Este tuco-tuco habita as primeiras linhas de dunas do litoral e os campos arenosos adjacentes ao litoral (segunda linha de dunas), desde o Farol de Santa Marta, em Santa Catarina, até Tavares, no Rio Grande do Sul.

Ao longo da distribuição existem populações com diferentes números cromossômicos, seguindo a tendência natural dos tuco-tucos de apresentarem diferentes cariótipos. A interação destas populações formam ZONAS DE HIBRIDAÇÃO, que são descritas como "janelas para o processo evolutivo". Além das zonas híbridas entre as populações estes tuco-tucos também hibridizam com uma outra espécie, o Ctenomys lami.

Um grande problema para estes tucos:

A ameaça é semelhante a de C.  flamarioni: eles vivem em uma região geográfica muito dinâmica e com alta interferência humana.

Assim, quando ocorre a disputa pela mesma área (entre humanos e tucos) a gente já pode imaginar quem é que sai perdendo; os tucos, claro.