{"id":9435,"date":"2022-10-03T15:45:31","date_gmt":"2022-10-03T18:45:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufrgs.br\/sextante\/?post_type=pauta&#038;p=9435"},"modified":"2022-10-03T15:45:32","modified_gmt":"2022-10-03T18:45:32","slug":"o-bom-e-velho-rock-and-roll-na-veia","status":"publish","type":"pauta","link":"https:\/\/www.ufrgs.br\/sextante\/pauta\/o-bom-e-velho-rock-and-roll-na-veia\/","title":{"rendered":"O bom e velho rock and roll na veia"},"content":{"rendered":"\n<p>Embasado nos 60 anos da banda Rolling Stones, uma das bandas de rock com mais tempo de estrada. No Brasil com certeza \u00e9 a banda Mutantes com 56 anos de estrada, que foi uma das inspira\u00e7\u00f5es dessa pauta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Como \u00e9 a rotina dos m\u00fasicos que est\u00e3o na estrada h\u00e1 mais de cinquenta anos? O que mudou para eles ao longo dessa jornada? Se possuem dificuldade, quais?<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Uma an\u00e1lise sobre a mudan\u00e7a de estilo musical brasileiro: uma vez j\u00e1 foi o rock, hoje \u00e9 sertanejo, funk e pop. Por que os entrevistados acham que isso aconteceu? O jovem brasileiro \u00e9 menos roqueiro? Como \u00e9 ser roqueiro neste mundo atual? O que o rock pode?<\/p>\n\n\n\n<h3>Sugest\u00f5es de perguntas relacionadas\u00a0<\/h3>\n\n\n\n<ul><li>O rock j\u00e1 foi considerado s\u00edmbolo da rebeldia durante o per\u00edodo da ditadura at\u00e9 final dos 80. O que \u00e9 ser rebelde hoje em dia para voc\u00ea? (S\u00e9rgio)<\/li><li>O Rock and Roll ajuda de alguma forma a manter a juventude? (todas fontes)<\/li><li>Como \u00e9 pra voc\u00ea estar nos palcos depois de ter passado por um transplante em 2013? Mudou algo na sua rotina de estrada e shows?(King)<\/li><li>Como surgiram os Los 3 Plantados?<\/li><li>A rotina de um m\u00fasico \u00e9 muito puxada. S\u00e3o v\u00e1rios shows normalmente \u00e0 noite, muito ensaio, preparo f\u00edsico e vocal (para os que cantam). Como \u00e9 fazer tudo isso com mais de 60 anos?<\/li><li>Existe uma desvaloriza\u00e7\u00e3o dos m\u00fasicos mais velhos? Ou existe um respeito maior?<\/li><li>Como \u00e9 ter tido muita fama e, depois de um tempo, n\u00e3o ser mais reconhecido nas ruas, por exemplo?<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3>Links relacionados<\/h3>\n\n\n\n<ul><li><a href=\"https:\/\/1023.clicrbs.com.br\/blogda1023\/2017\/02\/06\/the-who-pela-1a-vez-no-brasil-apos-50-anos-de-estrada\/\">https:\/\/1023.clicrbs.com.br\/blogda1023\/2017\/02\/06\/the-who-pela-1a-vez-no-brasil-apos-50-anos-de-estrada\/<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/celulapop.com.br\/entrevistao-com-king-jim\/\">https:\/\/celulapop.com.br\/entrevistao-com-king-jim\/<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.terra.com.br\/diversao\/musica\/60-anos-dos-rolling-stones-irreverencia-e-intensidade-de-uma-banda-imortal,b6d797a58d21421db77f9a1c843d6ec06voe833z.html\">https:\/\/www.terra.com.br\/diversao\/musica\/60-anos-dos-rolling-stones-irreverencia-e-intensidade-de-uma-banda-imortal,b6d797a58d21421db77f9a1c843d6ec06voe833z.html<\/a><\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3>Poss\u00edveis fontes para reportagem<\/h3>\n\n\n\n<ul><li><strong>S\u00e9rgio Dias &#8211; <\/strong>Guitarrista e vocalista dos Mutantes.M\u00fasico Nacional.<\/li><li><strong>King Jim &#8211; <\/strong>M\u00fasico saxofonista dos Garotos das Rua, do grupo Los 3 Plantados ao lado de Bebeto Alves e Jimi Joe.\u00a0 Al\u00e9m de\u00a0 ter tocado com diversas bandas, em participa\u00e7\u00f5es. M\u00fasico local.<\/li><li>Outras poss\u00edveis fontes s\u00e3o o Bebeto Alves, o Jimi Joe, o Carlini da banda Tutti- Frutti.\u00a0\u00a0<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3>Fotos<\/h3>\n\n\n\n<p>Todas as fotos ser\u00e3o dos artistas tocando no palco. As bandas locais farei eu mesma na minha reportagem. A fonte nacional, pedirei uma foto com autoriza\u00e7\u00e3o do fot\u00f3grafo.<\/p>\n\n\n\n<h3>Sugest\u00e3o de Multim\u00eddia para vers\u00e3o online<\/h3>\n\n\n\n<ul><li>V\u00eddeos com os artistas tocando<\/li><li>Fotografias dos artistas<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h1>Da pauta \u00e0 reportagem<\/h1>\n\n\n\n<p>A primeira etapa da apura\u00e7\u00e3o da reportagem foi agendar as fontes. Primeiro falei com S\u00e9rgio Dias, que mora nos Estados Unidos e me respondeu quase que de imediato, concordando com a entrevista. Foi ent\u00e3o que comecei a entrar no tema da revista, pois o m\u00fasico s\u00f3 usa Facebook, nada mais, nem WhatsApp. Tentei mandar para ele um link de videoconfer\u00eancia, mas ele ficou confuso, ent\u00e3o me adaptei e fiz uma chamada de v\u00eddeo pelo Facebook mesmo.<\/p>\n\n\n\n<p>No dia marcado, ele teve que tomar um rem\u00e9dio forte para dor nas costas e n\u00e3o conseguiu dar a entrevista. No outro dia, ele retornou, mas eu n\u00e3o estava dispon\u00edvel. Quando finalmente consegui entrevist\u00e1-lo, meu filho de seis anos, Mathias, viu que eu estava conversando com o S\u00e9rgio dos Mutantes e enlouqueceu. Queria mostrar seu viol\u00e3o. \u201cFilho vai com esse viol\u00e3o fazer barulho l\u00e1 no quarto\u201d, eu disse. E o entrevistado rebateu: &#8220;Ele n\u00e3o vai fazer barulho, ele vai fazer m\u00fasica\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Meu segundo contato foi com o King Jim,&nbsp; que mora na minha cidade, em Porto Alegre, ent\u00e3o marcamos a entrevista em um caf\u00e9 num shopping. King foi muito atencioso e, ap\u00f3s a entrevista, continuamos conversando sobre m\u00fasica e cultura.&nbsp; &nbsp; &nbsp; J\u00e1 Lilian Knapp mora no Rio de Janeiro. Eu estava desesperada atr\u00e1s de uma terceira fonte e queria ter uma mulher na reportagem. N\u00e3o conseguia encontrar&nbsp; ningu\u00e9m com mais de 60 anos e que ainda estivesse trabalhando. Foi ent\u00e3o que vi, entre meus CDs, o da banda Kynna, e me lembrei da Lilian, que sabia que era uma pessoa incr\u00edvel e acess\u00edvel. Com a Lilian, marquei a entrevista numa plataforma de v\u00eddeo online. Ela acessou sem problemas e batemos um longo papo. Mas com certeza, tendo essas tr\u00eas fontes com hist\u00f3rias incr\u00edveis, meu maior desafio foi cortar 40 mil caracteres dos 50 mil que eu tinha escrito. Com certeza, vou ter material para mais algumas reportagens.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"featured_media":8672,"template":"pauta-post-template.php","categories":[139,145],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.6.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O bom e velho rock and roll na veia &mdash; Sextante<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/sextante\/pauta\/o-bom-e-velho-rock-and-roll-na-veia\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O bom e velho rock and roll na veia &mdash; Sextante\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Embasado nos 60 anos da banda Rolling Stones, uma das bandas de rock com mais tempo de estrada. 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