{"id":1973,"date":"2023-07-17T14:45:40","date_gmt":"2023-07-17T17:45:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propar\/?page_id=1973"},"modified":"2023-12-06T16:34:25","modified_gmt":"2023-12-06T19:34:25","slug":"teses-classificadas-por-data-de-defesa-2011-2015","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propar\/teses\/teses-classificadas-por-data-de-defesa\/teses-classificadas-por-data-de-defesa-2011-2015\/","title":{"rendered":"Teses classificadas por data de defesa (2011-2015)"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2011<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-7256a63c uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">A ARQUITETURA DO GRUPO DO PARAN\u00c1: 1957-1980 &#8211; Paulo C\u00e9sar Braga Pacheco<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-7256a63c\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-24e32c44 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>PAULO C\u00c9SAR BRAGA PACHECO<br><em><strong>T\u00edtulo<\/strong>:&nbsp;<\/em>&#8220;A ARQUITETURA DO GRUPO DO PARAN\u00c1: 1957-1980&#8221;<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Cl\u00e1udio Calovi Pereira, Arq. Ph.D.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>27\/04\/2011<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>Cl\u00e1udia Piant\u00e1 Costa Cabral, Arq. Dra. \u2013 PROPAR-UFRGS;<br>Carlos Eduardo Dias Comas, Arq. Dr. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Leonardo Tossiaki Oba, Arq. Dr. \u2013 PUCPR<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>Esta tese analisa a arquitetura produzida nas d\u00e9cadas de 1960 e 1970 por um grupo de jovens arquitetos residentes em Curitiba e ligados ao rec\u00e9m fundado Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Paran\u00e1 (1962). Sem qualquer tipo de organiza\u00e7\u00e3o oficial, conformava-se por alguns poucos professores vindos dos grandes centros do pa\u00eds para atuar no CAU UFPR e por alunos rec\u00e9m formados nas primeiras turmas deste curso. Entre os professores imigrados estavam alguns paulistas graduados pela Faculdade de Arquitetura Mackenzie que haviam colaborado intensamente com arquitetos de renome em S\u00e3o Paulo, entre estes: F\u00e1bio Penteado, Eduardo Kneese de Mello e Pedro Paulo de Mello Saraiva. Organizados em torno do CAU UFPR estes arquitetos professores e ex-alunos realizariam trabalhos em grupos abertos e alternantes, com destaque para a participa\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica em concursos de arquitetura, modalidade de projeto em que receberiam grande quantidade de pr\u00eamios, alguns destes resultados em obras importantes como os edif\u00edcio-sede da Petrobr\u00e1s (1968) e do BNDES (1974), ambos constru\u00eddos na esplanada do Santo Ant\u00f4nio, no Rio de Janeiro. Estes arquitetos que repentinamente despertam aten\u00e7\u00e3o nacional seriam denominados pela cr\u00edtica por Grupo do Paran\u00e1. Ao longo das d\u00e9cadas de 1960 e 1970 criam uma arquitetura de cunho brutalista bastante pr\u00f3xima \u00e0 realizada pela Escola Paulista, na cidade de S\u00e3o Paulo. O objetivo da tese \u00e9 analisar a obra produzida pelo Grupo do Paran\u00e1, no per\u00edodo citado e, comprovar que sua arquitetura, embora semelhante e contempor\u00e2nea \u00e0 Escola Paulista se mostrava, em boa parte, distinta e original. Por fim, esta tese tamb\u00e9m pretende defender que a arquitetura do Grupo do Paran\u00e1, por sua liga\u00e7\u00e3o com o ensino e com o aprendizado, por suas caracter\u00edsticas de atua\u00e7\u00e3o, volume, longevidade e est\u00e9tica resultante, pode ser entendida segundo as mesmas caracter\u00edsticas da Escola Carioca e Paulista, ainda que em escala menor.<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-5aa2b355 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Quando o projeto \u00e9 patrim\u00f4nio: a modernidade p\u00f3stuma em quest\u00e3o &#8211; Ana Carolina Santos Pellegrini<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-5aa2b355\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-199fbc73 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;ANA CAROLINA SANTOS PELLEGRINI<br><em>T\u00edtulo:&nbsp;<\/em>&#8220;Quando o projeto \u00e9 patrim\u00f4nio: a modernidade p\u00f3stuma em quest\u00e3o&#8221;<br><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Carlos Eduardo Dias Comas, Arq. Dr.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>29\/04\/2011<br><strong>Banca Examinadora&nbsp;:<\/strong><br>Carlos Eduardo Dias Comas, Arq. Dr. \u2013 Professor orientador<br>Cl\u00e1udia Piant\u00e1 Costa Cabral, Arq. Dr. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Fernando Esteban Diez, Arq. Dr. \u2013 Universidade de Palermo<br>Marta Silveira Peixoto, Arq. Dra. \u2013 Departamento de Arquitetura &#8211; UFRGS<br><strong>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>Este trabalho prop\u00f5e nova abordagem no campo da preserva\u00e7\u00e3o do legado da Arquitetura Moderna: o projeto como patrim\u00f4nio. A tese dedica-se ao estudo de novas arquiteturas frutos de antigos projetos, mais particularmente, aquelas realizadas ou conclu\u00eddas ap\u00f3s o desaparecimento de seus autores. Tradicionalmente, o edif\u00edcio tem sido o principal documento de toda a interven\u00e7\u00e3o que vise \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o patrimonial. O que esta tese aventa \u00e9 a possibilidade deste protagonismo ser dividido com ou at\u00e9 mesmo substitu\u00eddo pelo projeto. Para tanto s\u00e3o estudados casos de completamentos e reconstru\u00e7\u00f5es de edifica\u00e7\u00f5es exemplares, projetadas por mestres do Movimento Moderno, analisando n\u00e3o apenas o objeto constru\u00eddo, mas todo o processo e as circunst\u00e2ncias que nele redundaram. A tese n\u00e3o almeja chegar a crit\u00e9rios conclusivos que definam categoricamente como proceder em rela\u00e7\u00e3o a este tipo de opera\u00e7\u00e3o, mas sim, debater sobre suas implica\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas, como as quest\u00f5es relativas \u00e0 originalidade, autenticidade e pertin\u00eancia.<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-c2481372 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">O Gosto do Sutil: conflu\u00eancias entre as casas-p\u00e1tio de Daniele Calabi e Rino Levi &#8211; Ana El\u00edsia da Costa<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-c2481372\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-9a821842 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>ANA EL\u00cdSIA DA COSTA<br><em>T\u00edtulo:&nbsp;<\/em>O Gosto do Sutil: conflu\u00eancias entre as casas-p\u00e1tio de Daniele Calabi e Rino Levi <br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Cl\u00e1udio Calovi Pereira, Arq. Ph.D.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>07\/07\/2011<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>C\u00e9lia Helena Castro Gonsales, Arq. Dra. UFPEL<br>Renato Luiz Sobral Anelli, Arq. Dr. EESC\/SP<br>Silvio Belmonte de Abreu Filho, Arq. Dr. PROPAR<br><br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>Esta tese parte da problematiza\u00e7\u00e3o de generaliza\u00e7\u00f5es historiogr\u00e1ficas que apontam que a casa-p\u00e1tio na arquitetura moderna brasileira \u00e9, predominantemente, de influ\u00eancia italiana. Diante disso, se prop\u00f5e a fazer um re-exame de dezessete casas de Daniele Calabi e Rino Levi, produzidas entre as d\u00e9cadas de 1940 e 1960. Levi e Calabi tiveram forma\u00e7\u00e3o italiana e atuaram juntos em S\u00e3o Paulo entre 1939 e 1949, sendo que a rela\u00e7\u00e3o entre ambos \u00e9 considerada na historiografia da arquitetura brasileira como fundamental para a consolida\u00e7\u00e3o do uso da casa-p\u00e1tio no modernismo brasileiro. A tese sustenta a hip\u00f3tese de que o que confere unidade \u00e0s suas obras efetivamente n\u00e3o \u00e9 o tipo-p\u00e1tio, que assume diversas configura\u00e7\u00f5es no modernismo, mas a espacialidade depreendida dessas casas. Entende-se por espacialidade a experi\u00eancia concreta que o espa\u00e7o promove em seu interior e o significado que ele passa a ter para as pessoas, sendo o estudo dos diferentes tipos de espacialidade arquitet\u00f4nica tratado pela tipologia espacial. Assim, o trabalho objetiva analisar comparativamente as casas de Calabi e Levi, buscando identificar aspectos da tipologia formal-funcional e da tipologia espacial que lhes confiram unidade. Conciliando a abordagem tipol\u00f3gica com uma abordagem historiogr\u00e1fica, a tese est\u00e1 dividida em tr\u00eas partes. A primeira tem enfoque historiogr\u00e1fico, com vida, obras e poss\u00edveis refer\u00eancias projetuais dos arquitetos. A segunda e a terceira partes se voltam \u00e0 an\u00e1lise tipol\u00f3gica formal-funcional e espacial, respectivamente, e a reflex\u00f5es relativas aos temas do tipo, do car\u00e1ter e da espacialidade na arquitetura moderna. Observou-se que Calabi adota esquemas-p\u00e1tios de matriz tradicional italiana e Levi recorre mais a esquemas miesianos e wrightianos, assim como outros tantos arquitetos paulistas e cariocas contempor\u00e2neos, dispersando a dominante refer\u00eancia italiana na casa-p\u00e1tio moderna brasileira. Apesar disso, ambos buscam estabelecer em seus projetos uma dial\u00e9tica rela\u00e7\u00e3o entre extrovers\u00e3o e introvers\u00e3o, que remete a uma espacialidade e a um car\u00e1ter mediterr\u00e2neo comum.<br>&nbsp;<br><strong>Palavras Chave:<\/strong><br>Arquitetura Moderna; Casa-P\u00e1tio; Rino Levi; Daniele Calabi; Tipologia; Car\u00e1ter.<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-46011a90 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">As fachadas da casa moderna &#8211; S\u00edlvia Lopes Carneiro Le\u00e3o<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-46011a90\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-00404f3b uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong><\/em>S\u00edlvia Lopes Carneiro Le\u00e3o<br><em><strong>T\u00edtulo:&nbsp;<\/strong>As fachadas da casa moderna<\/em><br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<\/em><br><em>Orientador:&nbsp;<\/em>Carlos Eduardo Dias Comas, Arq. Dr.<br><em><strong>Data da Defesa:<\/strong>&nbsp;<\/em>05\/08\/2011<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<br><\/strong>Cl\u00e1udio Calovi Pereira, Arq. Ph.D. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Edson da Cunha Mahfuz, Arq. Ph.D. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Jos\u00e9 Artur D\u2019Al\u00f3 Frota, Arq. Dr. \u2013 UFG<br>Maria Luiza Adams Sanvitto, Arq. Dra. \u2013 UFRGS<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo:<\/strong><br>A presente tese tem por objeto o estudo sistem\u00e1tico&nbsp;da&nbsp;fachada&nbsp;da&nbsp;casa&nbsp;unifamiliar&nbsp;moderna&nbsp;no per\u00edodo 1915-60, com vistas \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o e aprimoramento dos crit\u00e9rios de tipifica\u00e7\u00e3o atualmente dispon\u00edveis. Dentre eles, destaca-se a sistematiza\u00e7\u00e3o apresentada pelo arquiteto Rodrigo P\u00e9rez de Arce no ensaio&nbsp;Asfaces do moderno, segundo a qual a fachada&nbsp;moderna&nbsp;pode ser classificada em cinco tipos principais: fachada livre, fachada m\u00f3vel, fachada balc\u00e3o, fachada m\u00e1scara e fachada cortina. Tal classifica\u00e7\u00e3o constitui, sem d\u00favida, um avan\u00e7o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s propostas dispersas na literatura arquitet\u00f4nica&nbsp;moderna, que apontam na fachada&nbsp;moderna&nbsp;caracter\u00edsticas tais como composi\u00e7\u00e3o assim\u00e9trica, prefer\u00eancia pela cobertura plana e base elevada, rela\u00e7\u00e3o entre interior e exterior e aus\u00eancia de hierarquia de frente e fundos. Para tanto, com base na ampla e criteriosa listagem de exemplares apresentada no texto de Comas Lacasa&nbsp;unifamiliar&nbsp;moderna, selecionaram-se 89 casas do per\u00edodo, projetadas por arquitetos de renome internacional, cujas&nbsp;fachadas&nbsp;foram submetidas a cuidadosa an\u00e1lise. Ap\u00f3s exame preliminar&nbsp;da&nbsp;amostra, prop\u00f4s-se um sistema alternativo de categorias. Tal sistema, tamb\u00e9m base metodol\u00f3gica das an\u00e1lises efetuadas, foi montado sobre oito crit\u00e9rios gerais: rela\u00e7\u00e3o entre estrutura de suporte e veda\u00e7\u00e3o; espessura das veda\u00e7\u00f5es; espessamento&nbsp;da&nbsp;superf\u00edcie; camadas constituintes; base e coroamento; composi\u00e7\u00e3o dos elementos; rela\u00e7\u00e3o fachada-interior; hierarquia de frente e fundos.&nbsp;As&nbsp;an\u00e1lises efetivadas confirmam a grande diversidade e complexidade de padr\u00f5es&nbsp;da&nbsp;fachada&nbsp;da&nbsp;casa&nbsp;unifamiliar&nbsp;moderna. Al\u00e9m disso, desmitificam algumas id\u00e9ias preconcebidas sobre o assunto e mostram que a originalidade e o alcance inovador pretendidos pela cr\u00edtica&nbsp;moderna&nbsp;n\u00e3o correspondem de todo \u00e0 pr\u00e1tica do per\u00edodo.<br><br><strong>Palavras chave:<br>arquitetura moderna;<br>Resid\u00eancias unifamiliares;<br>Casas unifamiliares;<br>Casas: S\u00e9culo XX;<br>Fachadas.<\/strong><\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-98a74c88 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Teorias do projeto e representa\u00e7\u00e3o: Investiga\u00e7\u00e3o sobre uma lacuna epistemol\u00f3gica &#8211; Fernando Duro da Silva<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-98a74c88\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-1f3a1d87 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong><\/em> Fernando Duro da Silva<br><em><strong>T\u00edtulo:&nbsp;<\/strong><\/em>Teorias do projeto e representa\u00e7\u00e3o: Investiga\u00e7\u00e3o sobre uma lacuna epistemol\u00f3gica<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<\/em><br><em>Orientador:&nbsp;<\/em>Rog\u00e9rio de Castro Oliveira, Arq. Dr.<br><em><strong>Data da Defesa:<\/strong>&nbsp;<\/em>31\/10\/2011<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<br><\/strong>Cl\u00e1udia Piant\u00e1 Costa Cabral, Arq. Dra. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Celso Carnos Scaletsky, Arq. Dr. \u2013 UNISINOS \u2013 Universidade do Vale do Rio dos Sinos<br>Ronaldo Azambuja Str\u00f6her, Arq. Dr. \u2013 UNISINOS \u2013 Universidade do Vale do Rio dos Sinos<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo:<\/strong><br>O tema central da tese \u00e9 o projeto arquitet\u00f4nico e a constata\u00e7\u00e3o de que h\u00e1 uma<br>lacuna epistemol\u00f3gica entre a a\u00e7\u00e3o projetual e sua atualiza\u00e7\u00e3o como objeto arquitet\u00f4nico. A tese delineia um quadro te\u00f3rico de cunho explicativo que visa estabelecer a base para a compreens\u00e3o do estatuto epist\u00eamico do processo projetual, do ponto de vista do pensamento arquitet\u00f4nico. Para tal recorre \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o de textos de fontes da teoria e hist\u00f3ria da arquitetura, da epistemologia e da filosofia que s\u00e3o cotejados, revelando rela\u00e7\u00f5es que lan\u00e7am luz sobre o problema.&nbsp; A investiga\u00e7\u00e3o identifica no surgimento da tradi\u00e7\u00e3o projetual herdada do Renascimento a origem do distanciamento entre as bordas&nbsp; daquela&nbsp; lacuna, que de resto \u00e9 inerente \u00e0 separa\u00e7\u00e3o entre concep\u00e7\u00e3o&nbsp; (te\u00f3rica)&nbsp; e execu\u00e7\u00e3o&nbsp; (pr\u00e1tica)&nbsp; da arquitetura, portanto \u00e0 pr\u00f3pria atividade projetual. O desenvolvimento dos sistemas de representa\u00e7\u00e3o&nbsp; em favor do ideal arquitet\u00f4nico como&nbsp; \u201ccosa mentale\u201d&nbsp; propiciou a relativa autonomia do projeto em rela\u00e7\u00e3o ao objeto arquitet\u00f4nico, que,&nbsp; guiado&nbsp; no primeiro momento pelo balan\u00e7o entre a inven\u00e7\u00e3o moderada e a conven\u00e7\u00e3o garantida pelos tratados como o de Vignola, paulatinamente orientou-se na dire\u00e7\u00e3o do esgotamento das possibilidades da representa\u00e7\u00e3o, ao ponto de tornar a viabilidade de&nbsp; execu\u00e7\u00e3o&nbsp; do projeto&nbsp; dependente do desenvolvimento&nbsp; de programas de computador&nbsp; voltados \u00e0 modelagem&nbsp; e representa\u00e7\u00e3o digitais.&nbsp; A tese identifica a insufici\u00eancia das teorias do projeto como resolu\u00e7\u00e3o de problemas para dar conta do aspecto epistemol\u00f3gico&nbsp; projetual&nbsp; de forma compreensiva, recorrendo como alternativa \u00e0 epistemologia da pr\u00e1tica de Sch\u00f6n e \u00e0 filosofia da linguagem de Wittgenstein, em especial ao conceito de jogo de linguagem&nbsp; desse \u00faltimo. Este modelo explicativo e operativo&nbsp; \u00e9 que permite&nbsp; avan\u00e7ar na constru\u00e7\u00e3o de \u201cpontes\u201d entre as duas margens da lacuna,&nbsp; com a ressalva de&nbsp; que a lacuna \u00e9 inevit\u00e1vel em fun\u00e7\u00e3o da natureza da atividade projetual. Esta tese se encerra n\u00e3o com a pretens\u00e3o da resposta definitiva, mas com a problematiza\u00e7\u00e3o que qualifica e ilumina a quest\u00e3o.&nbsp;<br><br><strong>Palavras chave:<br><\/strong>Teoria da Arquitetura;<br>Teoria do projeto;<br>Epistemologia;<br>Representa\u00e7\u00e3o;<br>Jogos de linguagem.<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-9ddef336 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">O Templo Crist\u00e3o na modernidade 1920-1970 &#8211; F\u00e1bio M\u00fcller<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-9ddef336\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-52d3992c uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong><\/em>F\u00e1bio M\u00fcller<br><em><strong>T\u00edtulo:&nbsp;<\/strong>O Templo Crist\u00e3o na modernidade 1920-1970<\/em><br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<\/em><br><em>Orientador:&nbsp;<\/em>Carlos Eduardo Dias Comas, Arq. Dr.<br><em><strong>Data da Defesa:<\/strong>&nbsp;<\/em>14\/11\/2011<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<br><\/strong>Cl\u00e1udio Calovi Pereira, Arq. Ph.D. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Eduardo Rocha, Arq. Dr. \u2013 UFPEL \u2013 Universidade Federal de Pelotas<br>Rog\u00e9rio de Castro Oliveira, Arq. Dr. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Ruth Verde Zein, Arq. Dra. \u2013 UPM \u2013 Universidade Presbiteriana Mackenzie<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo:<\/strong><br>O estudo trata sobre o templo crist\u00e3o na modernidade no per\u00edodo 1920 a 1970 de modo a resgatar, reconhecer e posicionar essa produ\u00e7\u00e3o, digna de estudo, no contexto da arquitetura do s\u00e9culo XX. Panorama acerca do tema, apresenta compila\u00e7\u00e3o e sistematiza\u00e7\u00e3o do concebido em capelas, igrejas paroquiais e catedrais, relacionando cristianismo e tempos modernos para identificar e avaliar os reflexos lit\u00fargicos e simb\u00f3licos, por um lado, e funcionais, construtivos e estil\u00edsticos, por outro, numa inter-rela\u00e7\u00e3o de homem, arte e sagrado no per\u00edodo. Historiografia cr\u00edtica sobre o assunto, al\u00e9m de reunir e lan\u00e7ar ju\u00edzo sobre as obras, recolhendo constata\u00e7\u00f5es gerais e peculiaridades como contribui\u00e7\u00e3o ao estado da arte moderna, desvela autores e incentivadores destacados em movimenta\u00e7\u00f5es e resultados arquitet\u00f4nicos para o templo crist\u00e3o, afirmando suas import\u00e2ncias e promovendo seu devido reconhecimento. Por tese, comprova a relev\u00e2ncia da arquitetura do templo crist\u00e3o como programa na modernidade, demonstrando sua continuidade, em quantidade e qualidade e evidenciando que a representa\u00e7\u00e3o ic\u00f4nica do sagrado, que acontece atrav\u00e9s do tempo no templo, n\u00e3o se esvaiu ou perdeu-se nesse tempo hist\u00f3rico, tendo continuado o Cristianismo, atrav\u00e9s de outras constru\u00e7\u00f5es marcantes, o trabalho inexor\u00e1vel de amparo e consola\u00e7\u00e3o espiritual a que se dedica a mais de dois mil\u00eanios.<br><br><strong>Palavras chave:<br><\/strong>Gaudi i Cornet, Antoni, 1852-1926;<br>Wright, Frank Lloyd, 1867-1959;<br>Le Corbusier, 1887-1965<br>Jeanneret, Charles-\u00c9douard, 1887-1965;<br>Aalto, Alvar, 1898-1976;<br>Niemeyer, Oscar.<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-8919f27a uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Raz\u00f5es da Tradi\u00e7\u00e3o: O Papel do Precedente na Concep\u00e7\u00e3o Arquitet\u00f4nica de Lucio Costa &#8211; Ta\u00eds Maria Peixoto Alves<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-8919f27a\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-189b8601 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>Ta\u00eds Maria Peixoto Alves<br><em><strong>T\u00edtulo:&nbsp;<\/strong><\/em>&#8220;Raz\u00f5es da Tradi\u00e7\u00e3o: O Papel do Precedente na Concep\u00e7\u00e3o Arquitet\u00f4nica de Lucio Costa&#8221;<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Rog\u00e9rio de Castro Oliveira, Arq. Dr.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>20\/12\/2011<br><strong><em>Banca Examinadora<\/em>:<\/strong><br>Adriana Gelpi, Arq. Dra.\u2013 UPF<br>Cl\u00e1udio Calovi Pereira, Arq. Ph.D. \u2013 UFRGS<br>Silvio Arnoldo Dick Jantzen, Arq. Dr. \u2013 UFPEL<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>A presente tese tem como finalidade interpretar, criticamente, a obra escrita publicada do arquiteto Lucio Costa e investigar, como foco principal, as raz\u00f5es da tradi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao papel crucial que o precedente assume em sua concep\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica. Para complementar as constata\u00e7\u00f5es, fez-se necess\u00e1rio analisar alguns projetos de sua autoria que continham memoriais descritivos, objetivando reconhecer a indissociabilidade entre pensamento e pr\u00e1tica projetual em Lucio Costa. Seu trabalho escrito publicado \u00e9 reconhecido por v\u00e1rios autores como de grande import\u00e2ncia no contexto da inser\u00e7\u00e3o da arquitetura moderna no Brasil. Dessa maneira, seus textos se tornaram um marco de fundamenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica para a pr\u00e1tica projetual e influenciaram diversos arquitetos que atuaram no per\u00edodo compreendido, aproximadamente, entre as d\u00e9cadas de trinta e sessenta, no Pa\u00eds. Lucio Costa teve um papel singular nesse contexto de grandes mudan\u00e7as na sociedade advindas da revolu\u00e7\u00e3o industrial e, como consequ\u00eancia da mesma, o desenvolvimento de novas tecnologias construtivas. A relev\u00e2ncia de sua atua\u00e7\u00e3o est\u00e1, precisamente, por fundamentar suas obras (escritas e projetuais) em precedentes, j\u00e1 que a tend\u00eancia internacional foi romper com o passado e criar obras in\u00e9ditas. A tese, portanto, analisa criticamente a complexidade de seu pensamento, influenciado por fontes diversas, estruturadas em p\u00f3los opostos, atrav\u00e9s de conceitos designados por Costa entre \u201cverdades\u201d e \u201cfalsidades\u201d, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas raz\u00f5es da tradi\u00e7\u00e3o e o fundamental papel que o precedente adquire em sua concep\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica. A pergunta da tese \u00e9 a seguinte: Quais as raz\u00f5es da tradi\u00e7\u00e3o no fundamental papel que o precedente assume na concep\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica de Lucio Costa? Desse modo, este trabalho tornou-se um desafio no sentido de tentar elucidar os v\u00e1rios questionamentos que esse assunto provoca.<br>Assim, a resposta para a pergunta de tese est\u00e1 calcada na hip\u00f3tese, tamb\u00e9m, estruturada em p\u00f3los opostos, quais sejam: Entre \u201cevolu\u00e7\u00e3o x revolu\u00e7\u00e3o\u201d, entre um pensamento que se estrutura em um momento de crise e ruptura, mas que, em Costa, percebem-se ind\u00edcios de raz\u00f5es fundamentadas na busca de concilia\u00e7\u00f5es, em que o precedente parece assumir esse papel, atrav\u00e9s de uma atitude de criar elos, manter perman\u00eancias, naquilo que Costa considera verdadeiro, com ess\u00eancia, longe da superficialidade de algumas tend\u00eancias mais radicais no momento de sua atua\u00e7\u00e3o em que prevaleceram atitudes de rompimento com o passado, Costa apresenta um pensamento enraizado em um processo de aceita\u00e7\u00e3o da inexor\u00e1vel evolu\u00e7\u00e3o e n\u00e3o de revolu\u00e7\u00e3o, ruptura com tudo que precedeu; Entre \u201cverdade construtiva x inten\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica\u201d, h\u00e1 evid\u00eancias sobre as poss\u00edveis raz\u00f5es que Costa tentar\u00e1 apresentar sobre a interdepend\u00eancia entre constru\u00e7\u00e3o e forma pl\u00e1stica resultante, ao distinguir o \u201cverdadeiro estilo\u201d do \u201cfalso estilo\u201d, cuja fun\u00e7\u00e3o do \u201cverdadeiro estilo\u201d, al\u00e9m de conciliar o momento de crise, seria fundamentar a cria\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica na busca de uma arquitetura de excel\u00eancia (verdadeira arquitetura), baseada no estudo de precedentes (verdadeiros estilos) que, imprescindivelmente, possuam essa interdepend\u00eancia relacionada \u00e0 \u201cverdade construtiva\u201d. Nesse ponto, observam-se argumentos baseados na raz\u00e3o e na emo\u00e7\u00e3o de Costa, quando o autor acrescenta a esses precedentes outros atributos que, para serem considerados verdadeiros, tamb\u00e9m devem possuir uma \u201cinten\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica\u201d em sua ess\u00eancia compositiva e a indaga\u00e7\u00e3o gerada por essa constata\u00e7\u00e3o est\u00e1 precisamente no fato que como se determina a qualidade dessa inten\u00e7\u00e3o para poder validar suas verdades?;<br>Entre \u201craz\u00e3o x emo\u00e7\u00e3o\u201d, que s\u00e3o os ind\u00edcios que levam a verificar certos equ\u00edvocos em suas argumenta\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas, pois quando Costa apresenta os seus argumentos sobre a \u201cverdade construtiva\u201d, tais argumentos s\u00e3o pass\u00edveis de serem comprovados racionalmente, portanto, estariam ligados \u00e0 raz\u00e3o. Por\u00e9m, quando o mesmo tenta explicar a express\u00e3o \u201cinten\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica\u201d, abre oportunidades para questionamentos, pois seus argumentos come\u00e7am a se estruturar na seara da irracionalidade, que dependem da emo\u00e7\u00e3o de quem interpretar\u00e1 a obra de arte. Nessa \u00faltima constata\u00e7\u00e3o, verifica-se que entre raz\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o, sob p\u00f3los opostos, que estruturaram o pensamento de Costa sobre o papel do precedente na sua concep\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica, seriam possivelmente as raz\u00f5es da tradi\u00e7\u00e3o.<br><br>Palavras Chave:<br>Cr\u00edtica arquitet\u00f4nica Obras e projetos Projeto arquitet\u00f4nico Arquitetura : Teoria Arquitetos<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<!--nextpage-->\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2012<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-d9b893ec uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">FOTOGRAFIA NA PERCEP\u00c7\u00c3O DA ARQUITETURA &#8211; C\u00e9sar Bastos de Mattos Vieira<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-d9b893ec\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-d5adc80f uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>C\u00e9sar Bastos de Mattos Vieira<br><em>T\u00edtulo:&nbsp;<\/em>\u201cFOTOGRAFIA NA PERCEP\u00c7\u00c3O DA ARQUITETURA\u201d<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;A\u00edrton Cattani, Arq. Dr.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>06\/06\/2012<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>Charles Monteiro, Hist. Dr. \u2013 PUCRS<br>Cl\u00e1udio Calovi Pereira, Arq. Ph.D. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Daniela Marzola Fialho, Arq. Dra. \u2013 PROPUR-UFRGS<br>Solange Ferraz de Lima, Hist. Dra.&nbsp; \u2013 USP, Museu Paulista<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>A fotografia, como aparato tecnol\u00f3gico f\u00edsico\/qu\u00edmico, tem, desde sua origem, caracter\u00edsticas cient\u00edficas e art\u00edsticas. Esta dualidade tem especial import\u00e2ncia quando aplicada \u00e0 arquitetura. Seria a fotografia uma forma de representa\u00e7\u00e3o da obra arquitet\u00f4nica ou uma arte independente, que tem a possibilidade de criar mundos artificiais ou irreais? Por mais que o senso comum acredite na honestidade e fidedignidade da fotografia, o mundo e, mais especificamente, a arquitetura se mostram de maneiras peculiares quando vistos pelas lentes da fotografia. Esta confus\u00e3o sobre o que \u00e9 a fotografia \u2013 um registro fiel da \u2018realidade\u2019 visual? Uma forma de express\u00e3o art\u00edstica de seu operador (fot\u00f3grafo)? \u2013 \u00e9 o ponto central desta tese. Este trabalho prop\u00f5e uma reflex\u00e3o te\u00f3rica sobre as consequ\u00eancias desta aparente confus\u00e3o ou desconsidera\u00e7\u00e3o das diferen\u00e7as entre o registrado e o \u2018real\u2019, dos limites e capacidades da fotografia em representar o que est\u00e1 defronte da lente. Trata-se de um trabalho inicialmente descritivo do ato fotogr\u00e1fico em rela\u00e7\u00e3o aos elementos envolvidos nesta a\u00e7\u00e3o, de suas responsabilidades e das consequ\u00eancias no resultado \u2013 a imagem obtida. Pretende-se evidenciar as possibilidades da fotografia de manipular a realidade, seja por meio de opera\u00e7\u00f5es de \u2018apagamento\u2019 de elementos do entorno, deixando-os fora de quadro, ou pela p\u00f3s-edi\u00e7\u00e3o, seja pela mudan\u00e7a de lentes com suas caracter\u00edsticas e aberra\u00e7\u00f5es \u00f3pticas ou pela explora\u00e7\u00e3o de como o filme ou tablete digitalizador registra a luz, entre outros recursos e possibilidades. A partir dessa demonstra\u00e7\u00e3o, prop\u00f5em-se algumas reflex\u00f5es te\u00f3ricas sobre poss\u00edveis consequ\u00eancias que a aparente inconsci\u00eancia dessas caracter\u00edsticas da fotografia pode produzir na percep\u00e7\u00e3o da arquitetura. Com tais reflex\u00f5es, pretendesse contribuir para uma tomada de consci\u00eancia cr\u00edtica do que a fotografia \u00e9 capaz e sugerir questionamentos sobre como essas possibilidades podem estar influenciando a arquitetura, tanto na forma de v\u00ea-la quanto nas op\u00e7\u00f5es projetuais. Espera-se que este trabalho seja uma contribui\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o de fot\u00f3grafos conscientes de suas a\u00e7\u00f5es, de leitores cr\u00edticos e conscientes do que est\u00e1 sendo oferecido como informa\u00e7\u00e3o pelas fotografias de arquitetura e de arquitetos que consigam entender o real significado desse recurso de representa\u00e7\u00e3o e as repercuss\u00f5es que pode ter sobre o ato de projetar.<br><strong>Palavras chave<\/strong>: Arquitetura; Fotografia; Percep\u00e7\u00e3o da Arquitetura<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-9a7e623a uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">FAM &#8211; Fayet, Ara\u00fajo &amp; Moojen Arquitetura Moderna Brasileira no Sul: 1950 \/ 1970 &#8211; S\u00e9rgio Moacir Marques<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-9a7e623a\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-5e260943 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>S\u00e9rgio Moacir Marques<br><em>T\u00edtulo:&nbsp;<\/em>FAM &#8211; Fayet, Ara\u00fajo &amp; Moojen  Arquitetura Moderna Brasileira no Sul: 1950 \/ 1970<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Carlos Eduardo Dias Comas, Arq. Dr.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>19\/11\/2012<br><strong><em>Banca Examinadora<\/em>:<\/strong><br>Edson da Cunha Mahfuz, Arq. Ph.D. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Fernando Esteban Diez, Arq. Dr. \u2013 Universidade de Palermo, Argentina.<br>Marta Peixoto, Arq. Dra. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Renato Luis Sobral Anelli, Arq. Dr.  EESC\/USP<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo<\/em>:&nbsp;<\/strong>A,&nbsp;<strong>com recomenda\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o.<\/strong><br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>A investiga\u00e7\u00e3o aborda a manifesta\u00e7\u00e3o da Arquitetura Moderna Brasileira no sul do pa\u00eds, atrav\u00e9s do exame aprofundado de projetos, obras exemplares e pensamento representativos de Carlos M. Fayet, Cl\u00e1udio L. G. Ara\u00fajo e Moacyr Moojen Marques, tr\u00eas arquitetos expressivos da gera\u00e7\u00e3o descendente da vanguarda moderna na regi\u00e3o. Do final dos anos 1940 at\u00e9 o final da d\u00e9cada de 1960, per\u00edodo que abrange a estrutura\u00e7\u00e3o da profiss\u00e3o, surgimento do ensino, forma\u00e7\u00e3o da Faculdade de Arquitetura, cria\u00e7\u00e3o do Instituto de Arquitetos do Brasil Departamento do Rio Grande do Sul epis\u00f3dios nos quais os tr\u00eas arquitetos tiveram certo protagonismo introdu\u00e7\u00e3o, dissemina\u00e7\u00e3o e expans\u00e3o da arquitetura moderna no Estado, a trajet\u00f3ria e principalmente a produ\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica correspondente desnuda o panorama da arquitetura moderna no sul e sua inser\u00e7\u00e3o no cen\u00e1rio amplo do Movimento Moderno. Desde vis\u00e3o focada na an\u00e1lise penetrante do projeto, objeto arquitet\u00f4nico e exerc\u00edcio do of\u00edcio, aspectos como rela\u00e7\u00f5es de continuidade e descontinuidade da Arquitetura Moderna Brasileira, sua particular apropria\u00e7\u00e3o do Movimento Moderno, propaga\u00e7\u00e3o regional, paralelismos e contribui\u00e7\u00f5es nativas se confrontam com agentes pr\u00f3prios do fazer matizados pela conjuntura internacional, nacional e local. A investiga\u00e7\u00e3o de manifesta\u00e7\u00f5es de distintas colora\u00e7\u00f5es e circunst\u00e2ncias, busca de certa forma incrementar o conhecimento disciplinar disseminado, fundamentando com mais consist\u00eancia a produ\u00e7\u00e3o recorrente da arquitetura brasileira, al\u00e9m da referencial produzida nos tradicionais centros de irradia\u00e7\u00e3o, pelas lideran\u00e7as ancestrais.<br><strong>Palavras Chave:<\/strong><br>Arquitetura moderna brasileira; Arquitetura latino-americana<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-f026eea6 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">A gram\u00e1tica da habita\u00e7\u00e3o m\u00ednima: an\u00e1lise do projeto arquitet\u00f4nico da habita\u00e7\u00e3o de interesse social em Porto Alegre e regi\u00e3o metropolitana. &#8211; Rosirene Mayer<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-f026eea6\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-bfc2aa70 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>Rosirene Mayer<br><em><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;<\/em>A gram\u00e1tica da habita\u00e7\u00e3o m\u00ednima: an\u00e1lise do projeto arquitet\u00f4nico da habita\u00e7\u00e3o de interesse social em Porto Alegre e regi\u00e3o metropolitana.<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/strong>Projeto de Arquitetura e Urbanismo<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Benamy Turkienicz, Arq. Dr.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>07\/12\/2012<br><strong><em>Banca Examinadora<\/em>:<\/strong><br>Maria Gabriela Caffarena Celani, Arq. Dra. \u2013 UNICAMP<br>Wilson Florio, Arq. Dr. \u2013 UPM e UNICAMP<br>Silvio Belmonte de Abreu Filho, Arq. Dr. \u2013 PROPAR-UFRGS<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo<\/em>:&nbsp;<\/strong>A, com recomenda\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o.<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>A presente tese prop\u00f5e um modelo geom\u00e9trico param\u00e9trico para a gera\u00e7\u00e3o, baseada em regras, da geometria do projetos de Habita\u00e7\u00e3o de Interesse Social, HIS, adequada \u00e0 realidade socioecon\u00f4mica brasileira.<br>A defini\u00e7\u00e3o do modelo partiu da an\u00e1lise dos padr\u00f5es existentes na morfologia dos projetos arquitet\u00f4nicos de uma amostra da produ\u00e7\u00e3o de HIS de Porto Alegre (Rio Grande do Sul, Brasil) e Regi\u00e3o Metropolitana. A identifica\u00e7\u00e3o destes padr\u00f5es serviu para acessar os limites de varia\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00e3o do projeto da HIS.<br>Foram utilizadas representa\u00e7\u00f5es adimensionais associadas a grafos de adjac\u00eancia para descri\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es espaciais mais freq\u00fcentes em dois n\u00edveis distintos por\u00e9m relacionados &#8211; para o equipamento e para os compartimentos. O modelo de Gram\u00e1ticas da Forma serviu \u00e0 descri\u00e7\u00e3o das regras de composi\u00e7\u00e3o e configura\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o e seus componentes. A an\u00e1lise comparativa do corpus e das necessidades program\u00e1ticas forneceu a varia\u00e7\u00e3o admiss\u00edvel dos par\u00e2metros dimensionais. A implementa\u00e7\u00e3o computacional do modelo geom\u00e9trico resultante permitiu a explora\u00e7\u00e3o das varia\u00e7\u00f5es param\u00e9tricas das alternativas de configura\u00e7\u00e3o de projeto.<br>Os resultados permitiram verificar uma homogeneidade da estrutura sint\u00e1tica do corpus que ultrapassa os limites tipol\u00f3gicos. Parte das diferen\u00e7as existentes entre os elementos da amostra podem ser atribu\u00eddas a varia\u00e7\u00f5es param\u00e9tricas das partes e a sua influ\u00eancia m\u00fatua na composi\u00e7\u00e3o da \u00e1rea total e da forma da unidade habitacional. Varia\u00e7\u00f5es param\u00e9tricas de uma configura\u00e7\u00e3o podem servir para adaptar a inser\u00e7\u00e3o da unidade habitacional no lote ou no edif\u00edcio.<br>A aplicabilidade do modelo geom\u00e9trico param\u00e9trico pode ser vista sob dois aspectos interrelacionados: como matriz generativa para o desenvolvimento de projetos mais adequados a problemas espec\u00edficos e, conseq\u00fcentemente, e como uma alternativa a padroniza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o habitacional.<br><strong>Palavras Chave:<\/strong><br>Habita\u00e7\u00e3o de Interesse Social, Modelagem Param\u00e9trica, Sistema Generativos ; Gram\u00e1ticas da Forma; Sintaxe Espacial<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<!--nextpage-->\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2013<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-55cc63a4 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">As Casas de Gio Ponti: O Mobili\u00e1rio Como Instrumento de Projeto &#8211; Angelica Paiva Ponzio<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-55cc63a4\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-6f2380c8 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong>Angelica Paiva Ponzio<\/em><br><em><strong>T\u00edtulo:&nbsp;<\/strong>&#8220;As Casas de Gio Ponti: O Mobili\u00e1rio Como Instrumento de Projeto&#8221;<\/em><br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<\/em><br><em>Orientador:&nbsp;<\/em>Cl\u00e1udia Piant\u00e1 Costa Cabral, Arq. Dra.<br><em><strong>Data da Defesa:<\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/em>19\/07\/2013<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<br><\/strong>Carlos Eduardo Dias Comas, Arq. Dr. &#8211; PROPAR &#8211; UFRGS<br>Daniela Mendes Cidade, Arq. Dra. &#8211; FA &#8211; UFRGS<br>Marta Silveira Peixoto, Arq. Dra. &#8211; FA &#8211; UFRGS<br>Paulo J\u00falio Valentino Bruna, Arq. Dr. &#8211; FAU-USP<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo:<br><\/strong>Esta Tese tem como objetivo discutir uma declarada descontinuidade na modernidade pontiana e a consequente aus\u00eancia de uma metodologia de projeto identific\u00e1vel em seu trabalho no campo do design de interiores, ainda que intuitiva. Atrav\u00e9s da sistematiza\u00e7\u00e3o de sua obra no \u00e2mbito dos interiores residenciais, a autora se disp\u00f5e colocar \u00e0 prova a pr\u00f3pria declara\u00e7\u00e3o de Ponti (a qual Branzi reitera) que sugere a n\u00e3o ocorr\u00eancia de dita metodologia.<br><strong>Palavras chave:<br><\/strong>Obras e projetos<br>Arquitetura de interiores<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-13c1339e uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Perman\u00eancia, Identidade e Rearquitetura Social. Outro olhar para a preserva\u00e7\u00e3o &#8211; Marcelo Nunes Kiefer<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-13c1339e\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-3be894ff uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>MARCELO NUNES KIEFER<br><em><strong>T\u00edtulo<\/strong>:&nbsp;<\/em>&#8220;Perman\u00eancia, Identidade e Rearquitetura Social. Outro olhar para a preserva\u00e7\u00e3o&#8221;<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Fernando Freitas Fu\u00e3o, Arq. Dr<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>19\/11\/2013<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>Briane Elizabeth Panitz Bica, Arq. Dra \u2013 IPHAN &#8211; Projeto DOCUMENTA<br>Daniela Mendes Cidade, Arq. Dra. \u2013 UFRGS<br>Dirce Eleonora Nigro Solis, Fil\u00f3sofa Dra. \u2013 UERJ<br>Beatriz Maria Fedrizzi, Eng\u00aa Agron. Dra. \u2013 UFRGS<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>Esta tese funde a princ\u00edpios de preserva\u00e7\u00e3o revisados a ideia de transforma\u00e7\u00e3o social que possa se dar de forma leg\u00edtima e s\u00f3lida, tanto para moradores de habita\u00e7\u00f5es sociais ou em situa\u00e7\u00e3o de rua como para toda a sociedade. \u00c9 lan\u00e7ado outro olhar sobre a teoria e a pr\u00e1tica do exerc\u00edcio intencional sobre as perman\u00eancias e transforma\u00e7\u00f5es; n\u00e3o aquele das cartas de conserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico sob a \u00e9gide do desenvolvimento patriarcal e do dom\u00ednio mercantil, mas um que se amplia at\u00e9 a \u00e1rea da rearquitetura social, o fazer arquitetura sobre a arquitetura social preexistente; nesse caso, contribuindo para as transforma\u00e7\u00f5es de uma realidade homogeneizante, de segrega\u00e7\u00e3o e subjugo. Um olhar que v\u00ea a preserva\u00e7\u00e3o como algo natural, n\u00e3o imposto, caracter\u00edstica de uma sociedade multicultural, com equil\u00edbrio e justi\u00e7a entre os homens e entre o sujeito e a coletividade, que parte do princ\u00edpio de que a necessidade de pertencer e se individualizar \u00e9 inerente a todos os sujeitos e que o preservar deve ajudar a manter a participa\u00e7\u00e3o de todos no car\u00e1ter da sociedade, representando as diversas identidades e suas express\u00f5es.<br>Destaca-se, nesse processo, que a identidade da repeti\u00e7\u00e3o e da diferen\u00e7a \u00e9 aspecto fundamental para o preservar, e que essa a\u00e7\u00e3o se estabelece na interdepend\u00eancia da perman\u00eancia com a transforma\u00e7\u00e3o, dentro de uma l\u00f3gica complexa e diversa de uma estrutura caleidosc\u00f3pica multidirecional de rela\u00e7\u00f5es humanas. Para essa constru\u00e7\u00e3o s\u00e3o revisados e analisados conceitos como o de patrim\u00f4nio, patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, monumento e monumento hist\u00f3rico, e trabalhado o mal do arquivo, da acumula\u00e7\u00e3o e do progresso, estabelecendo-se ainda uma aproxima\u00e7\u00e3o \u00e0s concep\u00e7\u00f5es da Nova Museologia. Essa obra, al\u00e9m do desenvolvimento te\u00f3rico, se constr\u00f3i na observa\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o de ambientes e eventos concretos, cotidianos, ilustrados por exemplos estudados e experienciados. Alguns desses exemplos j\u00e1 representam a contesta\u00e7\u00e3o de um modelo que n\u00e3o atende as demandas sociais contempor\u00e2neas.<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-34b8f114 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Nota\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas: diagramas, coreografias, composi\u00e7\u00f5es &#8211; Maria Paula Piazza Recena<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-34b8f114\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-e29b0b36 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>MARIA PAULA PIAZZA RECENA<br><em><strong>T\u00edtulo:&nbsp;<\/strong><\/em>&#8220;Nota\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas: diagramas, coreografias, composi\u00e7\u00f5es&#8221;<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Rog\u00e9rio de Castro Oliveira, Arq. Dr.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>28\/11\/2013<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>Agnaldo Aric\u00ea Caldas Farias, Arq. Dr. \u2013 FAU-USP<br>Cl\u00e1udia Piant\u00e1 Costa Cabral, Arq. Dr. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Eduardo Ferreira Veras, Historiador da Arte, Dr. \u2013 UFRGS<br>Luis Henrique Haas Luccas, Arq. Dr. \u2013 PROPAR &#8211; UFRGS<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A, com recomenda\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o.<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>Esta tese clarifica, por meio de exemplos, uma camada da composi\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica que n\u00e3o \u00e9 suficientemente explorada pelos meios tradicionais de nota\u00e7\u00e3o. Mais do que a tentativa de representa\u00e7\u00e3o do movimento, o interesse desta tese recai sobre a possibilidade de identificar o movimento como uma vari\u00e1vel impulsionadora de um conjunto de opera\u00e7\u00f5es capazes de adquirir visibilidade na pr\u00f3pria a\u00e7\u00e3o projetual, conduzindo ao estudo das nota\u00e7\u00f5es como catalisadores dessas mesmas a\u00e7\u00f5es. A refer\u00eancia aos sistemas de movimentos como objeto de uma poss\u00edvel coreografia do espa\u00e7o arquitet\u00f4nico, balizada por objetos coreogr\u00e1ficos (FORSYTHE, 2011) que se identificam com elementos de arquitetura e composi\u00e7\u00e3o, adensa os operadores do projeto. O tema proposto parte de uma investiga\u00e7\u00e3o sobre as pr\u00e1ticas que sustentam a concep\u00e7\u00e3o de objetos arquitet\u00f4nicos interligando, nesta categoria, diferentes experimenta\u00e7\u00f5es compositivas que ressaltam o pr\u00f3prio estatuto do projeto de arquitetura como arte da inven\u00e7\u00e3o.<br><\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-addad4fb uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">A simetria modular nas Villas de Andrea Palladio &#8211; Monika Maria Stumpp<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-addad4fb\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-e79ff485 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>MONIKA MARIA STUMPP<br><em>T\u00edtulo:<\/em> A simetria modular nas Villas de Andrea Palladio.<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Cl\u00e1udio Calovi Pereira, Arq. Ph.D.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>11\/12\/2013<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>Cl\u00e1udio Calovi Pereira, Arq. Ph.D. \u2013 Professor orientador<br>Renato Holmer Fiore, Arq. Ph.D. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Martin Diego Gonzalez Luz, Arq. Dr. \u2013 UNISINOS<br>Ana El\u00edsia da Costa, Arq. Dra. \u2013 Departamento de Arquitetura &#8211; UFRGS<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>Esta tese se prop\u00f5e a estudar a simetria enquanto recurso compositivo na obra do arquiteto italiano Andrea Palladio. Parte-se da hip\u00f3tese de que a simetria teria facilitado a cria\u00e7\u00e3o de um sistema arquitet\u00f4nico flex\u00edvel, que coordena desdobramentos inventivos, sem comprometer a unidade compositiva. Dessa hip\u00f3tese derivou a necessidade de verificar a ado\u00e7\u00e3o de procedimentos compositivos que comprovassem o uso da simetria por Palladio como base ordenadora de unidade e diversidade, tanto formal como espacial. Para isso s\u00e3o analisados doze edif\u00edcios de villas constru\u00eddos ao longo do s\u00e9culo XVI. Ao contr\u00e1rio do que \u00e9 comumente assumido, o termo simetria tem um significado bem mais amplo que a mera disposi\u00e7\u00e3o especular das partes de um edif\u00edcio. As origens do termo na arquitetura se encontram no tratado De Architectura libri decem, escrito por Vitr\u00favio no s\u00e9culo I a.C. Em seu primeiro livro, ao definir o termo simetria, o autor se refere a unidades modulares articuladas que concatenam as partes de uma obra. Tais unidades modulares s\u00e3o pass\u00edveis de subdivis\u00f5es ou adi\u00e7\u00f5es, onde as rela\u00e7\u00f5es de medida asseguram a coordena\u00e7\u00e3o do todo e, ao mesmo tempo, abrem espa\u00e7o \u00e0 diversidade. Ao longo deste trabalho, esse instrumento foi denominado de simetria modular, por sua \u00eanfase na comensurabilidade como meio de coordena\u00e7\u00e3o no projeto arquitet\u00f4nico. A an\u00e1lise das obras selecionadas, seguida de sua vis\u00e3o em s\u00edntese, demonstrou que Palladio utilizou recursos geom\u00e9tricos, modulares e proporcionais que se relacionam ao conceito de simetria enunciado por Vitr\u00favio. Percebe-se que Palladio formulou um sistema de modula\u00e7\u00e3o dimensional que se desdobra em um procedimento de controle geom\u00e9trico do projeto. A disposi\u00e7\u00e3o de partes segundo faixas, malhas, medidas proporcionais e espa\u00e7os concatenados, tanto em planta como em corte, resultou em um conjunto harm\u00f4nico, cujas partes constituem um todo ordenado por meio da propor\u00e7\u00e3o. Desse modo, a defini\u00e7\u00e3o de simetria proposta por Vitr\u00favio e retomada por Alberti no s\u00e9culo XV, tratando da correspond\u00eancia entre o todo e as partes, faz-se presente na obra de Palladio, que diferentemente de seus antecessores, demonstra sua efetividade como recurso de projeto por meio de um vasto legado de obras executadas. As li\u00e7\u00f5es extra\u00eddas do uso da simetria nos projetos de Palladio mostram a import\u00e2ncia de procedimentos ordenadores como um sistema de controle que potencializa a inventividade. Seu valor como forma de abordar o projeto arquitet\u00f4nico \u00e9 t\u00e3o atual hoje como o foi na It\u00e1lia do s\u00e9culo XVI.<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<!--nextpage-->\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2014<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-2bd7e7a5 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Repensando vitr\u00favio : reflex\u00e3o acerca de princ\u00edpios e procedimentos de projeto &#8211; Leandro Manenti<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-2bd7e7a5\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-43db06ba uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>Leandro Manenti<strong><br><\/strong><em><strong>T\u00edtulo:&nbsp;<\/strong><\/em>Repensando vitr\u00favio : reflex\u00e3o acerca de princ\u00edpios e procedimentos de projeto<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Cl\u00e1udio Calovi Pereira, Arq. Ph.D.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>23\/05\/2014<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>Ronaldo de Azambuja Str\u00f6rer, Arq. Dr.- UNISINOS<br>Ana Carolina Santos Pellegrini, Arq. Dra. &#8211; UFRGS\/PROPAR<br>Renato Holmer Fiore, Arq. Ph.D. &#8211; UFRGS\/FAU<br>Roni Anzolch, Arq. Dr. &#8211; UFRGS\/FAU<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>Este trabalho prop\u00f5e-se a retomar os seis conceitos fundamentais relacionados ao projeto arquitet\u00f4nico descritos por Vitr\u00favio em seu tratado De architectura no s\u00e9culo I a.C. Analisando a bibliografia a respeito do autor romano, identificam-se, ainda hoje, lacunas nos entendimentos a respeito da teoria do projeto, sendo estas motivadoras do aprofundamento proposto. A partir do mapeamento completo das ocorr\u00eancias dos conceitos de ordinatio, dispositio, eurythmia, symmetria, decor e distributio no texto do tratado, bem como dos demais conceitos correlatos, o estudo procura levantar e discutir os poss\u00edveis entendimentos, que, na sequ\u00eancia, s\u00e3o confrontados com as descri\u00e7\u00f5es de projetos tamb\u00e9m contidas no tratado. A partir deste cotejo, procura-se validar os princ\u00edpios e procedimento de projeto segundo Vitr\u00favio, al\u00e9m de contribuir para a discuss\u00e3o do fazer arquitet\u00f4nico de forma ampla.<br><strong>Palavras-Chave<\/strong><br>Vitruvius Pollio, Marcus<br>Arquitetura Romana<br>Teoria do projeto&nbsp;<br><br><\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-ac2452f2 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Os Padr\u00f5es de Amplia\u00e7\u00e3o Espont\u00e2nea de Habita\u00e7\u00f5es de Interesse Social em Porto Alegre, RS, e Regi\u00e3o Metropolitana: Uma Proposta de Aplica\u00e7\u00e3o da Gram\u00e1tica da Forma e Sintaxe Espacial &#8211; Andr\u00e9a Quadrado Mussi<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-ac2452f2\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-518f35e2 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>Andr\u00e9a Quadrado Mussi<br><em><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;<\/em>Os Padr\u00f5es de Amplia\u00e7\u00e3o Espont\u00e2nea de Habita\u00e7\u00f5es de Interesse Social em Porto Alegre, RS, e Regi\u00e3o Metropolitana: Uma Proposta de Aplica\u00e7\u00e3o da Gram\u00e1tica da Forma e Sintaxe Espacial<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/strong>Projeto de Arquitetura e Urbanismo<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Benamy Turkienicz, Arq. Dr.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>17\/10\/2014<br><strong><em>Banca Examinadora<\/em>:<\/strong><br>Carolina Palermo, Arq. Dra. \u2013 UFSC<br>Doris Catherine Cornelie Knatz Kowaltowski, Arq. Dra. \u2013 UNICAMP<br>Silvio Belmonte de Abreu Filho, Arq. Dr. \u2013 PROPAR-UFRGS<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo<\/em>:&nbsp;<\/strong>A.<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>O d\u00e9ficit habitacional brasileiro continua elevado, apesar do aumento dos investimentos p\u00fablicos voltados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de HIS (Habita\u00e7\u00e3o de Interesse Social). A produ\u00e7\u00e3o habitacional financiada por programas p\u00fablicos emprega, majoritariamente, a \u00e1rea \u00fatil ao redor de 36m\u00b2. Assim, torna-se inevit\u00e1vel que as HIS, com dimens\u00f5es m\u00ednimas, sofram amplia\u00e7\u00f5es (na maioria das vezes espont\u00e2neas, efetuadas pelos pr\u00f3prios moradores), nem sempre com orienta\u00e7\u00e3o profissional. Dificuldades para projetar casas evolutivas, adapt\u00e1veis \u00e0s necessidades de expans\u00e3o horizontal ou vertical da unidade habitacional, determinam, muitas vezes, altera\u00e7\u00f5es substanciais no conforto ambiental e na l\u00f3gica de circula\u00e7\u00e3o e de articula\u00e7\u00e3o entre os espa\u00e7os da habita\u00e7\u00e3o original. Metodologias utilizadas para a previs\u00e3o de transforma\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas esbarram na dificuldade de modelar as transforma\u00e7\u00f5es e transferir a descri\u00e7\u00e3o obtida com estes modelos para estrat\u00e9gias projetuais. Entre os modelos de formas constru\u00eddas, a Sintaxe Espacial vem se mostrando eficaz na an\u00e1lise de hierarquia dos espa\u00e7os, enquanto a Gram\u00e1tica da Forma documenta, com relativa fidelidade, as caracter\u00edsticas de contiguidades entre espa\u00e7os no processo de expans\u00e3o. Com isso, os princ\u00edpios generativos de uma habita\u00e7\u00e3o evolutiva podem ser extra\u00eddos das amplia\u00e7\u00f5es de HIS. Esses modelos ajudam a descrever a estrutura planar das transforma\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas e podem auxiliar na previs\u00e3o das mudan\u00e7as provocadas por usu\u00e1rios de HIS no Brasil. O m\u00e9todo foi aplicado em casas originalmente de dois dormit\u00f3rios existentes em conjuntos habitacionais de Porto Alegre e da Regi\u00e3o Metropolitana de Porto Alegre (grupo RS). A compara\u00e7\u00e3o com projetos de HIS de tr\u00eas autores (grupo unidades-exemplo) testa a hip\u00f3tese de tend\u00eancia a semelhan\u00e7as (apesar das diferen\u00e7as entre os projetos do grupo unidades-exemplo quanto ao tamanho, \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o e \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o no terreno) entre as amplia\u00e7\u00f5es espont\u00e2neas observadas no grupo RS e as propostas adotadas por esses autores. O m\u00e9todo utilizado permitiu confirmar a hip\u00f3tese levantada, indicando que \u00e9 poss\u00edvel generalizar as solu\u00e7\u00f5es apresentadas no grupo unidades-exemplos para outras regi\u00f5es do Pa\u00eds, no momento em que h\u00e1 semelhan\u00e7as entre os dois grupos considerados. Essa metodologia tem como produto as regras espaciais e medidas de hierarquia dos compartimentos, sem estarem atreladas a uma express\u00e3o arquitet\u00f4nica, que retratam os padr\u00f5es geom\u00e9tricos e configuracionais das HIS transformadas no grupo RS e contribuem para possibilitar compara\u00e7\u00f5es com outros projetos, como os do grupo unidades-exemplo.<br><strong>Palavras Chave:<\/strong><br>Habita\u00e7\u00e3o de Interesse Social, Processo de Projeto, Gram\u00e1tica da Forma<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-6d63af4b uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Cortinas verdes na arquitetura: desempenho no controle solar e efici\u00eancia energ\u00e9tica em edifica\u00e7\u00f5es no contexto brasileiro &#8211; Min\u00e9ia Johann Scherer<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-6d63af4b\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-4ed1d60d uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>MIN\u00c9IA JOHANN SCHERER<br><em>T\u00edtulo:&nbsp;<\/em>\u201cCortinas verdes na arquitetura: desempenho no controle solar e efici\u00eancia energ\u00e9tica em edifica\u00e7\u00f5es no contexto brasileiro\u201d<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Projeto de Arquitetura e Urbanismo.<\/em><br><strong>Orientador:&nbsp;<\/strong>Beatriz Maria Fedrizzi, Enga. Agr. Dra.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>24\/11\/2014<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>Eduardo Grala da Cunha, Arquiteto, Dr. &#8211; Fac. Arquitetura &#8211; UFPEL<br>Gilmar Schafer, Eng. Agr\u00f4nomo, Dr. \u2013 Fac. Agronomia &#8211; UFRGS<br>Joaquim Pizzutti dos Santos, Eng. Civil, Dr. \u2013 Centro de Tecnologia &#8211; UFSM<br>L\u00facia Elvira Al\u00edcia Raffo de Mascar\u00f3, Arquiteta, Dra. &#8211; PROPAR &#8211; UFRGS<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A, com recomenda\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o.<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>As cortinas verdes caracterizam-se pelo plantio e desenvolvimento de uma vegeta\u00e7\u00e3o trepadeira, com aux\u00edlio de suportes, posicionada em frente e afastada das superf\u00edcies verticais da edifica\u00e7\u00e3o. Seu aspecto funcional mais relevante est\u00e1 associado \u00e0 capacidade de proporcionar sombra, atuando como dispositivo de controle solar em arquitetura. Diferente dos sistemas convencionais, o uso da vegeta\u00e7\u00e3o apresenta benef\u00edcios em termos de desempenho, na medida que responde de forma din\u00e2mica \u00e0s varia\u00e7\u00f5es do clima e das esta\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de ser um elemento natural e de baixo impacto ambiental, o que vai ao encontro \u00e0s premissas de uma arquitetura mais sustent\u00e1vel. Desta forma, o objetivo principal desta tese consiste no estudo da aplicabilidade das cortinas verdes como elemento de controle solar em arquitetura, com \u00eanfase em sua contribui\u00e7\u00e3o para a efici\u00eancia energ\u00e9tica de edifica\u00e7\u00f5es, no contexto clim\u00e1tico brasileiro. Para tanto, primeiro foi realizado o embasamento e a discuss\u00e3o te\u00f3rica sobre o tema, refor\u00e7ando sua pertin\u00eancia e relev\u00e2ncia, observando o atual estado da arte das pesquisas cient\u00edficas na \u00e1rea e apresentando exemplares arquitet\u00f4nicos executados com as cortinas verdes. A seguir, um estudo experimental foi conduzido, com vistas a gerar par\u00e2metros m\u00e9dios sobre a capacidade de sombreamento de quatro diferentes esp\u00e9cies trepadeiras, determinando o Percentual de Transmiss\u00e3o Solar em cada m\u00eas, durante um ano de avalia\u00e7\u00e3o. Por fim, foram realizadas simula\u00e7\u00f5es computacionais de efici\u00eancia energ\u00e9tica em uma edifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9rica de escrit\u00f3rios, utilizando os dados originados no experimento e comparando o desempenho das cortinas verdes com outros sistemas de sombreamento convencionais. Os resultados do experimento demonstraram o comportamento din\u00e2mico e particular de cada esp\u00e9cie no que diz respeito \u00e0 capacidade de proporcionar sombra, dependendo da \u00e9poca do ano e de suas caracter\u00edsticas formais. J\u00e1 quanto aos dados obtidos com as simula\u00e7\u00f5es, a maioria dos resultados foi favor\u00e1vel ao uso das cortinas verdes no controle solar da edifica\u00e7\u00e3o, resultando em economia de energia para refrigera\u00e7\u00e3o ou aquecimento artificial, dependendo da regi\u00e3o clim\u00e1tica e da esp\u00e9cie considerada. Assim, as principais conclus\u00f5es desta pesquisa est\u00e3o relacionadas ao potencial positivo do uso das cortinas verdes em arquitetura, atendendo ao duplo prop\u00f3sito da funcionalidade e da express\u00e3o formal. As esp\u00e9cies de trepadeiras apropriadas depender\u00e3o de cada regi\u00e3o, embora, de uma forma geral, as dec\u00edduas ser\u00e3o mais favor\u00e1veis em climas com esta\u00e7\u00e3o quente e fria, enquanto as perenes ser\u00e3o mais adequadas para uso em edifica\u00e7\u00f5es de climas com predom\u00ednio de altas temperaturas o ano todo.<br><\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<!--nextpage-->\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2015<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-dee37276 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Sobre el Tipo como Procedimiento Proyectual &#8211; Pablo Menitato<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-dee37276\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-1ff7ac3c uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>PABLO MENINATO<br><em><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;<\/em>Sobre el Tipo como Procedimiento Proyectual<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Carlos Eduardo Dias Comas, Arq. Dr.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>07\/08\/2015<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>Cl\u00e1udia Piant\u00e1 Costa Cabral, Arq. Dr. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Fernando Esteban Diez, Arq. Dr. \u2013 Universidade de Palermo<br>Daniela Mendes Cidade, Arq. Dra. \u2013 Departamento de Arquitetura &#8211; UFRGS<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A, com recomenda\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>Ao iniciar um projeto, o arquiteto enfrenta duas condi\u00e7\u00f5es aparentemente irreconcili\u00e1veis: em primeiro lugar, aspira criar formas novas e originais para distingui-las do realizado por seus antecessores, e, simultaneamente, deve assumir que a gesta\u00e7\u00e3o dessas formas ser\u00e1 afetada ou influenciada pelas imagens, mem\u00f3rias e id\u00e9ias anteriormente assimiladas. Desde as origens, esses interesses supostamente antag\u00f3nicos t\u00eam definido a evolu\u00e7\u00e3o da arquitetura e das outras artes, marcadas pela tens\u00e3o entre a heran\u00e7a das formas do passado e a busca das novas resolu\u00e7\u00f5es. A inten\u00e7\u00e3o desta pesquisa \u00e9 identificar e analisar os processos projetuais iniciados a partir da sele\u00e7\u00e3o das formas, imagens ou id\u00e9ias pr\u00e9-existentes, e que, apelando \u00e0 diversos procedimentos mim\u00e9ticos, incentivem a gera\u00e7\u00e3o de inst\u00e2ncias originais. Para tal fim, este estudo pressup\u00f5e que as atividades listadas s\u00e3o plaus\u00edveis de ser consideradas sob o dom\u00ednio do tipo, entendido como uma estrat\u00e9gia para a realiza\u00e7\u00e3o de novas itera\u00e7\u00f5es geradas a partir do conhecimento das formas passadas. Na primeira inst\u00e2ncia, o objetivo deste trabalho \u00e9 desenvolver uma reavalia\u00e7\u00e3o do que constitui o conceito de tipo, as origens do voc\u00e1bulo, a sua historiografia, a sua aplica\u00e7\u00e3o em outras disciplinas, e sua considera\u00e7\u00e3o na teoria e pr\u00e1tica da arquitetura dos \u00faltimos dois s\u00e9culos. De acordo com as defini\u00e7\u00f5es inaugur\u00e1is do Quatrem\u00e8re de Quincy no in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, a caracter\u00edstica distintiva que define qualquer discuss\u00e3o sobre o tipo \u00e9 sua condi\u00e7\u00e3o poliss\u00eamica. O tipo, portanto, pode ser assumido em resposta \u00e0 quest\u00e3o das origens da arquitetura, como uma estrat\u00e9gia para a constru\u00e7\u00e3o de classifica\u00e7\u00e3o do invent\u00e1rio edil\u00edcio, e tamb\u00e9m como uma t\u00e1tica projetual sustentada pela doutrina aristot\u00e9lica da mimesis. A segunda \u00e1rea de pesquisa \u00e9 dedicada a examinar a condi\u00e7\u00e3o do tipo como agente mim\u00e9tico, ou seja, como um propulsor do processo de desenho. Para este fim, se establece uma defini\u00e7\u00e3o expansiva do conceito, mas n\u00e3o entendido apenas como uma tipologia edilicia, mas tamb\u00e9m, como uma categoria que pode incluir qualquer classe de elementos, objetos, maquinarias ou mesmo forma\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas. A partir desta defini\u00e7\u00e3o renovada do territ\u00f3rio do tipo, este trabalho procede a discutir e examinar diversas t\u00e1ticas mim\u00e9ticas, como s\u00e3o a distor\u00e7\u00e3o, a magnifica\u00e7\u00e3o, a fragmenta\u00e7\u00e3o ou a justaposi\u00e7\u00e3o tipol\u00f3gica. Um tema que se dedicou especial aten\u00e7\u00e3o \u00e9 a t\u00e1tica do deslocamento do tipo, quest\u00e3o que sugere poss\u00edveis correspond\u00eancias com o procedimento do readymade inaugurado por Marcel Duchamp. Embora, deve-se notar que tanto o deslocamento tipol\u00f3gico e o readymade atuam desde as particularidades das respectivas disciplinas, ambos preceitos concordam na reavalia\u00e7\u00e3o de quest\u00f5es como originalidade, semelhan\u00e7a, figurativismo e mudan\u00e7a do significado.<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-ec0471bc uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Terra\u00e7o-Jardim: Uma Ideia para (Re)Inventar &#8211; Clarissa Martins de Lucena Santaf\u00e9 Aguiar<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-ec0471bc\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-233de791 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>Clarissa Martins de Lucena Santaf\u00e9 Aguiar<br><em><strong>T\u00edtulo<\/strong>:&nbsp;<\/em>Terra\u00e7o-Jardim: Uma Ideia para (Re)Inventar<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/strong>Projeto de Arquitetura e Urbanismo<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Beatriz Maria Fedrizzi. Eng\u00aa. Dra.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>06\/11\/2015<br><strong><em>Banca Examinadora<\/em>:<\/strong><br>Silvio Belmonte de Abreu Filho, Arq. Dr. \u2013 PROPAR\/UFRGS<br>Lucia Elvira Alicia Raffo de Mascar\u00f3, Arq. Dra. \u2013 PROPAR\/UFRGS<br>Raquel Rodrigues de Lima, Arq. Dra. \u2013 PUCRS<br>T\u00e2nia Marques Strohaecker, Arq. Dra. \u2013 UFRGS<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>A presente tese tem como objetivo o resgate do estudo do terra\u00e7o-jardim de Le Corbusier como projeto na arquitetura moderna ga\u00facha de 1940 a 1959 e a identifica\u00e7\u00e3o de quais s\u00e3o os usos m\u00faltiplos de hoje. O terra\u00e7o-jardim \u00e9 considerado n\u00e3o s\u00f3 como um elemento compositivo, mas tamb\u00e9m ambiental. Com a densifica\u00e7\u00e3o das cidades, cresce a import\u00e2ncia da utiliza\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os nas coberturas das edifica\u00e7\u00f5es. A implanta\u00e7\u00e3o do terra\u00e7o-jardim traz solu\u00e7\u00f5es para o uso do teto plano, promovendo melhorias para a habitabilidade, a multifuncionalidade e a sociabilidade. A pesquisa enfoca os aspectos f\u00edsico-compositivos e ambientais das edifica\u00e7\u00f5es em estudo. Por outro lado, procura entender o que ocorreu na legisla\u00e7\u00e3o urbana para estimular ou n\u00e3o a implanta\u00e7\u00e3o do terra\u00e7o-jardim em Porto Alegre. Nas considera\u00e7\u00f5es finais, identificou-se que a hip\u00f3tese defendida no trabalho, de que o terra\u00e7o-jardim, um dos cinco pontos da arquitetura moderna, sistematizado por Le Corbusier e preconizado nos planos modernos de Porto Alegre, efetivamente n\u00e3o se estabeleceu na capital ga\u00facha. Durante a investiga\u00e7\u00e3o, verificou-se que a ideia corbusiana existiu apenas como conceito de projeto. Embora n\u00e3o se tenha identificado, nos exemplares analisados, aquele espa\u00e7o de qualifica\u00e7\u00e3o est\u00e9tica proposto pela arquitetura moderna, houve uma preocupa\u00e7\u00e3o em deixar a laje plana na cobertura. Na an\u00e1lise da legisla\u00e7\u00e3o, o Plano Diretor de 1959\/61 demonstrou ser desfavor\u00e1vel \u00e0 materializa\u00e7\u00e3o do terra\u00e7o-jardim ao rebaixar a altura dos edif\u00edcios e o \u00edndice de aproveitamento. Hoje, o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental \u2013 I PDDUA, traz a oportunidade de utilizar a \u00faltima laje, o que pode ser um incentivo para o (re)inventar do terra\u00e7o-jardim.<br><strong>Palavras Chave:<\/strong><br>Terra\u00e7o-jardim. Arquitetura moderna em Porto Alegre. Arquitetura moderna brasileira. Planos urbanos. Le Corbusier.<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-ed43db6d uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Da placa \u00e0 grelha: transforma\u00e7\u00f5es Domin\u00f3icas em terra brasileira &#8211; Carlos Fernando Silva Bahima<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-ed43db6d\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-b193da39 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>CARLOS FERNANDO SILVA BAHIMA<br><em>T\u00edtulo:&nbsp;<\/em>Da placa \u00e0 grelha: transforma\u00e7\u00f5es Domin\u00f3icas em terra brasileira<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Carlos Eduardo Dias Comas, Arq. Dr.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>28\/12\/2015<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>Cl\u00e1udia Piant\u00e1 Costa Cabral, Arq. Dra. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Ruth Verde Zein, Arq. Dra. \u2013 Mackenzie<br>Fernando Perez Oyarzun, Arq. Dr. \u2013 PUC Chile<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>De placa e grelha: transforma\u00e7\u00f5es dominoicas em terra brasileira discute as transforma\u00e7\u00f5es nos anos 1950 e 1960 dos elementos do esquema de estrutura independente tipo Dom-ino, o esqueleto ou ossatura constitu\u00eddo por conjunto de placas paralelas em balan\u00e7o suportada por grelha de apoios pontuais que \u00e9 fundamento expl\u00edcito da arquitetura moderna brasileira de base carioca entre 1936 e 1945. O presente trabalho complementa e refina a revis\u00e3o hist\u00f3rica e cr\u00edtica da arquitetura moderna brasileira empreendida por pesquisa dentro do PROPAR-UFRGS com participa\u00e7\u00e3o entre outros, do pr\u00f3prio autor com sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado, Edif\u00edcio moderno brasileiro: a urbaniza\u00e7\u00e3o dos cinco pontos de Le Corbusier 1936-57 (2003). Considerando que uma estrutura n\u00e3o atende apenas cargas verticais, o trabalho deixa evidente a dificuldade de reduzir a fun\u00e7\u00e3o das paredes da arquitetura moderna \u00e0 pura veda\u00e7\u00e3o. Ao mesmo tempo, mostra a progressiva muta\u00e7\u00e3o do sistema triarticulado que informa o pensamento de Lucio Costa. A inclus\u00e3o de estruturas especiais e estruturas de paredes portantes para alternativas eventuais \u00e0 estrutura tipo Domino, entendida como estrutura normal da arquitetura moderna, evidencia que o sistema tem um vi\u00e9s hier\u00e1rquico. O trabalho mostra que esse vi\u00e9s se abala quando a arquitetura moderna triunfa no p\u00f3s-guerra, com a parede portante assumindo import\u00e2ncia equivalente ao apoio pontual. Desta forma, contribui para aprofundar o entendimento das continuidades e descontinuidades entre a arquitetura feita nos anos 1950 por Oscar Niemeyer e Affonso Eduardo Reidy, baseados no Rio de Janeiro, e a arquitetura de Vilanova Artigas e Paulo Mendes da Rocha, operando em S\u00e3o Paulo nos anos 1960. No primeiro cap\u00edtulo, a tese examina os textos mais importantes de Rowe e Eisenman em torno do entendimento do esquema Dom-ino e das suas conex\u00f5es com os 5 pontos e as 4 composi\u00e7\u00f5es corbusianas. O segundo cap\u00edtulo percorre a aprecia\u00e7\u00e3o de Comas sobre o aporte te\u00f3rico de Costa nos ensaios e mem\u00f3rias que inclui o exame da atribui\u00e7\u00e3o de paradigma ao esquema de placa e grelha e da defini\u00e7\u00e3o de arquitetura com vi\u00e9s corbusiano como proposi\u00e7\u00e3o inclusiva que leva \u00e0 no\u00e7\u00e3o da arquitetura moderna como sistema triarticulado e que acolhe combina\u00e7\u00f5es h\u00edbridas. O terceiro cap\u00edtulo \u00e9 centrado no problema de express\u00e3o dos esfor\u00e7os horizontais suprimida na formula\u00e7\u00e3o estrutural dominoica e os problemas de estabilidade e rigidez desse esquema, acrescido de um invent\u00e1rio de press\u00f5es de natureza espacial e funcional que p\u00f5em em crise o estatuto de paradigma da estrutura tipo Dom-ino tanto no per\u00edodo entreguerras quanto no p\u00f3sguerra. Os dois cap\u00edtulos seguintes abordam as transforma\u00e7\u00f5es formais, em bases cariocas, que registra a amplia\u00e7\u00e3o da configura\u00e7\u00e3o dos apoios isolados e, em terra paulista, caracterizadas pelas empenas de concreto aparente que afetam o princ\u00edpio de independ\u00eancia entre estrutura e veda\u00e7\u00e3o, desautorizam a associa\u00e7\u00e3o categ\u00f3rica do apoio isolado a elemento estrutural, e da parede a elemento sustentado, de veda\u00e7\u00e3o. O sexto cap\u00edtulo \u00e9 estudo emp\u00edrico comparativo que visa a verificar mais detalhadamente os processos formais e construtivos expostos de maneira ampla nos dois cap\u00edtulos anteriores. Nas muta\u00e7\u00f5es sist\u00eamicas do ep\u00edlogo se reitera a crescente interdepend\u00eancia no p\u00f3s-guerra entre o esqueleto independente tipo Dom-ino e planos de parede estrutural, atualizando as rela\u00e7\u00f5es da cella-pronaos nos tempos grecoromanos em termos modernos de shear core-skeleton. A import\u00e2ncia da parede estrutural se acentua considerando o predom\u00ednio de solu\u00e7\u00f5es h\u00edbridas na arquitetura moderna brasileira.<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 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