Brand Lovers e Brand Haters: a Dicotomia entre as Marcas que Apoiam Causa
resumo
No mundo polarizado em que vivemos, dividido em poderes opostos e incompatíveis, marcado por um ativismo extremado a influenciar as vidas das pessoas e “comandado” pelas demandas da “sociedade civil organizada”, as marcas também parecem assimilar essa polarização. Em função disso, surgem as marcas “do bem” e as marcas “do mal” e, respectivamente, em consequência, aqueles que as amam (os brand lovers) e os que as odeiam (os brand haters). O presente artigo analisou a possível dicotomia existente entre as marcas que apoiam causas e que, ao fazê-lo, muitas vezes contribuem para o estabelecimento desses dois grupos extremistas. E chegou à conclusão de que os gestores de marcas, cada vez mais, têm que ser cuidadosos em suas promessas, nas campanhas que fazem e na autenticidade que elas oferecem a seus consumidores. Qualquer deslize, por mais insignificante que possa parecer, pode gerar danos importantes para a construção e manutenção da reputação das marcas.
palavras-chave
fonte
Pró-Pesq PP
universidade
UnB