{"id":982,"date":"2015-10-13T12:48:23","date_gmt":"2015-10-13T15:48:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/protemp\/?p=982"},"modified":"2024-10-18T13:18:27","modified_gmt":"2024-10-18T16:18:27","slug":"ufrgs-no-2o-congr-de-ext-augm-debates-e-atividades-de-sabado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/ufrgs-no-2o-congr-de-ext-augm-debates-e-atividades-de-sabado\/","title":{"rendered":"UFRGS no 2\u00ba Congr. de Ext. AUGM: debates e atividades de s\u00e1bado"},"content":{"rendered":"<p>Confira um pouco das atividades que ocorreram neste s\u00e1bado (10 de outubro de 2015) \u00a0durante o 2\u00ba Congresso de Extens\u00e3o AUGM:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conferencista destaca a import\u00e2ncia de novos modelos de extens\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Pensar em novas maneiras de interagir e dialogar com as localidades nas quais as universidades est\u00e3o inseridas, essa foi uma das propostas da conf\u00earencia de Margarita Pastene, diretora geral de Extens\u00e3o da Universidade de Playa Ancha (UPLA), no Chile. Na palestra realizada na manh\u00e3 de s\u00e1bado, Margarita refor\u00e7ou que o novo acordo a ser travado entre a academia e a comunidade passa pelo entendimento um do outro. Ou seja, e a aproxima\u00e7\u00e3o entre os agentes internos e externos \u00e0 universidade que vai permitir o desenvolvimento de modelos compartilhados de conhecimento.<\/p>\n<p>Ainda durante sua fala, a palestrante lembrou o movimento estudantil chileno que luta por um ensino p\u00fablico, gratuito e de qualidade, j\u00e1 que grande parte das institui\u00e7\u00f5es universit\u00e1rias desse pa\u00eds s\u00e3o particulares. Margarita elogiou e se emocionou ao mencionar o trabalho de pesquisa e extens\u00e3o promovidos pelas universidades p\u00fablicas brasileiras e, ao final, a mediadora da confer\u00eancia e pr\u00f3-reitora de Extens\u00e3o da UFRGS, Sandra de Deus, afirmou que o dever das institui\u00e7\u00f5es brasileiras \u00e9 continuar lutando pelo ensino gratuito.<\/p>\n<p><strong><br \/>\nGrupo de percuss\u00e3o agita o sagu\u00e3o da Unicamp<\/strong><\/p>\n<p>Antes do in\u00edcio das mesas redondas paralelas que aconteceram na tarde deste s\u00e1bado, o grupo <i>Caixeiras da Nascente <\/i>animou os professores e os alunos extensionistas que estavam no sagu\u00e3o. Ao som de tambores, chocalhos, c\u00e2nticos e palmas uma grande roda de dan\u00e7a formou-se no campus da Unicamp. Formado exclusivamente por mulheres, o coletivo faz releituras de manifesta\u00e7\u00f5es populares e realiza pesquisas de cantos e toques do Sagrado.<\/p>\n<p><strong><br \/>\nQuest\u00f5es \u00e9tnico-raciais s\u00e3o debatidas em mesa redonda<\/strong><\/p>\n<p>Apesar de n\u00e3o ser debatido cotidianamente, o racismo \u00e9 muito latente no Brasil e se manifesta em diversas formas. Conforme levantamento do Ipea, o desemprego atinge 5,3% dos homens brancos, 6,6% dos negros. J\u00e1 entre as mulheres brancas, o desemprego \u00e9 de 9,2% enquanto entre as negras, ultrapassa os 12%. Em 2013, a popula\u00e7\u00e3o branca tinha 8,8 anos de estudo em m\u00e9dia, j\u00e1 a negra, 7,2 anos. Tendo essas informa\u00e7\u00f5es em mente, a pesquisadora Caroline Feitosa, do Instituto Federal de S\u00e3o Paulo (IFSP), decidiu estudar como se d\u00e3o as rela\u00e7\u00f5es raciais na \u00e1rea da educa\u00e7\u00e3o. Para Caroline, a desconstru\u00e7\u00e3o do preconceito racial passa pela promo\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o da cultura africana e afro-brasileira nas escolas e pela forma\u00e7\u00e3o docente. \u201cNosso projeto atende professores da rede municipal para que eles possam refletir sobre o tema e replicar esses questionamentos em sala de aula com os alunos para que eles n\u00e3o perpetuem essas rela\u00e7\u00f5es assim\u00e9tricas de ra\u00e7a\u201d, diz a pesquisadora. A coordenadora da mesa, Sandra de Deus, lembrou os avan\u00e7os que a UFRGS e demais universidades tiveram na inclus\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra e ind\u00edgena no ensino superior por meio das medidas afirmativas, mas ressaltou que ainda h\u00e1 muito trabalho a ser feito.<br \/>\n<strong>Atividades culturais para al\u00e9m dos muros da universidade<\/strong><\/p>\n<p>Na tarde deste s\u00e1bado, o p\u00fablico pode entrar em contato com diversas a\u00e7\u00f5es de promo\u00e7\u00e3o de cultura e arte na mesa de debate coordenada pela diretora do Departamento de Difus\u00e3o Cultural da UFRGS, Claudia Boettcher. Umas das iniciativas apresentadas foi o Festival Integrado da Cultura e Arte (FICA) encabe\u00e7ado por Paulo Nunes, da Universidade Federal de Itajub\u00e1 (Unifei), de Minas Gerais. Em cinco edi\u00e7\u00f5es, a iniciativa atingiu 60 mil pessoas, nove cidades foram abrangidas e mais de 400 eventos foram realizados. \u201cQuando a arte vai para a rua, quando ela ocupa o espa\u00e7o p\u00fablico temos a possibilidade de repensar o modo de ver a cidade, de enxergar o mundo de uma maneira diferente e de fomentar a transforma\u00e7\u00e3o social\u201d, disse Nunes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Modelos de extens\u00e3o, racismo e cultura foram alguns dos temas debatidos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_lmt_disableupdate":"","_lmt_disable":"","_customify_content_layout":"","_customify_sidebar":"","_customify_page_header_display":"","_customify_disable_header":"","_customify_disable_header_top":"","_customify_disable_header_main":"","_customify_disable_header_bottom":"","_customify_disable_page_title":"","_customify_disable_content_vertical_padding":"","_customify_disable_footer_top":"","_customify_disable_footer_main":"","_customify_disable_footer_bottom":"","_customify_breadcrumb_display":"","_customify_header_transparent_display":"","footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-982","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticia"],"modified_by":"gerente","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/982","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=982"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/982\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=982"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=982"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/prorext\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=982"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}