{"id":19566,"date":"2025-12-16T10:55:24","date_gmt":"2025-12-16T13:55:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/sextante\/?post_type=pauta&#038;p=19566"},"modified":"2025-12-16T10:55:26","modified_gmt":"2025-12-16T13:55:26","slug":"excecoes-a-regra","status":"publish","type":"pauta","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/sextante\/pauta\/excecoes-a-regra\/","title":{"rendered":"Exce\u00e7\u00f5es \u00e0 regra"},"content":{"rendered":"\n<h3>Da pauta \u00e0 reportagem<\/h3>\n\n\n\n<p>A ideia desta reportagem nasceu a partir de uma edi\u00e7\u00e3o do programa <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=veZ57dZTqZA\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Conversas Cruzadas, <\/em>do grupo RBS<\/a>. Neste epis\u00f3dio, discutiu-se um rec\u00e9m aprovado projeto da vereadora Natasha Ferreira (PT), que garante <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/rs\/rio-grande-do-sul\/noticia\/2025\/08\/06\/vereadores-aprovam-cotas-para-pessoas-trans-no-servico-publico-de-porto-alegre.ghtml\">cotas para pessoas trans em concursos p\u00fablicos de Porto Alegre<\/a>. Em meio ao debate, a vereadora Mariana Lescano (PP) citou o dado produzido pela Antra sobre a expectativa de vida de pessoas trans (35 anos), e o fez para sustentar uma posi\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria \u00e0s pautas de diversidade, argumentando que aquele n\u00famero n\u00e3o seria confi\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois disso, vimos mais argumentos seguindo a mesma linha, botando em cheque a validade desses dados, em coment\u00e1rios de leitores e em editoriais de jornais. A princ\u00edpio, nossa inten\u00e7\u00e3o era justamente investigar por que o dado n\u00e3o era considerado confi\u00e1vel e entender o que seria necess\u00e1rio para produzir estat\u00edsticas que fossem.&nbsp; Imagin\u00e1vamos que a reportagem se concentraria em quest\u00f5es metodol\u00f3gicas, t\u00e9cnicas, e de dados. Mas, conforme come\u00e7amos a apurar, percebemos que a pergunta mais relevante n\u00e3o era \u201co dado est\u00e1 certo ou errado?\u201d, e sim \u201cpor que o Brasil n\u00e3o produz dados oficiais sobre pessoas trans? Como se constr\u00f3i uma discuss\u00e3o quando os n\u00fameros que sustentam esses debates v\u00eam exclusivamente de organiza\u00e7\u00f5es independentes?\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O processo da reportagem foi muito legal. Gl\u00f3ria, Chris e Nina nos receberam com generosidade e dividiram suas viv\u00eancias e perspectivas como pessoas trans. Entendemos com mais profundidade os desafios que essa popula\u00e7\u00e3o enfrenta, percebemos tamb\u00e9m a urg\u00eancia da inclus\u00e3o da pergunta sobre identidade de g\u00eanero no censo do IBGE, que explicite as dificuldades enfrentadas e ajude na cria\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas para essa comunidade.<\/p>\n\n\n\n<h3>Construindo a pauta<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Pergunta a ser respondida:<\/strong> A expectativa de vida das pessoas trans no Brasil realmente \u00e9 de 35 anos?0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Enfoque:<\/strong> Apontar como o dado de 35 anos de expectativa de vida de pessoas trans no Brasil \u00e9 insuficiente e, a partir disso, discutir a aus\u00eancia de dados oficiais.<\/p>\n\n\n\n<p>Pessoas trans s\u00e3o aquelas cuja identidade de g\u00eanero n\u00e3o corresponde ao sexo que lhes foi atribu\u00eddo no nascimento. Isso inclui mulheres trans, homens trans e pessoas n\u00e3o-bin\u00e1rias. No Brasil, essa popula\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 invisibilizada nas estat\u00edsticas oficiais: n\u00e3o est\u00e1 inclu\u00edda, por exemplo, nas an\u00e1lises anuais do Censo do IBGE &#8211; apesar de recentemente o instituto ter inclu\u00eddo perguntas sobre orienta\u00e7\u00e3o sexual e identidade de g\u00eanero em outras pesquisas, como a Pesquisa Nacional de Demografia e Sa\u00fade (PNDS) &#8211; Como consequ\u00eancia, organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil acabam produzindo sozinhas dados que ganham repercuss\u00e3o em campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o, mat\u00e9rias jornal\u00edsticas e debates pol\u00edticos.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre essas informa\u00e7\u00f5es, h\u00e1 a de que a expectativa de vida dessa popula\u00e7\u00e3o \u00e9 de apenas 35 anos. \u00c9 muito f\u00e1cil encontrar na internet conte\u00fados que o citam. A origem do dado n\u00e3o \u00e9 clara. Apesar disso, a partir no Dossi\u00ea de assassinatos e viol\u00eancias contra travestis e transexuais brasileiras em 2024 da ANTRA, eles deixam claro que o dado n\u00e3o \u00e9 de expectativa de vida, mas a m\u00e9dia de idade anual de pessoas trans assassinadas naquele ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Nossa reportagem pretende mostrar que a sociedade n\u00e3o pode se pautar apenas nesses dados produzidos por ONGs, pois eles n\u00e3o seguem o mesmo rigor cient\u00edfico de pesquisas oficiais, como as do IBGE. \u00c9 fundamental que institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas produzam informa\u00e7\u00f5es sobre a popula\u00e7\u00e3o trans de forma cient\u00edfica, garantindo dados confi\u00e1veis que possam embasar pol\u00edticas p\u00fablicas efetivas. Vamos entrevistar especialistas em estat\u00edstica para entender qual a metodologia para calcular expectativa de vida e entender se a metodologia da pesquisa da ANTRA tem qualidade. Tamb\u00e9m vamos buscar dados alternativos e refor\u00e7ar a import\u00e2ncia de inserir no censo do IBGE perguntas relacionadas \u00e0 popula\u00e7\u00e3o trans.<\/p>\n\n\n\n<p>Como exemplo positivo, vamos citar a prefeitura de Cachoeirinha, munic\u00edpio da regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre, que recentemente divulgou que far\u00e1 seu primeiro Censo LGBTQIAPN+, com o objetivo de mapear informa\u00e7\u00f5es sobre sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a e trabalho dessa popula\u00e7\u00e3o. Ou ent\u00e3o a prefeitura de Canoas, que produziu o primeiro Censo LGBT em 2023, para compreendermos os frutos que ele pode ter rendido. Tamb\u00e9m gostar\u00edamos de conversar com uma pessoa trans para entender como essa invisibilidade estat\u00edstica se reflete no acesso \u00e0 sa\u00fade, ao trabalho, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e \u00e0 seguran\u00e7a, e de que forma a produ\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es mais precisas poderia contribuir para a garantia de direitos e para pol\u00edticas p\u00fablicas mais eficazes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3><strong>Fontes consultadas:<\/strong> <\/h3>\n\n\n\n<ul><li><strong>Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA)<\/strong>  (<a href=\"mailto:contato@antrabrasil.org\">contato@antrabrasil.org<\/a>)<\/li><li><strong>Vereador Gustavo Almansa<\/strong>, autor do projeto do censo LGBT de Cachoeirinha (<a href=\"mailto:vereadorgustavoalmansa@gmail.com\">vereadorgustavoalmansa@gmail.com<\/a>)<\/li><li><strong>Pai Santiago<\/strong>, coordenador do censo de canoas (Coordenadoria das Diversidades, Povos e Comunidades Tradicionais) (<a href=\"mailto:cdctcanoas@gmail.com\">cdctcanoas@gmail.com<\/a>.)<\/li><li><strong>M\u00e1rio Lahorgue<\/strong>, que ministra a disciplina de &#8220;Estudos de Popula\u00e7\u00e3o em Geografia Humana&#8221; na UFRGS. quest\u00f5es censit\u00e1rias, etc. <\/li><li><strong>Gl\u00f3ria Crystal<\/strong>, mulher trans de 65 anos que trabalha como diretora adjunta do Departamento de Diversidade Sexual e G\u00eanero da Secretaria de Justi\u00e7a, Cidadania e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul. Foi uma performer da cena drag de Porto Alegre, mas agora s\u00f3 se apresenta em ocasi\u00f5es especiais.<\/li><li><strong>Chris Allves<\/strong>, mulher trans de 35 anos. Diretora administrativa do Hospital Psiqui\u00e1trico S\u00e3o Pedro. \u00b4Tamb\u00e9m \u00e9 uma figura pol\u00edtica, j\u00e1 concorreu a deputada federal. \u00c9 conselheira municipal de povos de matriz africana em Gua\u00edba, onde tamb\u00e9m mora.<\/li><li><strong>Nina Acacio<\/strong>, travesti formada em arqueologia pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG), especialista em Arquitetura e Patrim\u00f4nio e Mestra em Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina (PPGAS\/UFSC). Doutoranda no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGAS\/UFRGS).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Outras fontes pertinentes que acabamos n\u00e3o consultando:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul><li><strong>Joseli Maria Silva<\/strong>, trabalha especificamente com pessoas trans. Ela tem todo um trabalho de mapeamento e territorialidades de travestis, \u00e9 uma refer\u00eancia na Geografia brasileira sobre a tem\u00e1tica.&nbsp;<\/li><li><strong>Sonia Zanotto<\/strong>, Assessora do IBGE.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3><strong>Perguntas:<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ol><li><strong>M\u00e1rio Lahorgue<\/strong><ol><li>O que \u00e9 expectativa de vida?&nbsp;<\/li><li>Como se calcula a expectativa de vida?<\/li><li>Os dados da Antra n\u00e3o s\u00e3o exatamente sobre a expectativa de vida de pessoas trans, n\u00e3o \u00e9? Pelo que entendemos, s\u00e3o a idade m\u00e9dia de v\u00edtimas. \u00c9 isso mesmo?&nbsp;<\/li><li>Que outros dados podemos usar pra indicar a precariedade dessa popula\u00e7\u00e3o? <\/li><li>Quais fatores de risco costumam diminuir a vida de pessoas trans?<\/li><li>A metodologia de pesquisa da Antra de usar informa\u00e7\u00f5es da imprensa \u00e9 comum? Gera resultados confi\u00e1veis?<\/li><li>Qual a import\u00e2ncia de que \u00f3rg\u00e3os estatais como o IBGE, com recursos e pesquisas mais abrangentes, incluam a identidade de g\u00eanero em seus censos, pesquisas?<\/li><li>Como a obten\u00e7\u00e3o dos dados do IBGE influencia na cria\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas?<\/li><\/ol><\/li><li><strong>ANTRA<\/strong><ol><li>Qual a import\u00e2ncia de produzir dados sobre pessoas trans no Brasil de forma independente?<\/li><\/ol><\/li><li><strong>Nina Acacio<\/strong><ol><li>Hoje n\u00e3o temos levantamentos do Estado brasileiro sobre expectativa de vida de pessoas trans. O que significa essa aus\u00eancia?<\/li><li>Qual a import\u00e2ncia da produ\u00e7\u00e3o independente de dados feita por organiza\u00e7\u00f5es como a ANTRA?<\/li><li>Quais pol\u00edticas p\u00fablicas poderiam, de fato, contribuir para aumentar a expectativa de vida das pessoas trans?<\/li><li>A gente achou interessante que no teu Lattes a primeira coisa escrita \u00e9 &#8220;Travesti. Amapaense.&#8221; \u00e9 s\u00f3 depois teus diversos diplomas e estudos. Por que tu escreve nessa ordem?5.&nbsp; E Quando a gente pensa expectativa de vida n\u00e3o \u00e9 algo que fala s\u00f3 sobre sa\u00fade e viol\u00eancia n\u00e9, mas tamb\u00e9m sobre como as pessoas enxergam o pr\u00f3prio tempo, sobre os planos que fazemos ou deixamos de fazer. De forma pessoal, como esse dado da expectativa de vida impacta seus planos de futuro, sonhos e at\u00e9 decis\u00f5es cotidianas?<\/li><\/ol><\/li><li><strong>Gl\u00f3ria Crystal<\/strong><ol><li>Para come\u00e7ar, quem \u00e9 a Gl\u00f3ria Crystal? Quero que tu se apresente e me fale de ti, das tuas conquistas, do teu trabalho como chefe da Divis\u00e3o de Diversidade. Quem \u00e9 a Gl\u00f3ria?<\/li><li>Qual tua idade?<\/li><li>Gl\u00f3ria, segundo a ANTRA, a expectativa de vida m\u00e9dia de pessoas trans no Brasil \u00e9 de 35 anos. Essa \u00e9 uma idade que voc\u00ea j\u00e1 teve, j\u00e1 ultrapassou. O que significa e significou pra ti atingir essa idade?<\/li><li>Como tu imaginava a tua vida quando era crian\u00e7a, adolescente?<\/li><li>Que tipo de futuro tu quer ver pras pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es de pessoas trans?<\/li><li>Voc\u00ea sente que o tempo de uma pessoa trans \u00e9 diferente do tempo das pessoas cis?<\/li><li>&nbsp; Pessoas trans enfrentam v\u00e1rias dificuldades que por vezes encurtam seu tempo de vida. Exclus\u00e3o familiar, dificuldades na escola, dificuldade pra adentrar o mercado de trabalho e inseguran\u00e7a f\u00edsica. Tu j\u00e1 teve que lidar com algum desses problemas?&nbsp;<\/li><li>J\u00e1 sofreu viol\u00eancia f\u00edsica?<\/li><li>De forma pessoal, esse dado da expectativa de vida impacta seus planos de futuro, sonhos e at\u00e9 decis\u00f5es cotidianas?<\/li><li>Como secret\u00e1ria, qual impacto tu enxerga que a produ\u00e7\u00e3o de dados oficiais sobre pessoas trans, no IBGE por exemplo, teria?<\/li><\/ol><\/li><li><strong>Chris Allves<\/strong><ol><li>Para come\u00e7ar, quem \u00e9 a Chris? Quero que tu se apresente e me fale das tuas v\u00e1rias conquistas, como o miss popular, a aprova\u00e7\u00e3o na gradua\u00e7\u00e3o de veterin\u00e1ria, a dire\u00e7\u00e3o do s\u00e3o Pedro, a presid\u00eancia do MDB. Quem \u00e9 a Chris?<\/li><li>Chris, voc\u00ea tem 35 anos, certo? A idade que, segundo a ANTRA, marca a expectativa de vida m\u00e9dia de pessoas trans no Brasil. O que significa pra ti atingir essa idade?<\/li><li>Como tu imaginava a tua vida quando era crian\u00e7a, adolescente?<\/li><li>Que tipo de futuro tu quer ver pras pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es de pessoas trans?<\/li><li>Voc\u00ea sente que o tempo de uma pessoa trans \u00e9 diferente do tempo das pessoas cis? <\/li><li>Pessoas trans enfrentam v\u00e1rias dificuldades que por vezes encurtam seu tempo de vida. Exclus\u00e3o familiar, dificuldades na escola, dificuldade pra adentrar o mercado de trabalho e inseguran\u00e7a f\u00edsica. Tu j\u00e1 teve que lidar com algum desses problemas?<\/li><li>De forma pessoal, esse dado da expectativa de vida impacta seus planos de futuro, sonhos e at\u00e9 decis\u00f5es cotidianas?<\/li><\/ol><\/li><li><strong>Gustavo Almansa e Pai Santiago<\/strong><ol><li>Qual a import\u00e2ncia de ter dados sobre a expectativa de vida LGBT da cidade?<\/li><li>Que dados v\u00e3o ser produzidos\/foram produzidos?<\/li><li>Como eles podem ser usados para elaborar pol\u00edticas p\u00fablicas?<\/li><li>Como o Censo surgiu? Partiu da demanda de algum grupo ou organiza\u00e7\u00e3o?<\/li><li>(Pai Santiago) Tu comentou por mensagem que infelizmente o censo parou de ser movimentado, especialmente depois que tu saiu do cargo. Por que e como isso aconteceu?<\/li><\/ol><\/li><\/ol>\n\n\n\n<h3><strong>Ideias de fotos:<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul><li>Comiss\u00e3o\/coordena\u00e7\u00e3o dos grupos que propuseram os censos locais (Canoas e Cachoeirinha. Na prefeitura\/c\u00e2mara das respectivas cidades.<\/li><li>Close do formul\u00e1rio do censo aberto no celular<\/li><li>Gl\u00f3ria no CAFF, onde ela trabalha. Dentro, no escrit\u00f3rio e, se poss\u00edvel, do lado de fora, com o pr\u00e9dio no fundo<\/li><li>Foto da chris assoprando a vela do bolo, simbolizando o anivers\u00e1rio de 30 anos<\/li><li>Uma das duas fontes personagens em um local onde sofreram viol\u00eancia e sobreviveram. Ver se elas se sentem \u00e0 vontade para falar sobre isso e se topam ir at\u00e9 esse lugar para fazer a foto. Tratar a proposta com cautela e respeito<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3><strong>Propostas multim\u00eddia:<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul><li>Galeria de fotos<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>Gr\u00e1fico<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>\u00c1udio da reportagem<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3><strong>Materiais consultados:<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O material mais importante na nossa pesquisa foi o <em>dossi\u00ea: assassinatos e viol\u00eancias contra travestis e transexuais brasileiras em 2024<\/em> (<a href=\"https:\/\/antrabrasil.org\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/dossie-antra-2025.pdf\">https:\/\/antrabrasil.org\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/dossie-antra-2025.pdf<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p>estudo sobre sa\u00fade mental de homens trans: <a href=\"https:\/\/www.nuhufmg.com.br\/homens-trans-relatorio2.pdf\">https:\/\/www.nuhufmg.com.br\/homens-trans-relatorio2.pdf<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Censo LGBT Canoas <a href=\"https:\/\/www.canoas.rs.gov.br\/noticias\/canoas-realiza-1o-censo-lgbtqiapn\/\">https:\/\/www.canoas.rs.gov.br\/noticias\/canoas-realiza-1o-censo-lgbtqiapn\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-oreporter-net wp-block-embed-oreporter-net\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"H0ELv65Dqp\"><a href=\"https:\/\/www.oreporter.net\/cachoeirinha-lanca-o-censo-lgbtqiapn-saiba-como-participar\/\">Cachoeirinha lan\u00e7a o censo LGBTQIAPN+; saiba como participar<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Cachoeirinha lan\u00e7a o censo LGBTQIAPN+; saiba como participar&#8221; &#8212; oreporter.net\" src=\"https:\/\/www.oreporter.net\/cachoeirinha-lanca-o-censo-lgbtqiapn-saiba-como-participar\/embed\/#?secret=I29AsBP7au#?secret=H0ELv65Dqp\" data-secret=\"H0ELv65Dqp\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"featured_media":20082,"template":"","categories":[139,491],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.6.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Exce\u00e7\u00f5es \u00e0 regra &mdash; Sextante<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/sextante\/pauta\/excecoes-a-regra\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Exce\u00e7\u00f5es \u00e0 regra &mdash; Sextante\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Da pauta \u00e0 reportagem A ideia desta reportagem nasceu a partir de uma edi\u00e7\u00e3o do programa Conversas Cruzadas, do grupo RBS. 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