Foto: Gisele Endres
Notícia 16 setembro, 2016

Representatividade feminina marca a tertúlia de temática “Mulheres e cidadania”

Troca de ideias, integração de ações e o reconhecimento de semelhanças e possibilidades, foram coisas que marcaram a segunda e última manhã (15) de apresentação de trabalhos, que ocorreram nas salas de aula do Instituto de Letras. Os projetos se reuniram de acordo com as similaridades entre as temáticas que trabalham, para apresentação e posterior roda de conversa.
Carolina Niedmeyer é bolsista do projeto “A Idade Média na escola: mulheres escritoras da Idade Média”, que realiza um trabalho de problematização das relações de gênero na Idade Média com os alunos e alunas do Colégio Aplicação. “O objetivo é problematizar a construção historiográfica e escolar que temos até hoje, a que conta sempre a história de um sujeito universal, que é homem e branco”, falou Carolina durante a apresentação. O trabalho do projeto proporciona a meninas adolescentes a consciência do passado das mulheres, enquanto protagonistas do próprio caminho. A estudante de História reforça esse impacto positivo, ao contar que as alunas participam consideravelmente quando ocorre esse resgate da história feminina.
Coordenado por Aline Lemos da Cunha, o “Justiça com as próprias mãos” focou sua apresentação na nova ação de rodas de leitura em prisões, realizadas no Madre Pelletier. Os encontros buscam abordar temáticas feministas e giram em torno de autoras mulheres, o que endossa também a representatividade.

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