{"id":3945,"date":"2016-06-09T12:25:54","date_gmt":"2016-06-09T15:25:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/protemp\/?p=3945"},"modified":"2024-10-18T13:32:24","modified_gmt":"2024-10-18T16:32:24","slug":"as-diferentes-africas-na-semana-da-africa-na-ufrgs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/as-diferentes-africas-na-semana-da-africa-na-ufrgs\/","title":{"rendered":"As diferentes \u00c1fricas na Semana da \u00c1frica na UFRGS"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar de historicamente pr\u00f3ximos, Brasil e \u00c1frica t\u00eam uma dist\u00e2ncia enorme entre si. Al\u00e9m dos 6.000km que separam as terras tupiniquins do continente, as culturas de ambos os lugares s\u00e3o repletas de singularidades, apesar de terem muitas origens em comum. Muitas vezes ao falar de \u00c1frica as pessoas trazem isso como sin\u00f4nimo de falar sobre mis\u00e9ria, fome, viol\u00eancia e instabilidade pol\u00edtica, mas na contram\u00e3o deste pensamento veio a 4\u00aa Semana da \u00c1frica na UFRGS.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O evento aconteceu entre os dias 23 e 25 de maio, quando \u00e9 comemorado o Dia da \u00c1frica. A iniciativa foi uma parceria entre o Departamento de Educa\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Social (DEDS) e o N\u00facleo de Estudos Afro-Brasileiros, Ind\u00edgenas e Africanos (NEAB) e proporcionou 14 atividades, durante os tr\u00eas dias do evento. A programa\u00e7\u00e3o trouxe v\u00e1rias das \u00c1fricas que existem dentro da \u00c1frica, dos ritos f\u00fanebres da Costa do Marfim at\u00e9 contos da literatura Dogon, a diversidade de cores e costumes fez-se presente em todos os momentos. \u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na edi\u00e7\u00e3o deste ano a Semana abriu seu espa\u00e7o para que acad\u00eamicos de todas as \u00e1reas de conhecimento pudessem apresentar seus trabalhos sobre a \u00c1frica em seus mais diversos aspectos, e n\u00e3o apenas aqueles de origem africana, totalizando 34 apresenta\u00e7\u00f5es de diversas institui\u00e7\u00f5es de ensino do Brasil todo. <\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>A import\u00e2ncia da Semana<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No seu quarto ano a semana carrega uma identidade solidificada dentro da universidade, servindo como uma das articula\u00e7\u00f5es do DEDS para a difus\u00e3o de conte\u00fados que buscam fortificar a identidade negra, bem como as suas origens, dentro da institui\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para Rita Camisol\u00e3o, diretora do DEDS, a Semana da \u00c1frica na UFRGS \u00e9 um momento privilegiado onde s\u00e3o tratados temas que muitas vezes seriam deixados de lado dentro do curr\u00edculo da gradua\u00e7\u00e3o. Segundo ela, neste ano a organiza\u00e7\u00e3o tentou diversificar a programa\u00e7\u00e3o do evento, trazendo n\u00e3o apenas atividades acad\u00eamicas, como nos anos anteriores. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Todas as modifica\u00e7\u00f5es foram feitas a partir da avalia\u00e7\u00e3o obtida na edi\u00e7\u00e3o de 2015 do evento, buscando assim atingir alunos em idade escolar e educadores, al\u00e9m do p\u00fablico j\u00e1 tradicional que o evento acumulou ao longo dos anos, como estudiosos e acad\u00eamicas da \u00e1rea.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/protemp\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/IMG_8513.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"  wp-image-3949 alignleft\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/protemp\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/IMG_8513-300x200.jpg\" alt=\"IMG_8513\" width=\"287\" height=\"191\" \/><\/a>Professor da UFABC, Ac\u00e1cio Almeida, cr\u00ea que o grande desafio \u00e9 construir uma agenda maior do que apenas uma semana ou um dia, fazendo com que estas iniciativas se desdobrem em pesquisas dentro da academia. O professor analisa que ap\u00f3s uma crescente nos \u00faltimos anos j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel notar uma diminui\u00e7\u00e3o no n\u00famero de semanas da \u00c1frica pelo Brasil, \u201cisso tem um custo, s\u00e3o passagens, hospedagens, as universidades tem um corte e isso se tornar\u00e1 perfumaria. Entre investir num evento sobre a \u00c1frica e um evento sobre os Estados Unidos eu n\u00e3o tenho d\u00favida que vamos perder.\u201d <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Atualmente Ac\u00e1cio tem trabalhado na constru\u00e7\u00e3o de um banco de dados que seja capaz de reunir todas as produ\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas que abordem a cultura africana e negra. Segundo ele, \u00e9 not\u00e1vel o aumento deste tipo de pesquisa na UFRGS, que alguns anos atr\u00e1s n\u00e3o atuava t\u00e3o fortemente nesta \u00e1rea e hoje j\u00e1 tem despontado como refer\u00eancia dentro do tema. <\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Acompanhe o DEDS no seu <a href=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/deds\">site<\/a> e no <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/dedsufrgs.ufrgs\/?fref=ts\">Facebook<\/a> (linkar) <\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Evento promovido pelo DEDS trouxe ao p\u00fablico debates sobre a diversidade cultural do continente africano.<\/p>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":3946,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_lmt_disableupdate":"","_lmt_disable":"","_customify_content_layout":"","_customify_sidebar":"","_customify_page_header_display":"","_customify_disable_header":"","_customify_disable_header_top":"","_customify_disable_header_main":"","_customify_disable_header_bottom":"","_customify_disable_page_title":"","_customify_disable_content_vertical_padding":"","_customify_disable_footer_top":"","_customify_disable_footer_main":"","_customify_disable_footer_bottom":"","_customify_breadcrumb_display":"","_customify_header_transparent_display":"","footnotes":""},"categories":[3],"tags":[14],"class_list":["post-3945","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticia","tag-ddc"],"modified_by":"Ramon Moser","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3945","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3945"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3945\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3946"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3945"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3945"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3945"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}