OpenOffice para crianças

Recebi por email:

OOo4Kids, (pronuncia-se “OpenOffice for Kids”), é um projeto em andamento, focado em crianças entre 7 e 12 anos. Baseado no código do OpenOffice.org, mas bastante simplificado. Isto significa, que o OpenOffice.org tem características que o OOo4Kids não terá. Caso você precise destas características, use o OpenOffice.org, que você pode obter em http://download.openoffice.org/index.html

Aquele que desejar testar o OOo4Kids, numa versão ainda em desenvolvimento estável mas não completa (0.5), pode obtê-la em

=> http://download.openoffice.org/index.html

Este site é provido por TuxServices (http://www.tuxservices.com), e mantido por Nicolas Jeudy e Ben Bois. Se você gostar de nosso trabalho, considere nos ajudar, com doações ou trabalho, através da ONG EducOOo (http://www.educoo.org ), que mantém o OOo4Kids.

Antes de usar o OOo4Kids, você deve fazer um backup de seus documentos, e você NÃO deve usa-lo em ambiente de produção.

We currently only provide the following locales : french, spanish, english-US, portugese and german

Sistemas operacionais:

– OOo4Kids para Windows (XP mini) : O instalador está embutido. Siga as instruções para utiliza-lo.

Problemas conhecidos: OOo4Kids funciona perfeitamente em paralelo com o OpenOffice.org, mas a associação dos arquivos, segue a ordem daquele que foi instalado por ultimo. Caso você deseje associar seus documentos com o OpenOffice.org, após instalar o OOo4Kids, reinstale o OpenOffice.org.

– Mac OS X (Intel e PowerPC) : Instala e funciona perfeitamente em paralelo com o OpenOffice.org.

Um duplo clique sobre o arquivo de download, vai montar a imagem de disco. Para instalar o software, coloque o ícone do OOo4Kids na pasta de Applicações.

As preferências estarão em ~/Library/Application Support/OOo4Kids. Se você encontrar problemas, ou se você deseja remover o OOo4Kids, simplesmente jogue a pasta de preferências no lixo.

– Linux Intel : Disponibilizado em .tar.gz até que possamos entregar pacotes deb e rpm corretamente. : Descompacte o arquivo, e coloque-o em seu diretório pessoal. Localize o script “soffice” e clique nele duas vezes para iniciar o software.

Outras versões (Linux PowerPC and Mips 32bits) estarão disponíveis logo, e você pode nos contactar caso focê deseje testar uma versão mais antiga.

IMPORTANTE : Por favor, reporte qualquer erro na lista dev@listes.educoo.org (http://listes.educoo.org/mailman/listinfo/dev).

Por último, mas não menos importante, lembre-se que este software está em constante desenvolvimento, e existe riscos, como qualquer outro software. Leia cuidadosamente as instruções na página de download.

ADAs – Ambientes Digitais de Aprendizagem

Ambientes Digitais de Aprendizagem disponíveis na UFRGS:

https://moodleinstitucional.ufrgs.br
https://www.ead.ufrgs.br/rooda
https://www.ead.ufrgs.br/navi

Há também o Teleduc, da Unicamp http://www.teleduc.org.br, que está disponível no endereço http://teleduc.cinted.ufrgs.br .

Ainda temos o Amadis, do Laboratório de Estudos Cognitivos LEC, coordenado pela professora Léa Fagundes, do Instituto de Psicologia da UFRGS, http://lucianadeabreu.no-ip.org:8080/amadis.

Dia da Liberdade dos Documentos

Dia da Liberdade dos Documentos

O Dia da Liberdade dos Documentos (DFD, Document Freedom Day http://www.documentfreedom.org) é um dia internacional com ações de base no sentido de promover Formatos de Documento Livres e Padrões Abertos em geral, como o Open Document Format ODF, que é o padrão dos arquivos do BrOffice (OpenOffice).

http://www.documentfreedom.org/Main_Page/es
http://www.documentfreedom.org/Category:Brazil
http://www.documentfreedom.org/Artwork/pt

É um uma questão que envolve os formatos DOC, PPT, XLS, etc., que são formatos de propriedade privada $$$. Em muitas ocasiões esse formatos não podem ser exibidos sem deformações ou inclusive perda de dados, a não ser através do programa que os gerou.

Direito de cópia

Lei brasileira sobre direitos autorais

Capítulo IV – Das Limitações aos Direitos Autorais
Art. 46. Não constitui ofensa aos direitos autorais:
(…)
II – a reprodução, em um só exemplar de pequenos trechos, para uso privado do copista, desde que feita por este, sem intuito de lucro;
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9610.htm

É possível encontrar na Internet uma discussão a respeito do significado da expressão *pequenos trechos*, utilizada na lei.

Microsoft fere interesse de estudantes

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL467755-5604,00.html

13/05/2008 – 12h43 – Atualizado em 13/05/2008 – 13h05 Reuters

Agência britânica diz que Microsoft fere interesse de estudantes

Pacote Office dificulta compatibilidade com programas usados em escolas, diz agência. Microsoft se diz ‘comprometida’ com a questão, mas ainda recebe críticas.

A Agência Educacional Britânica de Comunicações e Tecnologia (Becta, na sigla em inglês) disse à Comissão Européia que o pacote Office da Microsoft não funciona bem com programas concorrentes em escolas britânicas, ferindo o interesse dos alunos, professores e pais.

Os programas precisam ter os mesmos padrões para trabalharem juntos, mas a Becta afirma que a Microsoft oferece apenas seu próprio “padrão aberto” (livre) em vez de um suporte eficaz para o Open Document Format (ODF) que aumentaria as escolhas dos estudantes.

Stephen Lucey, diretor-executivo da Becta, afirmou que o dano não afeta apenas os concorrentes. “Tais barreiras podem ferir também o interesse da educação e organizações de treinamento, alunos, professores e pais”, apontou Lucey em comunicado.

A Becta se queixou ano passado ao Office of Fair Trading (departamento de comércio justo) britânico e enviou uma cópia da reclamação para a Comissão Européia esta semana.

“Essas são questões que já observamos num contexto de investigação de interoperabilidade que abrimos em janeiro de 2008″, afirmou Jonathan Todd, porta-voz da Comissão.

A Microsoft afirmou em comunicado que está “profundamente comprometida” em fazer seus programas funcionarem bem com outros softwares.

“Criamos as ferramentas de desenvolvimento para promover a interoperabilidade entre o Office 2007 e produtos baseados no formato de arquivo Open Document Format”, afirmou a empresa.

Lucey discorda. Ele afirma que a Microsoft gerou problemas para usuários com menos conhecimento técnico, dificultando o uso do ODF.

O ODF é um formato de arquivo não proprietário cujas especificações completas estão disponíveis para consulta por qualquer usuário e foi originalmente desenvolvido pela Sun Microsystems .

Lucey diz que o problema com a Microsoft vai além do estabelecimento dos padrões. A Becta também se queixou sobre as condições sob as quais a Microsoft licencia seus programas para escolas.

Na semana passada a Microsoft apelou conta uma multa de 899 milhões de euros imposta pela Comissão Européia por não ter arcado com as exigências, originalmente impostas em 2004, de permitir interoperabilidade com programas de servidores.

A indissociabilidade entre inclusão digital e software livre

Há um interessante artigo sobre inclusão digital, aprendizagem e cidadania na revista Renote do CINTED:

“A indissociabilidade entre inclusão digital e software livre na sociedade contemporânea: a experiência do mutirão pela inclusão digital”

http://www.cinted.ufrgs.br/renote/nov2005/artigosrenote/a6_softwarelivre_revisado.pdf

O autor, Adriano Canabarro Teixeira, defendeu tese no PGIE da UFRGS e é professor da Universidade de Passo Fundo – RS. A co-autora, Aline de Campos, é graduanda e bolsista.

Baixe o livro Além das redes de colaboração

Fonte: http://rn.softwarelivre.org/alemdasredes/2008/08/26/lancado-e-disponibilizado-o-livro-do-alem-das-redes-de-colaboracao

Lançado e Disponibilizado o Livro do Além das Redes de Colaboração

Disponível aqui no blog do Além das Redes, o livro fruto dos amplos debates ocorridos em Porto Alegre-RS e Natal-RN. Baixe agora o Livro do Além das Redes de Colaboração. O livro está sob uma licença Creative Commons.

Lançamento oficial: dia 27/08, 19h, no Auditório da USP Leste.

edufba.pngO Livro “Além das Redes de Colaboração” também pode ser encontrado nas melhores livrarias. A Editora da Universidade Federal da Bahia é a responsável pela distribuição da versão impressa. Contatos pelo tel/fax: (71) 3283-6164 ou e-mail: edufba@ufba.br.

NOVO LIVRO DISCUTE O POTENCIAL DA INTERNET E A SOCIEDADE DO CONTROLE

“Ao mesmo tempo que devora, digere e recria o telefone, o cinema, a televisão, os correios, o rádio e a indústria fonográfica, a internet se aproxima do sonho de Borges de uma biblioteca infinita, onde o saber humano está disponível ao alcance de um toque. O que fazer com tão imenso poder é a pergunta que definirá o nosso futuro. Esse livro é uma boa contribuição para o debate”. Assim o cineasta Jorge Furtado apresenta a coletânea “Além das Redes de Colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder”.

O livro será lançado pela Editora da Universidade Federal da Bahia, no próximo 27 de agosto, quarta-feira, em São Paulo. Foi organizado pelos professores Sérgio Amadeu da Silveira (Cásper Líbero-SP) e Nelson Pretto (Faculdade de Educação da Ufba) como resultado de seminários realizados pela Casa de Cinema de Porto Alegre em parceria com a Associação Software Livre, ocorridos no segundo semestre de 2007, como parte do Programa Cultura e Pensamento do Ministério da Cultura.

Reunindo acadêmicos de várias áreas do conhecimento, ativistas e artistas, “Além das Redes de Colaboração” trabalha a contradição entre as possibilidades de criação e disseminação culturais inerentes às redes informacionais e as tentativas de manter a inventividade e a interatividade sob o controle dos velhos modelos de negócios construídos no capitalismo industrial. O livro pretende jogar luz sobre essas batalhas biopolíticas para decifrar as disputas sociotécnicas em torno da definição de códigos, padrões e protocolos.

Por isso, as tecnologias da informação e da comunicação foram avaliadas em suas dimensões mais importantes. As explicações nascidas da matriz do pensamento único, a qual procura esconder suas determinações histórico-sociais sob o discurso de uma racionalidade neutra, foram confrontadas com aquelas que pretendem dar transparência aos processos e politizar o debate sobre tais dimensões tecnológicas e sobre as históricas relações entre a ciência, o capital e o poder.

Resumo:

“Além das Redes de Colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder”
Lançamento dia 27/08, quarta-feira, às 19h (logo após o Seminário de
Direitos Autorais e Acesso à Cultura do Ministério da Cultura)
Local: Auditório da USP Leste
Rua Arlindo Béttio, 1000, Ermelino Matarazzo, São Paulo.
Baixe agora o Livro do Além das Redes de Colaboração.

Cópia local

Boicote às universidades que não usam Software Livre?

Fonte: http://www.linuxmagazine.com.br/noticia/reflexoes_de_um_cachorro_louco_universidades_que_nao_usam_software_livre_ho

Reflexões de um cachorro louco: Boicote às universidades que não usam Software Livre?

Recebi recentemente um email de um jovem brasileiro pedindo-me para ir a sua universidade e conversar com os alunos e os professores sobre o uso de Software Livre. Eu costumo ficar feliz em aconselhar universidades a usarem Software Livre, mas normalmente isso é feito em conjunto com alguma grande conferência na universidade ou em outro local. Eu simplesmente não tenho tempo para visitar todas as faculdades. Mas investiguei a universidade desse aluno e descobri que, na verdade, a Microsoft é sua patrocinadora. De fato, a universidade tem um grande banner na primeira página do seu site falando sobre a Microsoft como um parceiro. Foi a primeira vez que vi uma universidade fazendo propaganda de uma empresa em seu site.

Comecei a investigar um pouco mais a cidade do aluno e descobri que há outra universidade lá que é muito ativa no Software Livre. Eles têm um mirror do Debian e promovem ativamente o Software Livre.

A princípio, pensei que talvez as duas universidades pudessem unir forças e fazer um “Dia do Software Livre” em que eu pudesse palestrar. Depois, pensei que talvez os professores da universidade próxima do Software Livre poderiam conversar com os da outra e convencê-los dos benefícios de usar esta solução para ensino ou pesquisa. Mas quanto mais eu pensava no assunto, mais eu via que essa é a abordagem errada.

Já é hora de um boicote a universidades que usam softwares proprietário de código fechado.

Dez anos atrás um boicote não seria possível. Havia muito poucas universidades com acesso a suficientes softwares livres realmente bons para pedir aos estudantes que fizessem o “sacrifício” de evitar uma universidade que só usasse software proprietário para ensinar. Agora, com a variedade de Software Livre disponível e com o mercado pedindo novos programadores treinados com técnicas de desenvolvimento de Software Livre, além de várias boas universidades usando Software Livre no ensino, o “mercado” de universidades está pronto para o boicote.

Algumas pessoas talvez pensem que um boicote é um pouco extremo, mas as universidades certamente já tiveram sua chance de se mudar para uma forma mais racional de ensinar ciência da computação, engenharia de computadores, a maioria das ciências e até certas ciências humanas. Há enormes quantidades de softwares livres em praticamente qualquer categoria. Movimentos como o Creative Commons inauguraram a possibilidade de se construir sobre o trabalho de outros. A pesquisa agora é feita com os métodos colaborativos de trabalho. A hora de usar somente software proprietário (ou apenas algum software proprietário) já passou há tempos.

As pessoas precisam se perguntar por que as universidades ainda continuam usando software proprietário. Será que a Microsoft e outras empresas pagam à universidade para usar seus softwares, engaiolando os estudantes, talvez não pagando diretamente, mas sob o disfarce de “licenças com desconto” aos alunos e professores? Esse é um argumento falso, pois a maioria dos softwares livres são gratuitos, podendo todos ser livremente distribuídos.

Será que as universidades ainda usam software proprietário por causa do mito de que “os alunos conseguirão um emprego ao sair da faculdade”, apesar do fato de que o Software Livre agora é usado em quase todas as empresas do mundo, mesmo que elas (as empresas) não saibam? Elas usam software proprietário por causa do mito de que “é impossível ganhar dinheiro com Software Livre”, apesar do fato de que importantes empresas estão ganhando (ou economizando) dinheiro com Software Livre e contratando programadores de Software Livre?

Tenho uma teoria de por que algumas universidades ainda usam software proprietário, que não é agradável. Tem a ver com a falta de honestidade intelectual nos objetivos da universidade.

A função da universidade não é “treinar o aluno para que consiga um emprego”. Sua função é “treinar o aluno a pensar”, a obter e avaliar dados, a criar informações e a liderar pessoas. A função da universidade é fazer pesquisa para contribuir para a base de conhecimento, a fim de que possamos avançar e publicar essa pesquisa para que outros também consigam avançar. Universidades, particularmente as financiadas com verbas públicas, deveriam usar Software Livre para fazer essa pesquisa, também como base de sua pesquisa. O público não deveria ter que pagar duas ou três vezes pela mesma pesquisa. Vocês estão ouvindo, legisladores que financiam universidades públicas? Vocês estão ouvindo, executivos corporativos que pagam taxas para financiar essas universidades que dependem dos alunos para iluminar suas empresas com novas idéias?

Mas a tarefa final de convencer as universidades a usarem Software Livre cabe aos alunos como meu amigo que me enviou a carta pedindo uma visita a sua universidade. Vocês precisam “votar”. Investiguem se as universidades para as quais vocês estão prestando vestibular utilizam Software Livre em seus cursos. Se a resposta for “não”, escreva para o reitor da universidade e diga “Sinto muito, mas não posso cursar uma universidade que somente ensine a usar um produto, que não use e nem promova o Software Livre”. Com isso, você terá dado um voto a favor do uso do Software Livre nessa universidade.

Você deseja fazer pesquisa? Curse uma universidade que usa e promove Software Livre.

Quando as universidades descobrirem que os melhores alunos estão indo para “as concorrentes” (e as universidades COMPETEM), elas começarão a fazer mudanças.

Carpe Diem!

Relação de software livres educativos

Redirecionamento desta página:

Relação de softwares educacionais livres

Veja a Tabela Dinâmica Software Educacional Livre:

https://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/wiki/Tabela_Din%C3%A2mica_Software_Educacional_livre

 

Fonte da página antiga: http://softwarelivrenaeducacao.blogspot.com/2008/09/lista-de-softwares-livres-educativos.html