Pesquisas em andamento

No momento, existem seis (6) linhas de pesquisas com projetos em fase de coleta de dados no Ambulatório de TDAH da Infância e da Adolescência. 

Caso você tenha interesse em obter maiores informações, em participar de alguma delas, ou de encaminhar o seu paciente com TDAH para participar (no caso de profissionais da área de saúde mental), por favor, faça contato com a nossa secretária através do telefone (051) 3359-8094.

  • Estudo do TDAH - Suscetibilidade genética, identificação de genes candidatos e estudo de farmacogenética

    O estudo de identificação de genes candidatos faz parte de uma rede internacional de pesquisas sobre genética e TDAH ("ADHD Molecular Genetics Network"), coordenada pelo Prof. Stephen Faraone da Universidade de Harvard. No PRODAH, a Profa. Dra. Mara Hutz coordena essa linha de pesquisa em colaboração com a Profa. Dra. Tatiana Roman, ambas vinculadas ao Dep. De Genética da UFRGS. As alunas de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular da UFRGS, Ana Paula Miranda Guimarães e Júlia Pasqualini Genro, e as alunas de graduação do curso de Ciências Biológicas da UFRGS, Angélica Oliveira, e do curso de Biomedicina da UFCSPA, Gláucia Chiyoko Akutagava Martins, também desenvolvem projetos relacionados a essa linha de pesquisa. Atualmente, vários estudos têm demonstrado claramente uma participação importante de fatores genéticos na causa do TDAH. Assim, não é incomum encontrarmos a presença do transtorno em pais e irmãos das crianças e adolescentes que apresentam TDAH. O esforço atual se concentra em identificar quais os genes que estão envolvidos, assim como a exata contribuição de cada um deles.

    O estudo de farmacogenética é um projeto relacionado ao protocolo acima e representa uma das possíveis participações da genética em relação a aspectos clínicos do TDAH. Considerando que recentemente há um interesse em avaliar a associação entre genes candidatos e resposta a medicação ou efeitos adversos das medicações usadas para tratamento do transtorno, nesse projeto avaliamos a relação de genes que conceitualmente podem estar envolvidos com a neurobiologia do TDAH ou a ação do fármaco no SNC e a resposta ao mesmo. Inicialmente desenvolvido no Programa pelos médicos psiquiatras Cristian Zeni e Guilherme Polanczyk.

    O que você ganha ao participar deste estudo?
    A criança ou adolescente e seus pais biológicos terão acesso a uma avaliação multidisciplinar através de entrevistas individualizadas para detecção e / ou confirmação da presença de TDAH. A criança ou adolescente terá acesso a uma bateria de testes neuropsicológicos que ajudarão no entendimento das dificuldades escolares que ela estiver apresentando. No caso de diagnóstico positivo, o atendimento da criança ou adolescente no programa estará assegurado mesmo que vocês decidam se retirar da pesquisa no andamento da mesma. Por fim, a sua participação ajudará no desenvolvimento de novos conhecimentos que poderão eventualmente beneficiar vocês e outras pessoas que enfrentam os mesmos problemas.

    O que você precisará fazer?
    Além das entrevistas e testes mencionados acima, apenas será coletada uma amostra de 5 ml de sangue da criança ou adolescente e de um ou de ambos os pais biológicos para avaliação dos genes potencialmente envolvidos através de análise do DNA.

    Quem pode participar (critérios de inclusão)?
    Crianças ou adolescentes com diagnóstico confirmado de TDAH através da avaliação acima descrita que tenham um ou ambos (preferencialmente) pais biológicos disponíveis e dispostos a participar da pesquisa.

  • Transtorno do Humor Bipolar em comorbidade com TDAH: Um ensaio clínico randomizado, duplo cego com aripiprazol seguido de metilfenidato

    Em amostras clínicas, tem aumentado o reconhecimento de que uma parcela significativa (10-20%) dos pacientes com TDAH apresentam comorbidade com o Transtorno de Humor Bipolar (THB). O THB se caracteriza em crianças por períodos marcados de irritabilidade com tempestades afetivas, sintomas depressivos em concomitância, e um curso mais crônico do que marcadamente episódico. A presença dos dois transtornos ao mesmo tempo tende a determinar uma evolução mais problemática. O aripiprazole é uma medicação nova que por suas propriedades pode em tese ter efeito benéfico nos sintomas de ambos os transtornos. Essa investigação tem como objetivo avaliar a eficácia e tolerabilidade dessa medicação nesses casos de comorbidade TDAH + THB. Naqueles pacientes com resposta apenas parcial nos sintomas de TDAH com o uso de aripiprazole, a eficácia e tolerabilidade da associação do aripiprazole com metilfenidato será avaliada. Este estudo esta sob a coordenação do Dra. Silzá Tramontina.

    O que você ganha ao participar deste estudo? 
    A criança ou adolescente e seus pais biológicos terão acesso a uma avaliação multidisciplinar através de entrevistas individualizadas para detecção e / ou confirmação da presença de TDAH e THB. No caso de diagnóstico positivo, o atendimento da criança ou adolescente no programa estará assegurado, inclusive o fornecimento da medicação durante toda a participação da criança/adolescente no estudo. Vocês poderão retirar-se da pesquisa durante o andamento da mesma, se assim o desejarem. Por fim, a sua participação ajudará no desenvolvimento de novos conhecimentos que poderão eventualmente beneficiar vocês e outras pessoas que enfrentam os mesmos problemas.

    O que você precisará fazer?
    Além das entrevistas de avaliação, você e seu filho precisarão comparecer semanalmente ao Hospital de Clinicas por 8 semanas consecutivas para avaliação da resposta a essas medicações. Exames laboratoriais (de sangue) serão coletados antes e durante o uso da medicação. Ele precisara tomar as medicações conforme prescrito.

    Quem pode participar (critérios de inclusão)?
    Crianças ou adolescentes com diagnóstico confirmado de TDAH e THB pela equipe do PRODAH provenientes da triagem do serviço, ou que voluntariamente procurem a equipe.

  • Ingestão alimentar e os níveis séricos de ferroem crianças e adolescentes portadores do Transtorno de Déficit de Atenção

    O tratamento do TDAH envolve uma abordagem múltipla, englobando intervenções psicossociais e psicofarmocológicas. Além disso, tem sido sugerida a importância de intervenções nutricionais devido à possibilidade de deficiência de alguns nutrientes específicos em crianças com TDAH. Em especial, sugere-se, a possibilidade de as crianças com TDAH apresentarem deficiências de ferro, o que pode contribuir para a ocorrência de problemas comportamentais. O ferro está presente em uma série de funções bioquímicas extremamente importantes, as quais incluem o transporte de oxigênio, o metabolismo da glicose e a síntese de neurotransmissores, como a dopamina. Assim, conforme estudos realizados com animais, os estoques de ferro no cérebro podem influenciar o comportamento das crianças.

    O que você ganha ao participar desse estudo?
    A criança ou adolescente receberá uma avaliação nutricional completa através de 04 entrevistas individualizadas com a realização de dieta individualizada, sugestões para os hábitos alimentares adequados e recomendações nutricionais. Além disso, a detecção através dos exames laboratoriais, de possível carência nutricional de ferro. A criança e adolescente do grupo Controle ainda se beneficia de avaliação de estimativa de QI e avaliação para detectar Transtornos Psiquiátricos. O nosso objetivo será oferecer informações para uma alimentação saudável, com as quantidades de nutrientes essenciais e as calorias necessárias para prevenir deficiências ou excessos nutricionais. A alimentação equilibrada é importante para a manutenção da saúde, prevenindo o aparecimento de várias doenças.

    O que você precisará fazer?
    Além das entrevistas, a realização de exame parasitológico de fezes (EPF) e a coleta de sangue para análise bioquímica de ferro sangüíneo.

    Quem pode participar?
    Crianças e adolescentes de 6 a 18 anos:
    1. com diagnóstico de TDAH e em tratamento com metilfenidato (Ritalina®, Ritalina LA® ou Concerta®) por pelo menos 3 meses;
    ou
    1. com diagnóstico de TDAH, não estando em tratamento com medicação;
    ou
    1. sem diagnóstico de TDAH ou de outro transtorno psiquiátrico.

    Não podem participar crianças e adolescentes que:
    - os pais ou responsáveis sejam analfabetos (devido ao preenchimento de controle alimentar realizado no domicílio);
    - tenham retardo mental, depressão e/ou transtorno de humor bipolar;
    - apresentem situações que interfiram nos níveis séricos de ferro, como: uso de suplemento de ferro nos últimos 2 meses; parasitoses por Ancylostoma duodenal e Necator americanus; infecções crônicas; história de perda sanguínea; diagnóstico de diarréia crônica.

  • Associação entre acidentes de trânsito com motoboys, Transtorno por Uso de Substâncias Psicoativas e Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade

    Os acidentes de trânsito (AT) representam uma importante preocupação de saúde pública e figuram entre as principais causas de morte entre adolescentes e adultos jovens. De uma forma geral, as principais causas dos AT são atribuídas aos motoristas, sobretudo em decorrência de uso de substâncias psicoativas (SPA) e de desatenção. Tais condições podem ser expressões de dois freqüentes transtornos psiquiátricos, o Transtorno por Uso de Substâncias Psicoativas (TUSP) e o Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH). Entretanto, não há dados avaliando a prevalência de TDAH entre motociclistas acidentados, tampouco o efeito do tratamento medicamentoso do TDAH no desempenho no trânsito.

    O presente estudo, subdividido em etapas 1 e 2, tem por objetivo: a) avaliar a prevalência de TUSP e TDAH entre motociclistas (etapa 1) e b) avaliar o efeito agudo do MFD em motociclistas com TDAH (etapa 2). O estudo pode ter importantes repercussões práticas à sociedade, uma vez que: a) contribuirá com dados inéditos a respeito do perfil dos motociclistas envolvidos em AT; b) permitirá desenvolver uma técnica para identificar precocemente uma taxa significativa dos motoristas de alto risco; c) permitirá propor uma intervenção terapêutica capaz de melhorar o desempenho de motociclistas com problemas de desatenção e impulsividade.

    Quem pode participar?
    Motociclistas profissionais (motoboys), de ambos os sexos, com idade entre 19 e 29 anos, alfabetizados e moradores de Porto Alegre ou Região Metropolitana. Exige-se experiência mínima de 1 ano na função de motoboy.

    Qual será minha participação?
    Você virá ao HCPA onde responderá a uma entrevista clínica sobre sintomas psiquiátricos e uso de drogas. Conversaremos com você sobre sua história de acidentes de trânsito e veremos seu histórico de multas no site do DETRAN-RS. Você passará por uma avaliação de QI e testes neuropsicológicos em um computador. Também pediremos a você uma amostra de urina, para avaliar uso de maconha, cocaína e anfetaminas. Como parte da avaliação, você fará um teste da habilidade no trânsito em um simulador de motocicleta. Um de seus pais ou cônjuge/namorada(o) será entrevistado, por telefone, apenas sobre sintomas de TDAH.

    O que eu ganho participando deste estudo?
    Você estará contribuindo com um estudo inédito, que poderá ajudar várias pessoas que diretamente ou indiretamente estão envolvidas em acidentes de trânsito. Você também receberá uma avaliação psiquiátrica realizada por uma equipe com ampla experiência em saúde mental, sobretudo em TDAH e uso de álcool/drogas. Você receberá um ressarcimento pelas horas não trabalhadas enquanto estiver realizando as avaliações que compõem o protocolo deste estudo.

  • O papel de fatores ambientais adversos, funcionamento familiar e psicopatologia parental na resposta ao tratamento com metilfenidato em crianças e adolescentes com Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade

    Existe uma associação entre adversidade social e aumento de risco para psicopatologia em geral. Em relação ao TDAH em crianças e adolescentes, fatores ambientais adversos estão relacionados à comorbidades e maior prejuízo. Não existem estudos sobre tais fatores e resposta ao tratamento com metilfenidato no TDAH e, em nosso meio, não existem estudos sobre fatores moderadores ou mediadores de resposta ao tratamento do TDAH.

    O objetivo deste trabalho é avaliar como fatores ambientais adversos, presença de transtornos mentais nos pais e o funcionamento familiar influenciam a resposta ao tratamento do TDAH.

  • Estratégias de ensino para crianças e adolescentes com Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH): possibilidade de intervenções pedagógicas na aritmética

    Este é um projeto desenvolvido em parceria com a Faculdade de Educação da UFRGS. O objetivo deste estudo é avaliar a eficácia de um programa de ensino de fatos básicos. O armazenamento e a recuperação dos fatos básicos têm sido apontados como uma dificuldade específica em crianças com dificuldades aritméticas e com TDAH (subtipo desatento e combinado), que podem se agravar com a sobreposição dos dois transtornos. Entretanto, ainda permanecem controvérsias sobre a validade do ensino direcionado a este aspecto da matemática.

    O que você ganha ao participar deste estudo?
    A criança ou adolescente e seus pais biológicos terão acesso a uma avaliação multidisciplinar através de entrevistas individualizadas para detecção e / ou confirmação da presença de TDAH. Além da avaliação multidisciplinar para detecção e / ou confirmação da presença de TDAH, a criança ou adolescente participará de um apoio pedagógico direcionado a aritmética (fatos básicos) por um período de 10 semanas. A sua participação ajudará no desenvolvimento de novos conhecimentos sobre intervenções pedagógicas para o TDAH que poderão, eventualmente, beneficiar vocês e outras pessoas que enfrentam os mesmos problemas. Vocês poderão retirar-se da pesquisa durante o andamento da mesma, se assim o desejarem.

    O que você precisa fazer?
    Além das entrevistas e testes neuropsicológicos para a avaliação do TDAH, o paciente será testado quanto ao seu conhecimento matemático. Caso haja a indicação para o apoio pedagógico, ele deverá comparecer ao HCPA, uma vez por semana, durante um período de 10 semanas.

    Quem pode participar (critérios de inclusão)?
    Crianças e adolescentes que (1) estejam freqüentando as seis primeiras séries do Ensino Fundamental; (2) possuírem diagnóstico de TDAH subtipo desatento e combinado, confirmado pela equipe do PRODAH de acordo com as normas estabelecidas pelo APA (2003); (3) terem QI estimado (WISC-III, 2002) entre 80 e 120; (4) usarem uma estratégia de contagem imatura na resolução de cálculos aritméticos; (5) não estarem freqüentando atendimento psicopedagógico ou qualquer ajuda pedagógica além daquela disponibilizada pela escola.

    Também existem três (3) linhas de pesquisas com projetos em fase de coleta de dados no Ambulatório de TDAH de Adultos.

    Para participar de alguma delas ou encaminhar o seu paciente com TDAH para participar (no caso de profissionais da área de saúde mental), por favor, faça contato com o Dr. Eugenio Horácio Grevet pelo telefone (51) 3359-8268 nas sextas-feiras das 16 às 20 horas.

  • Estudo das bases moleculares do TDAH/Hiperatividade em adultos

    Este estudo investiga as bases genéticas para o Transtorno de Déficit de Atenção /Hiperatividade em adultos (TDAHA ). Serão estudados genes candidatos envolvidos na causas do transtorno. A investigação será voltada para as possíveis associações entre estes genes e o desenvolvimento do TDAHA, a resposta ao tratamento e comodidade.

    O que você ganha ao participar deste estudo?
    O paciente adulto terá acesso a uma avaliação multidisciplinar através de entrevistas individualizadas para detecção e / ou confirmação da presença de TDAH, assim como, a uma bateria de testes neuropsicológicos que ajudarão no entendimento das dificuldades que estiver apresentando. No caso de diagnóstico positivo, o atendimento do adulto no programa estará assegurado mesmo que você decida retirar-se da pesquisa no andamento da mesma. Por fim, a sua participação ajudará no desenvolvimento de novos conhecimentos que poderão eventualmente beneficiar vocês e outras pessoas que enfrentam os mesmos problemas.

    O que você precisará fazer?
      Além das entrevistas e testes mencionados acima, apenas será coletada uma amostra de 10 ml de sangue do paciente adulto para avaliação dos genes potencialmente envolvidos através de análise do DNA.

    Quem pode participar (critérios de inclusão)?
    Adultos maiores de 18 anos com diagnóstico confirmado de TDAH através da avaliação acima descrita e disposto a participar da pesquisa.

  • Farmacogenômica da resposta ao tratamento do TDAH de adultos

    Esse estudo é um projeto relacionado ao protocolo acima mencionado. Considerando que recentemente há um interesse em avaliar a associação entre genes candidatos e resposta a medicação ou efeitos adversos das medicações usadas para tratamento do transtorno em adultos, nesse projeto avaliamos a relação de genes que conceitualmente podem estar envolvidos com a neurobiologia do transtorno ou a ação do fármaco no SNC e a resposta ao mesmo.

  • Associação entre genes e testes neuropsicológicos do TDAH

    Um dos campos de avanço na pesquisa de genética do TDAH é o da busca de endofenótipos, ou seja, características herdadas por grupos de indivíduos com TDAH. Como o transtorno é muito heterogêneo na sua apresentação clínica, a identificação dessas características herdadas que possam reduzir a heterogeneidade clínica pode ajudar no avanço da compreensão etiológica do TDAH. Uma das formas de reduzir a heterogeneidade clínica é através da pesquisa de respostas específicas em testes neuropsicológicos. Assim, estmos avaliando a associação de alguns genes candidatos e resposta aos principais testes neuropsicológicos aplicados no TDAH em adultos (STROOP, Wisconsin, CPT).

  • Associação entre tipos de temperamento e subtipos de TDAH em adultos

    Há um crescente interesse na comunidade científica para tentar descobrir se existem alguma relação entre os diferentes temperamentos e o TDAH em Adultos. Sabe-se que determinados traços de temperamento podem levar a uma maior inquietude e impulsividade. Tentamos neste estudo relaciona-los com as diferentes apresentações clínicas do TDAH.

    O que você precisará fazer?
    Você precisa estar interessado em participar do estudo principal do programa (Bases Moleculares), ser maior de 18 anos, concordar em participar das entrevistas e testes mencionados acima e doar uma amostra de 10 ml de seu sangue.

    O que você ganha ao participar deste estudo?
    Você terá acesso a uma avaliação multidisciplinar através de entrevistas individualizadas para detecção e / ou confirmação da presença de TDAH, assim como, a uma bateria de testes neuropsicológicos que ajudarão no entendimento das dificuldades que estiver apresentando. No caso de diagnóstico positivo de TDAH, o atendimento no programa estará assegurado e você recebera tratamento gratuito por um período de seis meses. Por fim, a sua participação ajudará no desenvolvimento de novos conhecimentos que poderão eventualmente beneficiar vocês e outras pessoas que enfrentam os mesmos problemas.

    Quem pode participar (critérios de inclusão)?
    Adultos maiores de 18 anos com diagnóstico confirmado de TDAH através da avaliação acima descrita e disposto a participar da pesquisa.

  • Efeitos ambientais associados ao TDAH

    Além do interesse por detectar as características genéticas do TDAH em Adultos, nossa equipe também está interessada em investigar possíveis fatores não genéticos que influenciem no desenvolvimento do transtorno. Para isso desenvolvemos um estudo em que estes fatores são sistematicamente estudados.

    O que você precisará fazer?
    Você precisa estar interessado em participar do estudo principal do programa (Bases Moleculares), ser maior de 18 anos, concordar em participar das entrevistas e testes mencionados acima e doar uma amostra de 10 ml de seu sangue.

    O que você ganha ao participar deste estudo?
    No caso de diagnóstico positivo de TDAH, o atendimento no programa estará assegurado e você recebera tratamento gratuito. Por fim, a sua participação ajudará no desenvolvimento de novos conhecimentos que poderão eventualmente beneficiar vocês e outras pessoas que enfrentam os mesmos problemas.

    Quem pode participar (critérios de inclusão)?
    Ser um adulto maior de 18 anos disposto a participar da pesquisa e seu diagnóstico de TDAH for confirmado através da avaliação realizada pela nossa equipe.