{"id":1061,"date":"2019-04-10T02:37:32","date_gmt":"2019-04-10T05:37:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propur\/?page_id=1061"},"modified":"2025-02-12T22:12:25","modified_gmt":"2025-02-13T01:12:25","slug":"teses-2014","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propur\/ensino-pessoal\/ensino\/producoes\/teses-2014\/","title":{"rendered":"Teses \u2013 2014"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 28px; color: #cf2525;\"><strong>TESES<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 24px;\"><strong><span style=\"color: #cf2525;\">ANO BASE 2014<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>T\u00edtulo<\/strong>:TECNOLOGIAS DA INFORMA\u00c7\u00c3O E COMUNI\u00c7\u00c3O, SISTEMAS DE INFORMA\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA E A PARTICIPA\u00c7\u00c3O P\u00daBLICA NO PLANEJAMENTO URBANO<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Autor<\/strong>: <\/span>GEISA TAMARA BUGS<br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Linha de Pesquisa<\/strong>:Percep\u00e7\u00e3o e Analise do Espa\u00e7o Urbano<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Orientador<\/strong>:Prof. Dr. Ant\u00f4nio Tarc\u00edsio da Luz Reis<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Data da Defesa<\/strong>:24\/10\/2014<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Banca<\/strong>:<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof. Dr. Gilberto Corso Pereira (Examinador Externo do PPG em Arquitetura e Urbanismo\/UFBA);<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof\u00aa. Dr\u00aa. Nirce Saffer Medvedovski (Examinadora Externa do PPG em Arquitetura e Urbanismo\/UFPel);<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof\u00aa. Dr\u00aa. Maria Cristina Dias Lay (Examinadora Interna do PROPUR\/UFRGS);<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Resumo<\/strong>:<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: 16px;\">Esta pesquisa aborda o uso das Tecnologias da Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o (TIC), em especial a Internet, e dos Sistemas de Informa\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica (SIG) para a participa\u00e7\u00e3o do p\u00fablico no planejamento urbano. Mais especificamente, investiga-se a Participa\u00e7\u00e3o P\u00fablica com Sistema de Informa\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica (PPSIG), uma alternativa atrav\u00e9s da qual o p\u00fablico participa produzindo mapas ou e\/ou dados espaciais que representam a sua percep\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o urbano em quest\u00e3o. O trabalho parte do pressuposto de que novas abordagens metodol\u00f3gicas, que fa\u00e7am uso das TIC e dos SIG, tais como a PPSIG, podem aperfei\u00e7oar os processos participativos, pois permitem a cria\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas mais interativas, emancipat\u00f3rias e colaborativas, que encurtam os la\u00e7os entre o p\u00fablico e os t\u00e9cnicos, bem como entre a sociedade e o governo. A pesquisa se justifica, pois apesar de legisla\u00e7\u00f5es terem ampliado os canais de participa\u00e7\u00e3o, as cr\u00edticas permanecem, evidenciando que existe uma demanda por novas abordagens metodol\u00f3gicas. Ao mesmo tempo, trata-se de entender que novas ferramentas est\u00e3o dispon\u00edveis e precisam ser assimiladas, e, principalmente, de como faz\u00ea-lo de maneira adequada. Ainda, faz-se necess\u00e1rio avaliar se a expectativa de que a PPSIG pode ampliar o envolvimento do p\u00fablico no planejamento urbano procede no contexto brasileiro. Assim, com o objetivo de expandir o conhecimento emp\u00edrico sobre o m\u00e9todo PPSIG, ele foi aplicado em dois casos, numa situa\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica em Jaguar\u00e3o (RS), e numa situa\u00e7\u00e3o simulada sobre a Orla do Gua\u00edba em Porto Alegre, e\u00a0 avaliado do ponto de vista de tr\u00eas grupos de atores: popula\u00e7\u00e3o, t\u00e9cnicos\/especialistas, e gestores p\u00fablicos. Para tal, utilizou-se tr\u00eas diferentes m\u00e9todos de coleta de dados: a ferramenta PPSIG propriamente dita, question\u00e1rios e entrevistas. Os resultados demonstram, por exemplo, que h\u00e1 uma boa aceita\u00e7\u00e3o ao uso de ferramentas digitais, tais como a PPSIG, por parte da popula\u00e7\u00e3o, t\u00e9cnico\/especialistas e gestores p\u00fablicos. Mais, que o m\u00e9todo PPSIG se distingue de outros m\u00e9todos participativos, pois a percep\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 coletada de forma automatizada e georreferenciada, o que possibilita que estes dados sejam analisados em conjunto com as demais camadas de informa\u00e7\u00e3o necess\u00e1rias ao planejamento urbano, facilitando, assim, a incorpora\u00e7\u00e3o do conhecimento local no planejamento urbano j\u00e1 na fase propositiva.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong>\u00a0Tecnologias da Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o (TIC), Sistemas de Informa\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica (SIG), participa\u00e7\u00e3o p\u00fablica, planejamento urbano, Participa\u00e7\u00e3o P\u00fablica com Sistemas de Informa\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica (PPSIG).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Texto Completo:<\/strong> <a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/112006\"><strong>Clique Aqui<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>T\u00edtulo<\/strong>: A BUSCA DE UM IDE\u00c1RIO URBAN\u00cdSTICO NO IN\u00cdCIO DO S\u00c9CULO XX: DER ST\u00c4DTEBAU E A ESCOLA DE ENGENHARIA DE PORTO ALEGRE<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Autor<\/strong>: <\/span>IN\u00caS MARTINA LERSCH<br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Linha de Pesquisa<\/strong>:Cidade, Cultura e Pol\u00edtica<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Orientador<\/strong>:Prof\u00aa Dr\u00aa Celia Ferraz de Souza<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Data da Defesa<\/strong>:15\/10\/2014<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Banca<\/strong>:<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof. Dr. Carlos Roberto Monteiro de Andrade (Examinador Externo do Instituto de Arquitetura e Urbanismo\/USP &#8211; S\u00e3o Carlos);<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof\u00aa. Dr\u00aa. Maria Cristina da Silva Leme (Examinadora Externa da Faculdade de Arquitetura\/USP);<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof. Dr. Gilberto Flores Cabral (Examinador Externo do Departamento de Urbanismo da Faculdade de Arquitetura\/UFRGS);<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof. Dr. Jo\u00e3o Rovati (Examinador Interno do PROPUR\/UFRGS);<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof\u00aa. Dr\u00aa. Maria Soares de Almeida (Examinadora Interna do PROPUR\/UFRGS)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Resumo<\/strong>:<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: 16px;\">O objetivo principal desta tese \u00e9 compreender e discutir o papel da Escola de Engenharia de Porto Alegre, entre os anos de 1896 e 1930, como um canal para a introdu\u00e7\u00e3o das ideias sobre a constru\u00e7\u00e3o de cidades, segundo o urbanismo difundido na Alemanha, a partir de meados do s\u00e9culo XIX. Para tanto, o trabalho traz \u00e0 discuss\u00e3o as principais ideias sobre a cidade e sobre o urbanismo desenvolvidas na Alemanha, para compreender o que levou esta na\u00e7\u00e3o a se tornar protagonista em um cen\u00e1rio constitu\u00eddo por problemas causados pelo processo de industrializa\u00e7\u00e3o. O conceito &#8220;der St\u00e4dtebau&#8221; foi intensamente utilizado neste contexto, em refer\u00eancia \u00e0 nova disciplina relativa \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de cidades.<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: 16px;\">Em se tratando da cidade de Porto Alegre, o trabalho apresenta o seu contexto, em fins do s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do s\u00e9culo XX, procurando correlacionar a forte presen\u00e7a teuta com o desenvolvimento s\u00f3cio-econ\u00f4mico da capital, assim como, com as trocas culturais. A partir disso, o estudo adota a Escola de Engenharia de Porto Alegre e seus engenheiros, no per\u00edodo da Rep\u00fablica Velha, como meio de conduzir a narrativa hist\u00f3rica, analisando as correla\u00e7\u00f5es da Escola, tanto com a presen\u00e7a teuta, quanto com as quest\u00f5es urbanas. A fim de verificar a presen\u00e7a de ideias sobre o urbanismo germ\u00e2nico atrav\u00e9s da Escola, a pesquisa investiga quais as ideias que circularam, assim como os meios ou ve\u00edculos pelos quais estas ideias chegaram at\u00e9 ela.<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: 16px;\">Por fim, a pesquisa identifica personagens que, por um lado, criaram v\u00ednculos com a Escola de Engenharia, e, por outro, tiveram contato com o ide\u00e1rio germ\u00e2nico, e analisa as contribui\u00e7\u00f5es destes personagens com a difus\u00e3o deste ide\u00e1rio em Porto Alegre.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Palavras-chave:<\/strong>\u00a0urbanismo moderno, urbanismo na Alemanha, circula\u00e7\u00e3o de ideias, hist\u00f3ria do urbanismo, Porto Alegre, Escola de Engenharia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Texto Completo:<\/strong> <a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/115560\"><strong>Clique Aqui<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>T\u00edtulo<\/strong>:TRAVESSIAS E PASSAGENS EM ESPA\u00c7OS URBANOS FRONTEIRI\u00c7OS: BRASIL, URUGUAI E ARGENTINA<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Autor<\/strong>: <\/span>KARLA NUNES DE BARROS COELHO<br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Linha de Pesquisa<\/strong>:Cidade, Cultura e Pol\u00edtica<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Orientador<\/strong>:Prof. Dr. Eber Pires Marzulo<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Data da Defesa<\/strong>:22\/08\/2014<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Banca<\/strong>:<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof. Dr. Tito Carlos Machado de Oliveira (Examinador Externo do Mestrado em Estudos Fronteiri\u00e7os e Mestrado em Geografia\/UFMS)<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof\u00aa. Dr\u00aa. Adriana Dorfman (Examinadora Externa do PPG em Geografia\/UFRGS)<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof. Dr. Gilberto Flores Cabral (Examinador Externo do Departamento de Urbanismo\/UFRGS)<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof\u00aa. Dr\u00aa. Heleniza \u00c1vila Campos (Examinadora Interna do PROPUR\/UFRGS)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Resumo<\/strong>:<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: 16px;\">A Fronteira Internacional \u00e9 uma \u00e1rea de caracter\u00edsticas amb\u00edguas. Assim como \u00e9 o ponto que separa, tamb\u00e9m \u00e9 a \u00e1rea de contato entre duas na\u00e7\u00f5es. O contato entre os territ\u00f3rios nacionais de diferentes pa\u00edses \u00e9 constante. A Fronteira Platina, que abrange as fronteiras do Brasil e Uruguai, e Brasil e Argentina, nosso foco de estudo, \u00e9 um espa\u00e7o que carrega uma hist\u00f3ria e uma mem\u00f3ria de uni\u00e3o. A ambiguidade torna-se mais complexa ao investigarmos suas peculiaridades no local, nas cidades g\u00eameas.Temos o objetivo de investigar o espa\u00e7o urbano das cidades g\u00eameas onde as manifesta\u00e7\u00f5es de fronteira s\u00e3o vivenciadas cotidianamente. As cidades escolhidas para representar a fronteira Platina foram Santana do Livramento (BR) e Rivera (UY), e Uruguaiana (BR) e Paso de los Libres (AR), em fun\u00e7\u00e3o da dinamicidade e import\u00e2ncia regional. Verificamos como se d\u00e3o as manifesta\u00e7\u00f5es da fronteira nestes espa\u00e7os urbanos complexos, considerando- os como transit\u00f3rios, mediadores da condi\u00e7\u00e3o que a\u00ed se estabelece. A fronteira, porosa e de in\u00fameras intera\u00e7\u00f5es, pode ter o limite como marco, mas a conviv\u00eancia com o outro faz com que se tenham espa\u00e7os urbanos bi- nacionais, mesmo que isto n\u00e3o esteja oficialmente estabelecido, e que o Estado- na\u00e7\u00e3o n\u00e3o reconhe\u00e7a o fato. Tomamos as articula\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas atuais da fronteira, e buscamos intera\u00e7\u00e3o com a teoria do territ\u00f3rio, da territorialidade, do cotidiano e da mem\u00f3ria. Esta articula\u00e7\u00e3o, juntamente com os relatos de diferentes gera\u00e7\u00f5es\u00a0 de cidad\u00e3os e mapas mentais, retratados a partir de entrevistas n\u00e3o diretivas e hist\u00f3rias de vida, nos permitiram o entendimento das pr\u00e1ticas cotidianas locais, suas dimens\u00f5es simb\u00f3licas e materiais, como constituidoras desses espa\u00e7os. Chegamos as considera\u00e7\u00f5es finais reafirmando a hip\u00f3tese inicial de que estas \u00e1reas s\u00e3o \u00e1reas de transi\u00e7\u00e3o. Trazemos ainda uma contribui\u00e7\u00e3o particular: as \u00e1reas de transi\u00e7\u00e3o podem ser ainda mais particulares, onde acontecem as intersec\u00e7\u00f5es, os espa\u00e7os de integra\u00e7\u00e3o binacional . Mesmo que os espa\u00e7os urbanos n\u00e3o se toquem literalmente, os espa\u00e7os de integra\u00e7\u00e3o binacional s\u00e3o identificados a partir da territorialidade. Espa\u00e7os onde a integra\u00e7\u00e3o realmente acontece, e onde est\u00e3o contidos os marcos, as vias principais, os equipamentos utilizados por ambas popula\u00e7\u00f5es. Depois de tratar do l\u00f3cus, podemos dizer que a fronteira possui uma \u00e1rea de interse\u00e7\u00e3o, seja ela material, contida no espa\u00e7o urbano, ou simb\u00f3lica, em fun\u00e7\u00e3o das mem\u00f3rias de vizinhan\u00e7a e territorialidades. Estes espa\u00e7os chamamos espa\u00e7os de integra\u00e7\u00e3o binacional.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Palavras chave:<\/strong>\u00a0Fronteira Platina; cidades g\u00eameas; cotidiano de fronteira.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Texto Completo:<\/strong> <a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/108990\"><strong>Clique Aqui<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>T\u00edtulo<\/strong>:O IMPACTO DA INSTITUI\u00c7\u00c3O DE ENSINO SUPERIOR NO DESENVOLVIMENTO LOCAL E REGIONAL: ESTUDO DE CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS\/RS<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Autor<\/strong>: <\/span>ELOISA ARA\u00daJO SANTOS DE MORAES<br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Linha de Pesquisa<\/strong>:Planejamento e Espa\u00e7o Urbano e Regional<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Orientador<\/strong>:Prof\u00aa Dr\u00aa Maria Alice Oliveira da Cunha Lahorgue<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Data da Defesa<\/strong>:10\/06\/2014<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Banca<\/strong>:<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof. Dr. Paulo Roberto Rodrigues Soares (Examinador Externo do Departamento Geografia);<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof\u00aa. Dr\u00aa. Wrana Maria Panizzi (Examinadora Externa da Faculdade de Arquetura\/UFRGS);<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof\u00aa. Dr\u00aa. Heleniza \u00c1vila Campos (Examinadora Interna do PROPUR\/UFRGS).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Resumo<\/strong>:<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: 16px;\">A pesquisa buscou mensurar e compreender o impacto da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) no desenvolvimento socioecon\u00f4mico da regi\u00e3o do Conselho Regional de Desenvolvimento Sul (COREDE Sul), Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.\u00a0 A metodologia de trabalho\u00a0 se valeu de diferentes dados quantitativos e qualitativos sob a perspectiva da divis\u00e3o Estadual em COREDEs.\u00a0 Primeiramente, baseado na discuss\u00e3o te\u00f3rica, exp\u00f5e-se dados quantitativos secund\u00e1rios oficiais que tamb\u00e9m s\u00e3o usados em uma aplica\u00e7\u00e3o de an\u00e1lise de regress\u00e3o linear m\u00faltipla. O resultado da an\u00e1lise estat\u00edstica indicou que, entre os par\u00e2metros independentes utilizados (ex: PIB, popula\u00e7\u00e3o urbana e rural e quantidade de institui\u00e7\u00e3o de ensino superior (IES)), todos influenciam positivamente o IDESE (\u00cdndice de Desenvolvimento Socioecon\u00f4mico) do COREDE. Por\u00e9m, dentre esses par\u00e2metros, o que mais influ\u00eancia \u00e9 a quantidade de IES. Em um segundo momento, a metodologia usou o mapeamento de profissionais pertencentes a tr\u00eas conselhos de classe, a saber: CREA-RS, CREME-RS e CRMV-RS. Buscando par\u00e2metros de compara\u00e7\u00e3o com os dados da UFPel, utilizou-se dados de egressos de duas outras IES do Estado, cujos hist\u00f3ricos de institucionaliza\u00e7\u00e3o t\u00eam similitudes.\u00a0\u00a0 Optou-se por trabalhar com os dados da Universidade Federal de Santa Maria e Universidade de Passo Fundo. Com esta estrat\u00e9gia de compara\u00e7\u00e3o, p\u00f4de-se identificar quanto cada uma dessas IESs ret\u00e9m de seus egressos nos COREDEs onde as mesmas est\u00e3o localizadas; bem como, saber para que outros COREDEs migraram os demais egressos. O resultado da pesquisa retrata a localiza\u00e7\u00e3o residencial\/comercial dos profissionais observados em\u00a02013. Aterceira estrat\u00e9gia de an\u00e1lise usou o dado \u2018quantidade de egressos\u2019 da UFPel, entre os anos de\u00a01990 a\u00a02012, para compar\u00e1-lo aos respectivos registros profissionais iniciados a partir de 1990 at\u00e9 o presente. Esta compara\u00e7\u00e3o proporcionou a identifica\u00e7\u00e3o quantitativa do impacto dos egressos da UFPel nos campos profissionais observados. Por \u00faltimo, aplicou-se um question\u00e1rio de campo, que objetivou apreender a percep\u00e7\u00e3o de funcion\u00e1rios das prefeituras municipais, que comp\u00f5em o COREDE Sul, sobre o papel da UFPel no desenvolvimento econ\u00f4mico dessa regi\u00e3o. O trabalho de pesquisa concluiu que a UFPel \u00e9 muito importante para a regi\u00e3o do COREDE Sul e Estado no que tange a agricultura.\u00a0 Todavia, fica a percep\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s das diferentes an\u00e1lises quantitativas, que mais poderia ser aproveitado do recurso acad\u00eamico e humano existente na UFPel.\u00a0 Atrav\u00e9s dos question\u00e1rios, transpareceu a falta de comunica\u00e7\u00e3o objetiva e eficiente entre a universidade e as administra\u00e7\u00f5es municipais.\u00a0 A pesquisa apontou para um impacto importante, abrindo caminhos a serem perseguidos pelo trabalho de investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, j\u00e1 que a mesma mostra a distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica parcial do capital humano gerado por tr\u00eas IESs importantes do Estado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Palavras chave:\u00a0<\/strong>Capital Humano, Desenvolvimento Socioecon\u00f4mico, Institui\u00e7\u00e3o de Ensino Superior, Universidade Federal de Pelotas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Texto Completo:<\/strong> <a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/102990\"><strong>Clique Aqui<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>T\u00edtulo<\/strong>: AS REGULAMENTA\u00c7\u00d5ES AMBIENTAIS REDEFININDO A GEOGRAF\u00cdA DA PRODU\u00c7\u00c3O: ESTUDO DE CASO DA PRODU\u00c7\u00c3O DE CELULOSE NO CONE SUL<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Autor<\/strong>: FERNANDA QUEIROZ SPEROTTO<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Linha de Pesquisa<\/strong>: Planejamento e Espa\u00e7o Urbano e Regional<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Orientador<\/strong>: Prof\u00aa. Dr\u00aa. Maria Alice Lahorgue<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Data da Defesa<\/strong>:31\/01\/2014<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Banca<\/strong>:<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof. Dr. Adelar Fochezatto (Examinador Externo do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Economia\/PUCRS)<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof. Dr. Roberto Verdum (Examinador Externo do programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Geografia\/UFRGS)<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 16px;\">&#8211; Prof\u00aa. Dr\u00aa. Heleniza \u00c1vila Campos (Examinador Interno do PROPUR\/UFRGS)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Resumo<\/strong>:<br \/>\n<\/span><span style=\"font-size: 16px;\">O setor de produ\u00e7\u00e3o de celulose mundial vem passando por mudan\u00e7as significativas nas \u00faltimas d\u00e9cadas, principalmente no que tange \u00e0 sua localiza\u00e7\u00e3o, haja vista o deslocamento de seu centro produtivo dos pa\u00edses desenvolvidos para os pa\u00edses emergentes. Dentre estes, destacam-se os da regi\u00e3o do Cone Sul, especialmente o Brasil, o Chile e o Uruguai. O objetivo desta tese \u00e9 investigar a forma\u00e7\u00e3o de um para\u00edso de polui\u00e7\u00e3o, ou seja, a possibilidade de ind\u00fastrias com elevado potencial poluidor estarem migrando para pa\u00edses com regulamenta\u00e7\u00e3o ambiental supostamente mais branda. Para tanto, analisou-se a exist\u00eancia de diferenciais de conduta e de desempenho ambiental em dois grupos de empresas: um formado pelas empresas estrangeiras situadas na regi\u00e3o e suas coirm\u00e3s no exterior, e, outro pelas primeiras e as nacionais. Na conduta ambiental, analisaram-se as certifica\u00e7\u00f5es ambientais, a divulga\u00e7\u00e3o de relat\u00f3rios de sustentabilidade e, nestes, a publica\u00e7\u00e3o de n\u00edveis de emiss\u00e3o de poluentes e de investimentos direcionados ao controle da polui\u00e7\u00e3o e\/ou de melhoria ambiental. O desempenho ambiental foi avaliado a partir dos par\u00e2metros de emiss\u00e3o de poluentes no ar e na \u00e1gua propostos pela abordagem\u00a0<em>Best Available Techniques\u00a0<\/em>(BAT). Foi poss\u00edvel identificarem-se diferen\u00e7as t\u00eanues de conduta ambiental entre as empresas estrangeiras e as nacionais, havendo, por\u00e9m, diferen\u00e7as importantes de desempenho. As plantas estrangeiras localizadas no Cone Sul apresentam, em geral, um desempenho ambiental superior ao das pr\u00f3prias coirm\u00e3s no exterior e ao das firmas nacionais do segmento. Como estas se diferenciam por serem plantas recentes, que come\u00e7aram a operar na segunda metade de 2000, tudo indica que a tecnologia utilizada \u00e9 igual, ou superior, \u00e0quela observada nos seus pa\u00edses de origem. Portanto, a hip\u00f3tese de forma\u00e7\u00e3o de um para\u00edso de polui\u00e7\u00e3o no Cone Sul n\u00e3o foi confirmada. Entretanto, h\u00e1 um eminente processo de efeito polui\u00e7\u00e3o em forma\u00e7\u00e3o, basicamente decorrente da presen\u00e7a local de tantas instala\u00e7\u00f5es industriais de grande porte, muitas delas com capacidade produtiva instalada que excede a um milh\u00e3o de toneladas\/ano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Palavras chave<\/strong>: Geografia da produ\u00e7\u00e3o; Regulamenta\u00e7\u00e3o Ambiental; Para\u00edsos de Polui\u00e7\u00e3o; Estrat\u00e9gia de Localiza\u00e7\u00e3o; Cone sul; Celulose;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\"><strong>Texto Completo:<\/strong> <a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/95376\"><strong>Clique Aqui<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TESES ANO BASE 2014 T\u00edtulo:TECNOLOGIAS DA INFORMA\u00c7\u00c3O E COMUNI\u00c7\u00c3O, SISTEMAS DE INFORMA\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA E A PARTICIPA\u00c7\u00c3O P\u00daBLICA NO PLANEJAMENTO URBANO Autor: GEISA TAMARA BUGS Linha de Pesquisa:Percep\u00e7\u00e3o e Analise do Espa\u00e7o Urbano Orientador:Prof. Dr. Ant\u00f4nio Tarc\u00edsio da Luz Reis Data da Defesa:24\/10\/2014 Banca: &#8211; Prof. Dr. Gilberto Corso Pereira (Examinador [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":183,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":0,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","footnotes":""},"class_list":["post-1061","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propur\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1061","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propur\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propur\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propur\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propur\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1061"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propur\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1061\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3470,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propur\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1061\/revisions\/3470"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propur\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/183"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/propur\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1061"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}