{"id":1979,"date":"2023-07-17T14:47:34","date_gmt":"2023-07-17T17:47:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propar\/?page_id=1979"},"modified":"2023-12-06T16:30:59","modified_gmt":"2023-12-06T19:30:59","slug":"teses-classificadas-por-data-de-defesa-2001-2005","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propar\/en\/teses\/teses-classificadas-por-data-de-defesa\/teses-classificadas-por-data-de-defesa-2001-2005\/","title":{"rendered":"Teses classificadas por data de defesa (2001-2005)"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-block-paragraph\">2004<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-a066cdcc uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">O problema dos elementos na arquitetura do s\u00e9culo XX &#8211; Alfonso Corona Martinez<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-a066cdcc\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-5ef2b858 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;Alfonso Corona Martinez<br><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;O problema dos elementos na arquitetura do s\u00e9culo XX<br><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Prof. Edson da Cunha Mahfuz<br><strong>Data da Defesa:&nbsp;<\/strong>05\/04\/2004<br><strong>Banca Examinadora:<\/strong><br>Prof. Dr. Carlos Eduardo Dias Comas, PROPAR-UFRGS<br>Prof. Dr. Fernando P\u00e9rez Oyarzun, Universidade de Chile<br>Prof. Dr. Paulo Bruna, Faculdade de Arquitetura da Universidade de S\u00e3o Paulo<br>Prof. Dr. Rog\u00e9rio de Castro Oliveira, PROPAR-UFRGS<br><strong>Conceito Atribu\u00eddo:<\/strong>&nbsp;A<br><strong>Resumo da tese:<\/strong><br>A partir da Renascen\u00e7a as mudan\u00e7as na arquitetura constru\u00edda foram antecedidas por inova\u00e7\u00f5es em sua representa\u00e7\u00e3o. O ensino, formalizado no s\u00e9culo XVIII, foi feito por meio de representa\u00e7\u00f5es e n\u00e3o pela experi\u00eancia direta do construir. O aprendizado foi demonstrado pela capacidade de desenhar uma classe particular de desenhos, sujeitos a certas t\u00e9cnicas precisas de geometria projetiva.<br>Por volta do ano 1800, com os escritos de j.n.l. Durand, a planta organizada para satisfazer a utilidade do futuro edif\u00edcio foi separada explicitamente das eleva\u00e7\u00f5es e se\u00e7\u00f5es. Isto permitiu que a arquitetura se desenvolvesse livre de muitas limita\u00e7\u00f5es que antes tinha, evitando que cada novo edif\u00edcio devesse ter propriedades classicistas tais como a propor\u00e7\u00e3o, ao mesmo tempo que eliminou o uso obrigat\u00f3rio dos Elementos cl\u00e1ssicos da Arquitetura.<br>Esta segunda ruptura no processo de projeto lhe permitiu superar a primeira, a da Renacen\u00e7a, quando p\u00f4de, pela primeira vez, projetar edif\u00edcios independentemente do processo construtivo e dos precedentes medievais.<br>O processo de projeto assim formalizado criou com \u00eaxito edif\u00edcios aptos a servir os novos programas, ao mesmo tempo que permitiu que as escolas de arquitetura ensinassem um mecanismo para fazer projetos funcionalmente eficazes durante os s\u00e9culos XIX e XX. Essa nova liberdade de projeto foi respons\u00e1vel pela instabilidade formal da arquitetura moderna que acabou por repetir, segundo seu estilo, a sucess\u00e3o de Estilos do s\u00e9culo XIX.<br>O presente trabalho mostra como essa instabilidade formal deriva do mecanismo de projeto e, por conseguinte, por que a aspira\u00e7\u00e3o de um projeto moderno unit\u00e1rio ou integrado \u00e9 impratic\u00e1vel. Enquanto o processo de projeto formalizado por volta de 1800 for considerado como c\u00e1lido e operativo, opor-se-\u00e0 ao logro dessa unidade estil\u00edstica idealizada.<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewbox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-574f63ae uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Arquitetura moderna brasileira em Porto Alegre sob o mito do &#8220;g\u00eanio art\u00edstico nacional&#8221; &#8211; Luis Henrique Haas Luccas<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-574f63ae\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-a5c89c5a uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;Luis Henrique Haas Luccas<br><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;Arquitetura moderna brasileira em Porto Alegre sob o mito do &#8220;g\u00eanio art\u00edstico nacional&#8221;<br><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Prof. Rog\u00e9rio de Castro Oliveira<br><strong>Data da Defesa:&nbsp;<\/strong>19\/07\/2004<br><strong>Banca Examinadora:<\/strong><br>Prof. Dr. Andrey Rosenthal Schlee, Universidade de Bras\u00edlia &#8211; UNB<br>Prof. Dr. Elvan Silva, PROPAR-UFRGS<br>Prof. Dr. Gilberto Flores Cabral, Departamento de Urbanismo, Fac. de Arquitetura &#8211; UFRGS<br><br><strong>Conceito Atribu\u00eddo:<\/strong>&nbsp;A<br><strong>Resumo da tese:<\/strong><br>A Tese recupera tr\u00eas d\u00e9cadas da arquitetura moderna realizada em Porto Alegre, desde sua introdu\u00e7\u00e3o no final dos anos 40. Examina a experi\u00eancia local contextualizada na produ\u00e7\u00e3o brasileira, enfrentando o dilema entre adotar acriticamente o modelo hegem\u00f4nico, amparado no mito forjado de uma express\u00e3o nativa como requisito essencial, ou assumir as diferen\u00e7as regionais existentes, perseguindo uma express\u00e3o pr\u00f3pria distinta daquela identificada com o &#8220;g\u00eanio art\u00edstico nacional&#8221; acusado por Lucio Costa. Este modelo provinha, em grande parte, do nacionalismo subjacente \u00e0 arquitetura moderna brasileira em seus dois momentos mais significativos: escola carioca e brutalismo paulista.<br>No sentido transversal da narrativa, a abordagem procura reavaliar com isen\u00e7\u00e3o os m\u00e9ritos e percal\u00e7os das experi\u00eancias local e brasileira, expondo mazelas provenientes da vis\u00e3o hegem\u00f4nica imposta, que atribuiu ao &#8220;g\u00eanio nativo&#8221; um falacioso dom art\u00edstico brasileiro inato e uma capacidade de improviso pass\u00edveis de superar defici\u00eancias formativas hist\u00f3ricas. Estas qualidades supostamente resultariam na predisposi\u00e7\u00e3o da arquitetura moderna brasileira para as &#8220;free-forms&#8221; e a habitual insubordina\u00e7\u00e3o \u00e0 regras e prescri\u00e7\u00f5es, caracter\u00edsticas das quais a arquitetura produzida em Porto Alegre ressentiu-se. Em \u00faltima an\u00e1lise, a Tese defende a premissa de que o \u00eaxito da arquitetura moderna brasileira foi respons\u00e1vel pelo triunfo do conceito de &#8220;exce\u00e7\u00e3o como regra&#8221;; um fato que penalizou a necess\u00e1ria disciplina projetual e conseq\u00fcente produ\u00e7\u00e3o de uma arquitetura brasileira &#8220;m\u00e9dia&#8221; mais extensa, como tamb\u00e9m o pr\u00f3prio prosseguimento daquela experi\u00eancia moderna exemplar, que acabou por tombar \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o excessiva do &#8220;g\u00eanio art\u00edstico&#8221; com suas obras &#8220;de exce\u00e7\u00e3o&#8221; correspondentes.<br><strong>Palavras Chave:<\/strong><br>Arquitetura moderna<br>Porto Alegre<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewbox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<!--nextpage-->\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2005<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-589deb90 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Crise de autenticidade: mudan\u00e7as na produ\u00e7\u00e3o da arquitetura Argentina &#8211; 1990-2002 &#8211; Fernando Esteban Diez<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-589deb90\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-c8072eaa uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong><\/em>Fernando Esteban Diez<br><em><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;<\/em>Crise de autenticidade: mudan\u00e7as na produ\u00e7\u00e3o da arquitetura Argentina &#8211; 1990-2002<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/strong>Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><em>Orientador:&nbsp;<\/em>Edson Cunha Mahfuz, Arq. Ph.D.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>30\/08\/2005<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>Jose Rosas Vera, Arq. Dr. &#8211; PUC-CHILE<br>Sandra Pesavento, Hist. Dra. &#8211; PROPUR-UFRGS<br>Rog\u00e9rio de C. Oliveira, Arq. Dr. &#8211; PROPAR-UFRGS<br>Carlos Eduardo Dias Comas, Arq. Dr. &#8211; PROPAR-UFRGS<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo da Tese:<br><\/strong>Um enfraquecimento da autoridade do arquiteto e um recente isolamento da disciplina s\u00e3o manifestados nos novos modos em que s\u00e3o tomadas as decis\u00f5es de projeto e em uma cis\u00e3o entre a investiga\u00e7\u00e3o, a educa\u00e7\u00e3o e a pr\u00e1tica profissional. Na produ\u00e7\u00e3o argentina da \u00faltima d\u00e9cada isto \u00e9 colocado em evid\u00eancia em uma pr\u00e1tica onde as decis\u00f5es sobre os diferentes aspectos do edif\u00edcio &#8211; especialmente suas superf\u00edcies aparentes, sua estrutura sustentadora e seus sistemas t\u00e9cnicos &#8211; s\u00e3o tomadas independentemente, e at\u00e9 por diferentes atores profissionais. A crescente estandardiza\u00e7\u00e3o iconogr\u00e1fica e t\u00e9cnica dos edif\u00edcios est\u00e3o unidas a novos programas e a uma tematiza\u00e7\u00e3o dos desenvolvimentos urbanos que tomam forma de encraves aut\u00f4nomos de seu contexto. Os processos de decis\u00e3o se assimilam cada vez mais aos dos produtos de consumo, onde o princ\u00edpio de \u00eaxito substitui o de utilidade e onde uma incrementada capacidade de reprodu\u00e7\u00e3o do que \u00e9 de sucesso produz um efeito de espelho. Essa premedita\u00e7\u00e3o corr\u00f3i a autenticidade de todos os produtos, sumindo-os em uma acelerada obsolesc\u00eancia simb\u00f3lica. Nessas circunst\u00e2ncias aparece como veross\u00edmil apenas aquilo que est\u00e1 al\u00e9m da capacidade de reprodu\u00e7\u00e3o e de manipula\u00e7\u00e3o: o incontrol\u00e1vel e o irrevers\u00edvel. Fontes de sentido onde a arte e a arquitetura buscam significado no passado, no acaso, na pobreza ou na viol\u00eancia. Depois de sua retirada disciplinar e da crise dos fundamentos que Eisenmam chama de &#8220;cl\u00e1ssicos&#8221;, \u00e9 sugerida uma poss\u00edvel miss\u00e3o para a arquitetura, novamente fundada na utilidade, ligada ao desafio que apresenta um mundo finito com demandas crescentes e ao reconhecimento da nova condi\u00e7\u00e3o de um mundo mais residual e menos natural, expondo novamente a velha oposi\u00e7\u00e3o natural-artificial. Essa miss\u00e3o deveria atuar sobre aspetos tanto culturais quanto t\u00e9cnicos e \u00e9 ligada a duas vis\u00f5es opostas: o sedentarismo, identificado com a caverna e a acumula\u00e7\u00e3o cultural, e o nomadismo, identificado com a figura do navio e a condi\u00e7\u00e3o do artificial. Essas figuras, sugerimos, circunscrevem o novo cen\u00e1rio onde a arquitetura dever\u00e1 encontrar sua miss\u00e3o.<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewbox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-b59c0322 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">FORMA E CONTEXTO &#8211; O Museu da Imagem e do Som\/RJ e a Amplea\u00e7\u00e3o da Biblitoeca de Estocolmo &#8211; Jos\u00e9 Alberto Ventura<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-b59c0322\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-c476588e uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>Jos\u00e9 Alberto Ventura<br><strong>T\u00edtulo:&nbsp;<\/strong>FORMA E CONTEXTO &#8211; O Museu da Imagem e do Som\/RJ e a Amplea\u00e7\u00e3o da Biblitoeca de Estocolmo<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/strong>Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><em><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;<\/em>Edson Cunha Mahfuz, Arq. Ph.D.<br><em><strong>Data da Defesa:&nbsp;<\/strong><\/em>30\/08\/2005<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>Leandro Manenti, Arq. Dr. &#8211; PUC-CHILE<br>Cl\u00e1udia Cabral, Arq. Dr\u00aa. &#8211; PROPUR-UFRGS<br>Raquel Lima, Arq. Dr\u00aa. &#8211; PROPAR-UFRGS<br>Carlos Eduardo Dias Comas, Arq. Dr. &#8211; PROPAR-UFRGS<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>B<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>A identidade formal pode ser apontada como a alma da arquitetura. Em diversas obras recentes a arquitetura tem sido concebida como uma forma que se define, entre outras raz\u00f5es, pela rela\u00e7\u00e3o com o contexto. Uma rela\u00e7\u00e3o que busca diferencia\u00e7\u00e3o, por contraste ou por neutralidade, um procedimento b\u00e1sico na arquitetura. Por outro lado, pode haver diferencia\u00e7\u00e3o sem rela\u00e7\u00e3o com o contexto. Pode contrastar sem estabelecer qualquer rela\u00e7\u00e3o cujo sentido deixa de se referir ao objeto e seu contexto, mas a outro ente de raz\u00e3o a ser representado na materialidade do objeto. Reconhecendo a dualidade que h\u00e1 na natureza das rela\u00e7\u00f5es formais, particularmente a que se refere \u00e0 articula\u00e7\u00e3o entre aspectos convencionais e contingentes na obten\u00e7\u00e3o de uma s\u00edntese formal, explora-se essa dualidade para a compreens\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o entre forma e contexto, tendo como crit\u00e9rio legitimador o conceito de consist\u00eancia formal. Para se aprimorar essa abordagem foi preciso compreender melhor a dualidade do conceito de forma, sua origem e seu desenvolvimento que culmina com a modernidade. Para verifica\u00e7\u00e3o emp\u00edrica, a abordagem foi aplicada aos projetos apresentados em dois concursos internacionais de projeto: o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro e a Amplia\u00e7\u00e3o da Biblioteca de Estocolmo, nos quais os distintos contextos eram especialmente significativos. Foi poss\u00edvel identificar e distinguir projetos nos quais a forma, independentemente de sua excepcionalidade, p\u00f4de ser relacionada aos elementos intr\u00ednsecos dos projetos, assim como projetos em que a forma n\u00e3o se relacionava aos aspectos da constitui\u00e7\u00e3o do objeto. P\u00f4de-se confirmar a rela\u00e7\u00e3o entre forma e contexto como dualidade entre aspectos convencionais e contingentes, os quais puderam ser legitimados pelo crit\u00e9rio da consist\u00eancia formal. Um aspecto b\u00e1sico para a identidade visual da arquitetura, em \u00faltima inst\u00e2ncia.<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewbox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-55bff062 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">A cobertura nos edif\u00edcios de grandes v\u00e3os: uma proposta de ferramenta de apoio. &#8211; Eduardo Grala da Cunha<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-55bff062\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-a34b1463 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;Eduardo Grala da Cunha<\/em><br><em><strong>T\u00edtulo:&nbsp;<\/strong>A cobertura nos edif\u00edcios de grandes v\u00e3os: uma proposta de ferramenta de apoio.<\/em><br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/strong>Tecnologia de Edifica\u00e7\u00e3o e Urbanismo<\/em><br><em><strong>Orientador:&nbsp;<\/strong>Juan Luis Mascar\u00f3, Eng\u00ba. Dr.<\/em><br><em><strong>Data da Defesa:<\/strong>&nbsp;05\/09\/2005<\/em><br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>Sylvio Arnoldo Dick Jantzen, Arq. Dr. &#8211; UFPEL &#8211; FAURB<br>Jos\u00e9 Luis Duarte Ribeiro Eng\u00ba. Dr. &#8211; UFRGS &#8211; Depto. Eng.;<br>Cl\u00e1udia Piant\u00e1 Costa Cabral, Arq. Dr\u00aa &#8211; UFRGS\/ PROPAR<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:<\/strong>&nbsp;A<br><strong>Resumo da Tese:<br><\/strong>Este trabalho verifica a viabilidade da utiliza\u00e7\u00e3o de ferramentas de apoio \u00e0 decis\u00e3o no \u00e2mbito das decis\u00f5es tecnol\u00f3gica e ambiental, como mecanismos de gera\u00e7\u00e3o de conhecimento para o arquiteto na fase do projeto. A verifica\u00e7\u00e3o \u00e9 apresentada atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o de um modelo de apoio \u00e0 decis\u00e3o, vinculado a aspectos tecnol\u00f3gicos e ambientais, para escolha de uma cobertura de um edif\u00edcio industrial. Os crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o utilizados no desenvolvimento do modelo s\u00e3o oriundos da norma ISSO DP 6241. Buscando resgatar a import\u00e2ncia de tecnologia na projetualidade da arquitetura em geral, num primeiro momento, \u00e9 analisado o papel da dimens\u00e3o tecnol\u00f3gica a partir do entendimento dos \u00faltimos 200 anos da produ\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica mundial. Posteriormente \u00e9 apresentada a contribui\u00e7\u00e3o da tipologia industrial como tamb\u00e9m do elemento de arquitetura cobertura na projetualidade, em geral, atrav\u00e9s da analise na produ\u00e7\u00e3o mundial no referido per\u00edodo. Essas an\u00e1lises permitem a gera\u00e7\u00e3o de uma nova classifica\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a de tecnologia em edifica\u00e7\u00f5es a partir do entendimento do grau de intensidade da valoriza\u00e7\u00e3o dessa dimens\u00e3o. Essa verifica\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica permitiu tamb\u00e9m caracterizar uma estreita rela\u00e7\u00e3o entre o edif\u00edcio industrial, a tecnologia e a cobertura, a qual \u00e9 determinada pela incorpora\u00e7\u00e3o das conquistas tecnol\u00f3gicas nos edif\u00edcios de produ\u00e7\u00e3o ao longo da hist\u00f3ria como tamb\u00e9m \u00e9 marcada pela import\u00e2ncia do elemento de arquitetura coberta no ecletismo tecnicista da produ\u00e7\u00e3o da arquitetura do ferro da segunda metade do s\u00e9culo XIX. A partir da an\u00e1lise hist\u00f3rica e da defini\u00e7\u00e3o das vari\u00e1veis importantes e testados atrav\u00e9s do desenvolvimento de estudo de caso de um edif\u00edcio industrial em Passo Fundo, RS. Atrav\u00e9s desse estudo \u00e9 poss\u00edvel verificar a viabilidade da utiliza\u00e7\u00e3o de uma ferramenta de apoio \u00e0 decis\u00e3o como dispositivo de gera\u00e7\u00e3o de conhecimento durante a fase de desenvolvimento do projeto.<br><em><strong>Palavras Chave:<\/strong><br><\/em>Arquitetura<br>Projetualidades<br>Coberturas Industriais<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewbox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-53db669c uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Entre mitos e limites: as possibilidades do adensamento construtivo face \u00e0 qualidade de vida no ambiente urbano. &#8211; Ruskin Marinho de Freitas<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-53db669c\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-b038ce7c uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a)<\/strong>:&nbsp;<\/em>Ruskin Marinho de Freitas<br><em><strong>T\u00edtulo<\/strong>:&nbsp;<\/em>Entre mitos e limites: as possibilidades do adensamento construtivo face \u00e0 qualidade de vida no ambiente urbano.<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;<\/em>Tecnologia de Edifica\u00e7\u00e3o e Urbanismo&nbsp;<strong><em>&nbsp;<\/em><\/strong><br><em><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;<\/em>Juan Lu\u00eds Mascar\u00f3, Eng. Dr.&nbsp;<em>&nbsp;<\/em><br><em><strong>Data da Defesa:<\/strong>&nbsp;<\/em>03\/10\/2005<br><em><strong>Banca Examinadora&nbsp;<\/strong><\/em><strong>:<br><\/strong>D\u00e9cio Rigatti, Arq. Dr. &#8211; UFRGS\/PROPUR.<br>Edv\u00e2nia Gomes, Geog. Dr\u00aa &#8211; DCG\/UFPE.<br>Fernando Freitas Fu\u00e3o, Arq. Dr. &#8211; PROPAR\/UFRGS.&nbsp;<em>&nbsp;<\/em><br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:<\/strong>&nbsp;A , com recomenda\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o.<br><strong>Resumo da Tese:<br><\/strong>Numa retrospectiva do processo de urbaniza\u00e7\u00e3o, observamos a sua associa\u00e7\u00e3o a dois outros processos: o de adensamento construtivo e o de degrada\u00e7\u00e3o do ambiente, em v\u00e1rios momentos sendo tidos como um s\u00f3. Essa abordagem dificulta a considera\u00e7\u00e3o de outras possibilidades. A partir da mudan\u00e7a de enfoque, da linearidade da hist\u00f3ria, para a espacializa\u00e7\u00e3o da geografia, procuramos focalizar dois temas principais &#8211; clima urbano e forma urbana.<br>Os climas urbanos s\u00e3o modifica\u00e7\u00f5es locais das condi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas. Ao longo de um percurso pela cidade, sucedem-se \u00e1reas com caracter\u00edsticas relacionadas a diversos aspectos f\u00edsicos, morfol\u00f3gicos e atividades humanas. Notam-se diferen\u00e7as de temperatura, de ventila\u00e7\u00e3o e de umidade, entre ruas ou bairros de uma cidade, que podem ser mais, ou menos, quentes, \u00famidos, ventilados do que a m\u00e9dia preponderante na regi\u00e3o.<br>A forma urbana \u00e9 logo lembrada quando nos referimos \u00e0s cidades, mas estas n\u00e3o se restringem \u00e0 sua apar\u00eancia f\u00edsica, ao seu desenho em uma planta, a configura\u00e7\u00f5es externas ou a estudos volum\u00e9tricos e estil\u00edsticos. As cidades s\u00e3o caracterizadas por todos esses aspectos, englobando ainda sua evolu\u00e7\u00e3o, organiza\u00e7\u00e3o social, degrada\u00e7\u00e3o ambiental e intr\u00ednsecas rela\u00e7\u00f5es. Em um momento de agravamento dos problemas ambientais urbanos, \u00e9 de extrema pertin\u00eancia discutir o quanto \u00e0 forma urbana interfere sobre a qualidade de vida no ambiente urbano.<br>Ao mesmo tempo, questionamos os mitos da cidade ca\u00f3tica e refletimos sobre os limites do adensamento construtivo, considerando diferentes vari\u00e1veis. O que \u00e9 conforto? Qual seria a forma urbana ideal? Chegaremos \u00e0 cidade compacta, sustent\u00e1vel e dotada de qualidade de vida? Quais os limites e possibilidades do adensamento construtivo?<br>No munic\u00edpio do Recife &#8211; PE, algumas de nossas hip\u00f3teses foram validadas, atrav\u00e9s da observa\u00e7\u00e3o dos fatos gerais, tais como urbaniza\u00e7\u00e3o e degrada\u00e7\u00e3o ambiental, chegamos \u00e0 compreens\u00e3o de fatos locais, como a forma\u00e7\u00e3o de microclimas e a produ\u00e7\u00e3o de diferentes graus de conforto em cada uma das quatro \u00e1reas analisadas.<br><em><strong>Palavras Chave:<\/strong><br><\/em>Morfologia Urbana<br>Cidades capitais: Recife<br>Microclimas<br>&nbsp;<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewbox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-3f356d31 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Arquitetura da escola paulista brutalista (1953-1973) &#8211; Ruth Zerde Zein \/ Pr\u00eamio Capes-Teses 2006(nacional)_ melhor tese na \u00e1rea<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-3f356d31\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-7cd4cbd5 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;Ruth Zerde Zein<\/em><br><em><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;<\/em>Arquitetura da escola paulista brutalista (1953-1973)<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/strong>Teoria Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da arquitetura<\/em><br><em>Orientador:&nbsp;<\/em>Carlos Eduardo Dias Comas, Arq.Dr.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>27\/10\/2005&nbsp;<em>&nbsp;<\/em><br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<br><\/strong>Carlos Guilherme Mota, Hist. Dr. &#8211; Universidade Mackenzie;<br>Cl\u00e1udio Calovi Pereira, Arq. PhD. &#8211; UFRGS\/ PROPAR;<br>Edson Cunha Mahfuz, Arq. PhD. &#8211; UFRGS\/ PROPAR;<br>Josep Maria Montaner, Arq. Dr. &#8211; UPC\/ Barcelona;<br>Paulo Julio Valentino Bruna, Arq. Dr &#8211; FAU\/USP.<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:<\/strong>&nbsp;A<br><strong>Resumo da Tese:<br><\/strong>Esta tese parte de uma vis\u00e3o pluralista que organiza um panorama amplo e acurado das principais caracter\u00edsticas arquitet\u00f4nicas e consolida\u00e7\u00e3o, requerendo seu status de relativa autonomia tanto no seio da arquitetura brasileira, como em face de sua relativa n\u00e3o superposi\u00e7\u00e3o congruente com a escola Paulista Brutalista; buscando compreender sua rela\u00e7\u00e3o com outras tend\u00eancias da arquitetura brasileira, anteriores e contempor\u00e2neas do per\u00edodo, bem como as rela\u00e7\u00f5es ativas e passivas que estabelece com o panorama arquitet\u00f4nico internacional daquela \u00e9poca. Parte n\u00e3o das generaliza\u00e7\u00f5es historiogr\u00e1ficas dispon\u00edveis, freq\u00fcentemente antip\u00e1ticas ao tema, mas do reexame das obras por meio de um amplo reconhecimento sistem\u00e1tico da arquitetura brasileira paulista das d\u00e9cadas de 1950 at\u00e9 meados dos anos 1970, verificando quais e quantas obras poderiam ser englobadas no marco da arquitetura paulista brutalista. Esta \u00e9 aqui entendida como tend\u00eancia arquitet\u00f4nica e est\u00e9tica, de peculiar organiza\u00e7\u00e3o formal, espacial, construtiva e pl\u00e1stica, eventualmente um esfor\u00e7o potencial para forma\u00e7\u00e3o de um estilo. A grande quantidade de obras encontradas pelo levantamento valida a exist\u00eancia da arquitetura Paulista Brutalista exigindo a proposi\u00e7\u00e3o de uma classifica\u00e7\u00e3o instrumental criteriosa de maneira a selecionar cerca de uma centena de obras cuja an\u00e1lise arquitet\u00f4nica mais acurada foi realizada. Admitiu-se nessa amostragem uma ampla variedade de aproxima\u00e7\u00f5es que constata e reafirma um certo grau de pluralidade interna \u00e0 tend\u00eancia. O objetivo da tese \u00e9 ajudar a compor com a adi\u00e7\u00e3o de um importante fragmento, pouco estudado e reconhecido de maneira ampla na historiografia arquitet\u00f4nica brasileira, um panorama mais rico m\u00faltiplo e complexo da arquitetura brasileira.<br><em><strong>Palavras Chave:<\/strong><br>Escola Paulista Brutalista<\/em><\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewbox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-d270e369 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Repensando o lugar no projeto urbano: varia\u00e7\u00f5es na percep\u00e7\u00e3o de lugar na virada do mil\u00eanio (1985-2004) &#8211; Lineu Castello<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-d270e369\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-f310b604 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;Lineu Castello<br><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;Repensando o lugar no projeto urbano: varia\u00e7\u00f5es na percep\u00e7\u00e3o de lugar na virada do mil\u00eanio (1985-2004)<br><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Vicente del Rio, Arq. Dr.<br><strong>Data da Defesa:&nbsp;<\/strong>12\/11\/2005<br><strong>Banca Examinadora:<\/strong><br>Carlos Eduardo Dias Comas, Arq. Dr. &#8211; UFRGS\/ PROPAR<br>Carlos Leite de Souza, Arq. Dr. &#8211; Universidade Presbiteriana Mackenzie\/FAU;<br>C\u00e9lia Ferraz de Souza, Arq. Dr\u00aa &#8211; UFRGS\/FA-Departamento de Urbanismo<br><strong>Conceito Atribu\u00eddo:<\/strong>&nbsp;A<br><strong>Resumo da tese:<\/strong><br>O conceito de&nbsp;<em>lugar&nbsp;<\/em>\u00e9 tradicionalmente associado \u00e0s a\u00e7\u00f5es projetuais da Arquitetura e Urbanismo, embora o interesse pelo tema tenha experimentado uma diminui\u00e7\u00e3o a partir de meados do s\u00e9culo XX. Por outro lado, entre o final do s\u00e9culo XX e in\u00edcio do XXI, consolidou-se uma nova pr\u00e1tica no campo projetual de lugar: o surgimento de lugares criados sob configura\u00e7\u00f5es novas &#8211; como parques tem\u00e1ticos,&nbsp;<em>shopping malls,&nbsp;<\/em>\u00e1reas hist\u00f3ricas refuncionalizadas &#8211; reinstaurando o interesse pelo t\u00f3pico. A Tese os denomina de &#8220;lugares da clonagem&#8221;, entendendo que s\u00e3o tentativas de replicar as caracter\u00edsticas dos espa\u00e7os nos quais se reconhece a manifesta\u00e7\u00e3o do fen\u00f4meno da&nbsp;<em>urbanidade&nbsp;<\/em>&#8211; espa\u00e7os percebidos como &#8220;lugares da urbanidade&#8221;. Os lugares da clonagem podem derivar de projetos que buscam identificar os est\u00edmulos ambientais respons\u00e1veis pela atribui\u00e7\u00e3o de urbanidade. A Tese defende que os projetos assim elaborados trazem efeitos favor\u00e1veis \u00e0 qualifica\u00e7\u00e3o das cidades contempor\u00e2neas, apoiando-se na hip\u00f3tese de que os novos espa\u00e7os tornar-se-\u00e3o percebidos como leg\u00edtimos&nbsp;<em>lugares&nbsp;<\/em>para a sociedade contempor\u00e2nea. Para sua demonstra\u00e7\u00e3o, o trabalho inicialmente enuncia seus pr\u00f3prios termos de refer\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o a&nbsp;<em>lugar&nbsp;<\/em>, no cap\u00edtulo intitulado &#8220;Apresenta\u00e7\u00e3o do&nbsp;<em>lugar&nbsp;<\/em>&#8220;. Para poder avan\u00e7ar num tema que diariamente se renova, o cap\u00edtulo &#8220;Conceitua\u00e7\u00e3o de&nbsp;<em>lugar&nbsp;<\/em>&#8221; efetua uma revis\u00e3o das bases conceituais de lugar em diferentes disciplinas, de modo a investigar o que podem acrescentar \u00e0 moderniza\u00e7\u00e3o do conceito. Concentra seu foco seletivamente nas disciplinas mais relacionadas com as \u00e1reas projetuais, e em contribui\u00e7\u00f5es ainda em debate, ou menos divulgadas na literatura brasileira. O cap\u00edtulo seguinte, &#8220;Investiga\u00e7\u00e3o e Projeta\u00e7\u00e3o de&nbsp;<em>lugar&nbsp;<\/em>&#8220;, imerge em antecedentes emp\u00edricos de pesquisas e de exemplares constru\u00eddos, de modo a elaborar novas conjecturas te\u00f3ricas e te\u00f3rico-pr\u00e1ticas. As varia\u00e7\u00f5es que podem decorrer das tentativas de clonar a urbanidade s\u00e3o debatidas em &#8220;Varia\u00e7\u00e3o na percep\u00e7\u00e3o de&nbsp;<em>lugar&nbsp;<\/em>&#8220;, que especula sobre as qualifica\u00e7\u00f5es eventualmente atribu\u00eddas pelos lugares da clonagem ao ambiente urbanizado. O trabalho prossegue trazendo uma &#8220;Ilustra\u00e7\u00e3o de&nbsp;<em>lugares&nbsp;<\/em>em cidades ga\u00fachas&#8221;, apresentando em seq\u00fc\u00eancia, a Usina do Gas\u00f4metro, em Porto Alegre; lugares da Serra Ga\u00facha, especialmente nas cidades da Regi\u00e3o das Hort\u00eansias e em Serafina Corr\u00eaa; e regressa a Porto Alegre, para examinar os projetos do DC-Navegantes e do Aeroporto Salgado Filho. Em &#8220;A li\u00e7\u00e3o dos&nbsp;<em>lugares&nbsp;<\/em>da clonagem&#8221; s\u00e3o emitidas as conclus\u00f5es das pondera\u00e7\u00f5es, voltadas intencionalmente na dire\u00e7\u00e3o de levantar uma&nbsp;<em>d\u00favida razo\u00e1vel&nbsp;<\/em>quanto \u00e0 qualidade dos lugares inventados e sua pertin\u00eancia nos contextos urbanos em que vivemos, para assim tentar encurtar a dist\u00e2ncia que, com apressado manique\u00edsmo, separa o lugar acreditado como &#8220;aut\u00eantico&#8221;, do lugar desmerecido como &#8220;inventado&#8221;.<br><strong>Palavras Chave:<\/strong><br>Urbanidade; Condi\u00e7\u00e3o P\u00f3s-moderna; Percep\u00e7\u00e3o Ambiental; Projeto Urbano.<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewbox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 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