O Empresário de si sem Imagem Própria
resumo
O presente trabalho busca discutir o fenômeno do incentivo à percepção dos colaboradores de aplicativos de mobilidade como empreendedores “de si” à luz de um aspecto específico: a falta de condições de gestão de sua identidade corporativa e de soerguimento de suas próprias marcas. Para tal intento, traçaremos uma comparação com as tensões produzidas por outros processos de sobreposição institucional às marcas singulares, como ocorre nas chamadas denominações controladas de origem, em setores como os de bebidas finas. Essa análise se embasará em conceitos como a negociação de capital simbólico, tal como proposta por Bordieu e Barthes, e nos dilemas políticos da tecnocracia, como colocados por Giddens, Michels e Sodré.
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Pró-Pesq PP
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UFPE