Maquina de Ensinar




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Máquina de Ensinar



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A Máquina de Ensinar é uma transcrição para a internet da Parte II (Condicionamento Operante: Conceitos Elementares), Série 7 (Introdução ao condicionamento operante) do livro de Instrução Programada de HOLLAND, J. SKINNER, B. F. A análise do comportamento. São Paulo: Herder e EDUSP, 1969.
O programa foi desenvolvido, sob a orientação do Prof. Paulo Francisco Slomp, por Ricardo Tomasi e editado por Thiago Abeche, na Faculdade de Educação da UFRGS.

1. Animais de circo são algumas vezes treinados com "recompensas". O comportamento de um animal faminto pode ser "recompensado" com




2. O termo técnico para "recompensa" é "reforço". "Recompensar" um organismo com comida é com comida.




3. Em termos técnicos um organismo sedento pode ser com água.




4. O treinador o animal dando-lhe comida quando age corretamente.




5. Reforço e comportamento ocorrem em ordem temporal (1) (2) .




6. A comida dada a um animal faminto não reforça uma resposta determinada a menos que seja dada imediatamente da resposta.




7. Diversamente do estímulo em um reflexo, o estímulo reforçador elicia a resposta que ele reforça.




8. Um reforço não elicia uma resposta; simplesmente aumenta a de que o animal responda outra vez da mesma forma.




9. A comida não será reforçadora, possivelmente, se o animal não estiver .




10. Se a resposta do animal não for seguida de reforço, é possível que uma resposta semelhante ocorra no futuro com frequência.




11. Para ter certeza de que o animal irá desempenhar, o treinador fornece freqüentemente para a resposta.




12. Um pombo faminto revira com o bico, nos jardins, as folhas secas ao redor. Esse comportamento é sempre que o pombo descobre pedacinhos de comida debaixo das folhas.




13. O pombo é ocasionalmente reforçado por revirar as folhas por causa da existência freqüente de debaixo delas.




14. O reforçamento que os treinadores dão aos animais é planejado deliberadamente, enquanto que a comida encontrada nos jardins é .




15. O alimento não é reforçador, a menos que o animal esteja dele por algum tempo.




16. Reforçar uma resposta aumenta a de que a resposta ocorra outras vezes.




17. Não se pode observar diretamente a “probabilidade”. Dizemos que a resposta se tornou mais provável se de fato se observa, em condições controladas, que ela ocorre mais .




18. Quando uma resposta vem sendo reforçada, será emitida freqüentemente no futuro.




19. Para conseguir que um animal emita uma resposta com maior freqüência, nós a resposta.




20. Nos trabalhos de laboratório usam-se vários dispositivos para reforçar respostas. O calor pode ser usado para .




21. Um alimentador, acionado eletricamente, que forneça comida ao animal pode ser usado para (1) as (2) de um organismo privado de alimento.




22. Se um organismo que tem frio (ou fome) liga uma chave que acende uma lâmpada de aquecimento (ou aciona o alimentador elétrico), a resposta “ligar a chave” será .




23. A resposta de ligar a lâmpada de aquecimento ou o alimentador automático será emitida mais no futuro.




24. Num aparelho típico, o “abaixar uma barra” horizontal aciona automaticamente o alimentador. O aparelho seleciona o “baixar a barra” como a ser reforçada.




25. A resposta “abaixar” ou “apertar” a barra deve ser emitida pelo menos uma vez para que possa ser .




26. Como não se pode observar nenhum estímulo eliciador para as respostas como revirar folhas ou abaixar a barra, não podemos dizer que estas respostas sejam .




27. Diz-se que respostas como pressionar (= abaixar) a barra, revirar as folhas, etc. são emitidas ao invés de eliciadas, pois (se pode ou não se pode?) observar os estímulos eliciadores.




28. Se o “abaixar a barra” não aciona o alimentador automático a resposta (é ou não é?) reforçada.




29. Enquanto o reforçamento torna as respostas mais freqüentes, a falta ou ausência de reforço a resposta.




30. Não se pode observar nenhum (1) para a resposta de abaixar a barra, revirar folhas nos jardins, etc.. Portanto, as respostas desse tipo (2) classificadas como comportamento reflexo.