Teste com o rastreamento automático (trackback)

O rastreamento automático (trackback) é uma mecanismo que permite que o autor de um blog tome conhecimento quando um outro blogueiro o cita.

Assim, faremos alguns testes para verificar se esse mecanismo está em funcionamento:

Olá Rodrigo! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback). Retifico uma informação anterior: o endereço que citamos dever ser o do artigo, e não apenas o endereço do blog.

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Olá Vítor! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback). Retifico uma informação anterior: o endereço que citamos dever ser o do artigo, e não apenas o endereço do blog.

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Olá Danielle! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback). Retifico uma informação anterior: o endereço que citamos dever ser o do artigo, e não apenas o endereço do blog.

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Olá Kátia! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback). Retifico uma informação anterior: o endereço que citamos dever ser o do artigo, e não apenas o endereço do blog.

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Olá Débora! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback). Retifico uma informação anterior: o endereço que citamos dever ser o do artigo, e não apenas o endereço do blog.

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Olá Sheila! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback). Retifico uma informação anterior: o endereço que citamos dever ser o do artigo, e não apenas o endereço do blog.

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Olá Naza! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback). Retifico uma informação anterior: o endereço que citamos dever ser o do artigo, e não apenas o endereço do blog.

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Olá Sônia! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback). Retifico uma informação anterior: o endereço que citamos dever ser o do artigo, e não apenas o endereço do blog.

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Então, relembrando: coloque no seu blog o endereço completo do artigo (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo). Se possível, coloque o endereço do rastreamento (www.endereço-do-blog/nome-do-artigo/trackback).

Saudações livres!

Questões sobre o PBworks (ou PBwiki)

Não recomendo a utilização dos serviços do PBworks.com (ou PBwiki).

O PBworks Inc. é uma empresa privada com fins lucrativos. A empresa anuncia http://pbworks.com/content/about que tem investidores como Ron Conway (tido como “Venture Capitalist”), Seraph Group (Venture Capital Firm) e Mohr Davidow Ventures (Venture Capital Firm).

1) Não tenho percebido publicidade sendo exibida nas páginas criadas no PBworks. Ainda. Acho que publicidade poderá ser exibida. Isso poderá ocorrer, por exemplo, se os investidores acima considerarem que o retorno do investimento que fizeram não está sendo satisfatório. Como professor, procuro evitar a exibição de publicidade em sala de aula presencial ou a distância.

2) Outro aspecto é a possibilidade de a qualquer momento o serviço ser interrompido unilateralmente pelo PBworks com ou sem notificação ao usuário http://pbworks.com/content/termsofservice. “8. Modifications To PBworks Service. Company reserves the right to modify or discontinue the PBworks Service with or without notice to you.”

3) O PBworks oferece várias funcionalidades que só podem ser utilizadas se o usuário realizar pagamentos mensais entre US$ 20.00 e 50.00 https://plans.pbworks.com. Para professores, há um plano de US$ 99.00 por ano. Para escolas, US$ 799.00 por ano. A hospedagem discrimina os usuários conforme o poder aquisitivo que cada um possui. Em sala de aula o professor não pode e não deve discriminar o ensino conforme o poder aquisitivo de cada aluno.

4) Veja a instalação do MediaWiki em www.ufrgs.br/psicoeduc/wiki. Qualquer internauta pode criar uma página ou editar as páginas existentes. Para arquivos privados, pode ser utilizado o espaço de “Discussão”. O MediaWiki é o software livre e gratuito que é utilizado na Wikipédia.

5) Você é aluno, professor ou funcionário da UFRGS? Que tal ativar e passar a utilizar o imeil que a UFRGS oferece? É o Chasque Mail, com cadastramento acessível através do Portal do Aluno ou do Portal do Servidor. O Yahoo e o Hotmail enviam publicidade aos destinatários na última linha de todas as mensagens. O Gmail exibe publicidade personalizada ao usuário conforme as palavras ou assunto da mensagem que está sendo lida ou exibida. O Yahoo e o Hotmail também exibem farta publicidade ao usuário.

Saudações livres!

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PBworks tem usuário silver, gold, platinum e… tem também usuário chinelão?

PBWiki tem usuário silver, gold, platinum e… tem também usuário chinelão?
PBWiki tem usuário silver, gold, platinum e… tem também usuário chinelão?

Yahoo e Gmail fora do ar…

Fiz uma busca. Páginas confiáveis reportam que o Yahoo e o Gmail estiveram fora do ar, deixando os usuários sem acesso aos serviços.

Aparentemente não existe serviço de imail que não apresente problemas…

O Chasque Mail é oferecido para alunos e servidores técnicos/administrativos e professores da UFRGS. E não exibe publicidade.

O Gmail exibe publicidade personalizada na coluna à direita quando o usuário lê as mensagens da caixa de entrada. O Yahoo, além de exibir publicidade ao usuário, exibe publicidade aos destinatários (no rodapé de todas as mensagens).

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Fonte: http://www1.uol.com.br/bbc/ult36u5063.shlHackers atacam site da Casa Branca
14h16 – 05/05/2001

Kevin Anderson, Washington

O site oficial da Casa Branca foi atacado nesta sexta-feira, tornando a página da presidência americana na internet inacessível por várias horas.

O ataque foi parecido com os do ano passado, que deixaram os sites da CNN e do Yahoo! fora do ar.

A Casa Branca confirmou que a página esteve inacessível por duas horas e 15 minutos e suspeita de hackers chineses.

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http://www.pcworld.com/article/id,130187/article.html

Google Apps’ Gmail Faces Downtime Problems

Google is grappling with performance and availability problems in its free Gmail service for at least the third time this month, Juan Carlos Perez, IDG News Service

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http://news.cnet.com/8301-10784_3-9740439-7.html?tag=nefd.only

July 6, 2007 4:10

Yahoo responds to reports of site outages

Posted by Caroline McCarthy 4 comments

Yahoo representatives responded this afternoon to our requests for comment on alleged outages that were reported by multiple readers. The company has said that it was not actual downtime, but that sites like Yahoo News and Flickr were delayed by network carrier issues.

In the statement e-mailed to CNET News.com, Yahoo’s corporate communications representatives said, “For a brief period early this morning, some Yahoo users may have experienced delays in accessing Yahoo services in the U.S. due to network carrier-related issues. The problem has since been identified and corrected by our network vendor. We know that this may have caused some inconvenience, and we apologize to our users who might have been affected.”

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http://news.zdnet.com/2100-9588_22-6086485.html

Yahoo outages frustrate some users

By Candace Lombardi, News.com

Posted on ZDNet News: Jun 21, 2006 7:54:00 PM
Outages across the country left some registered Yahoo users without e-mail or instant-messaging capability on Tuesday and Wednesday.

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http://www.pcworld.com/businesscenter/article/130234/google_apps_customers_miffed_over_downtime.html

Google Apps Customers Miffed Over Downtime

Juan Carlos Perez, IDG News Service

Wednesday, March 28, 2007 4:00 PM PDT

Alunos australianos podem usar eletrônicos para “colar”

Fonte: http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=38273&sec=6

22/08/2008 07:08 –
Australianos podem usar eletrônicos para “colar”

Já conhecido por sua política de provas com “livro-aberto”, a escola de ensino médio (high school) da faculdade Presbyterian Ladies’ College em Sydney inova permitindo que estudantes de inglês, de 14 e 15 anos, utilizem tecnologia para obter ajuda. Dentre as fontes permitidas estão a Internet, iPods ou até mesmo um telefonema para alguém fora da escola.

A escola já adotava uma política onde os alunos podiam trazer livros de referência para os testes e utilizá-los, com a condição de referenciar corretamente a fonte, para dar os devidos créditos ao “dono” da idéia, conta o World News Australia.

Porém, seguindo as tendências da evolução das mídias de estudo e divulgação de conteúdo, o colégio passou a incorporar os aparelhos eletrônicos ao processo de avaliação.

Deirdre Coleman é a responsável pelo programa que incentiva os alunos a obterem a informação utilizando seus celulares, acessando a Internet ou escutando podcasts em seus iPods. Ela afirma que a intenção é preparar o estudante para o mundo que ele vai encontrar lá fora. “Eles não precisam memorizar toda a informação. Atualmente o que eles precisam ser capazes de fazer é utilizar os meios disponíveis para obtê-la e serem capazes de checar sua confiabilidade.” Ela também lembra que os alunos só serão capazes de procurar por pequenos “pedaços de informação” caso tenham uma visão global do assunto, e apenas precisem verificar detalhes dela, diz o Sydney Morning Herald.

O teste do novo método foi feito com uma prova sobre linguagem persuasiva, tendo as olimpíadas como tema. “Eles não foram avaliados pelo conhecimento sobre os jogos, mas sim por sua capacidade de utilizar esse tipo de linguagem e por sua argumentação” explicou a professora. A aluna Annie Achie, de 15 anos, afirmou que telefonar para sua tia a deu uma visão melhor sobre o assunto: “ela me explicou como os investimentos são aplicados na infra-estrutura do país e não diretamente no povo chinês.” O tema da análise era sobre os jogos serem um desperdício de dinheiro.

Para os patrocinadores da idéia, o importante é ser capaz de utilizar a capacidade de raciocínio para listar recursos e utilizá-los de forma rápida, eficiente e correta, e não apenas ocupar “espaço em memória” com informações que estão disponíveis a qualquer momento. O consultor educacional inglês Marc Prensky afirma: “por quê não revolucionar o conceito de cola e incluir o mundo em nossa base de conhecimento?”

Blogs da Débora Tura – Cidade de Quevedos (RS)

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/premiovc/reportagem/notas/NewsPremio_296289.shtml

Débora Tura – Educadora Nota 10 – Cidade de Quevedos (RS)

Língua Estrangeira

Reportagem: Beatriz Santomauro

No final de 2007, Débora Tura terminou sua pós-graduação. E fechou com chave de ouro: cursou uma disciplina chamada Ambientes Digitais para o Ensino de Línguas. “Estudar de novo foi um recomeço. Passei a questionar a maneira como trabalhava. E mudei muito”, me disse Débora, durante uma entrevista regada a goles de chimarrão.

Foto:Tamires Kopp
Débora Tura: a língua inglesa a serviço da comunicação

Os tais ambientes digitais realmente passaram a fazer parte da sua rotina. Ela trabalha na Escola Estadual de Educação Básica Dom Pedro I, em Quevedos. A cidade fica a 5 horas de Porto Alegre por uma boa estrada, e mais uma hora por um caminho lindo de terra, ladeado por belas montanhas.

O projeto da professora, que a credenciou como uma das Educadoras Nota 10 de 2008, foi audacioso: fazer com que as crianças da 5ª série, que nunca haviam tido contato com a língua inglesa na escola, passassem a produzir e ler textos no idioma. Para atingir esse objetivo, elas passaram a publicar blogs na internet.

Para que o trabalho desse resultados, Débora reuniu os alunos na sala de informática durante 4 horas por semana (fora do horário de aula) e por 2 horas na sala de aula. Quatro meses depois, todos escrevem sobre sua vida pessoal, família, viagens, o que fazem no tempo livre, enfim, já conseguem se apresentar e comunicar-se com crianças de outros locais. A turma já fez amigos: os estudantes trocam informações e experiências com alunos do Canadá e de São Paulo.

Projetos de aprendizagem – Amora – CAp

Uso educacional da Internet

Caras/os

Vejam as páginas com trabalhos de professores do ensino fundamental sobre o uso de ferramentas da Internet na educação.

Quase todas as ferramentas são serviços que proporcionam interatividade e cooperação.

Sugestão: além de visitar as páginas dos trabalhos, utilizem os serviços que foram objeto de análise. É muito legal!

Uso educacional do Google Docs
http://sobregoogledocs.blogspot.com

Uso educacional de Histórias em Quadrinhos (Stripcreator)
http://hagaques.blogspot.com

Uso educacional de Apresentações (Toufee)
http://blogcolaborativog10proa17a.blogspot.com

Uso educacional de Apresentações (Thumbstacks)
http://tmbeloice.blogspot.com

Uso educacional de vídeos (Youtube)
http://proa17agrupo1youtube.blogspot.com

Uso educacional do del.icio.us
http://blogcolaborativog7proa17a.blogspot.com

Uso educacional do Bubbleshare
http://atividadesdasemana4.blogspot.com

Uso educacional de Flogs
http://atividadesdasemana4proa17.blogspot.com

Uso educacional de Mapas
http://mapasonline.blogspot.com

Uso educacional de fotos (Flickr)
http://conhecendoflickr.blogspot.com

Uso educacional do Orkut
http://educaorkut.blogspot.com

TV Discovery exibe versão sobre história da Internet

Gente!

Assistam ao vídeo de 42 minutos "A guerra dos navegadores", que já está
disponível na Internet. Tem aspectos importantes. Recomendo.

Embora esteja faltando abordar vários pontos igualmente importantes...

Por exemplo, o fato da Microsoft ter alegado perante a Justiça dos EUA
que o navegador Internet Explorer fazia parte - inseparável - do sistema
operacional Windows, pois era o mesmo programa que o gerenciador de
arquivos Windows Explorer. A Justiça dos EUA aceitou esse argumento,
tanto quanto eu saiba. Faça um teste: acione o Windows Explorer e
digite www.ufrgs.br na barra de endereços. Imediatamente ele se
transforma no Internet Explorer.

Mas a Justiça da União Européia acolheu uma ação antitruste contra a
Microsoft porque o navegador Internet Explorer é entregue conjuntamente
com o sistema operacional Windows.
http://idgnow.uol.com.br/mercado/2008/01/14/microsoft-enfrenta-duas-novas-investigacoes-antitruste-na-europa/

Desde 2004 a Microsoft está sendo obrigada a vender na Europa uma versão
do seu sistema operacional sem o tocador multimídia Windows Media
Player.
http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2007/01/30/idgnoticia.2007-01-30.9142887025/IDGNoticia_view/

O saite internacional IDG NOW - que é amplamente financiado $$$ pelos
anúncios publicitários da Microsoft - publicou um pequeno histórico das
ações judiciais sofridas pela Microsoft devido à conduta anticompetitiva.
http://idgnow.uol.com.br/mercado/2006/02/15/idgnoticia.2006-02-15.9675421793/

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Fonte: http://www.softwarelivre.org/news/12058

Discovery: Série de TV resgata história da internet

O Discovery Channel Brasil exibirá uma série sobre a história da
internet. O primeiro episódio já está disponível no site do canal.

Os outros três episódios são: A Pesquisa (sobre ferramentas de busca),
eBay e Amazon e O Futuro Digital. A série completa conta com depoimentos
de fundadores da eBay, Google, Yahoo, Amazon e Netscape.

A Internet: A Guerra dos Navegadores

* Data: Quinta - 11 de setembro |

* Início: 23h |

* Término: 00h

* Documentário / Diversos

* Cor: Colorido

* Classificação: Programa livre

Esta é a história de uma batalha épica entre uma poderosa corporação
americana e um pequeno grupo de feras do computador que criou uma
tecnologia revolucionária. Bem-vindo à guerra dos navegadores.

Veja todos os horários deste programa

DATA HORÁRIO CANAL

Os horários são fornecidos pelas emissoras e estão sujeitos a alterações.

11/09 23:00 Discovery Channel

12/09 04:00 Discovery Channel

12/09 09:00 Discovery Channel

14/09 05:00 Discovery Channel

14/09 19:00 Discovery Channel

Assista ao vídeo de 42 minutos da primeira parte:

http://video.discoverybrasil.com/services/link/bcpid1753218477/bctid1753200785

Baixar o vídeo: http://tinyurl.com/video-discovery-tv-navegadores

Cópia local:

Cópia local

Baixe o livro Além das redes de colaboração

Fonte: http://rn.softwarelivre.org/alemdasredes/2008/08/26/lancado-e-disponibilizado-o-livro-do-alem-das-redes-de-colaboracao

Lançado e Disponibilizado o Livro do Além das Redes de Colaboração

Disponível aqui no blog do Além das Redes, o livro fruto dos amplos debates ocorridos em Porto Alegre-RS e Natal-RN. Baixe agora o Livro do Além das Redes de Colaboração. O livro está sob uma licença Creative Commons.

Lançamento oficial: dia 27/08, 19h, no Auditório da USP Leste.

edufba.pngO Livro “Além das Redes de Colaboração” também pode ser encontrado nas melhores livrarias. A Editora da Universidade Federal da Bahia é a responsável pela distribuição da versão impressa. Contatos pelo tel/fax: (71) 3283-6164 ou e-mail: edufba@ufba.br.

NOVO LIVRO DISCUTE O POTENCIAL DA INTERNET E A SOCIEDADE DO CONTROLE

“Ao mesmo tempo que devora, digere e recria o telefone, o cinema, a televisão, os correios, o rádio e a indústria fonográfica, a internet se aproxima do sonho de Borges de uma biblioteca infinita, onde o saber humano está disponível ao alcance de um toque. O que fazer com tão imenso poder é a pergunta que definirá o nosso futuro. Esse livro é uma boa contribuição para o debate”. Assim o cineasta Jorge Furtado apresenta a coletânea “Além das Redes de Colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder”.

O livro será lançado pela Editora da Universidade Federal da Bahia, no próximo 27 de agosto, quarta-feira, em São Paulo. Foi organizado pelos professores Sérgio Amadeu da Silveira (Cásper Líbero-SP) e Nelson Pretto (Faculdade de Educação da Ufba) como resultado de seminários realizados pela Casa de Cinema de Porto Alegre em parceria com a Associação Software Livre, ocorridos no segundo semestre de 2007, como parte do Programa Cultura e Pensamento do Ministério da Cultura.

Reunindo acadêmicos de várias áreas do conhecimento, ativistas e artistas, “Além das Redes de Colaboração” trabalha a contradição entre as possibilidades de criação e disseminação culturais inerentes às redes informacionais e as tentativas de manter a inventividade e a interatividade sob o controle dos velhos modelos de negócios construídos no capitalismo industrial. O livro pretende jogar luz sobre essas batalhas biopolíticas para decifrar as disputas sociotécnicas em torno da definição de códigos, padrões e protocolos.

Por isso, as tecnologias da informação e da comunicação foram avaliadas em suas dimensões mais importantes. As explicações nascidas da matriz do pensamento único, a qual procura esconder suas determinações histórico-sociais sob o discurso de uma racionalidade neutra, foram confrontadas com aquelas que pretendem dar transparência aos processos e politizar o debate sobre tais dimensões tecnológicas e sobre as históricas relações entre a ciência, o capital e o poder.

Resumo:

“Além das Redes de Colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder”
Lançamento dia 27/08, quarta-feira, às 19h (logo após o Seminário de
Direitos Autorais e Acesso à Cultura do Ministério da Cultura)
Local: Auditório da USP Leste
Rua Arlindo Béttio, 1000, Ermelino Matarazzo, São Paulo.
Baixe agora o Livro do Além das Redes de Colaboração.

Cópia local