Rastreamento automático e notificação 2018/2

O rastreamento automático através de pingback ou de trackback é uma mecanismo que permite que o autor de um blog tome conhecimento quando um outro blogueiro cita o endereço de uma publicação sua.

Assim, faremos alguns testes para verificar se esse mecanismo está em funcionamento:

Olá Júlia! Estou citando a publicação do teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Bryan! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Rodrigo! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Pedro Martinho! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Luiz! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Então, relembrando: coloque no seu blog o endereço completo do artigo (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo) de forma clicável (link) . Se possível, coloque o endereço do rastreamento (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo/trackback).

Saudações livres!

Rastreamento automático e notificação 2015/2

O rastreamento automático através de pingback ou de trackback é uma mecanismo que permite que o autor de um blog tome conhecimento quando um outro blogueiro cita o endereço de uma publicação sua.

Assim, faremos alguns testes para verificar se esse mecanismo está em funcionamento:

Olá Vanessa! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Luis Morales! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Guilherme! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Pedro Rambo! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Eduardo Yabel! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Vitória! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Lucas Junn! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá KAONI KENNE! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Lucas Schneider! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Pâmela! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Mariana! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Nathalia! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Pedro Guilherme! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Tamyris! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Gabriel! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Eron! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Então, relembrando: coloque no seu blog o endereço de forma clicável (link) completo do artigo (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo). Se possível, coloque o endereço do rastreamento (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo/trackback).

Saudações livres!

Software Educacional Livre na Wikipédia –

Software educacional livre na Wikipédia

Endereço da categoria na Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Software_educacional_livre

Página mãe no Blog Software Livre na Educação: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/software-educacional-livre-na-wikipedia

Cópia local dos artigos da Wikipédia em formato de blog:: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/mapa-do-blog.

Cópia dos artigos da Wikipédia na instalação local MediaWiki: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/wiki/Categoria:Software_educacional_livre.

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Tabela Dinâmica Software Educacional Livre, parte integrante do projeto Software Educacional Livre na Wikipédia 2014: http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/tabela-dinamica.

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Rastreamento automático e notificação 2014/2

O rastreamento automático através de pingback ou de trackback é uma mecanismo que permite que o autor de um blog tome conhecimento quando um outro blogueiro cita o endereço de uma publicação sua.

Assim, faremos alguns testes para verificar se esse mecanismo está em funcionamento:

Olá Caroline! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Giovanna! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Jonathas! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Marina! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Leandro! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Olá Carla! Estou citando a publicação no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

Então, relembrando: coloque no seu blog o endereço de forma clicável (link) completo do artigo (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo). Se possível, coloque o endereço do rastreamento (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo/trackback).

Saudações livres!

Anúncios publicitários nas redes sociais

Anúncios publicitários nas redes sociais eletrônicas

Na utilização educacional ou escolar das redes sociais eletrônicas, em geral não é abordada uma questão: os anúncios publicitários exibidos.

No Facebook, a coluna da direita exibe publicidade rotativa personalizada.

A propósito, foram publicados livros didáticos em 2011 no Chile com anúncios publicitários.

Chile põe publicidade em livro didático http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,chile-poe-publicidade-em-livro-didatico,704193,0.htm.

Governo chileno aprova anúncios publicitários em livros didáticos http://operamundi.uol.com.br/conteudo/reportagens/11093/governo+chileno+aprova+anuncios+publicitarios+em+livros+didaticos.shtml.

Polêmica nos livros didáticos http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/14884/polemica-nos-livros-didaticos.

Textos escolares aprobados por el Mineduc incluyen publicidad http://www.elmostrador.cl/noticias/pais/2011/04/05/textos-escolares-aprobados-por-el-mineduc-incluyen-publicidad.
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TV Discovery exibe versão sobre história da Internet

Gente!

Assistam ao vídeo de 42 minutos "A guerra dos navegadores", que já está
disponível na Internet. Tem aspectos importantes. Recomendo.

Embora esteja faltando abordar vários pontos igualmente importantes...

Por exemplo, o fato da Microsoft ter alegado perante a Justiça dos EUA
que o navegador Internet Explorer fazia parte - inseparável - do sistema
operacional Windows, pois era o mesmo programa que o gerenciador de
arquivos Windows Explorer. A Justiça dos EUA aceitou esse argumento,
tanto quanto eu saiba. Faça um teste: acione o Windows Explorer e
digite www.ufrgs.br na barra de endereços. Imediatamente ele se
transforma no Internet Explorer.

Mas a Justiça da União Européia acolheu uma ação antitruste contra a
Microsoft porque o navegador Internet Explorer é entregue conjuntamente
com o sistema operacional Windows.
http://idgnow.uol.com.br/mercado/2008/01/14/microsoft-enfrenta-duas-novas-investigacoes-antitruste-na-europa/

Desde 2004 a Microsoft está sendo obrigada a vender na Europa uma versão
do seu sistema operacional sem o tocador multimídia Windows Media
Player.
http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2007/01/30/idgnoticia.2007-01-30.9142887025/IDGNoticia_view/

O saite internacional IDG NOW - que é amplamente financiado $$$ pelos
anúncios publicitários da Microsoft - publicou um pequeno histórico das
ações judiciais sofridas pela Microsoft devido à conduta anticompetitiva.
http://idgnow.uol.com.br/mercado/2006/02/15/idgnoticia.2006-02-15.9675421793/

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Fonte: http://www.softwarelivre.org/news/12058

Discovery: Série de TV resgata história da internet

O Discovery Channel Brasil exibirá uma série sobre a história da
internet. O primeiro episódio já está disponível no site do canal.

Os outros três episódios são: A Pesquisa (sobre ferramentas de busca),
eBay e Amazon e O Futuro Digital. A série completa conta com depoimentos
de fundadores da eBay, Google, Yahoo, Amazon e Netscape.

A Internet: A Guerra dos Navegadores

* Data: Quinta - 11 de setembro |

* Início: 23h |

* Término: 00h

* Documentário / Diversos

* Cor: Colorido

* Classificação: Programa livre

Esta é a história de uma batalha épica entre uma poderosa corporação
americana e um pequeno grupo de feras do computador que criou uma
tecnologia revolucionária. Bem-vindo à guerra dos navegadores.

Veja todos os horários deste programa

DATA HORÁRIO CANAL

Os horários são fornecidos pelas emissoras e estão sujeitos a alterações.

11/09 23:00 Discovery Channel

12/09 04:00 Discovery Channel

12/09 09:00 Discovery Channel

14/09 05:00 Discovery Channel

14/09 19:00 Discovery Channel

Assista ao vídeo de 42 minutos da primeira parte:

http://video.discoverybrasil.com/services/link/bcpid1753218477/bctid1753200785

Baixar o vídeo: http://tinyurl.com/video-discovery-tv-navegadores

Cópia local:

Cópia local

Questões sobre o PBworks (ou PBwiki)

Não recomendo a utilização dos serviços do PBworks.com (ou PBwiki).

O PBworks Inc. é uma empresa privada com fins lucrativos. A empresa anuncia http://pbworks.com/content/about que tem investidores como Ron Conway (tido como “Venture Capitalist”), Seraph Group (Venture Capital Firm) e Mohr Davidow Ventures (Venture Capital Firm).

1) Não tenho percebido publicidade sendo exibida nas páginas criadas no PBworks. Ainda. Acho que publicidade poderá ser exibida. Isso poderá ocorrer, por exemplo, se os investidores acima considerarem que o retorno do investimento que fizeram não está sendo satisfatório. Como professor, procuro evitar a exibição de publicidade em sala de aula presencial ou a distância.

2) Outro aspecto é a possibilidade de a qualquer momento o serviço ser interrompido unilateralmente pelo PBworks com ou sem notificação ao usuário http://pbworks.com/content/termsofservice. “8. Modifications To PBworks Service. Company reserves the right to modify or discontinue the PBworks Service with or without notice to you.”

3) O PBworks oferece várias funcionalidades que só podem ser utilizadas se o usuário realizar pagamentos mensais entre US$ 20.00 e 50.00 https://plans.pbworks.com. Para professores, há um plano de US$ 99.00 por ano. Para escolas, US$ 799.00 por ano. A hospedagem discrimina os usuários conforme o poder aquisitivo que cada um possui. Em sala de aula o professor não pode e não deve discriminar o ensino conforme o poder aquisitivo de cada aluno.

4) Veja a instalação do MediaWiki em www.ufrgs.br/psicoeduc/wiki. Qualquer internauta pode criar uma página ou editar as páginas existentes. Para arquivos privados, pode ser utilizado o espaço de “Discussão”. O MediaWiki é o software livre e gratuito que é utilizado na Wikipédia.

5) Você é aluno, professor ou funcionário da UFRGS? Que tal ativar e passar a utilizar o imeil que a UFRGS oferece? É o Chasque Mail, com cadastramento acessível através do Portal do Aluno ou do Portal do Servidor. O Yahoo e o Hotmail enviam publicidade aos destinatários na última linha de todas as mensagens. O Gmail exibe publicidade personalizada ao usuário conforme as palavras ou assunto da mensagem que está sendo lida ou exibida. O Yahoo e o Hotmail também exibem farta publicidade ao usuário.

Saudações livres!

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PBworks tem usuário silver, gold, platinum e… tem também usuário chinelão?

PBWiki tem usuário silver, gold, platinum e… tem também usuário chinelão?
PBWiki tem usuário silver, gold, platinum e… tem também usuário chinelão?

Cláusula 11 do Google

Acho que é um ponto interessante para uma discussão educacional e de cidadania.

Data da redação da mensagem: 18/11/2010

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Faz pouco tempo que comecei a prestar atenção aos Termos de Uso das ferramentas chamadas de “gratuitas” na Internet. O usuário, ao fazer o cadastro, necessita concordar com o Contrato. Vejamos o exemplo dos serviços do Google. A cláusula 11 prevê que o usuário concede ao Google uma licença IRREVOGÁVEL, PERPÉTUA e MUNDIAL para REPRODUZIR, ADAPTAR, MODIFICAR, TRADUZIR, PUBLICAR, DISTRIBUIR, EXIBIR os conteúdos.

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Fonte: http://www.google.com/accounts/TOS?hl=pt_BR

11. Licença de conteúdo do usuário

11.1 O usuário retém direitos autorais e quaisquer outros direitos que já tiver posse em relação ao Conteúdo que enviar, publicar ou exibir nos Serviços ou através deles. Ao enviar, publicar ou exibir conteúdo, o usuário concede ao Google uma licença irrevogável, perpétua, mundial, isenta de royalties e não exclusiva de reproduzir, adaptar, modificar, traduzir, publicar, distribuir publicamente, exibir publicamente e distribuir qualquer Conteúdo que o usuário enviar, publicar ou exibir nos Serviços ou através deles. Essa licença tem como único objetivo permitir ao Google apresentar, distribuir e promover os Serviços e pode ser revogada para certos Serviços, conforme definido nos Termos Adicionais desses Serviços.

11.2 O usuário concorda que essa licença inclui o direito do Google de disponibilizar esse Conteúdo a outras empresas, organizações ou indivíduos com quem o Google tenha relações para o fornecimento de serviços licenciados e para o uso desse Conteúdo relacionado ao fornecimento desses serviços.

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ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS

17. Anúncios

17.1 Alguns dos Serviços são mantidos por receita proveniente de publicidade e podem exibir anúncios e promoções. Tais anúncios podem ser contextuais ao conteúdo da informação armazenada nos Serviços, pesquisas feitas por meio dos Serviços ou outras informações.

17.2 A maneira, modo e abrangência da publicidade do Google nos Serviços estão sujeitos a alterações sem aviso prévio específico ao usuário.

17.3 Considerando a concessão por parte do Google do acesso e uso dos Serviços, o usuário manifesta o seu acordo sobre a possibilidade de o Google colocar tais anúncios nos Serviços.

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DESATIVAÇÃO DA CONTA

4. Prestação dos Serviços pelo Google

4.4 O usuário reconhece e aceita que, se o Google desativar a sua conta, poderá ser impedido de acessar os Serviços, os detalhes da conta ou quaisquer arquivos ou outros conteúdos que estejam na conta.

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TERMOS DE USO DO GOOGLE BLOGGER (BLOGSPOT)

Encerramento unilateral e imotivado

Fonte: http://www.blogger.com/terms.g

10. Encerramento e Suspensão. O Google pode, conforme julgar necessário, a qualquer momento e por quaisquer motivos, encerrar o fornecimento do Serviço, encerrar este Contrato ou suspender ou encerrar sua conta. Em caso de encerramento, sua conta será desativada e você poderá não ter
acesso à sua conta ou a quaisquer arquivos ou conteúdos da mesma […]

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Veja matéria sobre ausência de privacidade na nova política do Google:
http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/blog/ausencia-de-privacidade-google

Alerta contra riscos do ChromeOS da Google

Não guarde seus arquivos pessoais na nuvem da Google ou na nuvem de qualquer outra empresa. Preserve seus dados no seu próprio computador. E faça cópia de segurança http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/copia-de-seguranca. ;-)

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Richard Stallman, fundador de GNU, advierte: El ChromeOS de Google representa la pérdida del control sobre nuestros datos

Charles Arthur
guardian.co.uk

Traducido para Rebelión por Ricardo García Pérez
Fonte:
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=119047&titular=richard-stallman-fundador-de-gnu-advierte:-el-chromeos-de-google-representa-la-p%E9rdida-del-control

Un defensor del software libre advierte que e stá previsto que la nueva computación en nube del sistema operativo lanzado por Google empuje a la gente a una «computación descuidada» .

El nuevo ChromeOS de computación en nube de Google parece un proyecto «para fomentar que la gente se entregue a una computación descuidada» al obligarlos a almacenar su información en la nube, en lugar de en equipos que se encuentren directamente bajo su control, advierte Richard Stallman, fundador de la Fundación para el Software Libre [FSF, Free Software Foundation] y creador del sistema operativo GNU.

Stallman, un veterano de la informática que es firme defensor del software libre a través de su Fundación para el Software Libre, advirtió hace dos años que hacer uso generalizado de la computación en nube era «peor que ser imbécil», ya que suponía perder el control sobre la información.

Ahora afirma que cada vez le preocupa más que Google haya lanzado su sistema operativo ChromeOS, que está basado en GNU/Linux y concebido para el almacenamiento local de la menor cantidad posible de información. Por el contrario, descansa sobre una conexión de datos que vinculen la «nube» de servidores de Google, ubicados en lugares desconocidos, para que almacenen documentos y otros datos.

Entre los riesgos que comporta el almacenamiento de los datos en la máquina de una empresa, en lugar de en nuestro propio equipo, se encuentra la pérdida de derechos legales sobre la información. Stallman señala que «en Estados Unidos se pierden incluso derechos legales si almacenas la información en las máquinas de una empresa en lugar de en la tuya. La policía está obligada a presentar una orden de registro si quiere obtener la información de tu ordenador; pero si los datos están almacenados en el servidor de una empresa, la policía puede obtenerlos sin presentarte nada. Puede incluso que ni siquiera tenga que presentar a la empresa una orden de registro».

Google inició la semana pasada la presentación «tranquila» de ChromeOS, en la que presumió de algunos aspectos del software y suministró portátiles Cr-48 con el sistema instalado a los desarrolladores y a algunos periodistas mientras decía que no estará disponible de forma generalizada hasta mediados de 2011.

Eric Schmidt, director general de Google, lo elogió en una entrada de su blog: «Para mí, este tipo de anuncios son los más importantes de mi vida profesional, pues demuestran el verdadero poder de la ciencia informática para transformar la vida de las personas. Es extraordinario que plataformas muy complejas puedan ofrecer soluciones maravillosamente simples como Chrome y ChromeOS, que cualquiera es capaz de utilizar desde el primer momento si lo comprenda bien», escribió. «Cuando los desarrolladores empiezan a jugar con nuestro ordenador Chrome OS Cr-48 beta ven que, aunque todavía está en mantillas, funciona increíblemente bien. Se puede construir todo lo que solías combinar con software cliente aprovechándose al completo de la capacidad de la web.»

Pero Stallman no se deja impresionar. «Creo que a los comercializadores les gusta la “computación en nube” porque carece de significado sustancial. El significado del término no es una entidad, sino una actitud: “Permitid que fulano, mengano o zutano guarden vuestros datos, que fulano, mengano o zutano hagan la tarea informática por vosotros (y la controlen)”. Quizá el concepto “computación descuidada” fuera más adecuado.»

Ve un problema al acecho: «Supongo que muchas personas seguirán pasándose a la computación descuidada porque cada minuto nace un idiota. Quizá el gobierno estadounidense trate de fomentar que las personas alojen sus datos donde el gobierno pueda apoderarse de ellos sin mostrarles una orden de registro, en lugar de en sus propios inmuebles. Sin embargo, mientras hayamos bastantes que sigamos manteniendo nuestros datos bajo control, podemos seguir haciéndolo. Y será mejor que lo hagamos o, de lo contrario, desaparecerá esa alternativa».

La responsabilidad de los proveedores de computación en nube ha ocupado el primer plano de la atención desde hace un par de semanas, cuando Amazon eliminó el contenido de Wikileaks de su servicio de computación en nube EC2 alegando que el portal de las filtraciones había quebrantado las condiciones y las cláusulas del contrato… y sin brindarse a negociar al respecto.

Stallman sólo ve un aspecto digno de elogio en ChromeOS: es heredero de GNU/Linux. «En esencia, ChromeOS es el sistema operativo de GNU/Linux. Sin embargo, se ofrece sin las aplicaciones habituales y está equipado para impedir y obstaculizar la instalación de aplicaciones», declaró a The Guardian . «Diría que el problema reside en la naturaleza de la misión que se ha previsto que cumpla ChromeOS. Sobre todo, animarte a guardar los datos en otra parte y a hacer las tareas informáticas en otra parte, en lugar de en tu propio ordenador.»

• Stallman advierte a los hackers potenciales que no se descarguen la aplicación LOIC que se impone como método para manifestar su ira contra portales contrarios a Wikileaks; no porque piense que la protesta es un error, sino porque el código de la herramienta no está a la vista del usuario. «Me parece que utilizar LOIC es en la red el equivalente de las protestas contra las tiendas que eluden impuestos en Londres. No debemos permitir que eso constriña el derecho a protestar», señala. «[Pero] si los usuarios no pueden modificarlo, no deberían confiar en él.»

Corrección: Richard Stallman ha escrito lo siguiente: «Un artículo de la BBC informaba de que alguien de Sophos decía que LOIC was ” software desconocido ” y yo pensé que eso quería decir que era software propietario, pero me equivoqué. Resultó que LOIC es de hecho software libre, de manera que los usuarios pueden acceder al código fuente y modificarlo. Por consiguiente, sus mecanismos de funcionamiento no son un secreto como los de Windows, MacOS o Adobe Flash Player, de tal modo que nadie puede imponer a través de él códigos maliciosos, como se ha hecho con los otros paquetes citados.»

Fuente: http://www.guardian.co.uk/technology/blog/2010/dec/14/chrome-os-richard-stallman-warning

Baixe o livro Além das redes de colaboração

Fonte: http://rn.softwarelivre.org/alemdasredes/2008/08/26/lancado-e-disponibilizado-o-livro-do-alem-das-redes-de-colaboracao

Lançado e Disponibilizado o Livro do Além das Redes de Colaboração

Disponível aqui no blog do Além das Redes, o livro fruto dos amplos debates ocorridos em Porto Alegre-RS e Natal-RN. Baixe agora o Livro do Além das Redes de Colaboração. O livro está sob uma licença Creative Commons.

Lançamento oficial: dia 27/08, 19h, no Auditório da USP Leste.

edufba.pngO Livro “Além das Redes de Colaboração” também pode ser encontrado nas melhores livrarias. A Editora da Universidade Federal da Bahia é a responsável pela distribuição da versão impressa. Contatos pelo tel/fax: (71) 3283-6164 ou e-mail: edufba@ufba.br.

NOVO LIVRO DISCUTE O POTENCIAL DA INTERNET E A SOCIEDADE DO CONTROLE

“Ao mesmo tempo que devora, digere e recria o telefone, o cinema, a televisão, os correios, o rádio e a indústria fonográfica, a internet se aproxima do sonho de Borges de uma biblioteca infinita, onde o saber humano está disponível ao alcance de um toque. O que fazer com tão imenso poder é a pergunta que definirá o nosso futuro. Esse livro é uma boa contribuição para o debate”. Assim o cineasta Jorge Furtado apresenta a coletânea “Além das Redes de Colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder”.

O livro será lançado pela Editora da Universidade Federal da Bahia, no próximo 27 de agosto, quarta-feira, em São Paulo. Foi organizado pelos professores Sérgio Amadeu da Silveira (Cásper Líbero-SP) e Nelson Pretto (Faculdade de Educação da Ufba) como resultado de seminários realizados pela Casa de Cinema de Porto Alegre em parceria com a Associação Software Livre, ocorridos no segundo semestre de 2007, como parte do Programa Cultura e Pensamento do Ministério da Cultura.

Reunindo acadêmicos de várias áreas do conhecimento, ativistas e artistas, “Além das Redes de Colaboração” trabalha a contradição entre as possibilidades de criação e disseminação culturais inerentes às redes informacionais e as tentativas de manter a inventividade e a interatividade sob o controle dos velhos modelos de negócios construídos no capitalismo industrial. O livro pretende jogar luz sobre essas batalhas biopolíticas para decifrar as disputas sociotécnicas em torno da definição de códigos, padrões e protocolos.

Por isso, as tecnologias da informação e da comunicação foram avaliadas em suas dimensões mais importantes. As explicações nascidas da matriz do pensamento único, a qual procura esconder suas determinações histórico-sociais sob o discurso de uma racionalidade neutra, foram confrontadas com aquelas que pretendem dar transparência aos processos e politizar o debate sobre tais dimensões tecnológicas e sobre as históricas relações entre a ciência, o capital e o poder.

Resumo:

“Além das Redes de Colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder”
Lançamento dia 27/08, quarta-feira, às 19h (logo após o Seminário de
Direitos Autorais e Acesso à Cultura do Ministério da Cultura)
Local: Auditório da USP Leste
Rua Arlindo Béttio, 1000, Ermelino Matarazzo, São Paulo.
Baixe agora o Livro do Além das Redes de Colaboração.

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