{"id":1976,"date":"2023-07-17T14:46:54","date_gmt":"2023-07-17T17:46:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propar\/?page_id=1976"},"modified":"2023-12-06T16:32:24","modified_gmt":"2023-12-06T19:32:24","slug":"teses-classificadas-por-data-de-defesa-2006-2010","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propar\/teses\/teses-classificadas-por-data-de-defesa\/teses-classificadas-por-data-de-defesa-2006-2010\/","title":{"rendered":"Teses classificadas por data de defesa (2006-2010)"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2006<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-42b69745 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">LI\u00c7\u00d5ES ALBERTIANAS PARA A TEORIA E A PR\u00c1TICA DA ARQUITETURA CONTEMPOR\u00c2NEA &#8211; Ronaldo de Azambuja Str\u00f6her<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-42b69745\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-dbecdae9 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;<\/em>Ronaldo de Azambuja Str\u00f6her<br><em><strong>T\u00edtulo<\/strong>:&nbsp;<\/em>&#8221; LI\u00c7\u00d5ES ALBERTIANAS PARA A TEORIA E A PR\u00c1TICA DA ARQUITETURA CONTEMPOR\u00c2NEA&#8221;<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Cl\u00e1udio Calovi Pereira, Arq. Ph.D.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>22\/05\/2006<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>Sylvio Arnoldo Dick Jantzen, Arq. Dr.- UFPEL\/FAU<br>Cl\u00e1udia Piant\u00e1 Costa Cabral, Arq. Dra. &#8211; UFRGS\/PROPAR<br>Luis Henrique Haas Luccas, Arq. Dr. &#8211; UFRGS\/FAU<br>Rog\u00e9rio de Castro Oliveira, Arq. Dr. &#8211; FAU\/UFRGS<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>Este trabalho se fundamenta na constata\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia que os aspectos art\u00edsticos desempenham na produ\u00e7\u00e3o e na aprecia\u00e7\u00e3o da arquitetura, qualificando-a ao mesmo tempo em que problematizam seu ensino e sua avalia\u00e7\u00e3o. Considerando essa ambival\u00eancia como um tra\u00e7o distintivo que resiste h\u00e1 muito tempo \u00e0 tentativa de objetivar a disciplina, o processo da subjetividade na arquitetura \u00e9 aqui abordado a partir de um personagem do Renascimento, \u00e9poca em que efetivamente se estabelece e se consolida a cr\u00edtica arquitet\u00f4nica.<br>Leon Battista Alberti, na condi\u00e7\u00e3o de autor do primeiro tratado de arquitetura do per\u00edodo e de obras que contribu\u00edram para as transforma\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas de seu tempo, nos mostra, atrav\u00e9s da teoria e da pr\u00e1tica profissional, a atualidade de uma postura que assume as incertezas que caracterizam a disciplina.<br>&nbsp;<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-710af3fe uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Porto Alegre como Cidade Ideal. Planos e Projetos Urbanos para Porto Alegre &#8211; S\u00edlvio Belmonte de Abreu Filho<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-710af3fe\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-0f374546 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong>S\u00edlvio Belmonte de Abreu Filho<\/em><br><em><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;Porto Alegre como Cidade Ideal. Planos e Projetos Urbanos para Porto Alegre<\/em><br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<\/em><br><em>Orientador:&nbsp;<\/em>Cl\u00e1udio Calovi Pereira, Prof. Ph.D<br><em><strong>Data da Defesa:<\/strong>&nbsp;&nbsp;26\/08\/2006<\/em><br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<br><\/strong>Denise Pinheiro Machado, Arq. Dra.<br>Rog\u00e9rio de Castro Oliveira, Arq. Dr.<br>Cl\u00e1udia Cabral, Arq. Dr.<br>Fernando Diez, Dr.<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A com recomenda\u00e7\u00e3o para publica\u00e7\u00e3o, sem corre\u00e7\u00f5es.<br><strong>Resumo:<br><\/strong>A partir de um quadro conceitual que situa a cidade e sua arquitetura como objeto aut\u00f4nomo, o trabalho enfoca Porto Alegre como cidade ideal, pelo estudo de seus planos e projetos urbanos. Eles foram considerados como textos instauradores da Arquitetura, na categoria dos escritos urban\u00edsticos, reunindo caracter\u00edsticas de tratado e de utopia, ao propor a aplica\u00e7\u00e3o de regras, princ\u00edpios e procedimentos para a constru\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o urbano, e a reprodu\u00e7\u00e3o de modelos. A revis\u00e3o cr\u00edtica dos planos utiliza sua exegese para relacion\u00e1-los com os paradigmas e modelos urban\u00edsticos hegem\u00f4nicos em seu tempo, com suas estrat\u00e9gias projetuais e normativas, e com a estrutura do espa\u00e7o real resultante, com interesse documental, metodol\u00f3gico, disciplinar e operativo.<br>Os planos urbanos considerados formam uma sucess\u00e3o encadeada de quase cem anos, desde o Plano Geral dos Melhoramentos de 1914 at\u00e9 o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental &#8211; PDDUa, em vigor desde 2000. A tese se estrutura como um conjunto articulado de seis estudos monogr\u00e1ficos, um para cada plano, unificados na introdu\u00e7\u00e3o por objetivos, m\u00e9todo e marco te\u00f3rico comuns, e no final ao procurar deles extrair considera\u00e7\u00f5es de natureza geral, que contribuam para a defini\u00e7\u00e3o de seu estatuto na disciplina. Na exegese de cada plano como documento aut\u00f4nomo, tratou-se de identificar a imagem (ou imagens) de cidade ideal a orientar sua gesta\u00e7\u00e3o, descrever suas premissas, os elementos de sua estrutura, e como v\u00e3o orientar as normas e procedimentos urban\u00edsticos em sua aplica\u00e7\u00e3o, na busca de transformar a cidade real, com todas as suas circunst\u00e2ncias, na cidade idealizada. Assim, para cada um, se procura distinguir as caracter\u00edsticas prescritivas, relacionadas \u00e0 sua natureza &#8220;tratadista&#8221;, de suas caracter\u00edsticas ut\u00f3picas, ligadas \u00e0 gera\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o de modelos. Regra e modelo, estrutura e processo, enfim, s\u00e3o os conceitos a orientar o estudo de Porto Alegre como cidade ideal, por seus planos e projetos urbanos.<br><strong>Palavras chave:<br><\/strong>Cidade ideal<br>Urbanismo e Projetos Urbanos<br>Planejamento Urbano<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-670b5cdf uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">A SALA BEM TEMPERADA INTERIOR MODERNO E SENSIBILIDADE ECL\u00c9TICA &#8211; Marta Silveira Peixoto<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-670b5cdf\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-50bb1768 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong><\/em>Marta Silveira Peixoto<br><em><strong>T\u00edtulo<\/strong>:&nbsp;<\/em>&#8221; A SALA BEM TEMPERADA INTERIOR MODERNO E SENSIBILIDADE ECL\u00c9TICA&#8221;<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><strong>Orientador:&nbsp;<\/strong>Carlos Eduardo Dias Comas, Arq. Dr.<br><em><strong>Data da Defesa:<\/strong>&nbsp;<\/em>31\/08\/2006<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<br><\/strong>Alfonso Corona Martinez, Arq. Dr. &#8211; Universidade de Belgrano<br>Cl\u00e1udia Piant\u00e1 Costa Cabral, Arq. Dra. &#8211; UFRGS;<br>Rog\u00e9rio de Castro Oliveira, Arq. Dr. &#8211; UFRGS;<br>Ruth Verde Zein, Arq. Dra. &#8211; Universidade Presbiteriana Mackenzie<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo da Tese:<br><\/strong>A ambienta\u00e7\u00e3o de interiores \u00e9 uma dimens\u00e3o fundamental da arquitetura moderna que est\u00e1 interessada no desaparecimento da fronteira entre interior e exterior, na continuidade espacial, na transpar\u00eancia, na redu\u00e7\u00e3o das paredes e na flexibilidade dos espa\u00e7os; tudo isto sob a reg\u00eancia de um esp\u00edrito \u00fanico e harmonioso, comandado pelo arquiteto.<br>Este trabalho, ent\u00e3o, analisa as ambienta\u00e7\u00f5es projetadas para os sal\u00f5es de algumas das casas consagradas produzidas entre 1930 e 1950, especialmente, e procura estabelecer as poss\u00edveis rela\u00e7\u00f5es desta produ\u00e7\u00e3o, entre contempor\u00e2neos e deles com seus antecedentes hist\u00f3ricos. O ponto de partida \u00e9 a constata\u00e7\u00e3o inicial de que h\u00e1 diferentes maneiras de tratar o assunto.<br>A iser\u00e7\u00e3o desta vari\u00e1vel, ambienta\u00e7\u00e3o de interiores, amplia o espectro de an\u00e1lise da arquitetura moderna, possibilitando uma vis\u00e3o mais abrangente e completa de sua produ\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de buscar e organizar o material relativo ao assunto. A op\u00e7\u00e3o pelo tema residencial \u00e9 conseq\u00fc\u00eancia da import\u00e2ncia que ele assume no per\u00edodo, estabelecendo-se como programa preponderante e valioso campo de experimenta\u00e7\u00e3o de id\u00e9ias. As casas s\u00e3o aquelas de uma elite, n\u00e3o apenas econ\u00f4mica, mas tamb\u00e9m cultural, disposta a patrocinar a identificar-se com a vanguarda arquitet\u00f4nica, e o foco da an\u00e1lise recai nos ambientes sociais e de representa\u00e7\u00e3o.<br><strong>Palavras chave:<br><\/strong>Arquitetura de interiores<br>Arquitetura moderna<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-4a3153a6 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Arnaldo Gladosch &#8211; O Edif\u00edcio e a Metr\u00f3pole &#8211; Anna Paula Moura Canez<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-4a3153a6\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-3e418257 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;Anna Paula Moura Canez<br><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;Arnaldo Gladosch &#8211; O Edif\u00edcio e a Metr\u00f3pole<br><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Fernando Delfino de Freitas Fu\u00e3o, Arq. Dr.<br><strong>Data da Defesa:&nbsp;<\/strong>27\/12\/2006<br><strong>Banca Examinadora:<\/strong><br>Andrey Rosenthal Schlee, Arq. Dr. &#8211; FAU\/UnB<br>Briane Panitz Bicca, Arq. Dra. &#8211; Pref. Municipal de Porto Alegre<br>Hugo Segawa, Arq. Dr. &#8211; FAU\/USP<br>Rog\u00e9rio de Castro Oliveira, Arq. Dr. &#8211; PROPAR\/UFRGS<br><strong>Conceito Atribu\u00eddo:<\/strong>&nbsp;A, com recomenda\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o<br><strong>Resumo da tese:<\/strong><br>A&nbsp; presente tese sistematiza e analisa pela primeira vez, em seu conjunto, as proposi\u00e7\u00f5es e obras arquitet\u00f4nicas e urban\u00edsticas de Arnaldo Gladosch (1903-1954), arquiteto paulistano formado em 1926, na Technische Hochschule de Dresden, cuja produ\u00e7\u00e3o concentrou-se, principalmente nos anos 30 e 40, no Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo e Porto Alegre. Al\u00e9m de sua atividade como arquiteto de edif\u00edcios, como os que serviram \u00e0s lojas Mesbla e tamb\u00e9m do edif\u00edcio Sulacap de Porto Alegre, destaca-se a sua atua\u00e7\u00e3o como urbanista, participante da equipe de Alfred Agache no desenvolvimento do Plano Cidade do Rio de Janeiro &#8211; Extens\u00e3o &#8211; Remodela\u00e7\u00e3o &#8211; Embelezamento, e como autor do Plano Diretor da Cidade de Porto Alegre (que levou seu nome), a convite do prefeito estadonovista Loureiro da Silva em 1938. A escolha por Gladosch partiu de indaga\u00e7\u00f5es a respeito do seu modo de fazer arquitetura e cidade, considerando a circula\u00e7\u00e3o de concep\u00e7\u00f5es urban\u00edsticas e arquitet\u00f4nicas internacionais no Brasil mediante a educa\u00e7\u00e3o formal de brasileiros no exterior. As suas id\u00e9ias e realiza\u00e7\u00f5es fazem parte de um quadro mais amplo das pr\u00e1ticas urban\u00edsticas e arquitet\u00f4nicas cujo reconhecimento se desdobra na amplia\u00e7\u00e3o do saber acerca da ordena\u00e7\u00e3o urbana num per\u00edodo fundamental na consolida\u00e7\u00e3o das grandes cidades brasileiras&nbsp; e na distin\u00e7\u00e3o de uma outra arquitetura quase ausente na nossa historiografia. Que li\u00e7\u00f5es a respeito do manejo projetual e rela\u00e7\u00f5es com a cidade Arnaldo Gladosch nos legou? Procurou-se responder \u00e0 pergunta utilizando-se, principalmente, da an\u00e1lise, interpreta\u00e7\u00e3o e cr\u00edtica das obras&nbsp;<em>in loco&nbsp;<\/em>e em fonte documental e iconogr\u00e1fica prim\u00e1ria revelando uma arquitetura de of\u00edcio e t\u00e9cnica exemplares, que ainda perdura e marca a fisionomia da metr\u00f3pole da qual \u00e9 parte insepar\u00e1vel.<br><strong>Palavras Chave:<\/strong><br>Arquitetura em Porto Alegre<br>Arnaldo Gladosch<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<!--nextpage-->\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2007<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-5a0e7dc4 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">A IDENTIDADE DE UM NOVO CORPO E O CORPO MUTANTE DA ARQUITETURA \u2013 As pr\u00f3teses como media\u00e7\u00e3o sens\u00f3rio-espacial na experi\u00eancia contempor\u00e2nea &#8211; Fl\u00e1via Nacif da Costa<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-5a0e7dc4\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-18033902 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;Fl\u00e1via Nacif da Costa<br><strong>T\u00edtulo:<\/strong>\u201cA IDENTIDADE DE UM NOVO CORPO E O CORPO MUTANTE DA ARQUITETURA \u2013 As pr\u00f3teses como media\u00e7\u00e3o sens\u00f3rio-espacial na experi\u00eancia contempor\u00e2nea\u201d.<br><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Fernando Delfino de Freitas Fu\u00e3o, Arq. Dr.<br><strong>Data da Defesa:&nbsp;<\/strong>15\/06\/2007<br><strong>Banca Examinadora:<\/strong><br>Andr\u00e9a Soler Machado, Arq. Dra. &#8211; UFRGS<br>Celina Borges Lemos, Arq. Dra. &#8211; EAUFMG<br>M\u00e1rcia Tilburi, Fil. Dra. \u2013 FAAP\/SP<br><strong>Conceito Atribu\u00eddo:<\/strong>&nbsp;A, com recomenda\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o<br><strong>Resumo da tese:<\/strong><br>O trabalho trata das modifica\u00e7\u00f5es sofridas pelo corpo desde que a ele se somaram pr\u00f3teses \u2014 aparatos tecnol\u00f3gicos \u2014, especialmente a partir do advento da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, mudan\u00e7as essas que reverberaram na produ\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o da arquitetura. Tem-se como hip\u00f3tese que tais transforma\u00e7\u00f5es do corpo, ao interferirem no modo como o mundo \u00e9 percebido e experimentado pelo homem, trazem quest\u00f5es a serem refletidas no \u00e2mbito da arquitetura, uma vez que o cen\u00e1rio atual em que ela se produz aponta para novas viv\u00eancias do espa\u00e7o urbano. Analisa-se que arquitetura \u00e9 poss\u00edvel diante de um meio ciborgue, em que as contamina\u00e7\u00f5es do corpo pela m\u00e1quina mobilizam novas formas de aproxima\u00e7\u00e3o entre usu\u00e1rio e obra.<br><strong>Palavras Chave:<\/strong><br>Cr\u00edtica Arquitet\u00f4nica<br>Espa\u00e7o<br>Espa\u00e7o Arquitet\u00f4nico<br>Espa\u00e7o urbano: Transforma\u00e7\u00e3o<br>Hist\u00f3ria da Arquitetura<br>Tecnologia<br>Tempo<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-5e2ff4b2 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Gaspard Monge e a Sistematiza\u00e7\u00e3o da Representa\u00e7\u00e3o na Arquitetura &#8211; Eliane Panisson<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-5e2ff4b2\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-a6fa86d3 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong>Eliane Panisson<br><strong>T\u00edtulo:<\/strong>\u201cGaspard Monge e a Sistematiza\u00e7\u00e3o da Representa\u00e7\u00e3o na Arquitetura\u201d.<br><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Fernando Delfino de Freitas Fu\u00e3o, Arq. Dr.<br><strong>Data da Defesa:&nbsp;<\/strong>06\/07\/2007<br><strong>Banca Examinadora:<\/strong><br>Adriane Borda Almeida da Silva, Arq. Dra. &#8211; UFPEL<br>Airton Cattani, Arq. Dr. &#8211; UFRGS<br>Underl\u00e9ia Bruscato Portella, Arq. Dra. &#8211; UNISINOS<br><strong>Conceito Atribu\u00eddo:<\/strong>&nbsp;A, com recomenda\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o<br><strong>Resumo da tese:<\/strong><br>Esta tese trata da contextualiza\u00e7\u00e3o da geometria descritiva como sistema de representa\u00e7\u00e3o na arquitetura. Desenvolve-se a partir da desconstru\u00e7\u00e3o da G\u00e9om\u00e9trie descriptive de Gaspard Monge, publicada em 1799, acompanhando a exposi\u00e7\u00e3o de seu autor desde o conte\u00fado da capa at\u00e9 a sua \u00faltima p\u00e1gina, de onde s\u00e3o destacadas partes a serem estudadas entre os textos, desenhos e a pr\u00f3pria apresenta\u00e7\u00e3o da obra.<br>Desconstruir a teoria mongeana apresenta-se relevante neste estudo por investigar sobre as li\u00e7\u00f5es dadas por Monge em 1799, que coexistem at\u00e9 o momento com outras representa\u00e7\u00f5es, entretanto sem um questionamento e entendimento epistemol\u00f3gico.<br>Considerando que existem distor\u00e7\u00f5es na exposi\u00e7\u00e3o original das li\u00e7\u00f5es mongeanas em obras subseq\u00fcentes \u00e0 G\u00e9om\u00e9trie descriptive e que conceitos de representa\u00e7\u00e3o determinam limites de compreens\u00e3o do espa\u00e7o que implicam na pr\u00f3pria arquitetura, este estudo d\u00e1 abertura de resignifica\u00e7\u00e3o \u00e0 teoria original de Monge no ensino de arquitetura.<br><strong>Palavras Chave:<\/strong><br>Ensino de arquitetura<br>Gaspard Monge<br>Geometria descritiva<br>M\u00e9todo mongeano<br>Representa\u00e7\u00e3o na arquitetura<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<!--nextpage-->\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2009<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-66ea31b2 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">INICIA\u00c7\u00c3O AO ENSINO DO PROJETO ARQUITET\u00d4NICO: paradigmas e reducionismos &#8211; \u00c2ngela Becker Maciel<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-66ea31b2\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-9758f942 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong>\u00c2ngela Becker Maciel<\/em><br><em><strong>T\u00edtulo:&nbsp;<\/strong>INICIA\u00c7\u00c3O AO ENSINO DO PROJETO ARQUITET\u00d4NICO: paradigmas e reducionismos<\/em><br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<\/em><br><em>Orientador:&nbsp;<\/em>Rog\u00e9rio de Castro Oliveira, Prof. Dr.<br><em><strong>Data da Defesa:<\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/em>02\/04\/2009<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<br><\/strong>Ana Paula Canez, Dra.<br>Cl\u00e1udia Piant\u00e1 Costa Cabral Dra.<br>Sylvio Jantzen Dr.<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A<br><strong>Resumo:<br><\/strong>Esta tese discute pressupostos te\u00f3ricos subjacentes a procedimentos did\u00e1ticos usualmente tidos como adequados \u00e0s pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas adotadas nas disciplinas de inicia\u00e7\u00e3o ao projeto nas escolas de arquitetura. Por extens\u00e3o, examina a pr\u00f3pria no\u00e7\u00e3o de inicia\u00e7\u00e3o ao fazer arquitet\u00f4nico como parte de contextos paradigm\u00e1ticos que permanecem impl\u00edcitos para professores e alunos, evidenciando com freq\u00fc\u00eancia descontinuidades e contradi\u00e7\u00f5es desvinculadas do conhecimento projetual. Essa situa\u00e7\u00e3o introduz na rela\u00e7\u00e3o de ensino-aprendizagem um descompasso entre objetivos did\u00e1ticos e referenciais te\u00f3ricos, colocando em segundo plano a compreens\u00e3o que o aluno vai construindo do que seja a atividade projetual. A investiga\u00e7\u00e3o dos quadros paradigm\u00e1ticos que se mesclam na inicia\u00e7\u00e3o ao projeto se ap\u00f3ia na leitura de livros-texto que comumente consubstanciam as atividades efetuadas nessas disciplinas introdut\u00f3rias, identificados pela recorr\u00eancia com que comparecem nas rela\u00e7\u00f5es bibliogr\u00e1ficas dos programas de ensino. A an\u00e1lise cr\u00edtica do conte\u00fado desses manuais fornece as evid\u00eancias que permitem discutir, no plano hermen\u00eautico, a maior ou menor adequa\u00e7\u00e3o do que comumente se entende por inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00e1tica do projeto arquitet\u00f4nico, num esfor\u00e7o de clarifica\u00e7\u00e3o que constitui o pr\u00f3prio contexto de justifica\u00e7\u00e3o da tese.<br><strong>Palavras chave:<br><\/strong>Introdu\u00e7\u00e3o<br>Ensino<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-0b0c2b61 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Geometrias do estilo : genealogia da no\u00e7\u00e3o de estilo em arquitetura &#8211; Roni Anzolch<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-0b0c2b61\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-f0ffa70d uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong>Roni Anzolch<br><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;&#8220;Geometrias do estilo : genealogia da no\u00e7\u00e3o de estilo em arquitetura&#8221;<br><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Critica<br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Rog\u00e9rio de Castro Oliveira<br><strong>Data da Defesa:<\/strong>&nbsp;19\/05\/2009<br><strong>Banca Examinadora:<\/strong><br>Blanca Luz Brites<br>Ronaldo de Azambuja Str\u00f6her<br>Cl\u00e1udio Calovi Pereira<br><strong>Conceito Atribu\u00eddo:<\/strong>&nbsp;A<br><br><strong>Resumo da Disserta\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;&nbsp;Estilo \u00e9 essencialmente um conceito de ju\u00edzo de express\u00e3o. Em arte atua em n\u00edvel de metalinguagem pela injun\u00e7\u00e3o ou sobreposi\u00e7\u00e3o de linguagens afins. Do grego met\u00e1 prov\u00e9m a no\u00e7\u00e3o de intermedia\u00e7\u00e3o ou de \u2018mudan\u00e7a de lugar\u2019 e marca o ponto a partir do qual se pode de-constituir os n\u00edveis de relacionamento dessas linguagens. \u00c9 um fato hist\u00f3rico em arquitetura que analogias ling\u00fc\u00edsticas desta natureza pare\u00e7am constituir o modelo de uma linguagem em especial ou pelo menos boa parte dela. Ent\u00e3o as formas pelas quais se desenham as estrat\u00e9gias de integra\u00e7\u00e3o dessas linguagens acabam por nos induzir a pensar a arquitetura como uma linguagem de fato. Em Teoria da Arquitetura, este n\u00edvel de discuss\u00e3o \u00e9 levado a efeito, ainda que de forma el\u00edptica, muitas vezes ocultando os instrumentos e a centralidade de um jogo est\u00e9tico crucial. Como nas categorias est\u00e9ticas de Vitr\u00favio, trata-se de formas de intera\u00e7\u00e3o que desenham o relacionamento simult\u00e2neo e tentativo de elementos e inten\u00e7\u00f5es de desenho. Um estudo geneal\u00f3gico das linhas de argumenta\u00e7\u00f5es sobre o tema, presentes nas publica\u00e7\u00f5es classificadas como Teoria da Arquitetura, permite que se reconstituam os tra\u00e7os evolutivos do relacionamento e funcionamento destas suas categorias. Como num jogo elas se comportam como regras relativamente constantes cujas hierarquias de relacionamento podem se alterar sob determinadas circunst\u00e2ncias hist\u00f3ricas. Se em determinado per\u00edodo hist\u00f3rico estas rela\u00e7\u00f5es tendem a permanecer constantes, nos per\u00edodos de mudan\u00e7a ou transforma\u00e7\u00e3o novas categorias podem ser propostas, reorganizando instrumentos e procedimentos. A reconstitui\u00e7\u00e3o da Teoria da Arquitetura como um discurso de estilo enseja, portanto, um estudo extensivo de suas manifesta\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas na arquitetura ocidental desde o Renascimento. S\u00e3o formas de controle a priori e a posteriori que se alternam e tensionam a cria\u00e7\u00e3o, alterando o grau de organiza\u00e7\u00e3o ou entropia do sistema tanto quanto a previsibilidade ou imprevisibilidade do resultado final. Dessa forma, pela perspectiviza\u00e7\u00e3o de um conjunto de proposi\u00e7\u00f5es, pelo acordo entre sentidos e intelig\u00eancia ou mesmo pelo etos do objeto, pode-se, como fio de Ariadne, recuperar o sentido de uma Teoria da Arquitetura e renovar o interesse hermen\u00eautico para o tema.<br><br><strong>Palavras Chave:<\/strong><br>Arte Est\u00e9tica;<br>Estilos Arquitet\u00f4nicos<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-f76df277 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Arquitetura e cidade &#8211; o caso da rambla de pocitos em Montevid\u00e9o &#8211; Julio Cesar Gaeta Gorriz<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-f76df277\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-fb2e17a5 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong>Julio Cesar Gaeta Gorriz<br><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;&#8221; Arquitetura e cidade &#8211; o caso da rambla de pocitos em Montevid\u00e9o &#8220;<br><strong>Area de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Edson da Cunha Mahfuz<br><strong>Data da Defesa:<\/strong>&nbsp;24\/09\/2009<br><strong>Banca Examinadora:<\/strong><br>Rog\u00e9rio de Castro Oliveira e Silvio Belmonte Abreu Filho<br>Gustavo Scheps Grandal<br>Silvio Belmonte de Abreu Filho<br>Claudia Piant\u00e1 Costa Cabral<br>Carlos Eduardo Comas<br><strong>Conceito Atribu\u00eddo:<\/strong>&nbsp;A<br><strong>Resumo da Disserta\u00e7\u00e3o<\/strong>&nbsp;Montevid\u00e9u \u00e9 uma cidade litor\u00e2nea e esta condi\u00e7\u00e3o constitui um aspecto essencial e definidor da cidade. Concebida como uma varanda em dire\u00e7\u00e3o ao rio, a rambla costeira percorre a cidade a partir de um qualificado e recreativo passeio na qual se concentra uma qualificada produ\u00e7\u00e3o moderna que determinou uma transforma\u00e7\u00e3o urbana importante e materializa uma produ\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica oposta \u00e0 cidade decimon\u00f3nica. \u00c9 neste setor e nesta arquitetura onde centramos o foco desta Tese. A Rambla de Pocitos recolhe a experi\u00eancia de uma modernidade, associada a um singular modo de viver a cidade que associa tr\u00eas componentes: a paisagem, o usu\u00e1rio e a arquitetura. A tese envolve muitos autores, por\u00e9m existem fundadas raz\u00f5es que destacam dois deles: Luis Garc\u00eda Pardo e Raul Sichero Bouret; estes autores marcam o ponto de inflex\u00e3o no pensamento e na obra moderna alcan\u00e7ado no per\u00edodo de consolida\u00e7\u00e3o no Uruguai. As obras mais importantes destes autores, &#8211; El Panamericano, La Goleta e El Pilar &#8211; somados a tantas outras que conformam a Rambla de Pocitos constituem as provas materiais da premissa de revaloriza\u00e7\u00e3o moderna na constru\u00e7\u00e3o da cidade. Estes projetos foram concebidos segundo par\u00e2metros modernos e apresenta estrat\u00e9gias de projetos, uma forte considera\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o e, portanto p\u00f5e em manifesto, a capacidade em termos de gerar cidade. Na arquitetura destes autores podemos apreciar conceitos como: projetar desde a t\u00e9cnica e racionalidade, radicalismo, alta qualidade nos produtos finais, a busca de uma arquitetura aut\u00eantica e de vanguarda, um conceito de pertin\u00eancia e capacidade de gerar cidade. Os projetos criados apresentam especiais estrat\u00e9gias de projetos que materializaram uma concreta produ\u00e7\u00e3o em termos do objeto arquitet\u00f4nico e do espa\u00e7o, uma obra pensada desde a cidade e para a cidade, uma arquitetura que adquire um sentido maior quando se considera a chave do projeto coletivo, essencialidade pertinente na gera\u00e7\u00e3o de cidade.<br><br><strong>Palavras Chave:<br><\/strong>Arquitetura moderna<br>Cidades<br>Garc\u00eda Pardo, Luis<br>Montevid\u00e9u (Uruguai)<br>Projeto arquitet\u00f4nico<br>Sichero Bouret, Raul<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-d548edf5 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Arquitetura e Representa\u00e7\u00e3o: as casas de papel de Peter Eisenman e textos da descontru\u00e7\u00e3o de Jacques Derrida &#8211; Beatriz Regina Dorfman<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-d548edf5\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-8c00a90c uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong>Beatriz Regina Dorfman<\/em><br><em><strong>T\u00edtulo:&nbsp;<\/strong>Arquitetura e Representa\u00e7\u00e3o: as casas de papel de Peter Eisenman e textos da descontru\u00e7\u00e3o de Jacques Derrida<\/em><br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<\/em><br><em>Orientador:&nbsp;<\/em>Fernando Freitas Fu\u00e3o, Prof. Dr.<br><em><strong>Data da Defesa:<\/strong>&nbsp;12\/11\/2009<\/em><br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<br><\/strong>Andr\u00e9a Soler Machado, Arq. Dr. &#8211; PROPAR\/UFRGS<br>Marco Pereira Diligenti, Eng. Dr.  PUC\/RS<br>Ricardo Timm de Souza, Filosofo Dr.  PUC\/RS<br>Dirce Eleonora Nigro Solis, Filosofa Dra. &#8211; UERJ<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>A, com recomenda\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o<br><strong>Resumo:<\/strong><br>Os avan\u00e7os cient\u00edficos e tecnol\u00f3gicos e a supera\u00e7\u00e3o dos paradigmas filos\u00f3ficos que fundamentaram o pensamento moderno provocaram profundas modifica\u00e7\u00f5es na representa\u00e7\u00e3o, ao longo do seculo XX.A arquitetura e a filosofia, como as mais diversas manifesta\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas associaram-se nessas mudan\u00e7as. Nas d\u00e9cadas de 1960 a 80, os trabalhos do arquiteto Peter Eisenman e os do fi\u00e7\u00f3sofo Jacques Derrida partiram de quest\u00f5es da linguagem e da representa\u00e7\u00e3o e propuseram uma s\u00e9rie de rupturas em termos formais e conceituais. Este processo ganhou express\u00e3o na arquitetura e em sua representa\u00e7\u00e3o e obteve proje\u00e7\u00e3o internacional na exposi\u00e7\u00e3o que deu nome ao fen\u00f4meno que ficou conhecido como arquitetura desconstrutivista. Ap\u00f3s este per\u00edodo, as obras do arquiteto e o pensamento do fil\u00f3sofo seguiram por caminhos diferentes.<br>Arquitetura e representa\u00e7\u00e3o: as Casas de papel de Peter Eisenman e textos da desconstru\u00e7\u00e3o em Jacques Derrida, anos 60 a 80 analisa obras selecionadas do arquiteto e do fil\u00f3sofo que abordam quest\u00f5es da linguagem e da representa\u00e7\u00e3o. Discute conceitos da desconstru\u00e7\u00e3o, que permanecem v\u00e1lidos para a arquitetura contempor\u00e2nea, e relaciona-os com outras modalidades de express\u00e3o art\u00edstica. Demonstra que n\u00e3o h\u00e1 correspond\u00eancia entre a filosofia da desconstru\u00e7\u00e3o e o fen\u00f4meno que ficou conhecido como arquitetura desconstrutivista.<br><br><strong>Palavras chave:<br><\/strong>Arquitetura representa\u00e7\u00e3o as casas de papel Peter Eisenman desconstru\u00e7\u00e3o Jacques Derrida, anos 60 a 80<br>&nbsp;<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-d1d9a231 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Programa e Projeto na Era Digital &#8211; O Ensino de Projeto de Arquitetura em Ambientes Virtuais Interativos &#8211; Isabel Am\u00e1lia Medero Rocha<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-d1d9a231\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-d3f68771 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong>Isabel Am\u00e1lia Medero Rocha<br><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;&#8220;Programa e Projeto na Era Digital &#8211; O Ensino de Projeto de Arquitetura em Ambientes Virtuais Interativos&#8221;<br><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Critica<br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Fernando Freitas Fu\u00e3o<br><strong>Data da Defesa:<\/strong>&nbsp;14\/12\/2009<br><strong>Banca Examinadora:<\/strong><br>Underl\u00e9ia Miotto Bruscato<br>Jos\u00e9 Cabral Filho<br>Rog\u00e9rio de Castro Oliveira<br><strong>Conceito Atribu\u00eddo:<\/strong>&nbsp;A<br><strong>Resumo da Disserta\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;&nbsp;O argumento desta tese \u00e9 delineado no bastidor da no\u00e7\u00e3o de \u2018programa\u2019. O termo \u2018programa\u2019 inclui, em seu significado, software (programa computacional) e programa de arquitetura. \u00c9 tramado pelas diferentes inst\u00e2ncias da natureza projetual, em que interagem programa e projeto. Equaciona o fen\u00f4meno digital a partir das diferentes naturezas que o conceito de \u2018programa\u2019, como software e programa de arquitetura, pode assumir.&nbsp; Analisa a intera\u00e7\u00e3o entre projetista, \u2018programa\u2019, imagem e informa\u00e7\u00e3o no projeto digital. Prop\u00f5e a experimenta\u00e7\u00e3o como forma de transcender as limita\u00e7\u00f5es impostas pelas regras programadas nos \u2018programas\u2019.<br><strong>Palavras Chave:<\/strong><br>Projeto digital;<br>teoria de projeto;<br>ateli\u00ea de projeto<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<!--nextpage-->\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2010<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-edeae36e uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">ARQUITETURAS DO ABANDONO [ou uma cartografia nas fronteiras da arquitetura, da filosofia e da arte] -Eduardo Rocha<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-edeae36e\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-70d11a96 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><strong>Doutorando(a):<\/strong>&nbsp;Eduardo Rocha<br><strong>T\u00edtulo:<\/strong><em>&nbsp;<\/em>&#8220;ARQUITETURAS DO ABANDONO [ou uma cartografia nas fronteiras da arquitetura, da filosofia e da arte]&#8221;<br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica de Arquitetura<\/em><br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Fernando Freitas Fu\u00e3o, Arq. Dr.<br><em>Data da Defesa:&nbsp;<\/em>21\/05\/2010<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<\/strong><br>M\u00e1rcia Angelita Tiburi, Arq. Dra. &#8211; Universidade Presbiteriana Mackenzie<br>Cristine Jaques Ribeiro, Arq. Dra. &#8211; CCJES\/UCPel<br>Analice de Lima Palombini, Arq. Dra. &#8211; PPGPSI\/UFRGS<br>Andrea Soler Machado, Arq. Dra. &#8211; PROPAR\/UFRGS<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>B<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong><br>Pensar as arquiteturas do abandono na contemporaneidade e fugir da descri\u00e7\u00e3o em detrimento da experi\u00eancia. Tudo por meio da cartografia sentimental. Abandonar a centralidade das certezas da mat\u00e9ria, da significa\u00e7\u00e3o e do sujeito, propostas nas teorias da arquitetura e do urbanismo, para , dessa forma,abrir-se \u00e0 arte, \u00e0 filosofia e \u00e0 vida. Cruzar fronteiras, \u00e0s vezes, abandonar \u00e9 esquecer, renunciar, deixar alguma coisa. As arquiteturas do abandono, antes de qualquer coisa, \u00e9 um estado, uma condi\u00e7\u00e3o, os quais passam pela descoberta dos sinais do abandono, sejam eles negativo-agressivos, positivo-amorosos, n\u00e3o-valorizados ou catastr\u00f3ficos. Para, por fim, desvendar que essa pode ser uma arquitetura da liberdade, do sem compromisso, ou seja, do fim e do come\u00e7o da pr\u00f3pria arquitetura. Ler a cidade a partir de suas arquiteturas e espa\u00e7os do abandono \u00e9 olhar a vida nua e o poder soberano unidos, coexistentes. Tudo carregado pelas pot\u00eancias do profano e pela filosofia da diferen\u00e7a, do viol\u00e1vel, da melancolia, da arte contempor\u00e2nea. N\u00f3s j\u00e1 vimos esse filme, j\u00e1 visitamos esse lugar, j\u00e1 sentimos calafrios ao nos deparamos com as arquiteturas do abandono. Agora \u00e9 s\u00f3 experimentar!<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-736a4176 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">Projeto Arquitet\u00f4nico e a rela\u00e7\u00e3o com o lugar nas obras de Paulo Mendes da Rocha &#8211; Ana Elisa Moraes Souto<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-736a4176\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-a83fe7a9 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><em><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong>Ana Elisa Moraes Sout<\/em>o<br><em><strong>T\u00edtulo:&nbsp;<\/strong>Projeto Arquitet\u00f4nico e a rela\u00e7\u00e3o com o lugar nas obras de Paulo Mendes da Rocha<\/em><br><em><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria Hist\u00f3ria e Cr\u00edtica da Arquitetura<\/em><br><em>Orientador:&nbsp;<\/em>Edson da Cunha Mahfuz, Arq. Ph.D.<br><em><strong>Data da Defesa:<\/strong>&nbsp;<\/em>20\/06\/2010<br><strong><em>Banca Examinadora&nbsp;<\/em>:<br><\/strong>\u00c1lvaro Puntoni, Arq. Dr. \u2013 FAU-USP<br>Cl\u00e1udia Piant\u00e1 Costa Cabral, Arq. Dra. \u2013 PROPAR-UFRGS<br>Gilberto Flores Cabral, Arq. Dr. \u2013 FAU-UFRGS<br>Rog\u00e9rio de Castro Oliveira, Arq. Dr. \u2013 PROPAR-UFRGS<br><strong><em>Conceito Atribu\u00eddo&nbsp;<\/em>:&nbsp;<\/strong>B<br><strong>Resumo:<\/strong><br>O objetivo do trabalho \u00e9 realizar uma an\u00e1lise das obras de Paulo Mendes da Rocha, tendo como foco a rela\u00e7\u00e3o estabelecida pelo arquiteto entre projeto arquitet\u00f4nico e inser\u00e7\u00e3o no lugar de implanta\u00e7\u00e3o. A tese realiza um recorte temporal no s\u00e9culo XX, de 1958 (Gin\u00e1sio Clube Atl\u00e9tico Paulistano) a 2000 (Edif\u00edcio Garagem no Pa\u00e7o Alf\u00e2ndega) e analisa 50 projetos no per\u00edodo. Busca-se investigar as solu\u00e7\u00f5es propostas pelo arquiteto no que se refere a distintos programas funcionais, buscando entender a metodologia do processo projetual de inser\u00e7\u00e3o das edifica\u00e7\u00f5es, nos lugares de implanta\u00e7\u00e3o e sua rela\u00e7\u00e3o com o entorno. Verifica-se de que forma o entorno participa das decis\u00f5es projetuais, quais elementos o arquiteto considera e como os relaciona nos projetos. A arquitetura de Paulo Mendes da Rocha \u00e9 normalmente elogiada pela sua defini\u00e7\u00e3o estrutural e per\u00edcia t\u00e9cnica, sempre inovando com solu\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para cada obra. O que nem sempre \u00e9 mencionado \u00e9 que essas solu\u00e7\u00f5es utilizadas pelo arquiteto s\u00e3o muitas vezes decorrentes de uma comprometida leitura das particularidades do lugar. O trabalho, de certa forma, se apresenta como um contradiscurso frente \u00e0s cr\u00edticas que a Arquitetura Moderna sofreu referentes \u00e0 insensibilidade dos seus produtos com rela\u00e7\u00e3o aos lugares de inser\u00e7\u00e3o, que os edif\u00edcios eram descontextualizados e isolados no lote sem estabelecer rela\u00e7\u00f5es com o lugar onde estavam localizados. A Tese, atrav\u00e9s da an\u00e1lise dos projetos de Paulo Mendes da Rocha, evidencia o fato de que essas cr\u00edticas feitas ao Movimento Moderno em meados dos anos 50 n\u00e3o podem ser generalizadas e aplicadas a todos os arquitetos modernos de forma indiscriminada. A obra de Paulo Mendes sintetiza uma ambi\u00e7\u00e3o moderna do edif\u00edcio como parte integrante do s\u00edtio onde n\u00e3o existe uma separa\u00e7\u00e3o entre arquitetura e urbanismo, mas sim, uma preocupa\u00e7\u00e3o com a constru\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio. Seus projetos se explicam atrav\u00e9s do lugar de inser\u00e7\u00e3o onde adquirem identidade, mas tamb\u00e9m independ\u00eancia formal e visual. Atrav\u00e9s da produ\u00e7\u00e3o deste arquiteto abre-se um caminho de interpreta\u00e7\u00e3o sobre a arquitetura brasileira contempor\u00e2nea e a rela\u00e7\u00e3o entre projeto arquitet\u00f4nico e lugar.<br><br><strong>Palavras chave:<br>arquitetura moderna;<br>Espa\u00e7o P\u00fablico x Privado;<br>arquitetura paulista;<br>projeto e lugar.<\/strong><\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-0c72f268 uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">HABITA\u00c7\u00c3O COLETIVA ECON\u00d4MICA E A ARQUITETURA MODERNA BRASILEIRA 1964 &#8211; 1986 &#8211; Maria Luiza Adams Sanvito<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-0c72f268\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-859eddb2 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong>Maria Luiza Adams Sanvito<br><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;&#8220;HABITA\u00c7\u00c3O COLETIVA ECON\u00d4MICA E A ARQUITETURA MODERNA BRASILEIRA 1964 &#8211; 1986&#8221;<br><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Critica<br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Carlos Eduardo Dias Comas<br><strong>Data da Defesa:<\/strong>11\/11\/2010<br><strong>Banca Examinadora:<\/strong><br>Cl\u00e1udia Pianta Costa Cabral<br>Silvio Belmonte de Abreu Filho<br>Ruth Verde Zein<br>Paulo Julio Valentino Bruna<br><strong>Conceito Atribu\u00eddo:<\/strong>&nbsp;A com recomenda\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00e3o<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong>&nbsp;&nbsp;<br>Como o pr\u00f3prio t\u00edtulo menciona, esta tese tem origem na busca de rela\u00e7\u00f5es entre dois temas: a arquitetura moderna brasileira e os conjuntos de habita\u00e7\u00e3o coletiva produzidos entre 1964 e 1986, ou seja, durante o per\u00edodo de atua\u00e7\u00e3o do Banco Nacional de Habita\u00e7\u00e3o \u2013 BNH. Outras quest\u00f5es se juntam a estas: a atua\u00e7\u00e3o profissional e o posicionamento cr\u00edtico dos arquitetos neste per\u00edodo em rela\u00e7\u00e3o a esta<br>produ\u00e7\u00e3o. A sobreposi\u00e7\u00e3o destes fatores n\u00e3o tem sido verificada, muitas vezes relegada a uma condi\u00e7\u00e3o de menor import\u00e2ncia, sem merecer exame fundamentado ou visto como tabu. O que se procurou com esta tese foi uma aprecia\u00e7\u00e3o destes conjuntos habitacionais despida de qualifica\u00e7\u00e3o aprior\u00edstica, de modo a investigar a interdepend\u00eancia entre seus projetos arquitet\u00f4nicos, a doutrina da arquitetura moderna e a participa\u00e7\u00e3o da classe profissional na sua concep\u00e7\u00e3o. De certa maneira, tratou-se de desvendar mitos atrav\u00e9s de um exame fundamentado sobre temas deixados \u00e0 margem de verifica\u00e7\u00f5es. O objetivo desta tese foi portanto desvendar mitos acerca de uma cole\u00e7\u00e3o espec\u00edfica de projetos de arquitetura, sobre os quais existem incertezas quanto sua condi\u00e7\u00e3o de ser considerados como tal.<br><\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 45.25 0L160 210.8l105.4-105.4c12.5-12.5 32.75-12.5 45.25 0s12.5 32.75 0 45.25l-105.4 105.4L310.6 361.4z\"><\/path><\/svg><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-modal uagb-block-78ab0d8e uagb-modal-wrapper\" data-escpress=\"disable\" data-overlayclick=\"disable\"><div class=\"uagb-spectra-button-wrapper wp-block-button\"><a class=\"uagb-modal-button-link wp-block-button__link uagb-modal-trigger\" href=\"#\" onclick=\"return false;\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"uagb-modal-content-wrapper\"><span class=\"uagb-inline-editing\">OS CORTES DE GORDON MATTA-CLARK: UM RITUAL DE DESTRUI\u00c7\u00c3O E RECONSTRU\u00c7\u00c3O DA ARQUITETURA &#8211; Daniela Mendes Cidade<\/span><\/span><\/a><\/div><div class=\"uagb-effect-default uagb-modal-popup uagb-block-78ab0d8e\"><div class=\"uagb-modal-popup-wrap\"><div class=\"uagb-modal-popup-content\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-e92cf5ec uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\"><strong>Doutorando(a):&nbsp;<\/strong>Daniela Mendes Cidade<br><strong>T\u00edtulo:<\/strong>&nbsp;&#8220;OS CORTES DE GORDON MATTA-CLARK: UM RITUAL DE DESTRUI\u00c7\u00c3O E RECONSTRU\u00c7\u00c3O DA ARQUITETURA&#8221;<br><strong>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;Teoria, Hist\u00f3ria e Critica<br><strong>Orientador:<\/strong>&nbsp;Fernando Delfino de Freitas Fuao<br><strong>Data da Defesa:<\/strong>16\/12\/2010<br><strong>Banca Examinadora:<\/strong><br>Cl\u00e1udia Pianta Costa Cabral<br>Flavio Roberto Gon\u00e7alves<br>Rita de C\u00e1ssia Lucena Velloso<br>Tania Mara Galli Fonseca<strong><br>Conceito Atribu\u00eddo:<\/strong>&nbsp;A<br><strong>Resumo da Tese:<\/strong>&nbsp;&nbsp;Os cortes de Gordon Matta-Clark: um ritual de destrui\u00e7\u00e3o e reconstru\u00e7\u00e3o da arquitetura parte de uma indaga\u00e7\u00e3o sobre um elemento na conflu\u00eancia com as artes visuais: o corte. O conceito de corte desdobra-se nas v\u00e1rias etapas desse trabalho transformando-se em um conceito operat\u00f3rio, que se reflete nas obras do artista norte-americano Gordon Matta-Clark (1943-1978). Assim se estabelece um di\u00e1logo sinest\u00e9sico entre Arquitetura e Arte no pr\u00f3prio campo da arquitetura. A tese tem por hip\u00f3tese o corte como princ\u00edpio revelador da espessura interior para o pensamento da arquitetura e da arte. Os cortes realizados por Matta-Clark se afirmam em diferentes meios: no desenho, no edif\u00edcio, na fotografia e no trabalho intermin\u00e1vel da fotografia. A pesquisa toma sua \u00faltima manifesta\u00e7\u00e3o art\u00edstica denominada Circus-Caribbean Orange (1978) como objeto central para explicar a po\u00e9tica do corte na sua obra \u2013 cortes, buracos, escava\u00e7\u00f5es. Assim, a sua produ\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada aqui como um processo que se expande no tempo, permitindo uma abordagem que a encara em permanente estado de questionamento. Do interior dos pr\u00f3prios processos que transparecem nos documentos utilizados e deixados pelo artista se estabelece um modo de leitura e de reflex\u00e3o que se constitui em um sistema de rede de m\u00faltiplas conex\u00f5es com diferentes \u00e1reas do conhecimento.<br><br><strong>Palavras Chave:<\/strong>&nbsp;OS CORTE DE GORDON MATTA-CLARK<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"#\" target=\"_self\" onclick=\"return false;\" class=\"uagb-infobox-cta-link\" rel=\"noopener noreferrer\" alt=\"\"><span class=\"uagb-inline-editing\"><\/span><\/a><\/div><\/div><\/div>\n<\/div><div class=\"uagb-modal-popup-close\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 320 512\"><path d=\"M310.6 361.4c12.5 12.5 12.5 32.75 0 45.25C304.4 412.9 296.2 416 288 416s-16.38-3.125-22.62-9.375L160 301.3L54.63 406.6C48.38 412.9 40.19 416 32 416S15.63 412.9 9.375 406.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25l105.4-105.4L9.375 150.6c-12.5-12.5-12.5-32.75 0-45.25s32.75-12.5 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