{"id":66,"date":"2018-03-23T17:26:04","date_gmt":"2018-03-23T20:26:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/folhetim\/?p=66"},"modified":"2022-01-25T16:24:31","modified_gmt":"2022-01-25T19:24:31","slug":"vencedores-acorianos-literatura-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/vencedores-acorianos-literatura-2017\/","title":{"rendered":"Vencedores do A\u00e7orianos de Literatura 2017"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-70 alignleft\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Convite-acorianos-de-Literatura-300x169.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/p>\n<p>Sairam hoje os vencedores da 24\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Pr\u00eamio A\u00e7orianos de Literatura &#8211; 2017, a partir das 20h, no Centro Municipal de Cultura &#8211; Teatro Renascen\u00e7a, localizado na Avenida \u00c9rico Ver\u00edssimo, 307, no bairro Menino Deus. O evento, de nome Noite do Livro, homenageou, pelo conjunto da obra, os escritores <strong>Lya Luft<\/strong>, <strong>Aldyr Garcia Schlee<\/strong>, <strong>Deon\u00edsio da Silva<\/strong> e <strong>Sergio Faraco<\/strong>.<\/p>\n<p>Durante a cerim\u00f4nia, foram realizadas leituras c\u00eanicas de autores convidados.<\/p>\n<p>Confira os vencedores desta edi\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><strong>CATEGORIA INFANTOJUVENIL<\/strong><\/p>\n<p><strong>Filme Proibido e Outros Minicontos, de Christian David, Editora Physalis.<\/strong><br \/>\nResenha: Com olhar sens\u00edvel e profundamente humano, Christian David monta um mosaico de emo\u00e7\u00f5es, desafios, riscos, alegrias e dores de meninos e meninas na passagem da inf\u00e2ncia para a vida adulta. Um texto que foge dos estere\u00f3tipos da adolesc\u00eancia. Nas trag\u00e9dias e com\u00e9dias do cotidiano, os personagens enfrentam o mundo com coragem e fortaleza, sem esconder suas fragilidades.<br \/>\nFonte: https:\/\/www.physaliseditora.com\/single-post\/2017\/08\/05\/Filme-proibido-e-outros-minicontos<\/p>\n<p><strong>VENCEDOR &#8211; Jubarte, de Lu\u00eds Dill, Editora do Brasil.<\/strong><br \/>\nResenha: Triste tal qual uma jubarte encalhada&#8230;<br \/>\nUm ato violento e um muro pichado. Vizinhos comentam, desconhecidos cochicham, todos julgam e sentenciam. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil lidar com esses olhares estranhos, que perscrutam, dissecam, condenam. Rafael assiste at\u00f4nito ao passar dos dias de um m\u00eas de agosto qualquer, um agosto em que um acontecimento \u00fanico se deu. Ele tem um m\u00eas pela frente, ele tem a tia que o ajuda muito, ele tem os pais que o visitam e ele tem a Bel, que ele enxerga atrav\u00e9s dos muros e jardins que formam o labirinto em que ele se encontra agora. Uma hist\u00f3ria cheia de mist\u00e9rios e reviravoltas \u00e9 o que espera o leitor neste livro carregado de suspense, segredos e revela\u00e7\u00f5es surpreendentes.<\/p>\n<p><strong>Liga da Literatura: imagina\u00e7\u00e3o sem fim, de R. S Keller e Marcelo Spalding, Editora Edibook.<\/strong><br \/>\nResenha: J\u00e1 imaginou os personagens cl\u00e1ssicos da literatura infantojuvenil reunidos numa mesma aventura? Sim, \u00e9 isso que isso acontece neste primeiro livro da LIGA DA LITERATURA! Em uma noite na biblioteca de uma escola, Aladim, Alice, Chapeuzinho vermelho, Peter Pan, Pin\u00f3quio, o porquinho Pr\u00e1tico e Saci-Perer\u00ea. Descobrem um aparelho eletr\u00f4nico que vem prendendo a aten\u00e7\u00e3o dos pequenos leitores, que cada vez menos leem seus livros! Essa \u00e9 s\u00f3 a primeira hist\u00f3ria dessa turma. A Liga da Literatura promete muito mais, pois a imagina\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ter fim!<\/p>\n<p><strong>O A\u00e7o e as Artes, de Ricardo Bueno, Editora Quattro Projetos.<\/strong><\/p>\n<p><strong>CATEGORIA POEMA<\/strong><\/p>\n<p><strong>VENCEDOR &#8211; Jo\u00e3o e Maria \u2013 D\u00faplice coroa de sonetos f\u00fanebres, de Leonardo Antunes, Editora Patu\u00e1.<\/strong><\/p>\n<p>Percurso onde n\u00e3o h\u00e1, de Denise Freitas, Editora Besti\u00e1rio.<br \/>\nResenha: Denise Freitas dissipa os significados (\u201cselos de l\u00ednguas controversas\u201d), atrav\u00e9s de uma abrevia\u00e7\u00e3o e de um senso de lacunas cujos significantes ajustados, \u00e0s vezes, ao constructo m\u00e9trico e ao verso longo de ritmo distenso e similar ao andamento da prosa (bases sobre as quais a poesia pode ou p\u00f4de plasmar-se), e, \u00e0s vezes, \u00e0 m\u00fasica sem-versista da fratura e da sutil percep\u00e7\u00e3o de espacializa\u00e7\u00e3o (estilemas da contemporaneidade) recomp\u00f5em arranjos sem\u00e2nticos pelas intera\u00e7\u00f5es de proximidade e contraste estabelecidas. A poeta sabe, felizmente, que tudo se passa de modo inapel\u00e1vel na superf\u00edcie atritante da linguagem. O hermenauta-modelo de Percurso onde n\u00e3o h\u00e1 educa os seus cinco sentidos num pervagar impreciso por sobre o abismo pelaginoso do discurso po\u00e9tico de Denise Freitas que atrav\u00e9s de sua vontade de fazer linguagem acaba por nos comunicar estruturas significantes.<br \/>\nFonte: http:\/\/www.arteseecos.com.br\/copia-andrei-ribas<\/p>\n<p><strong>Tesouro Secund\u00e1rio, de Celso Gutfreind, Editora Artes &amp; Ecos.<\/strong><br \/>\nResenha: Tesouro Secund\u00e1rio conta o ritmo de uma vida agora j\u00e1 n\u00e3o qualquer, porque com ritmo. Cada um dos temas, em seus respectivos cap\u00edtulos, foi tratado como uma casa aberta \u00e0 visita de outros tantos com quem conversam conforme a forma necess\u00e1ria. Qualquer leitura fora desse lugar bagun\u00e7aria um tempo aparentemente l\u00f3gico, o que \u00e9 outra de nossas inten\u00e7\u00f5es atentas e distra\u00eddas.<\/p>\n<p><strong>CATEGORIA NARRATIVA LONGA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Correr com Rinocerontes, de Cristiano Baldi, N\u00e3o Editora.<\/strong><br \/>\nResenha: Diante de algumas trag\u00e9dias, s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel calar. Um jovem cresce \u00e0 sombra de um terr\u00edvel acidente que marcou sua adolesc\u00eancia. No in\u00edcio da vida adulta, ele precisa sair de S\u00e3o Paulo e voltar a Porto Alegre para enfrentar as pontas soltas do passado. Inteligente, culto, filho e neto de intelectuais, descobre que, assim como ele, cada membro da fam\u00edlia encontrou sua pr\u00f3pria forma de fuga.<br \/>\nFonte: http:\/\/www.naoeditora.com.br\/catalogo\/correr-com-rinocerontes\/<\/p>\n<p><strong>Demorei a gostar da Elis, de Alexandra Lopes da Cunha, Editora Kaz.<\/strong><br \/>\nResenha: Demorei a gostar da Elis\u201d \u00e9 um romance que retrata uma gera\u00e7\u00e3o: A dos que nasceram entre o final dos anos sessenta e in\u00edcio dos setenta, a \u201cGera\u00e7\u00e3o Coca-Cola\u201d, como cantou Renato Russo, que viveu o Milagre Brasileiro, a hiperinfla\u00e7\u00e3o, a democratiza\u00e7\u00e3o, a d\u00e9cada perdida e o que seguiu. Os personagens Libertad Dias da Costa e Jos\u00e9 Brasil Bataglia Vergueiro encontram-se num momento dif\u00edcil e \u00e9 por esta dor que as mem\u00f3rias vividas come\u00e7am a surgir no reencontro. Colegas de escola na inf\u00e2ncia, com adolesc\u00eancias separadas e diferentes juventudes, suas experi\u00eancias de vida: maternidade, paternidade, desamor e morte se confundem com a desesperan\u00e7a dos dias atuais. \u00c9 na vida adulta que as lembran\u00e7as se adensam. Narradores se alternam em cap\u00edtulos n\u00e3o lineares sob a musicalidade das ep\u00edgrafes de can\u00e7\u00f5es que marcaram os anos 70, 80 e 90 vividos intensamente pelas personagens.<br \/>\nFonte: http:\/\/www.editorakazua.net\/catalogo\/demorei-a-gostar-da-elis-de-]alexandra-lopes-da-cunha<\/p>\n<p><strong>VENCEDOR &#8211; Homens Elegantes, de Samir Machado de Machado, Editora Rocco.<\/strong><br \/>\nResenha: Na trama, um soldado brasileiro \u00e9 enviado a Londres com a miss\u00e3o de investigar uma rede de contrabando de livros er\u00f3ticos para o Brasil, em 1760, e se deslumbra com os luxos e excessos da alta sociedade europeia. Uma leg\u00edtima aventura de capa e espada, com direito a duelos e persegui\u00e7\u00f5es a cavalo, apimentada pela literatura pornogr\u00e1fica iluminista e pelo universo LGBT do s\u00e9culo XVIII. A obra foi adquirida para adapta\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica pela RT Features, respons\u00e1vel por sucessos internacionais como Frances Ha, de Noah Baumbach, entre outros.<br \/>\nFonte: https:\/\/www.saraiva.com.br\/homens-elegantes-9374897.html<\/p>\n<p><strong>CATEGORIA ENSAIO DE LITERATURA E HUMANIDADES<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0VENCEDOR &#8211; As Marcas do C\u00e1rcere, de Leandro Ayres Fran\u00e7a, Alfredo Steffen Neto e Alysson Ramos Artuso, Editora IEA.<\/strong><br \/>\nResenha: A tens\u00e3o residia no momento em que estiv\u00e9ssemos \u00e0 vista de apenados, que n\u00e3o nos reconheceriam de pronto como uma autoridade. Na cultura carcer\u00e1ria, se eles reconhecessem uma autoridade, virariam de costa e n\u00e3o causariam qualquer confus\u00e3o, mas conosco ficavam curiosos, ent\u00e3o era preciso que os policiais mandassem eles se virarem e cruzarem o bra\u00e7o cada vez que \u00e9ramos alvo de aten\u00e7\u00e3o. Como nos explicaram, o ato de o apenado cruzar o bra\u00e7o (ou coloc\u00e1-los para tr\u00e1s) quando anda pelo corredor e seu movimento de virar de costas quando passa algu\u00e9m s\u00e3o medidas de seguran\u00e7a para reduzir o risco de uma a\u00e7\u00e3o surpresa por parte do apenado, uma forma de ele \u201cn\u00e3o aprontar nada.<br \/>\nFonte: https:\/\/pt-br.facebook.com\/asmarcasdocarcere\/<\/p>\n<p><strong>Psican\u00e1lise, criatividade e e o indiz\u00edvel da experi\u00eancia de Manoel de Barros, de Renata Lisb\u00f4a, Editora Artes &amp; Ecos.<\/strong><br \/>\nResenha: Manoel de Barros trabalha sua poesia na raiz da palavra, visita sua ess\u00eancia e nos oferta uma linguagem reformada e embelezada pela sua imagina\u00e7\u00e3o e labor po\u00e9tico. A Psican\u00e1lise, por sua vez, tamb\u00e9m mergulha ao centro do Ser, percorrendo seus labirintos mais in\u00f3spitos e abrindo passagem para que o ser humano possa reconstruir-se por meio de ressignifica\u00e7\u00f5es.<br \/>\nEste belo livro de Renata Lisb\u00f4a representa a converg\u00eancia dos fazeres po\u00e9tico e psicanal\u00edtico atrav\u00e9s do que neles h\u00e1 de mais valor.<br \/>\nFonte: http:\/\/www.arteseecos.com.br\/o-indizivel-em-manoel-de-barros<\/p>\n<p><strong>50 Tons de Rosa: Pelotas no tempo da ditadura, organizado por Louren\u00e7o Cazarr\u00e9, Editora Artes e Of\u00edcios.<\/strong><br \/>\nResenha: O nome do livro, segundo Cazarr\u00e9, mant\u00e9m o esp\u00edrito galhofeiro do Triz, jornal alternativo que teve uma \u00fanica e explosiva edi\u00e7\u00e3o em Pelotas, no final de 1976, cuja manchete principal \u2014 \u201cFrescura!\u201d \u2014 discutia a pretensa fama dos var\u00f5es pelotenses. \u201c50 tons de rosa \u00e9 composto por 21 cr\u00f4nicas ou reportagens escritas por 14 autores\u201d, explica Cazarr\u00e9. \u201cEntre as reportagens, eu destacaria a do L\u00facio Vaz, \u2018Como o SNI via os nossos subversivos\u2019, que mergulha nos arquivos da ditadura para mostrar um painel daqueles anos sombrios. J\u00e1 entre as cr\u00f4nicas, eu destaco as de Carlos Moraes, Kledir Ramil e Jos\u00e9 de Abreu\u201d.<br \/>\nFonte: https:\/\/www.ciadoslivros.com.br\/50-tons-de-rosa-pelotas-no-tempo-da-ditadura-746093-p628920<\/p>\n<p><strong>CATEGORIA CONTO<\/strong><\/p>\n<p><strong>VENCEDOR &#8211; N\u00e3o h\u00e1 amanh\u00e3, de Gustavo Melo Czekster, Editora Zouk.<\/strong><br \/>\nResenha: Sinopse: Dotado de uma voz personal\u00edssima e urdindo argumentos inesperados, Czekster engendra, neste livro, um caleidosc\u00f3pio de est\u00f3rias que transformam e refratam umas \u00e0s outras, \u00e0 medida que a leitura avan\u00e7a. Os contos desse livro podem ser lidos como uma s\u00e9rie de pesadelos interligados, sob a toada de alguns temas recorrentes. Uma das facetas desse pesadelo m\u00faltiplo \u00e9 o antigo vanitas vanitatum do Eclesiastes: a efemeridade das coisas humanas; outra face, menos expl\u00edcita, talvez seja a autorreflex\u00e3o perturbadora da pr\u00f3pria literatura \u2012 ou, num sentido mais amplo, o poder ao mesmo tempo criativo e ca\u00f3tico da imagina\u00e7\u00e3o, com suas constantes tenta\u00e7\u00f5es de esperan\u00e7a e desespero.<br \/>\nSe, \u00e0s vezes, Czekster parece flertar com certo realismo urbano, \u00e0 Rubem Fonseca, os meandros de seu texto logo reafirmam sua filia\u00e7\u00e3o \u00e0 literatura fant\u00e1stica, na imortal tradi\u00e7\u00e3o de Poe e Maupassant. Os personagens de Czekster movem-se em um mundo sempre \u00e0 beira da dissolu\u00e7\u00e3o, da implos\u00e3o ou do obl\u00edvio; \u00e9 como se cada instante de suas exist\u00eancias fosse amea\u00e7ado por uma conflu\u00eancia de for\u00e7as soturnas e absurdas.<br \/>\nFonte: http:\/\/www.editorazouk.com.br\/pd-43a8cb-nao-ha-amanha.html<\/p>\n<p><strong>Sul, de Ver\u00f4nica Stigger, Editora 34.<\/strong><br \/>\nResenha: Tr\u00eas textos liter\u00e1rios, tr\u00eas g\u00eaneros distintos. Este novo livro de Veronica Stigger &#8211; uma das vozes mais fortes da literatura brasileira atual &#8211; re\u00fane um conto, uma pe\u00e7a teatral curta e um poema, formando um estranho quebra-cabe\u00e7a em que, surpreendentemente, todas as pe\u00e7as se encaixam. O primeiro texto, &#8220;2035&#8221;, \u00e9 um relato de tom kafkiano e sombrio situado num futuro dist\u00f3pico. J\u00e1 na pe\u00e7a &#8220;Mancha&#8221;, duas personagens com o mesmo nome, Carol 1 e Carol 2, travam um di\u00e1logo entre c\u00f4mico e absurdo em torno de uma mancha de sangue no ch\u00e3o de um apartamento. Por fim, o longo poema &#8220;O cora\u00e7\u00e3o dos homens&#8221; se constr\u00f3i sobre mem\u00f3rias de inf\u00e2ncia em que se confundem verdade e mentira, fato e fic\u00e7\u00e3o. Ligando os tr\u00eas textos, sangue, muito sangue, e um uso extremamente consciente e singular da linguagem, que, do tr\u00e1gico ao c\u00f4mico, do melanc\u00f3lico ao escatol\u00f3gico, encontra sempre a forma e o tom precisos.<br \/>\nPublicado originalmente na Argentina, em 2013, Sul \u00e9 lan\u00e7ado agora em portugu\u00eas &#8211; por\u00e9m, acrescido de um texto oculto, que caber\u00e1 ao leitor desvelar.<br \/>\nFonte: http:\/\/www.editora34.com.br\/detalhe.asp?id=921<\/p>\n<p><strong>20 Relatos Ins\u00f3litos de Porto Alegre, de Rafael Guimaraens, Editora Libretos.<\/strong><br \/>\nResenha: As narrativas misturam drama, romance, trag\u00e9dia, mem\u00f3ria, jornalismo e teatro, envolvendo personagens reais e cen\u00e1rios, incluindo locais que hoje n\u00e3o existem mais. Um dos epis\u00f3dios narra a dor inapel\u00e1vel da vi\u00fava de J\u00falio de Castilhos. Honorina, apaixonada pelo marido, n\u00e3o suportando sua aus\u00eancia depois de 20 anos de vida em comum, acaba por suicidar-se, com um fogareiro, na antiga resid\u00eancia da fam\u00edlia, onde hoje funciona o Museu J\u00falio de Castilhos.<br \/>\nFonte: http:\/\/www.libretos.com.br\/index.php\/loja-virtual?page=shop.product_details&amp;category_id=49&amp;flypage=flypage.tpl&amp;product_id=181&amp;vmcchk=1<\/p>\n<p><strong>CATEGORIA CR\u00d4NICA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Dem\u00f4nios dom\u00e9sticos, de Tiago Germano, Editora Le Chien.<\/strong><br \/>\nResenha: Dem\u00f4nios Dom\u00e9sticos, livro de estreia de Tiago Germano, \u00e9 uma colet\u00e2nea dos textos narrativos que o autor publicou ao longo de sua carreira como jornalista. As cr\u00f4nicas, divididas em per\u00edodos que v\u00e3o da inf\u00e2ncia \u00e0 idade adulta, mostram toda a poesia e o assombro daquelas lembran\u00e7as que temos que aprender a domar para seguir existindo.<br \/>\nFonte: https:\/\/www.catarse.me\/demoniosdomesticos<\/p>\n<p><strong>2016 Sombras e Luzes: cr\u00f4nicas sobre um ano inquietante, de Luiz Coronel, Editora Besouro Box, TAB, Mecenas.<\/strong><br \/>\nResenha: Luiz Coronel nos faz um convite \u00e0 reflex\u00e3o. Uma reflex\u00e3o po\u00e9tica, em primeiro lugar. Suas palavras s\u00e3o sempre encadeadas, harm\u00f4nicas, sonoras. Cada frase tem um ritmo. Mesmo discordando, imposs\u00edvel n\u00e3o gostar e n\u00e3o parar para pensar.<br \/>\nFonte: http:\/\/www.besourobox.com\/pd-3ca5c8-2016-sombras-e-luzes-cronicas-sobre-um-ano-inquietante.html<\/p>\n<p><strong>VENCEDOR &#8211; Um Lugar na Janela 2 \u2013 relatos de viagem, de Martha Medeiros, Editora L&amp;PM.<\/strong><br \/>\nResenha: Eu viajo para resistir \u00e0 hostilidade humana, \u00e0 crueza dos costumes, ao tique-taque insano dos rel\u00f3gios. Viajo porque sou consciente o quanto viver \u00e9 dif\u00edcil e porque n\u00e3o quero ser engolida pela descren\u00e7a e pela desesperan\u00e7a. Viajo para celebrar a vida no que ela tem demais sagrado: suas sutilezas, delicadezas instantes m\u00e1gicos, sintomas.<br \/>\nFonte: Autora.<\/p>\n<p><strong>CATEGORIA INFANTIL<\/strong><br \/>\n<strong>Cole\u00e7\u00e3o M\u00fasica Livro \u2013 I vol \u2013 Um Alfabeto Diferente, de Rodrigo Prates, Editora Edibook.<\/strong><br \/>\nResenha: Muitas vezes ao ouvir uma m\u00fasica, passa uma historinha na nossa cabe\u00e7a&#8230; E se a letra de uma can\u00e7\u00e3o virasse um livro para crian\u00e7as? Essa \u00e9 a proposta da s\u00e9rie M\u00fasicaLivro, da Editora Edibook: livros ilustrados acompanhados de um CD.<\/p>\n<p><strong>O Menino Dinossauro, de Wanda Queiroz, Editora Vivilendo.<\/strong><br \/>\nResenha: Conta a hist\u00f3ria dos homens que estes apaixonantes gigantes sumiram, desapareceram, deixaram de existir&#8230; Como Assim?<\/p>\n<p><strong>VENCEDOR\u00a0 &#8211; Venturinha, o amigo do vento, de Luiz Coronel, Mecenas Editora e Projetos Culturais.<\/strong><br \/>\nResenha: A Cole\u00e7\u00e3o Esquilo alcan\u00e7a atualmente a tiragem de 101 mil exemplares. O projeto gr\u00e1fico \u00e9 de Simone Pontes \u2013Tab Editora e Projetos Culturais. Entre os apoiadores est\u00e3o Grupo Zaffari, Nestl\u00e9, Cia.Carris, Banrisul, Secraso, Caixa Econ\u00f4mica Federal.<br \/>\nFonte: http:\/\/www.luizcoronel.com.br\/poesia-infantil\/venturinha-o-amigo-do-vento<\/p>\n<p><strong>CATEGORIA ESPECIAL<\/strong><br \/>\n<strong>VENCEDOR &#8211; A For\u00e7a do Tempo \u2013 hist\u00f3rias de um rep\u00f3rter fotogr\u00e1fico brasileiro, de Ricardo Chaves (Kad\u00e3o Chaves), Editora Libretos.<\/strong><br \/>\nResenha: Poucos profissionais do fotojornalismo no Brasil conseguem ter em suas biografias duas caracter\u00edsticas que marcam a biografia do porto-alegrense Ricardo Chaves, o Kad\u00e3o: participar ativamente da Hist\u00f3ria que se desenrola em frente \u00e0 sua c\u00e2mara fotogr\u00e1fica e deixar que essa Hist\u00f3ria invada sua vida atrav\u00e9s da paix\u00e3o, das amizades criadas na correria do jornalismo e nas experi\u00eancias que acabam tamb\u00e9m por fazer parte dessa mesma Hist\u00f3ria.<br \/>\nFonte: http:\/\/www.libretos.com.br\/index.php\/loja-virtual?page=shop.product_details&amp;flypage=flypage.tpl&amp;category_id=49&amp;product_id=176&amp;vmcchk=1<\/p>\n<p><strong>A Menina do Circo Tib\u00farcio e outros causos desenhados, de Santiago (Neltair Abreu), Editora Libretos.<\/strong><br \/>\nResenha: Neste segundo \u00e1lbum de quadrinhos (o primeiro foi \u201cCausos do Santiago\u201d), Santiago enfilera gente e hist\u00f3rias. Ele se diverte com o que relembra, com o que conta e reconta. Embora mestre na s\u00edntese \u2013 o cartum e a charge, que atraem pr\u00eamios como para-raios a fa\u00edscas \u2013 \u00e9 nos quadrinhos que Santiago se deleita e nos delicia. S\u00e3o causos contados e desenhados. O autor delineia figuras piv\u00f4s de situa\u00e7\u00f5es pitorescas ou bisonhas, e provoca das gargalhadas ao sorriso. Ao pin\u00e7ar personas do seu passado \u2013 remoto e recente \u2013 consegue reaviv\u00e1-las. Atestam que observador sagaz foi o menino Neltair, o quanto as cultuava e o tanto que ainda significam pra ele e pro RS. Nos \u00e1lbuns, Santiago contribui para a cultura regional com causos gr\u00e1ficos humorad\u00edssimos e human\u00edssimos. Regata um patrim\u00f4nio (dito imaterial, apesar da mem\u00f3ria do autor materializar t\u00e3o bem) graciosamente mapeado. \u00c1lbum em aquarela, com 34 hist\u00f3rias e uma faixa b\u00f4nus. Al\u00e9m de pref\u00e1cio de Fraga (jornalista e humorista) e M\u00eaiqui nh\u00f3fi.<\/p>\n<p>Fonte: http:\/\/www.libretos.com.br\/index.php\/loja-virtual?page=shop.product_details&amp;flypage=flypage.tpl&amp;category_id=49&amp;product_id=183<\/p>\n<p><strong>O A\u00e7o e as Artes, de Ricardo Bueno, Editora Quattro Projetos.<\/strong><\/p>\n<div><b>RELEV\u00c2NCIA CULTURAL<\/b><\/div>\n<div><\/div>\n<div><b>DELFUS &#8211; PUCRS Espa\u00e7o de Documenta\u00e7\u00e3o e Memoria Cultural<\/b><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MELHOR LIVRO DO ANO<\/strong><\/p>\n<p><strong>VENCEDOR &#8211; Jo\u00e3o e Maria \u2013 D\u00faplice coroa de sonetos f\u00fanebres, de Leonardo Antunes, Editora Patu\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Abaixo a\u00a0 com os vencedores do pr\u00eamio:<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-82\" src=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/IMG_20180324_140102_697-300x271.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"271\" \/><\/p>\n<p>Confira as entrevista dos vencedores nos <a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/folhetim\/tag\/acorianos-literatura-2017\/\">posts relacionados<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sairam hoje os vencedores da 24\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Pr\u00eamio A\u00e7orianos de Literatura &#8211; 2017, a partir das 20h, no Centro Municipal de Cultura &#8211; Teatro Renascen\u00e7a, localizado na Avenida \u00c9rico Ver\u00edssimo, 307, no bairro Menino Deus. O evento, de nome Noite do Livro, homenageou, pelo conjunto da obra, os escritores Lya Luft, Aldyr Garcia Schlee, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"advgb_blocks_editor_width":"","advgb_blocks_columns_visual_guide":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[336],"tags":[365,511,31,183,731,35,741,755],"class_list":["post-66","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-folhetim","tag-acorianos-de-literatura","tag-acorianos-literatura-2017","tag-literatura","tag-poema","tag-poesia","tag-prefeitura-municipal-de-porto-alegre","tag-prosa"],"author_meta":{"display_name":"gerente","author_link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/author\/gerente\/"},"featured_img":null,"jetpack_featured_media_url":"","coauthors":[],"tax_additional":{"categories":{"linked":["<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/category\/programas\/folhetim\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">Folhetim<\/a>"],"unlinked":["<span class=\"advgb-post-tax-term\">Folhetim<\/span>"]},"tags":{"linked":["<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/category\/programas\/folhetim\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">A\u00e7orianos de Literatura<\/a>","<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/category\/programas\/folhetim\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">a\u00e7orianos literatura 2017<\/a>","<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/category\/programas\/folhetim\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">Literatura<\/a>","<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/category\/programas\/folhetim\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">Literatura<\/a>","<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/category\/programas\/folhetim\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">poema<\/a>","<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/category\/programas\/folhetim\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">poesia<\/a>","<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/category\/programas\/folhetim\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">Prefeitura Municipal de Porto Alegre<\/a>","<a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/category\/programas\/folhetim\/\" class=\"advgb-post-tax-term\">prosa<\/a>"],"unlinked":["<span class=\"advgb-post-tax-term\">A\u00e7orianos de Literatura<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">a\u00e7orianos literatura 2017<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">Literatura<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">Literatura<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">poema<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">poesia<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">Prefeitura Municipal de Porto Alegre<\/span>","<span class=\"advgb-post-tax-term\">prosa<\/span>"]}},"comment_count":"0","relative_dates":{"created":"Publicado 9 anos atr\u00e1s","modified":"Atualizado 5 anos atr\u00e1s"},"absolute_dates":{"created":"Publicado em mar\u00e7o 23, 2018","modified":"Atualizado em janeiro 25, 2022"},"absolute_dates_time":{"created":"Publicado em mar\u00e7o 23, 2018 17:26","modified":"Atualizado em janeiro 25, 2022 16:24"},"featured_img_caption":"","series_order":"","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=66"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2208,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66\/revisions\/2208"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=66"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=66"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufrgs.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=66"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}