{"id":3356,"date":"2021-11-12T07:51:48","date_gmt":"2021-11-12T10:51:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/sextante\/?post_type=pauta&#038;p=3356"},"modified":"2021-11-22T12:45:06","modified_gmt":"2021-11-22T15:45:06","slug":"brasil-refugio","status":"publish","type":"pauta","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/sextante\/pauta\/brasil-refugio\/","title":{"rendered":"Brasil Ref\u00fagio"},"content":{"rendered":"\n<p>Refugiados e deslocados for\u00e7ados no Brasil<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u2022 Prov\u00e1vel t\u00edtulo:&nbsp;<\/strong>Brasil ref\u00fagio<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u2022 Objetivo:<\/strong> Descobrir como \u00e9 a vida e o acolhimento das pessoas que chegaram ao Brasil oficialmente como &#8220;refugiadas&#8221; ou &#8220;deslocadas de maneira for\u00e7ada&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u2022 Enfoque: <\/strong>O enfoque espec\u00edfico \u00e9 descobrir como tem sido o acolhimento legal e a integra\u00e7\u00e3o social de refugiados e outros deslocados de maneira for\u00e7ada que chegaram ao Brasil, levando em considera\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m as mudan\u00e7as neste processo ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o da nova Lei de Migra\u00e7\u00e3o Nacional, em 2017.<\/p>\n\n\n\n<h5>contexto<\/h5>\n\n\n\n<p>O Brasil possui hoje cerca de 50 mil refugiados oficialmente reconhecidos nesta categoria jur\u00eddica, na qual se incluem muitos venezuelanos. Al\u00e9m disso, existem outros milhares de deslocados for\u00e7ados, como os haitianos que fugiram do terremoto de 2010, que legalmente n\u00e3o foram reconhecidos como refugiados, algo que lhes concederia maior prote\u00e7\u00e3o jur\u00eddica. <\/p>\n\n\n\n<p>Uma mudan\u00e7a consider\u00e1vel nesse processo de acolhimento veio atrav\u00e9s da aprova\u00e7\u00e3o da nova Lei de Migra\u00e7\u00e3o, que ocorreu em 2017, substituindo o antigo Estatuto do Estrangeiro, de 1980, promulgado ainda durante a Ditadura Militar e com um vi\u00e9s principal de seguran\u00e7a nacional. Mesmo com a aprova\u00e7\u00e3o da nova Lei, ainda existem muitas dificuldades de acolhimento e integra\u00e7\u00e3o social e econ\u00f4mica dos imigrantes que chegam ao Brasil de maneira for\u00e7ada, mesmo os que acabam sendo reconhecidos como refugiados. Seguem links sobre o tema:<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/br.boell.org\/pt-br\/2019\/04\/15\/bolivianos-haitianos-e-venezuelanos-tres-casos-de-imigracao-no-brasil\">https:\/\/br.boell.org\/pt-br\/2019\/04\/15\/bolivianos-haitianos-e-venezuelanos-tres-casos-de-imigracao-no-brasil<\/a> <\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.acnur.org\/portugues\/dados-sobre-refugio\/dados-sobre-refugio-no-brasil\/#:~:text=A%20nacionalidade%20com%20maior%20n%C3%BAmero,%25)%20e%20cubanos%20(5%25).\">https:\/\/www.acnur.org\/portugues\/dados-sobre-refugio\/dados-sobre-refugio-no-brasil\/#:~:text=A%20nacionalidade%20com%20maior%20n%C3%BAmero,%25)%20e%20cubanos%20(5%25).<\/a> <\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/migramundo.com\/o-que-mostram-as-respostas-legais-do-brasil-as-migracoes-de-haitianos-e-venezuelanos\/\">https:\/\/migramundo.com\/o-que-mostram-as-respostas-legais-do-brasil-as-migracoes-de-haitianos-e-venezuelanos\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<h5>fontes<\/h5>\n\n\n\n<p>&#8211; Representante do Alto-comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Refugiados (ACNUR) no Brasil;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Representante da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional para as Migra\u00e7\u00f5es (OIM) no Brasil;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Camila Asano, Diretora da ONG Conectas;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Paulo Abr\u00e3o, ex-presidente do Comit\u00ea Nacional para os Refugiados (CONARE);<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Refugiados e outros deslocados for\u00e7ados que vivem no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<h5>imagens<\/h5>\n\n\n\n<p>&#8211; Pegar fotos \u201cprofissionais\u201d dos especialistas entrevistados, e tirar fotos de autoria pr\u00f3pria dos refugiados e imigrantes for\u00e7ados que ser\u00e3o entrevistados em Porto Alegre.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Para as ilustra\u00e7\u00f5es, poderia ser interessante algo que simbolize uma jornada, uma fronteira, um passaporte, uma recep\u00e7\u00e3o e coisas similares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h5>sugest\u00f5es de perguntas<\/h5>\n\n\n\n<p>&nbsp;&#8211; Quais as principais diferen\u00e7as no processo de acolhimento de imigrantes for\u00e7ados no Brasil antes e depois da nova Lei de Migra\u00e7\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aos especialistas:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Por que os haitianos n\u00e3o foram reconhecidos como refugiados?<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; O tratamento jur\u00eddico dispensado atualmente aos venezuelanos \u00e9 o mais adequado?<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Como tem sido o tratamento e acolhimento de refugiados e imigrantes for\u00e7ados durante a pandemia?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aos refugiados\/deslocados for\u00e7ados:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Como vieram parar no Brasil?<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Como foi o acolhimento jur\u00eddico?<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Como tem sido o processo de integra\u00e7\u00e3o social e econ\u00f4mico no pa\u00eds?<\/p>\n\n\n\n<h5>sugest\u00f5es multim\u00eddia<\/h5>\n\n\n\n<p>Vou disponibilizar&nbsp; \u00e1udios e v\u00eddeos das entrevistas, infogr\u00e1ficos com os dados de migra\u00e7\u00e3o e ref\u00fagio no pa\u00eds, m\u00fasicas e outras manifesta\u00e7\u00f5es culturais dos pa\u00edses dos refugiados e deslocados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 <strong>Redes sociais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>V\u00eddeos, fotos e resumos das entrevistas.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-background has-foreground-background-color has-foreground-color is-style-wide\"\/>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2><strong>Da pauta \u00e0 reportagem<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Desde o in\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o da reportagem, foi um grande prazer desenvolver essa pauta. O tema principal \u00e9 migra\u00e7\u00e3o e ref\u00fagio, um assunto que considero muito especial, pois concentra em sua al\u00e7ada diversos outros t\u00f3picos relevantes, como Direitos Humanos, Pol\u00edticas P\u00fablicas e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, por exemplo. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m \u00e9 um tema que est\u00e1 cada vez mais em voga no mundo, com interesse global crescente na \u00faltima d\u00e9cada. <\/p>\n\n\n\n<p>Quando planejei a pauta, tinha inicialmente contatado quatro fontes para entrevistas, mas em cima do fim do prazo para a produ\u00e7\u00e3o da reportagem uma fonte cancelou a entrevista. Ainda assim, consegui desenvolver e aprofundar o texto me valendo das outras tr\u00eas entrevistas, pois todas foram bem relevantes e substanciais. <\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m desse imprevisto, a produ\u00e7\u00e3o da reportagem correu como eu havia previsto. Por eu j\u00e1 ter uma forma\u00e7\u00e3o em Direito e trabalhar com imigrantes e refugiados em Porto Alegre, j\u00e1 tinha maior familiaridade com o tema, o que certamente facilitou todo o processo. Mesmo j\u00e1 tendo experi\u00eancia no assunto, aprendi ainda mais com as informa\u00e7\u00f5es que os entrevistados compartilharam, e fiquei bem satisfeito com o resultado final. &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"featured_media":3363,"template":"pauta-post-template.php","categories":[139,109],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.6.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Pauta da reportagem &quot;Brasil Ref\u00fagio&quot; &mdash; Sextante<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/sextante\/pauta\/brasil-refugio\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Pauta da reportagem &quot;Brasil Ref\u00fagio&quot; &mdash; Sextante\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Refugiados e deslocados for\u00e7ados no Brasil \u2022 Prov\u00e1vel t\u00edtulo:&nbsp;Brasil ref\u00fagio \u2022 Objetivo: Descobrir como \u00e9 a vida e o acolhimento das pessoas que chegaram ao Brasil oficialmente como &#8220;refugiadas&#8221; 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