{"id":237,"date":"2018-11-21T12:22:39","date_gmt":"2018-11-21T14:22:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/projetoamora\/?page_id=237"},"modified":"2018-12-06T08:46:38","modified_gmt":"2018-12-06T10:46:38","slug":"memorias","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/projetoamora\/memorias\/","title":{"rendered":"Mem\u00f3rias"},"content":{"rendered":"<p>A origem do nome, segundo seus criadores e as informa\u00e7\u00f5es contidas em outras vers\u00f5es do Projeto de Ensino (2000; 2009\/2010 e 2012\/2013).<\/p>\n<h5 style=\"text-align: right;\">O Projeto recebe o nome de Amora numa rela\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica entre as caracter\u00edsticas deste &#8220;fruto&#8221;, a transitividade inspirada pela palavra amora e o resultado que se pretende no processo pedag\u00f3gico.A amora \u00e9 uma infrutesc\u00eancia formada por m\u00faltiplos frutos suculentos, derivados de uma reuni\u00e3o de flores diferentes que se desenvolveram pr\u00f3ximas. Estes frutos s\u00e3o reunidos por um tecido tamb\u00e9m suculento, o que os transforma em uma estrutura \u00fanica muito saborosa e, por isso mesmo, muito apreciada. (Projeto de Ensino \u2013 2000)<\/h5>\n<p>O Projeto Amora foi gestado por um grupo de professores do Col\u00e9gio de Aplica\u00e7\u00e3o em 1995. Um ano ap\u00f3s, em 1996, ocorreu a sua implanta\u00e7\u00e3o para o atendimento de estudantes, primeiramente, da quinta s\u00e9rie e, mais tarde, das sextas s\u00e9ries \u2013,atuais sextos e s\u00e9timos anos do Ensino Fundamental.<\/p>\n<p>Seus objetivos principais foram: a cria\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias metodol\u00f3gicas pautadas pelo redimensionamento de tempos e espa\u00e7os e dos pap\u00e9is de estudantes e professores, na busca de novas solu\u00e7\u00f5es para a organiza\u00e7\u00e3o de hor\u00e1rios e das salas de aula e, principalmente para repensar o tipo de participa\u00e7\u00e3o que cada umadas disciplinas\/\u00e1reasdeveria ter no processo de constru\u00e7\u00e3o do conhecimento desses estudantes. (PERNIGOTTI; GOULART, p. 11, 1997).<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18px; font-family: 'Source Sans Pro', sans-serif;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 Na origem do Projeto, houve um destaque especial aos \u201crecursos tecnol\u00f3gicos\u201d e \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de \u201cnovos ambientes de aprendizagem\u201d. Segundo seus professores, tal fato viabilizou novas modalidades de \u201cintera\u00e7\u00e3o entre aprendentes: as presenciais e \u00e0 dist\u00e2ncia\u201d. Por meio dessa perspectiva, o Projeto buscou adotar uma concep\u00e7\u00e3o interdisciplinar do conhecimento, vis\u00e3o essa, compreendida por meio da mescla das diferentes \u201cinterfaces\u201d dos campos do conhecimento.Alinhado a esse prop\u00f3sito, a avali\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi valorizada como processo, n\u00e3o apenas como obten\u00e7\u00e3o de resultados. (PERNIGOTTI; GOULART, p. 12, 1997).<\/span><\/p>\n<p>O Projeto Amora, desde seu in\u00edcio em 1996, apostou no uso da tecnologia digital como forma de registro e de compartilhamento das produ\u00e7\u00f5es de professores e alunos. Nessa \u00e9poca, o projeto contou com parceria do Laborat\u00f3rio de Estudos Cognitivos da UFRGS.<\/p>\n<p><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0Em 2003<\/strong>, com a cria\u00e7\u00e3o do <strong>Le@d<\/strong>, o Col\u00e9gio de Aplica\u00e7\u00e3o passou a gerenciar as p\u00e1ginas dos alunos num servidor pr\u00f3prio. Dessa forma, o percurso das investiga\u00e7\u00f5es dos alunos era publicado em p\u00e1ginas virtuais por eles confeccionadas. Nos anos iniciais do projeto, as p\u00e1ginas eram constru\u00eddas com editores como o Mozilla Composer ou o Microsoft Frontpage Express, para posterior publica\u00e7\u00e3o em um servidor.<\/p>\n<p>As di\ufb01culdades t\u00e9cnicas de armazenamento dos dados e o uso de uma linguagem espec\u00ed\ufb01ca para a publica\u00e7\u00e3o no servidor, fizeram com que o grupo de professores optasse por uma forma de registro online, o <em>Pbworks<\/em>.\u00a0 Esse recurso oportunizou significativos avan\u00e7os no que tange \u00e0 facilidade do registro das produ\u00e7\u00f5es e compartilhamento do conhecimento constru\u00eddo.<\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0No ano de 2010<\/strong>, o Col\u00e9gio de Aplica\u00e7\u00e3o passou a integrar o <strong><a href=\"https:\/\/www.fnde.gov.br\/programas\/proinfo\/eixos-de-atuacao\/projeto-um-computadro-por-aluno-uca\">Projeto Um Computador por Aluno<\/a> (UCA)<\/strong> como escola-piloto, recebendo laptops para todos os alunos e professores da escola. Em consequ\u00eancia disso, potencializaram-se o acesso \u00e0 internet e os usos da tecnologia digital para o registro virtual das atividades desenvolvidas, uma vez que cada aluno tinha um computador conectado \u00e0 rede a sua disposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Atualmente, o Projeto Amora encontra-se em um patamar diferente. \u00c9 importante ressaltar que, ao mesmo tempo em que h\u00e1 um esfor\u00e7o para consolidar a abordagem te\u00f3rico-metodol\u00f3gica constru\u00edda ao longo da hist\u00f3ria, readequando-a \u00e0s novas demandas que v\u00e3o surgindo e \u00e0s contribui\u00e7\u00f5es das pesquisas que s\u00e3o realizadas por seus professores, outros desafios come\u00e7aram a ser enfrentados.<\/p>\n<p>Um deles foi necessidade de retomar a utiliza\u00e7\u00e3o de \u201cum computador para muitos\u201d em sistema de colabora\u00e7\u00e3o no laborat\u00f3rio de inform\u00e1tica e o crescente uso do celular no cotidiano das aulas, a partir do momento em que os UCAs se tornaram defasados, o que revela o processo de \u00a0readequa\u00e7\u00e3o do uso da tecnologia nas aulas.<\/p>\n<p><strong> \u00a0Em 2018<\/strong>, al\u00e9m de <em>Pbworks<\/em>, os <em>Bloggers <\/em>come\u00e7aram a ser utilizados para os trabalhos de <a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/projetoamora\/projetos-de-aprendizagem\/\">projetos de aprendizagem<\/a> como o intuito de experimentar uma outra plataforma de sistematiza\u00e7\u00e3o e de compartilhamento das produ\u00e7\u00f5es dos estudantes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A origem do nome, segundo seus criadores e as informa\u00e7\u00f5es contidas em outras vers\u00f5es do Projeto de Ensino (2000; 2009\/2010 e 2012\/2013). 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