversa-questiona-praticas-do-jornalismo-em-pautas-indigenas\/\"><strong>Ciclo de debates \u201cComunica\u00e7\u00e3o + Diversa\u201d questiona pr\u00e1ticas do jornalismo em pautas ind\u00edgenas<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"500\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgbotanica\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/image-3-750x500.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-13839\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgbotanica\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/image-3-750x500.png 750w, https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgbotanica\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/image-3-300x200.png 300w, https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgbotanica\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/image-3-768x512.png 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgbotanica\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/image-3-600x400.png 600w, https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgbotanica\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/image-3.png 1024w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>https:\/\/www.ufrgs.br\/site\/noticias\/ufrgs-adota-manual-para-comunicacao-sobre-povos-indigenas\/ As diretrizes orientam a cobertura jornal\u00edstica para combater estere\u00f3tipos e o racismo estrutural, valorizando o protagonismo dos povos origin\u00e1rios 20 de agosto de 2026 \u00e0s 10:45 Fotos: Ana Alicia Flores | Divulga\u00e7\u00e3o A UFRGS, por meio da Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o Social (Secom), passou a recomendar o&nbsp;Poranga Marand\u00faa:&nbsp;Manual de Reda\u00e7\u00e3o do Jornalismo Ind\u00edgena&nbsp;como refer\u00eancia para a produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fados sobre povos ind\u00edgenas. A&nbsp;orienta\u00e7\u00e3o&nbsp;busca qualificar a produ\u00e7\u00e3o e a revis\u00e3o de materiais relacionados ao tema. Elaborado pela&nbsp;Articula\u00e7\u00e3o Brasileira de Ind\u00edgenas Jornalistas (Abrinjor), o manual re\u00fane diretrizes para a cobertura jornal\u00edstica sobre os povos origin\u00e1rios, com foco na supera\u00e7\u00e3o de estere\u00f3tipos coloniais e do racismo estrutural e na valoriza\u00e7\u00e3o do protagonismo ind\u00edgena como sujeito da not\u00edcia. Entre os direcionamentos est\u00e3o a prioriza\u00e7\u00e3o de fontes ind\u00edgenas, o reconhecimento da diversidade dos povos e das formas pr\u00f3prias de representa\u00e7\u00e3o, o respeito \u00e0 autonomia das comunidades e o cuidado com a seguran\u00e7a das fontes em situa\u00e7\u00f5es de den\u00fancia de viola\u00e7\u00f5es de direitos. O documento tamb\u00e9m estabelece procedimentos para o uso de imagens, incluindo autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, cr\u00e9dito e aten\u00e7\u00e3o \u00e0 correspond\u00eancia geogr\u00e1fica e \u00e9tnica das fotografias utilizadas nas mat\u00e9rias. Luan de Castro Trememb\u00e9, coordenador-geral da Abrinjor, destaca que \u00e9 muito significativo ver a UFRGS incorporar as diretrizes institucionais constru\u00eddas a partir do&nbsp;Poranga Marand\u00faa. \u201cA Universidade j\u00e1 tem sido uma parceira importante na luta antirracista e na constru\u00e7\u00e3o de uma comunica\u00e7\u00e3o mais diversa.&nbsp;Em maio, estivemos na UFRGS participando de um ciclo de conversas e dialogando diretamente com estudantes de Jornalismo&nbsp;sobre o&nbsp;Poranga Marand\u00faa, sobre a constru\u00e7\u00e3o da Abrinjor e sobre os desafios do jornalismo ind\u00edgena.\u201d&nbsp;Trememb\u00e9 acrescenta que a iniciativa \u00e9 fundamental porque \u00e9 dentro da universidade que se formam os profissionais que, em breve, estar\u00e3o nas reda\u00e7\u00f5es e em diferentes espa\u00e7os da comunica\u00e7\u00e3o. \u201cTransformar o jornalismo passa necessariamente pela forma\u00e7\u00e3o desses novos profissionais, para que cheguem ao mercado com um olhar mais respons\u00e1vel, respeitoso e comprometido com a diversidade e com os povos ind\u00edgenas\u201d, comemora. Confira a mat\u00e9ria da UFRGS TV sobre o evento Comunica\u00e7\u00e3o + Diversa: O guia indica a comunica\u00e7\u00e3o no territ\u00f3rio e a escolha de termos utilizados na produ\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica. Entre as recomenda\u00e7\u00f5es est\u00e3o o uso de \u201cind\u00edgena\u201d em vez de \u201c\u00edndio\u201d, a grafia dos nomes dos povos com inicial mai\u00fascula e no singular e a substitui\u00e7\u00e3o de \u201ctribo\u201d por \u201cpovo\u201d ou \u201cetnia\u201d. Tamb\u00e9m prop\u00f5e evitar generaliza\u00e7\u00f5es e estere\u00f3tipos e reconhece que o uso de tecnologias ou a forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica n\u00e3o diminui a identidade ind\u00edgena. Para temas sens\u00edveis, como a cobertura de suic\u00eddios, foi definida como refer\u00eancia uma abordagem de sa\u00fade p\u00fablica, sem sensacionalismo, al\u00e9m de contextualiza\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o de profissionais ind\u00edgenas na apura\u00e7\u00e3o. O texto tamb\u00e9m orienta cuidados na transcri\u00e7\u00e3o de falas para evitar que adapta\u00e7\u00f5es \u00e0 norma culta alterem o sentido das declara\u00e7\u00f5es. Por fim, o publica\u00e7\u00e3o ainda recomenda a revis\u00e3o de conceitos historicamente utilizados na comunica\u00e7\u00e3o sobre os povos origin\u00e1rios, como a substitui\u00e7\u00e3o de \u201cdescobrimento\u201d por express\u00f5es como \u201cinvas\u00e3o europeia\u201d ou \u201cin\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o\u201d, e de \u201cisolados\u201d por \u201cpovos em isolamento volunt\u00e1rio\u201d ou \u201cpovos aut\u00f4nomos\u201d. Feliz com a iniciativa, Suzana Takua, da Tekoa Nhe\u2019engatu, estudante da UFRGS e bolsista na&nbsp;UFRGS TV, considera a ado\u00e7\u00e3o do manual de extrema import\u00e2ncia para que os n\u00e3o ind\u00edgenas possam conhecer novas perspectivas. \u201cA realidade \u00e9 que s\u00e3o raros projetos como esse, que valorizam e legitimam a sabedoria ancestral, o que deveria ser essencial para qualquer institui\u00e7\u00e3o, pois mostra o mundo atrav\u00e9s da nossa perspectiva\u201d, reflete. Leia o of\u00edcio enviado \u00e0s dire\u00e7\u00f5es das unidades acad\u00eamicas e administrativas. 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