{"id":1386,"date":"2022-12-07T08:00:13","date_gmt":"2022-12-07T11:00:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/?p=1386"},"modified":"2023-06-11T22:25:59","modified_gmt":"2023-06-12T01:25:59","slug":"professor-do-ppgsr-e-destaque-na-imprensa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/professor-do-ppgsr-e-destaque-na-imprensa\/","title":{"rendered":"Trabalho do PPGSR\/UFRGS \u00e9 destaque na imprensa: sensor de baixo custo para monitorar o n\u00edvel dos rios"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"583\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Fonseca2022-md-583x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1405\" srcset=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Fonseca2022-md-583x1024.jpg 583w, https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Fonseca2022-md-171x300.jpg 171w, https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Fonseca2022-md-768x1349.jpg 768w, https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Fonseca2022-md-875x1536.jpg 875w, https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Fonseca2022-md-1166x2048.jpg 1166w, https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Fonseca2022-md-scaled.jpg 1458w\" sizes=\"auto, (max-width: 583px) 100vw, 583px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Correio Brasiliense publicou nesta semana (05\/12\/2022) uma mat\u00e9ria (clique <a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Fonseca2022-sm.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui<\/a> para baixar) destacando o trabalho desenvolvido no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sensoriamento Remoto da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGSR\/UFRGS).&nbsp; A publica\u00e7\u00e3o divulga o fruto de uma parceria entre Brasil e Alemanha no desenvolvimento de um sensor remoto para n\u00edvel da \u00e1gua.&nbsp; A semente do trabalho foi a disserta\u00e7\u00e3o de mestrado da pesquisadora Manuella Fagundes, premiada pelo Instituto Panamericano de Geografia e Hist\u00f3ria na edi\u00e7\u00e3o de 2021, sob orienta\u00e7\u00e3o do professor Felipe Nievinski e da professora Andrea Lopes Iescheck.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fonte:<br>&nbsp; &nbsp; Fonseca, F. (2022). &#8220;Novo m\u00e9todo para monitorar n\u00edvel dos rios \u00e9 avan\u00e7o para alerta de enchente&#8221;. Correio Brasiliense, 05\/12\/2022. Ci\u00eancia e Sa\u00fade.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2022\/12\/5056262-novo-metodo-para-monitorar-nivel-dos-rios-e-avanco-para-alerta-de-enchente.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2022\/12\/5056262-novo-metodo-para-monitorar-nivel-dos-rios-e-avanco-para-alerta-de-enchente.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Artigos cient\u00edficos relacionados:<br>&nbsp; &nbsp;&nbsp;Karegar, M. A.; Kusche, J.; Geremia-Nievinski, F.; Larson, K. M. (2022). &#8220;Raspberry Pi Reflector (RPR): A low-cost water-level monitoring system based on GNSS Interferometric Reflectometry&#8221;. Water Resources Research, 58, e2021WR031713.&nbsp;<a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1029\/2021WR031713\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/doi.org\/10.1029\/2021WR031713<\/a><br>&nbsp; &nbsp; Fagundes, M. A. R.; Mendon\u00e7a-Tinti, I.; Iescheck, A. L.; Akos, D. M.; Geremia-Nievinski, F. (2021), &#8220;An open-source low-cost sensor for SNR-based GNSS relectometry: design and long-term validation towards sea-level altimetry&#8221;. GPS Solutions, 25, 73.&nbsp;<a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s10291-021-01087-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s10291-021-01087-1<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">NOVO M\u00c9TODO PARA MONITORAR N\u00cdVEL DOS RIOS \u00c9 AVAN\u00c7O PARA ALERTA DE ENCHENTE<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fruto de parceria entre Brasil e Alemanha, t\u00e9cnica vem sendo testada com resultados promissores<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por Fernanda Fonseca*<br>05\/12\/2022 06:00<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2022\/12\/5056262-novo-metodo-para-monitorar-nivel-dos-rios-e-avanco-para-alerta-de-enchente.html\">https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2022\/12\/5056262-novo-metodo-para-monitorar-nivel-dos-rios-e-avanco-para-alerta-de-enchente.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Monitorar cursos d&#8217; \u00e1gua e desenvolver sistemas eficientes de alerta de inunda\u00e7\u00f5es s\u00e3o tarefas cada vez mais urgentes e que dependem de dados precisos e em tempo real. Essas informa\u00e7\u00f5es, por\u00e9m, nem sempre s\u00e3o acess\u00edveis. Na tentativa de vencer o problema, pesquisadores do Brasil e da Alemanha criaram um dispositivo econ\u00f4mico que, por meio de comunica\u00e7\u00e3o m\u00f3vel, consegue transmitir continuamente dados sobre o n\u00edvel da \u00e1gua a um centro de avalia\u00e7\u00e3o. Em princ\u00edpio, com esse sensor, ser\u00e1 poss\u00edvel construir e abastecer uma rede extensa para alertas de enchentes e secas, apostam os cientistas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O prot\u00f3tipo, chamado Raspberry Pi Reflector (RPR), tem aproximadamente o tamanho de um celular, um GPS de frequ\u00eancia \u00fanica e de baixo custo, al\u00e9m de uma antena conectada a um microcomputador. Makan Karegar, do Instituto de Geod\u00e9sia e Geoinforma\u00e7\u00e3o da Universidade de Bonn e um dos desenvolvedores da tecnologia, explica que o sensor aproveita a radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica produzida pelos sat\u00e9lites de navega\u00e7\u00e3o. Ao atingir a Terra, a maior parte dessa radia\u00e7\u00e3o \u00e9 recebida diretamente pela antena. O restante chega de forma indireta, ap\u00f3s a reflex\u00e3o das ondas na superf\u00edcie da \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A parte refletida, portanto, viaja mais tempo, chegando \u00e0 antena algum tempo depois da onda direta. &#8220;Verificando o intervalo de tempo entre as duas recep\u00e7\u00f5es, podemos inferir a altura da antena acima da \u00e1gua. Dessa forma, sabendo a altura da antena em rela\u00e7\u00e3o ao curso d&#8217;\u00e1gua, \u00e9 poss\u00edvel observar varia\u00e7\u00f5es no n\u00edvel do rio&#8221;, explica Karegar, que desenvolveu a tecnologia em parceria com colegas da institui\u00e7\u00e3o alem\u00e3 e Felipe Nievinski, professor doutor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em Wesel, na Alemanha, o dispositivo j\u00e1 est\u00e1 em funcionamento h\u00e1 dois anos e promete n\u00e3o trazer as limita\u00e7\u00f5es de outros m\u00e9todos usados para determinar o n\u00edvel de cursos d&#8217; \u00e1gua. De acordo com o estudo que apresenta a tecnologia, divulgado na revista Water Resources Research, a maioria das t\u00e9cnicas de medi\u00e7\u00e3o atuais tem restri\u00e7\u00f5es: podem, por exemplo ser danificadas devido \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o direta ao alto n\u00edvel da \u00e1gua, muitas n\u00e3o permitem o monitoramento cont\u00ednuo, a leitura remota \u00e9 dif\u00edcil ou t\u00eam pre\u00e7os de aquisi\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o muito elevados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A nova tecnologia, por sua vez, custa em m\u00e9dia 150 euros (em torno de R$ 823), bem abaixo dos dispositivos atuais. Al\u00e9m disso, depois de instalada, a antena consegue medir o n\u00edvel do rio 24 horas por dia e pode ser operada com seguran\u00e7a em clima extremo e em condi\u00e7\u00f5es adversas via rede m\u00f3vel, exigindo um menor custo operacional. Karegar e Nievinski afirmam que o sensor transmite dados brutos quase que em tempo real, permitindo o monitoramento cont\u00ednuo do n\u00edvel de \u00e1gua. &#8220;A capacidade de telemetria torna a aquisi\u00e7\u00e3o de dados mais f\u00e1cil e mais econ\u00f4mica, melhorando a resposta r\u00e1pida a inunda\u00e7\u00f5es e eventos de seca&#8221;, explicam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">OBST\u00c1CULOS<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar das vantagens, os criadores indicam algumas limita\u00e7\u00f5es. Uma delas \u00e9 que o sensor s\u00f3 \u00e9 adequado para rios com largura m\u00ednima de 40 metros, sendo esse o menor raio do qual a antena pode receber o sinal de sat\u00e9lite refletido. Se o curso de \u00e1gua for muito estreito, a maioria dos sinais refletidos vem da terra. Al\u00e9m disso, ainda \u00e9 preciso demonstrar a plausibilidade dos dados em condi\u00e7\u00f5es cr\u00edticas. Por isso, mais coletas de dados s\u00e3o necess\u00e1rias para assegurar sua confiabilidade e utilidade nessas situa\u00e7\u00f5es de risco.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos caminhos para vencer as dificuldades pode ser o trabalho coletivo. Os pesquisadores disponibilizam todas as informa\u00e7\u00f5es sobre a tecnologia na internet, com o objetivo de facilitar a sua reprodu\u00e7\u00e3o. A aposta \u00e9 que, como o software pode ser acessado por qualquer pessoa de forma gratuita, seja criada uma rede colaborativa que traga melhorias ao dispositivo. &#8220;Para a comunidade cient\u00edfica, o RPR, como um hardware de c\u00f3digo aberto, pode sempre ser melhorado adicionando mais sensores de medi\u00e7\u00e3o a ele, bem como otimizando seu consumo de energia e desempenho&#8221;, indicam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O uso pedag\u00f3gico e recreativo da solu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica tamb\u00e9m \u00e9 cogitado pelo grupo. &#8220;Esse sistema cient\u00edfico de c\u00f3digo aberto tamb\u00e9m pode ser considerado como um kit de ensino com uma abordagem fa\u00e7a voc\u00ea mesmo, que combina matem\u00e1tica, tecnologia, engenharia e ci\u00eancias ambientais&#8221;, sugerem Karegar e Nievinski. A dupla tamb\u00e9m planeja instalar os sensores ao longo do rio Reno, na Alemanha, para monitorar o n\u00edvel do rio e validar medi\u00e7\u00f5es de sat\u00e9lite.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ESTRAT\u00c9GICO PARA BIOMAS BRASILEIROS<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma vers\u00e3o anterior do sensor para monitoramento dos cursos d&#8217; \u00e1gua funciona h\u00e1 quatro anos, em Porto Alegre, e outra est\u00e1 em opera\u00e7\u00e3o, desde 2019, no Porto de Imbituba, em Santa Catarina. Felipe Nievinski, um dos criadores da tecnologia e professor da Universidade do Rio Grande do Sul (UFRGS), conta que os dados observados demonstram que a nova t\u00e9cnica de medi\u00e7\u00e3o pode ser vantajosa para o Brasil, tendo potencial para aumentar o alcance da rede de monitoramento h\u00eddrico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os maiores rios j\u00e1 s\u00e3o bem monitorados pela ANA (Ag\u00eancia Nacional de \u00c1guas) em parceria com a CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais). Por\u00e9m, a maioria dos rios menores ainda carece de monitoramento&#8221;, contextualiza.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O pesquisador tamb\u00e9m avalia que, ainda que as formas convencionais de medi\u00e7\u00e3o do n\u00edvel da \u00e1gua sejam precisas, sua proximidade com a \u00e1gua as exp\u00f5em a danos causados por enxurradas, al\u00e9m do risco de roubo e vandalismo. &#8220;Muitas redes de monitoramento h\u00eddrico iniciadas por governos estaduais acabam sendo gradualmente extintas ao longo dos anos devido ao alto custo de manuten\u00e7\u00e3o e conserto&#8221;, detalha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Artur Matos, pesquisador em geoci\u00eancias e coordenador dos Sistemas de Alerta Hidrol\u00f3gico (SAH) do Servi\u00e7o Geol\u00f3gico do Brasil, tamb\u00e9m reconhece o alto custo das formas de media\u00e7\u00e3o convencionais como uma limita\u00e7\u00e3o: &#8220;\u00c9 um equipamento bom, robusto, mas o custo \u00e9 elevado&#8221;, afirma. &#8220;Seria muito importante se a gente tivesse equipamentos mais baratos e confi\u00e1veis para conseguir aumentar a rede de monitoramento sem tanto custo e ter dados sobre o n\u00edvel dos rios em tempo real&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Hoje, as formas de medi\u00e7\u00e3o usadas no pa\u00eds para os sistemas de alerta s\u00e3o esta\u00e7\u00f5es autom\u00e1ticas, que fazem uso de radares e sensores instalados em \u00e1reas pr\u00f3ximas aos cursos d&#8217;\u00e1gua e oferecem dados de monitoramento de hora em hora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">VALIDA\u00c7\u00c3O<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Usada de forma localizada no Brasil, a nova solu\u00e7\u00e3o ainda tem a vantagem de poder ser usada em variedade de \u00e1reas, incluindo rios, lagos, represas e mar. Por\u00e9m, n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de explora\u00e7\u00e3o ampla pelos \u00f3rg\u00e3os de monitoramento. &#8220;Em qualquer nova tecnologia, existe um vale entre a sua inven\u00e7\u00e3o e a valida\u00e7\u00e3o inicial em universidades e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e a sua eventual ado\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o na rotina de produ\u00e7\u00e3o por \u00f3rg\u00e3os dedicados ao monitoramento ambiental, hidrol\u00f3gico ou oceanogr\u00e1fico&#8221;, explica Nievinski.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas Nievinski afirma estar feliz com o dispositivo desenvolvido, principalmente por se tratar de uma tecnologia oriunda de uma universidade brasileira. &#8220;Estamos muito orgulhosos de uma tecnologia desenvolvida no Brasil ter chamado a aten\u00e7\u00e3o de pesquisadores na Alemanha&#8221;, diz. A semente do trabalho foi a disserta\u00e7\u00e3o de mestrado da pesquisadora Manuella Fagundes, premiada pelo Instituto Panamericano de Geografia e Hist\u00f3ria na edi\u00e7\u00e3o de 2021, sob orienta\u00e7\u00e3o de Nievinski e da professora Andrea Lopes Iescheck.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Correio Brasiliense publicou nesta semana (05\/12\/2022) uma mat\u00e9ria (clique aqui para baixar) destacando o trabalho desenvolvido no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sensoriamento Remoto da Universidade Federal do Rio Grande [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1,5],"tags":[],"class_list":["post-1386","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-1","category-vitrine"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1386","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1386"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1386\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1784,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1386\/revisions\/1784"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1386"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1386"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/ppgsr\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1386"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}