Atividades culturais

Segunda, 21/10, 19h

Em homenagem aos 100 anos de um dos mais importantes artistas plásticos do Brasil, o Centro Cultural da UFRGS prestigia a produção de Xico Stockinger (1919-2009) com a exposição Ocupação Stockinger, projeto integrante do aniversário de 85 anos da UFRGS. A abertura acontece em 21 de outubro, às 19h, e contará com a mediação e visita guiada pelo artista visual Eduardo Vieira da Cunha, em uma espécie de percurso pelas obras. A visitação ao público ocorre de 22 de outubro a janeiro de 2020 de segunda a sexta-feira das 9h às 19h e aos sábados das 9h às 17h.

Stockinger terá suas famosas esculturas expostas no Centro Cultural, em diálogo com diversas fotos capturadas por Luiz Eduardo Robinson Achutti, professor do Instituto de Artes da UFRGS, nos últimos anos de vida do austríaco naturalizado brasileiro em seu atelier. As fotos fizeram parte da exposição e do livro lançado em 2008 pelo fotógrafo, A matéria encantada – Xico Stockinger por Achutti.

A iniciativa é resultado de uma parceria entre a família de Stockinger e o Departamento de Difusão Cultural da UFRGS. Foram cedidas obras do acervo pessoal de Xico por seu filho, Francisco. A MBZ Advogados Associados é parceira cultural do projeto.

Além da exposição, a Sala Redenção exibe, em parceria com a distribuidora Lança Filmes e a produtora Pironauta, o documentário Xico Stockinger, do diretor Frederico Mendina. As sessões ocorrem nos dias 21 e 22 de outubro, às 19h e às 16h, respectivamente.

Sobre o artista

Escultor, desenhista, ilustrador, gravador e professor. Francisco Stockinger, nascido em Traun, Áustria, radicou-se no Brasil em 1921 e desde sua infância já nutria um interesse especial pela arte, pois, segundo ele, o gosto pelo desenho começou ainda quando era pequeno. Sua trajetória escultórica teve como mestre Bruno Giorgi (1905– 1993) e iniciou aos vinte e nove anos. Em 1954 passou a residir em Porto Alegre realizando trabalhos em artes gráficas em jornais da época e, na década seguinte, fundou e dirigiu o Atelier Livre de Porto Alegre (1961) e foi diretor do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS, 1963/64).

Sua carreira na escultura é marcada pela diversidade de materiais: ferro, madeira, bronze e pedra. Admirador de artistas como Alexander Calder (1898–1976), Henry Moore (1898–1986), Marino Marini (1901–1980), Bruno Giorgi e Sérgio Camargo (1930–1990), entre outros, Stockinger soube desenvolver com maestria sua “poética trágico-heróica” tornando-se “expoente de toda uma geração de artistas brasileiros do pós-guerra” e “um dos fundadores da escultura no sul do Brasil” (SCARINCI, 2002, p. 118). Suas obras podem ser encontradas em diversos museus, instituições culturais e espaços públicos.

Terça, 22/10, 19h

Após apresentar a ancestralidade ameríndia por meio do som para países de todos os continentes, a Orquesta de Instrumentos Autóctonos y Nuevas Tecnologías chega pela primeira vez ao Brasil. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul recebe, no dia 22 de outubro, às 19h, no Salão de Atos, o concerto que é considerado um museu vivo pela crítica especializada. O grupo conta a história da América Latina na voz dos povos originários – ou melhor, através dos sons. Aliando tradição e tecnologia, o projeto, fundado em 2004, é resultado de um intenso trabalho de pesquisa histórico-musical realizado na Universidade Nacional de Tres de Febrero (UNTREF), na Argentina. A apresentação integra a celebração pelos 20 anos do Salão de Extensão da UFRGS.

O espetáculo visa representar as simbologias e as mitologias da cultura americana através de instrumentos autóctones – próprios e originários de uma região, como o ehecatl maia, o pututu inca e o teponaztli e o huehuetl astecas. O grupo evidencia a pluralidade cultural inclusive em sua formação, já que conta com integrantes de diferentes nacionalidades, vindos do Brasil, Chile, Colômbia, Estados Unidos, México e Venezuela. Assim, contemplando a sensibilidade, a espiritualidade e a emocionalidade de todo um continente, a Orquestra percorre desde a música popular de América até a música electroacústica contemporânea.

“Assistir a orquestra de instrumentos autóctones e novas tecnologias é proporcionar um encontro com a ancestralidade americana, é religar o que temos de mais atual e criativo aos conhecimentos e à memória que constituem nuestra América, que também é indígena e popular”, revela a pesquisadora em cultura indígena, Maria Aparecida Bergamaschi, sobre a experiência.

Sobre a Orquestra de Instrumentos Autóctones e Novas Telecnologias

A Orquestra de Instrumentos Autóctones e Novas Telecnologias foi fundada em 2004, na UNTREF, pelas mãos de Alejandro Iglesias Rossi e Susana Ferreres, diretor e vice-diretora da Escola de Criação Musical, Novas Tecnologias e Artes Tradicionais. Se trata de uma proposta interdisciplinar que atravessa a investigação e composição musical. O projeto conta com a participação de docentes e alunos da Escola e das licenciaturas em Artes Eletrônicas e em Música, que, em suas performances, tocam desde a música popular de América até a música electroacústica contemporânea.

Programação

Cerimônia de premiação marca o fim do 20º Salão de Extensão

O Salão de Atos lotou na última sexta-feira (25), com a premiação e encerramento do Salão UFRGS. Com o tema Universidade: Presente! o evento é constituído por diversas atividades, sendo elas o Salão de Ensino, o Salão EDURGS, SIC, FINOVA, Salão UFRGS Jovem e Salão de Extensão. Para a sua abertura, a cerimônia contou com uma breve fala do reitor da Universidade, Rui Vicente Oppermann.

“[…] Esse momento tem um significado muito grande para todos nós. Para a Universidade, esse é o momento em que nós mostramos porque nós somos a UFRGS Presente. Nós somos a UFRGS Presente porque vocês, com o trabalho de cada um, constroem esse conceito de Universidade, de qualidade e de excelência, pela qual a nossa universidade é reconhecida no Brasil e no Mundo[…]”, diz o reitor da Universidade.

Dentre os 37 destaques de tertúlias foram escolhidos 8 premiados, além de um premiado da Mostra Interativa desta edição do Salão de Extensão:

Modalidade: Tertúlia

Sessão 1 – Comunicação 1
LEIA: LEITURA, INFORMAÇÃO E ACESSIBILIDADE

Sessão 2 – Artes Integradas 1
DANÇA & PARKINSON – 4ª EDIÇÃO

Sessão 3 – Direitos Humanos
REABILITAÇÃO ARQUITETÔNICA DA KSA ROSA. PROJETO E EXECUÇÃO

Sessão 13 – Artes Integradas 2
DIÁLOGOS ENTRE O MUCIN E COMUNIDADES TRADICIONAIS DO LITORAL NORTE DO RS 2019

Sessão 15 – Metodologias e Estratégias de Ensino/Aprendizagem 2
CINEJA EM DEBATE

Sessão 23 – Desenvolvimento Regional 1
QUEM VAI CUIDAR DAS “MIMOSAS”? SUCESSÃO FAMILIAR NA BOVINOCULTURA DE LEITE

Sessão 35 – Universidade 2
LIGA ACADÊMICA DE SAÚDE INDÍGENA

Sessão 36 – Questões Ambientais 2
PROJETO ÁGUAS 2019: MEMÓRIA DAS NASCENTES NA LOMBA DO PINHEIRO

 

Modalidade: Mostra Interativa
VIV@EAD – EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA PARA IDOSOS

Durante a premiação, em comemoração aos 20 Anos de Salão de Extensão, foi apresentado um vídeo comemorativo que já havia sido divulgado na comemoração dos 20 anos do evento, na quarta-feira (23). Além disso, foi feita uma homenagem aos coordenadores do primeiro Salão de Extensão, realizado em 1999, Cláudia Boettcher, atual diretora do Departamento de Difusão Cultural da UFRGS, e Francisco Marshall, ex-diretor do Museu da UFRGS. Com esta homenagem e mais uma foto dos premiados de todos os premiados, se encerrou mais uma edição do Salão de Extensão da UFRGS.

Escola de Extensão da UFRGS é tema de roda de conversa no 20º Salão de Extensão

Na última sexta-feira (25), a Mostra de Extensão recebeu a atividade “Escola de Extensão: compromisso social da Universidade”. O evento trouxe participantes da Escola de Extensão, realizada em julho deste ano, para dar suas impressões, seus relatos e vivências sobre o evento. A partir desses depoimentos, foi possível avaliar o que foi o Curso e fazer proposições para a próxima edição. “Foi bem rico, foi uma experiência de escutar pessoas que participaram e que trouxeram suas impressões”, avalia Patrícia Xavier, coordenadora da Escola de Extensão.

A Escola de Extensão da UFRGS, que aconteceu no dia 23 a 27 de julho de 2019, foi um curso de extensão onde buscou-se promover reflexões no conceito extensão, em torno do histórico do que é o compromisso social da extensão universitária. A coordenadora afirma, em entrevista, que “foi uma oportunidade bárbara de pensar e repensar o trabalho do DEDS (Departamento de Educação e Desenvolvimento Social da Pró-Reitoria de Extensão)”.

A Escola promoveu espaço de aprendizagem, reflexão e proposição sobre a extensão realizada pela UFRGS e sua potência como articuladora de transformação social. A programação compreendeu rodas de conversa com tema norteador, deslocamentos a territórios e oficina de construção de projetos de extensão.

20º Salão de Extensão recebe roda UFRGS em Diálogo com os Movimentos Sociais

Nesta quinta-feira (24) foi realizada a roda UFRGS em Diálogo com os Movimentos Sociais. O evento aconteceu no Solarium do Instituto de Letras e contou com a participação de professores, membros do Museu da UFRGS e do Museu de Ciências Naturais, observadores externos de outras universidades, entre outros.

Os movimentos sociais expressam a luta que os cidadãos constroem na esfera do Estado e são uma forma de resistência às condições materiais e simbólicas impostas aos mesmos, construindo uma alternativa de superação. Nesse cenário, a Universidade pode e deve se mostrar como um espaço de diálogo onde cada um possa absorver novos saberes, diferenças e em troca, projetar soluções. Assim, a Roda UFRGS em Diálogo com os Movimentos Sociais trouxe como principal objetivo mapear e descobrir qual o papel da Universidade em sua relação com os movimentos sociais, se existe algum e o que lhe falta.

Segundo a coordenadora do evento e Vice-Pró-Reitora de Extensão, Cláudia Porcellis Aristimunha, a realização dessa roda de conversa no Salão de Extensão 2019 é de grande importância, tendo em vista que muitos dos projetos de extensão são ligados a movimentos sociais ou que seus públicos podem estar agregados a esses. “ […] foi muito importante repensar o papel da Universidade, até onde a gente vai , qual é o papel que ela realmente tem, se ela tem que fazer o papel do Estado e quais são os limites disso.” explica a Vice-Pró Reitora.

A roda UFRGS em Diálogo com os Movimentos Sociais, foi uma das atividades do quarto dia do 20º Salão de Extensão, que acontece esta semana no Campus do Vale. Os organizadores da roda de conversa tem a intenção de continuar esses encontros, para discutirem mais o papel da Universidade e contar com a presença de membros de movimentos sociais.

Atividades trazem distribuição de hortaliças e discussões sobre saúde da mulher na Mostra Interativa

A extensão possui um papel fundamental na Universidade. A Mostra Interativa do Salão de Extensão tem como objetivo divulgar, informar e expor os trabalhos extensionistas à comunidade interna e externa da Universidade. Durante a Mostra da 20ª edição Salão foram expostos, ao todo, 15 projetos que proporcionaram diálogos entre os organizadores dos trabalhos e o público.

A exposição “Horticultura Urbana: Promoção de socioeconômica e segurança alimentar” trabalhou com o incentivo da produção de alimentos no meio urbano. Ensinar a cultivar uma horta em casa e na comunidade foi uma das principais pautas do projeto. Ao final, o grupo distribuiu gratuitamente hortaliças e condimentares para que o visitante tenha o incentivo de criar seu próprio cultivo. Com a coordenação da professora da Faculdade de Agronomia, Tatiana da Silva Duarte, contou que o projeto está em atividades há oito anos, e há quatro na Mostra. Foram apresentadas formas de cultivo dentro dos centros urbanos com o uso de garrafas pet, de galões de água e com bandejas.

Já a atividade “O que as pessoas deveriam saber sobre gestação, parto, nascimento e aleitamento materno” buscou por meio da mostra abordar o assunto sobre gestação, parto e nascimento para esclarecer dúvidas, diminuir ansiedades. O projeto apresentou suas ações com um jogo de tabuleiro chamado “Trilha Família Amamenta”, que tem a finalidade de promover o aprendizado das crianças na temática do aleitamento materno, de maneira lúdica e divertida, podendo ser estendido aos adultos também. “Trabalhamos em escolas públicas com idades de sete a onze anos, de terceira a quarta série. Trabalhamos através de três encontros com questionários, jogos e esclarecimento de dúvidas. Com essa atividade, ensinamos eles a praticarem o respeito uns aos outros”, contou Giovana Freitas, estudante do curso de Enfermagem da UFRGS bolsista do projeto de extensão.

Tertúlias apresentam divulgação científica e variedade de temas no 20º Salão de Extensão

Na última terça-feira (22) o 20º Salão de Extensão abriu as apresentações das Tertúlias de 2019. As apresentações aconteceram nas salas de aula do Instituto de Letras da UFRGS. Cada sala foi dividida por sessões com uma determinada temática, com até 13 trabalhos. Cada projeto tinha em média cinco minutos para apresentar seus trabalhos. Após a exibição de todos os projetos da sessão, iniciava-se uma roda de conversa para discutir, questionar e comentar sobre cada trabalho apresentado.

A variedade de temas trabalhados abrangeu todas as áreas do conhecimento. Na ação “Conversas ao Pé do Físico”, por exemplo, levar a física para as pessoas e as pesquisas realizadas dentro da Universidade por meio de palestras gratuitas, mediante a doação de um quilo de alimento não perecível, roupas ou brinquedos e abertas ao público foi destacada a partir do trabalho da UFRGS TV de disponibilizar as gravações das palestras realizadas, por meio de suas redes sociais. O projeto teve início em 2005 com o nome de “Física na Cultura”. As primeiras edições foram realizadas no Bourbon Country, na Livraria Saraiva e no auditório IBE. Em 2018 houve uma separação do Ciclo de palestras que acontece no Planetário e o Física na Cultura foi intitulado como Conversas Ao Pé do Físico e teve suas rodas conversas instaladas nas dependências no Centro Cultural da UFRGS.

Outra atração foi a atividade “História de vida e ação política 2019 (participação e saúde)”, que trouxe narrativas autobiográficas com personalidades marcantes do cenário político, social e gaúcho. As narrativas são discutidas para mostrar como a história de vida influenciou na política.

As Tertúlias foram apresentadas nos dias 22, 22 e 24 de outubro. Os oito trabalhos premiados serão conhecidos nesta sexta-feira (25), durante a cerimônia de encerramento do Salão UFRGS, no Salão de Atos.

Destaques de Tertúlias – quinta-feira, 24/10

Veja abaixo os destaques das sessões de Tertúlias dessa quinta-feira, dia 24 de outubro.

Destaques das sessões de Tertúlias dessa quinta-feira, dia 24 de outubro.

Salão de Extensão comemora 20 anos de atuação na Universidade

A Pró Reitoria de Extensão comemorou nesta quarta-feira (23), no Solarium do Instituto de Letras, o aniversário de 20 anos do Salão de Extensão. Na ocasião, ocorreu o lançamento do livro “Salão de Extensão: 20 anos de histórias”, que conta a história do evento. A cerimônia comemorativa contou ainda com duas apresentações culturais: a abertura se deu com um espetáculo do Grupo TCHE-UFRGS. No encerramento, foi a vez da apresentação do Grupo Flautarium que comemorou seus 20 anos de trabalho.

Estiveram presentes na cerimônia o Reitor Rui Vicente Oppermann, a Pró-Reitora de Extensão, Sandra de Deus, o coordenador da Regional Sul do FORPROEX, Flavi Lisboa Filho, e os ex-pró-reitores de Extensão Luiz Fernando Coelho de Souza, que atuou na organização do primeiro Salão, em 1999, e Fernando Meirelles.

A professora Sandra abriu a cerimônia festiva abordando a importância das políticas públicas na Universidade que contribuem para que a extensão continue firme e forte dentro da Instituição Universitária. “De lá para cá, passamos por muitas transformações. Transformações essas que são fruto de pequenas revoluções diárias que acontecem nos nossos projetos, no dia dia desta Universidade. Na relação que essa Universidade se dá com a Comunidade. São essas microrrevoluções que foram acontecendo ao longo desses vinte anos de Salão. Podemos associar tudo isso às próprias ações afirmativas”, discursou.

Luiz Fernando Coelho de Souza abriu sua fala destacando a emoção ao ver toda estrutura montada para que o evento pudesse ser realizado. Salientou, também, o quão grato se sentiu ao poder prestigiar um momento importante para a extensão universitária da UFRGS. Relembrou, também, que há vinte anos o Salão teve elaboração coletiva e que a criação da PROREXT deu uma característica especial ao evento.

Já Flavi Lisboa Filho considerou que “a extensão não é feita sozinha, ela é feita em conjunto que nós devemos trabalhar assim… A extensão é uma grande troca do pensar e do fazer”. Em sua fala, o coordenador da Regional Sul do FORPROEX engrandece a Professora Sandra pelo trabalho na Prorext em prol da Extensão universitária. “A professora Sandra é a nossa inspiração… Ela tem sido um grande exemplo para todos nós, para todos os pró-reitores de extensão das universidades do País“, disse.

Encerrando a cerimônia, o Reitor Rui Vicente Oppermann, destacou a importância da Extensão na Universidade: “eu nasci extensionista sem saber que era”, destaca o reitor ao lembrar sua atuação na Faculdade de Odontologia. Apontou, também, que a ação é um “fenômeno latino-americano”, que a nossa cultura é a nossa maior preciosidade e a extensão é a cara disso.

Coordenador do Núcleo de Divulgação da PROREXT e editor do livro comemorativo aos 20 anos do Salão, Vicente Fonseca explicou que a ideia da produção gráfica do material era resgatar a história do evento e formar um documento  que a marcasse. “A extensão tem uma importância institucional latino-americana, uma aproximação com a comunidade, ela aproxima esses dois pólos. É uma honra fazer parte disso”, comentou.

Oficinas da Ponto UFRGS colorem o 20º Salão de Extensão com atividades em aquarela

O Solarium do Instituto de Letras recebeu, durante o 20º Salão de Extensão, mais uma oficina do projeto Ponto UFRGS nesta quarta-feira (23). Desta vez, foi realizada a oficina In natura – Pintura em aquarela com pigmentos naturais.

Ministrada por Luiz Alberto Pivetta, do Instituto de Artes da UFRGS, a oficina ofereceu aos participantes a chance de aprenderem sobre os processos de extração de pigmentos a partir de elementos naturais como flores sementes e chás. Fazendo uso desses pigmentos, os alunos criaram suas próprias pinturas.

Participantes como Stefania Colombo, aluna de Bacharelado em Música Popular da UFRGS, consideraram a oficina uma oportunidade rica para terem experiências fora de suas áreas, criando arte a partir de novas técnicas e conhecendo pessoas novas.

Em outro caso, a participante Andressa Koch, sentiu-se muito satisfeita com a oficina. De acordo com a mesma, apesar de ter a pintura como hobby, ela nunca havia usado tinta aquarela. Além disso, a jovem também trouxe sua mãe, Heloísa Koch, para participar da oficina. “É bem interessante. Eu estou me sentindo numa escolinha, começando tudo de novo”, disse a mãe da estudante.

As oficinas da Ponto UFRGS, acontecerão até o dia 24 de outubro (quinta-feira), das 9h às 12h, no Solarium do Instituto de Letras no Campus do Vale. As atividades têm vagas para até 20 pessoas e ocorrem sempre no turno da manhã.

Encontro da UNAPI lota Auditório Celso Pedro Luft durante o 20º Salão de Extensão

Foi realizado no Auditório Celso Pedro Luft do Instituto de Letras o Encontro da UNAPI do 20º Salão de Extensão. A finalidade da atividade foi demonstrar para o público interno e externo a proposta da Universidade Aberta para Pessoas Idosas, bem como a produção feita durante as oficinas e cursos.

Durante o encontro, foram realizadas breves apresentações de três oficinas do projeto: Escrita Criativa, UNAPI em Canto e Jogos de Improviso. Em cada uma, foram feitas atividades, como exercícios de respiração e improviso,-de modo a envolver os participantes e convidá-los a participarem dos grupos. Além disso, os participantes foram convidados a se juntarem ao Clube da Leitura, que passará a ter seus encontros realizados no novo café do Centro Cultural.

O evento também contou com uma breve apresentação dos alunos do grupo UNAPI em Canto. Além disso, algumas participantes apresentaram um pequeno agradecimento e relataram que ao se juntarem ao projeto, puderam reencontrar amigos de longa data, os quais não viam há mais de 20 anos.

O programa Universidade Aberta para Pessoas Idosas tem como objetivo o desenvolvimento de atividades para o público idoso, visando a articulação das temáticas desenvolvidas ao longo do projeto com discussões e análises de seu papel na sociedade. Os participantes da UNAPI comparecem semanalmente à Universidade para participação nas atividades.

Destaques de Tertúlias – quarta-feira, 23/10

Veja abaixo os destaques das sessões de Tertúlias dessa quarta-feira, dia 23 de outubro.

Destaques das sessões de Tertúlias dessa quarta-feira, dia 23 de outubro.

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