TV Discovery exibe versão sobre história da Internet

Gente!

Assistam ao vídeo de 42 minutos "A guerra dos navegadores", que já está
disponível na Internet. Tem aspectos importantes. Recomendo.

Embora esteja faltando abordar vários pontos igualmente importantes...

Por exemplo, o fato da Microsoft ter alegado perante a Justiça dos EUA
que o navegador Internet Explorer fazia parte - inseparável - do sistema
operacional Windows, pois era o mesmo programa que o gerenciador de
arquivos Windows Explorer. A Justiça dos EUA aceitou esse argumento,
tanto quanto eu saiba. Faça um teste: acione o Windows Explorer e
digite www.ufrgs.br na barra de endereços. Imediatamente ele se
transforma no Internet Explorer.

Mas a Justiça da União Européia acolheu uma ação antitruste contra a
Microsoft porque o navegador Internet Explorer é entregue conjuntamente
com o sistema operacional Windows.
http://idgnow.uol.com.br/mercado/2008/01/14/microsoft-enfrenta-duas-novas-investigacoes-antitruste-na-europa/

Desde 2004 a Microsoft está sendo obrigada a vender na Europa uma versão
do seu sistema operacional sem o tocador multimídia Windows Media
Player.
http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2007/01/30/idgnoticia.2007-01-30.9142887025/IDGNoticia_view/

O saite internacional IDG NOW - que é amplamente financiado $$$ pelos
anúncios publicitários da Microsoft - publicou um pequeno histórico das
ações judiciais sofridas pela Microsoft devido à conduta anticompetitiva.
http://idgnow.uol.com.br/mercado/2006/02/15/idgnoticia.2006-02-15.9675421793/

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Fonte: http://www.softwarelivre.org/news/12058

Discovery: Série de TV resgata história da internet

O Discovery Channel Brasil exibirá uma série sobre a história da
internet. O primeiro episódio já está disponível no site do canal.

Os outros três episódios são: A Pesquisa (sobre ferramentas de busca),
eBay e Amazon e O Futuro Digital. A série completa conta com depoimentos
de fundadores da eBay, Google, Yahoo, Amazon e Netscape.

A Internet: A Guerra dos Navegadores

* Data: Quinta - 11 de setembro |

* Início: 23h |

* Término: 00h

* Documentário / Diversos

* Cor: Colorido

* Classificação: Programa livre

Esta é a história de uma batalha épica entre uma poderosa corporação
americana e um pequeno grupo de feras do computador que criou uma
tecnologia revolucionária. Bem-vindo à guerra dos navegadores.

Veja todos os horários deste programa

DATA HORÁRIO CANAL

Os horários são fornecidos pelas emissoras e estão sujeitos a alterações.

11/09 23:00 Discovery Channel

12/09 04:00 Discovery Channel

12/09 09:00 Discovery Channel

14/09 05:00 Discovery Channel

14/09 19:00 Discovery Channel

Assista ao vídeo de 42 minutos da primeira parte:

http://video.discoverybrasil.com/services/link/bcpid1753218477/bctid1753200785

Baixar o vídeo: http://tinyurl.com/video-discovery-tv-navegadores

Cópia local:

Cópia local

Questões sobre o PBworks (ou PBwiki)

Não recomendo a utilização dos serviços do PBworks.com (ou PBwiki).

O PBworks Inc. é uma empresa privada com fins lucrativos. A empresa anuncia http://pbworks.com/content/about que tem investidores como Ron Conway (tido como “Venture Capitalist”), Seraph Group (Venture Capital Firm) e Mohr Davidow Ventures (Venture Capital Firm).

1) Não tenho percebido publicidade sendo exibida nas páginas criadas no PBworks. Ainda. Acho que publicidade poderá ser exibida. Isso poderá ocorrer, por exemplo, se os investidores acima considerarem que o retorno do investimento que fizeram não está sendo satisfatório. Como professor, procuro evitar a exibição de publicidade em sala de aula presencial ou a distância.

2) Outro aspecto é a possibilidade de a qualquer momento o serviço ser interrompido unilateralmente pelo PBworks com ou sem notificação ao usuário http://pbworks.com/content/termsofservice. “8. Modifications To PBworks Service. Company reserves the right to modify or discontinue the PBworks Service with or without notice to you.”

3) O PBworks oferece várias funcionalidades que só podem ser utilizadas se o usuário realizar pagamentos mensais entre US$ 20.00 e 50.00 https://plans.pbworks.com. Para professores, há um plano de US$ 99.00 por ano. Para escolas, US$ 799.00 por ano. A hospedagem discrimina os usuários conforme o poder aquisitivo que cada um possui. Em sala de aula o professor não pode e não deve discriminar o ensino conforme o poder aquisitivo de cada aluno.

4) Veja a instalação do MediaWiki em www.ufrgs.br/psicoeduc/wiki. Qualquer internauta pode criar uma página ou editar as páginas existentes. Para arquivos privados, pode ser utilizado o espaço de “Discussão”. O MediaWiki é o software livre e gratuito que é utilizado na Wikipédia.

5) Você é aluno, professor ou funcionário da UFRGS? Que tal ativar e passar a utilizar o imeil que a UFRGS oferece? É o Chasque Mail, com cadastramento acessível através do Portal do Aluno ou do Portal do Servidor. O Yahoo e o Hotmail enviam publicidade aos destinatários na última linha de todas as mensagens. O Gmail exibe publicidade personalizada ao usuário conforme as palavras ou assunto da mensagem que está sendo lida ou exibida. O Yahoo e o Hotmail também exibem farta publicidade ao usuário.

Saudações livres!

-0-0-0-0-

PBworks tem usuário silver, gold, platinum e… tem também usuário chinelão?

PBWiki tem usuário silver, gold, platinum e… tem também usuário chinelão?
PBWiki tem usuário silver, gold, platinum e… tem também usuário chinelão?

Música Livre

Fonte: http://www.bataclanfc.com.br

As músicas do CD "Assim Falou Bataclan", trabalho
independente do Grupo Cultural Bataclã FC, de Porto Alegre, podem ser
acessadas de forma livre e colaborativa. Isso foi possível através do
Creative Commons, um novo sistema, construído com a lei atual de
direitos autorais, que possibilita a você compartilhar suas criações com
outros e utilizar música, filmes, imagens, e textos online.

O Creative Commons define um espectro de possibilidades entre o direito
autoral total - todos os direitos reservados - e o domínio público -
nenhum direito reservado. As licenças ajudam você a manter seu direito
autoral ao mesmo tempo em que permitem certos usos de sua obra - um
direito autoral de "alguns direitos reservados".

Acesse a música da Bataclã FC
http://www.soundclick.com/bands/pagemusic.cfm?bandID=687253

Para saber mais sobre o Creative Commons, acesse
http://www.creativecommons.org.br/

[Entre outras,  a banda Mombojó, da cidade de Recife, também oferece
músicas livres http://www.mombojo.com.br]

Stallman e a Educação

Informações diponibilizadas na Wikipédia sobre Richard Stallman.

Estava publicado no endereço abaixo uma entrevista com Richard Stallman, mas depois a página sumiu…
http://www.fabriciorocha.jor.br/textos/matstall.htm

Ainda bem que temos o arquivo de tudo que foi publicado na Internet e é possível recuperar a informação. Veja aqui.

Fabricio Rocha – Uma lei pode ser usada para determinar a utilização de software livre pelo governo?
Richard Stallman – Na sociedade em geral, acho que o mais importante é não ter leis que proíbam o software livre. Mas é sim uma boa idéia para o governo criar uma política de uso do software livre, especialmente em escolas, porque elas ensinam às pessoas o que elas vão fazer. Atualmente, a escola está andando no círculo cada vez mais fundo do software não-livre, que a cada ano tira mais dinheiro do país e fica mais difícil se livrar dele. Existem quatro razões para as escolas usarem software livre. A primeira, mais superficial, é economizar dinheiro, porque elas nunca têm dinheiro suficiente. A segunda é treinar as crianças a usar software livre. Dar cópias de Windows para as crianças é como dar a elas cigarros: são feitos pra viciar, e é o que a Microsoft quer fazer. A terceira razão, mais profunda, é o ganho em educação. Se você é um adolescente esperto e curioso, com software proprietário você não pode aprender. Com software livre isso é bem vindo. Para ser um bom programador você tem que ler muitos programas e escrever muitos. Como iniciante, você não está pronto pra escrever grandes programas, mas você pode ler um e fazer pequenas melhorias nele, e assim ir melhorando até que um dia você pode escreve um programa grande. Foi assim que aprendi. Hoje, qualquer PC pode dar essa oportunidade, se você usa software livre. O terceiro benefício é que a escola ganha administradores de sistemas: o clube de informática da escola poderia cuidar dos computadores. A quarta razão é mais profunda, e se aplica à escola primária. Crianças precisam aprender não somente fatos e habilidades, mas também o espírito de colaboração e ajuda. A escola deveria ter uma regra: se você trouxer um software para a escola, você não pode ficar com ele só para você, e tem que compartilhar com os coleguinhas. E, claro, as escolas também poderiam deixar as crianças levarem o software usado em sala para casa. É informação para elas. As escolas também poderiam desenvolver material didático livre, no mesmo sentido de ser livre para se copiar, distribuir e modificar. É uma tarefa para professores, principalmente. Se os professores do Brasil se interessassem em escrever material didático livre sobre suas disciplinas, em dez anos você teria tudo. A maior enciclopedia da história é gratuita. É a Wikipedia (www.wikipedia.org). Começou há menos de cinco anos, e hoje é maior que qualquer outra.


Distribuições de Software Livre na Educação

Existem pelo menos cinco distribuições de software livre com programas educacionais que são bastante próximas geograficamente de Porto Alegre:

1 – Na Universidade de Passo Fundo, o Kelix http://kelix.upf.br. Basta se cadastrar e baixar o CD.

2 – Projeto CLASSE da Universidade Federal de Santa Catarina http://classe.geness.ufsc.br.

3 – Versão beta 0.5 do Pandorga Linux, elaborado inicialmente para a Secretaria Municipal de Educação de Cachoeirinha http://pandorga.rkruger.com.br/.

4 – Poseidon Linux em Rio Grande, com programas de Geoprocessamento e outros da área científica http://poseidon.furg.br.

5 – Linux Educacional em Pelotas http://www.ossystems.com.br, que está disponível também no portal do Ministério da Educação http://www.webeduc.mec.gov.br/linuxeducacional.

O projeto OLPC (Laptop de US$ 100 ou também chamado de UCA no Brasil) está sendo testado em uma escola estadual de Porto Alegre. Veja algumas informações em http://twiki.softwarelivre.org/bin/view/OLPC.

Baixe o CD do OLPC em
http://olpc.download.redhat.com/olpc/streams/sdk/build1/livecd

Ausência de privacidade na nova política do Google

Como fica sua privacidade com o novo atrevimento do Google

Por José Antonio Milagre

Fonte: http://www.dicas-l.com.br/legaltech/legaltech_201202031348.php

Data de Publicação: 03 de Fevereiro de 2012

O que realmente pode acontecer a partir de 1 de março de 2012 com a vigência da “camisa de força digital”?

Todos estão recebendo e-mails, popups e alertas do Google sobre sua nova “Política de Privacidade”. A partir de 1 março, usuários que continuam usando os serviços tacitamente declaram concordância com as novas regras impostas pelo provedor de serviços. Longe das declarações superficiais, apaziguadoras e que nunca dizem toda a verdade, por parte dos representantes do Google, é hora do cidadão saber realmente como ficará sua privacidade.

Se você acha que esta informação é dispensável, talvez não tenha percebido o valor deste direito, o direito de proteção dos dados pessoais, o direito de estar só, de não ser rastreado ou ter padrões, comportamentos privados e hábitos logados a cada passo que se dá no mundo virtual.

Primeiramente, na verdade, nada é para melhorar a “comodidade dos internautas”. Você realmente acredita nisso? O fato é que hoje, além da política de privacidade geral, alguns serviços do provedor tinham regras próprias, adicionais. Com a nova política, estas regras (aproximadamente 60) ficam agrupadas em uma única regra. E o que tem de mal?

Em se unificando as políticas o Google também se cria o permissivo para o mesmo utilizar o que já estruturou antes de consultar o cidadão: Um grande centro de mineração de dados, um poderoso cérebro de cruzamento, que agora, agrupará informações de todos os serviços, antes separados, isolados.

Quais os efeitos? Um cidadão que tenha uma conta de e-mail Gmail quebrada por determinação da Justiça, como os dados agora são coletados como um todo, poderá ver sua privacidade em outros serviços, Blogger, Orkut, Docs, etc., quebrada. Não há garantias que diante desta nova política, não fique mais fácil a autoridades e interessados obterem dados além dos necessários para uma investigação ou repressão de um ato ilícito.

Imagine que você faz uma pesquisa relacionada a sexualidade no buscador e neste momento YouTube e Gmail são influenciados por esta busca, no Orkut ou Google+ perfis de vendas de produtos eróticos lhe enviam mensagens. Como se livrar deste rastro?

Você está no caminho de uma reunião. O tráfego parece estar diminuindo. Um texto surge: “Você vai se atrasar, pegue a próxima saída para a rota alternativa”. Você realmente deseja esta facilidade proposta pelo Google? Pois bem, para isso acontecer, considere que o Google bisbilhotou sua localização de seu celular Android e além disso fuçou no seu Calendar, para saber para onde você ia e quais seus compromissos!

Segundo a revista Scientific American, teríamos também um problema grave de integração de dados entre contas diferentes. Imagine que você tem uma conta pessoal (usada para diversão) e outra profissional? Você gostaria de ter a integração entre ambas, relacionamentos, contatos, termos pesquisados? Pense bem…

A revista vai além, e explica que mais um problema futuro seria o descobrimento dos usernames, pois Google+ solicita nomes reais e outros serviços como YouTube não. A partir de 01 de março, em tese, seu nome real poderia aparecer em todos os seus produtos Google. Legal?

Ao passo em que aprimora sua gestão de informações, passa a ter um dossiê global e integrado de cada usuário de Internet, com cabeçalhos HTTP, IPs, localização geográfica, termos procurados, sua agenda do Calendar, conversas do Gtalk, documentos do Docs, etc. etc. Imagine tudo isto integrado, nas mãos das pessoas erradas?

Cada serviço do Google tem sua característica o que demanda proteções adicionais de privacidade. Não se pode, em prejuízo do principio da especificidade (ou especialidade), conceder a serviços distintos regras idênticas. Cada dado deve ser coletado para finalidade específica. Agora, crio um simples e-mail e dou o direito ao Google de usar estes dados em todos os seus outros serviços? Sim! Não existe finalidade!E aliás, esta unificação parte do baseline mais protetivo a privacidade ou mais aberto? Com certeza do mais aberto. Pegue o serviço do Google que mais lhe dá direitos em relação a dados de usuários, unifique a todos os demais e pronto, estamos oferecendo “comodidade, facilidade aos internautas”.

Não se trata de comodidade, mas de estratégia para anúncios focados, para lucrar com seus dados. Igualmente, é obscura a declaração da Privacy Officer do Google de que “os governos requisitaram regras menores e mais simples em relação a privacidade”. Fica clara a intenção, favorecer quebras de sigilo, investigações e anúncios publicitários.

E para o usuário o que resta? Não fazer login? Ignorar sua privacidade rumo a “novas experiências”. Não! Cabe ao Google nos dar o direito de escolhermos e desativarmos a combinação, conexão e intercâmbio de informações. Lembrando que pelo anteprojeto de Lei de proteção de dados pessoais, toda a combinação de informações deve ser previamente e expressamente autorizada pelo usuário, que aliás poderá revoga-la a qualquer momento. Não devemos buscar somente o direito de desligar anúncios, mas de desligar esta correlação de informações. Não devemos buscar o direito de limpar o histórico, mas efetivamente limpar os registros dos servidores do provedor…

O cidadão que quiser, por exemplo, manter dados desvinculados entre os serviços, segundo o Google só teria das saídas, ou não fazer loggin ou criar novas contas. Imagine-se com uma conta para cada serviço?

É hora de buscarmos nossos direitos inerentes a privacidade digital, como os de poder peticionar e conhecer realmente cada informação que o provedor coleta sobre nós, o de realizar as chamadas “auditorias de privacidade” e principalmente o de “opt-out” de mudanças suspeitas nas regras do jogo, como a presente. Nos Estados Unidos, um bom exemplo, os republicanos Ed. Markey e Joe Barton já solicitaram a Federal Trade Comission (FTC), a investigação das violações a privacidade estampadas pela nova política (veja carta), zelando, efetivamente, pelos direitos dos usuários.

Então me desculpe, mas não vejo benefício algum na política do Google, a não ser para aqueles ávidos em conhecer o que fazemos, anunciantes, empresas, governo e ao próprio

Google que terá mais tráfego em seus serviços.

Você pode até pensar, “Ora, mas o Google já faz isso faz tempo!” Ok, mas agora passa a legitimar seus atos, em uma política em que, ou você concorda ou está praticamente fora da Internet. Precisamos de figuras que também defendam nossa privacidade no Congresso.Pense, e veja se não é hora de exigir de nossos Congressistas maior atenção a estes temas e aos nossos direitos.

Aliás, para nós, nossos direitos, para o Google, “idéias erradas”. Pense bem antes de colocar seus dados nesta teia. Ou realmente você acredita que oferecer lembretes de sua reunião é mais importante do que seus dados e seu sagrado direito a privacidade?

Continue achando que o que é de graça não se questiona. Não há nada de graça, o preço de tudo isso, são seus dados pessoais, o rastreamento da sua vida. Em síntese, como bem disse Jeff Chester, um cão de guarda da privacidade, Diretor do Centro de Democracia Digital, a partir de primeiro de março, receberemos uma “camisa de força digital”, forçados a compartilhar informações pessoais, sem defesa.

Até quando a destruição de nosso direito a privacidade será coberto pelo falso manto da “otimização da experiência do usuário”? Não queremos novas experiências impostas, mas liberdade para construí-las, quando bem nos convier.

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Congresso americano e União Europeia se opõem à nova política de privacidade do Google

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/congresso-americano-e-uniao-europeia-se-opoem-a-nova-politica-de-privacidade-do-google

A nova política de privacidade já foi recebida com certo temor por parte de seus usuários. Agora, o Congresso americano e órgãos reguladores da União Europeia estão fuçando as mudanças e não estão nem um pouco felizes — mas o Google parece não se importar muito.

De acordo com o The Hill, legisladores do Congresso questionaram os representantes do Google durante duas horas ontem, mas eles não ficaram satisfeitos com as explicações da empresa. Falando ao The Hill, a legisladora Mary Bono Mack disse:

“Por ser mais simplificada, [a política de privacidade] é na verdade mais complexa… No fim das contas, eu não acredito que as respostas dadas a nós foram o bastante se considerarmos o que isso significa para a segurança de nossas famílias e crianças.”

Aparentemente, o Congresso americano está preocupado sobre quanto de envolvimento os usuários têm na hora de proteger sua própria privacidade, mas as respostas não foram satisfatórias em pontos como apagar dados ou manter dados guardados por muito tempo. “Há uma crescente temor no Congresso sobre questões de privacidade — disso não há dúvidas”, acrescentou Mack.

Do outro lado do oceano, reguladores da União Europeia estão pedindo para o Google adiar o início de sua nova política de privacidade, segundo informações da Reuters. “Dado o amplo número de serviços que vocês prestam, e a popularidade deles, mudanças na política de privacidade podem afetar muitos cidadãos na maioria, senão em todos, os membros da União Europeia”, disse o Data Protection Working Party da União Europeia em uma carta enviada a Larry Page ontem. “Nós desejamos poder checar as possíveis consequências na proteção de dados pessoais de todos esses cidadãos de forma coordenada.” Eles não dizem o tempo que precisam para isso, mas, bem, não sabemos nem se o Google concordará com isso.

Dito isso, o Google está fazendo uma série de novos inimigos após sua proposta de mudança de política de privacidade, e notícias assim só dão a entender que a reação negativa continua crescendo. Mesmo o Google sendo uma empresa privada, o que significa que em tese eles podem fazer o que quiserem com seus serviços — desde que de forma legal –, há um ponto em que seus opositores querem que as coisas sejam feitas com mais calma. Se isso significar que nações cobrarão respostas legais do Google, o palco estará armado para um debate enorme. [The Hill e Reuters; Imagem: AP]

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O que as mudanças da política de privacidade do Google significam?

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/o-que-as-mudancas-da-politica-de-privacidade-do-google-significam

O Google anunciou ontem que decidiu modificar toda sua política de privacidade. A primeira vista, a mudança é bem simples: todos os serviços do Grande G terão a mesma política de privacidade. Mas isso significa que todos os dados serão unificados. E que as informações usadas em qualquer serviço do Google poderão ser usadas todos os outros. Há escapatória?

Segundo o Google, a mudança aconteceu por dois motivos: primeiro, o site contava com mais de 70 políticas de privacidade, e era difícil revisar todas com as agências reguladoras. Agora, com uma só política, alguns entraves legais devem ser eliminados. E, em segundo lugar, o Google diz que isso irá melhorar a vida do usuário. Como?

Veja o vídeo do Google sobre a nova política de privacidade: http://www.youtube.com/user/googleprivacy

Agora, todos os seus dados serão armazenados e coletados de uma só forma. Isso significa que se você estiver no Gmail, por exemplo, e escrever sobre alpinismo, sua próxima visita ao YouTube poderá ter uma sugestão de vídeo sobre o assunto. Há, no entanto, combinações mais perigosas: usuários do Google Latitude, por exemplo, terão seus dados de localização colhidos e utilizados em outros serviços — o mesmo para americanos que usarem o Google Wallet como carteira virtual. O mesmo acontece com o Google+, que cada vez ganha mais espaço em outros serviços da empresa: eles já aparecerem no topo das buscas com sugestões de amigos e páginas.

E qual o problema em toda a história? A famigerada frase “don’t be evil”. Foi com esse mantra que o Google se tornou o que é hoje, e compilar dados de usuários para facilitar o bombardeio de publicidade mais do que direcionada não parece seguir a filosofia da empresa. Segundo os princípios de privacidade da empresa:

Pessoas têm preocupações e necessidades diferentes sobre privacidade. Para servir melhor todos os nossos usuários, o Google esforça-se para oferecê-los opções úteis e fáceis sobre como lidar com suas informações pessoais. Nós acreditamos que informações pessoais não devem ser usadas como reféns e temos o compromisso de criar produtos que permitam que os usuários exportem suas informações pessoais para outros serviços. Nós não vendemos as informações pessoais dos usuários.

Pois bem, caso você não aceite a nova política de unificação de dados do Google, sabe qual é sua opção? Não usar os serviços. Tais mudanças podem facilmente ultrapassar a linha de privacidade proposta pela empresa. E elas também indicam que as recentes mudanças — como a adição da “busca social” com o Google+ — mostram um caminho bem diferente daquele Google que pregou a ideia de “lucrar sem ser demoníaco”. E bem parecido com aquilo que Larry Page criticou em uma entrevista à revista Playboy em 2004:

PLAYBOY: Os portais tentam criar o que eles chamam de conteúdo pegajoso, para manter o usuário pelo maior tempo possível neles.

PAGE: Esse é o problema. A maioria dos portais mostra seu próprio conteúdo acima de outros conteúdos da internet. Nós acreditamos que isso é um conflito de interesse, algo análogo a ganhar dinheiro com resultados de busca. A ferramenta de busca deles não necessariamente oferece os melhores resultados; ele oferece os melhores resultados do portal. O Google tenta, de forma consciente, ficar longe disso. Nós queremos que você saia do Google e chegue ao lugar certo o mais rápido possível. É um modelo bem diferente.

Agora, você tem até o dia primeiro de março para rever toda a sua vida online e pensar no que você quer compartilhar em cada serviço do Google. E fique de olhos bem abertos quando aquela publicidade extremamente direcionada atingir sua tela. [Google Blog e Gizmodo US]

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Veja a cláusula 11 dos Termos de Uso do Google: https://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/blog/clausula-11-do-google

Cláusula 11 do Google

Acho que é um ponto interessante para uma discussão educacional e de cidadania.

Data da redação da mensagem: 18/11/2010

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Faz pouco tempo que comecei a prestar atenção aos Termos de Uso das ferramentas chamadas de “gratuitas” na Internet. O usuário, ao fazer o cadastro, necessita concordar com o Contrato. Vejamos o exemplo dos serviços do Google. A cláusula 11 prevê que o usuário concede ao Google uma licença IRREVOGÁVEL, PERPÉTUA e MUNDIAL para REPRODUZIR, ADAPTAR, MODIFICAR, TRADUZIR, PUBLICAR, DISTRIBUIR, EXIBIR os conteúdos.

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Fonte: http://www.google.com/accounts/TOS?hl=pt_BR

11. Licença de conteúdo do usuário

11.1 O usuário retém direitos autorais e quaisquer outros direitos que já tiver posse em relação ao Conteúdo que enviar, publicar ou exibir nos Serviços ou através deles. Ao enviar, publicar ou exibir conteúdo, o usuário concede ao Google uma licença irrevogável, perpétua, mundial, isenta de royalties e não exclusiva de reproduzir, adaptar, modificar, traduzir, publicar, distribuir publicamente, exibir publicamente e distribuir qualquer Conteúdo que o usuário enviar, publicar ou exibir nos Serviços ou através deles. Essa licença tem como único objetivo permitir ao Google apresentar, distribuir e promover os Serviços e pode ser revogada para certos Serviços, conforme definido nos Termos Adicionais desses Serviços.

11.2 O usuário concorda que essa licença inclui o direito do Google de disponibilizar esse Conteúdo a outras empresas, organizações ou indivíduos com quem o Google tenha relações para o fornecimento de serviços licenciados e para o uso desse Conteúdo relacionado ao fornecimento desses serviços.

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ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS

17. Anúncios

17.1 Alguns dos Serviços são mantidos por receita proveniente de publicidade e podem exibir anúncios e promoções. Tais anúncios podem ser contextuais ao conteúdo da informação armazenada nos Serviços, pesquisas feitas por meio dos Serviços ou outras informações.

17.2 A maneira, modo e abrangência da publicidade do Google nos Serviços estão sujeitos a alterações sem aviso prévio específico ao usuário.

17.3 Considerando a concessão por parte do Google do acesso e uso dos Serviços, o usuário manifesta o seu acordo sobre a possibilidade de o Google colocar tais anúncios nos Serviços.

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DESATIVAÇÃO DA CONTA

4. Prestação dos Serviços pelo Google

4.4 O usuário reconhece e aceita que, se o Google desativar a sua conta, poderá ser impedido de acessar os Serviços, os detalhes da conta ou quaisquer arquivos ou outros conteúdos que estejam na conta.

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TERMOS DE USO DO GOOGLE BLOGGER (BLOGSPOT)

Encerramento unilateral e imotivado

Fonte: http://www.blogger.com/terms.g

10. Encerramento e Suspensão. O Google pode, conforme julgar necessário, a qualquer momento e por quaisquer motivos, encerrar o fornecimento do Serviço, encerrar este Contrato ou suspender ou encerrar sua conta. Em caso de encerramento, sua conta será desativada e você poderá não ter
acesso à sua conta ou a quaisquer arquivos ou conteúdos da mesma […]

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Veja matéria sobre ausência de privacidade na nova política do Google:
https://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/blog/ausencia-de-privacidade-google

Filme em DVD Piratas do Vale do Silício

Gente

Acho que vale a pena assistir o filme em DVD Piratas do Vale do Silício.

Pode ser interessante para conhecer um pouco o espírito empresarial e financeiro que move o software proprietário, para contrapô-lo ao espírito de cooperação e compartilhamento do software livre.

O filme apresenta uma versão romanceada do início da era dos computadores pessoais.

Dois principais personagens:

1 STEVE JOBS, fundador da Apple (empresa fabricante dos computadores Mac e do iPod, iPhone e iPad, entre outros). http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs

2 BILL GATES, fundador da Microsoft. http://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Gates

Personagens secundários:
Steve Wozniak, sócio de Steve Jobs. http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Wozniak
Paul Allen e Steve Ballmer, sócios de Bill Gates. http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Allen
http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Ballmer

Agumas fotos da pessoas representadas no filme: https://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/monitorapatricia/archives/48

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Artigo da Wikipédia sobre o filme:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Piratas_do_Vale_do_Sil%C3%ADcio

Piratas do Vale do Silício (Pirates of Silicon Valley), de 1999, é um filme feito para a televisão, pela TNT, escrito e dirigido por Martyn Burke. Baseado no livro Fire in the Valley: The Making of The Personal Computer, de Paul Freiberger e Michael Swaine, o filme oferece uma versão dramatizada do nascimento da era da informática doméstica, desde o primeiro PC, através da histórica rivalidade entre a Apple e seu Macintosh e a Microsoft, indo desde o Altair 8800 da empresa MITS, passando pelo MS-DOS, pelo IBM PC e terminando no Microsoft Windows.

O filme começa no início da década de 1970 e termina em 1997, pouco antes de Steve Jobs ser demitido da Apple por John Sculley.

Começando no campus da UCB (Universidade de Berkley) durante o período do Movimento Liberdade de Expressão, o filme expõe as aflições dos amigos Steve Jobs (Noah Wyle) e Steve Wozniak (Joey Slotnick), que formariam a Apple Computer; e os estudantes de Harvard, Bill Gates (Anthony Michael), Steve Ballmer (John Di Maggio) e o amigo de Gates, Paul Allen (Josh Hopkins), que criariam a Microsoft.

Gates, Jobs e Wozniak deixariam a universidade (Jobs foi na realidade, um estudante do Reed College) por um curto período, mas isto não é documentado no filme; Wozniak logo regressaria à UCB, para poder tomar o papel no crescimento da revolução dos computadores pessoais. O filme é narrado pelo ponto de vista de Wozniak e Ballmer.

Página oficial do filme:
http://alt.tnt.tv/movies/tntoriginals/pirates

Fiz uma busca e o filme está disponível para aquisição em DVD:
http://www.videolar.com, http://www.walmart.com.br, etc.

Meios de comunicação cerceiam a liberdade de expressão

Levante sua Voz

Fonte: http://vimeo.com/7459748

Vídeo “Levante sua voz”

Vídeo produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung remonta o curta ILHA DAS FLORES de Jorge Furtado com a temática do direito à comunicação. A obra faz um retrato da concentração dos meios de comunicação existente no Brasil.

Roteiro, direção e edição: Pedro Ekman
Produção executiva e produção de elenco: Daniele Ricieri
Direção de Fotografia e câmera: Thomas Miguez
Direção de Arte: Anna Luiza Marques
Produção de Locação: Diogo Moyses
Produção de Arte: Bia Barbosa
Pesquisa de imagens: Miriam Duenhas
Pesquisa de vídeos: Natália Rodrigues
Animações: Pedro Ekman
Voz: José Rubens Chachá

Alerta contra riscos do ChromeOS da Google

Não guarde seus arquivos pessoais na nuvem da Google ou na nuvem de qualquer outra empresa. Preserve seus dados no seu próprio computador. E faça cópia de segurança https://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/copia-de-seguranca. ;-)

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Richard Stallman, fundador de GNU, advierte: El ChromeOS de Google representa la pérdida del control sobre nuestros datos

Charles Arthur
guardian.co.uk

Traducido para Rebelión por Ricardo García Pérez
Fonte:
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=119047&titular=richard-stallman-fundador-de-gnu-advierte:-el-chromeos-de-google-representa-la-p%E9rdida-del-control

Un defensor del software libre advierte que e stá previsto que la nueva computación en nube del sistema operativo lanzado por Google empuje a la gente a una «computación descuidada» .

El nuevo ChromeOS de computación en nube de Google parece un proyecto «para fomentar que la gente se entregue a una computación descuidada» al obligarlos a almacenar su información en la nube, en lugar de en equipos que se encuentren directamente bajo su control, advierte Richard Stallman, fundador de la Fundación para el Software Libre [FSF, Free Software Foundation] y creador del sistema operativo GNU.

Stallman, un veterano de la informática que es firme defensor del software libre a través de su Fundación para el Software Libre, advirtió hace dos años que hacer uso generalizado de la computación en nube era «peor que ser imbécil», ya que suponía perder el control sobre la información.

Ahora afirma que cada vez le preocupa más que Google haya lanzado su sistema operativo ChromeOS, que está basado en GNU/Linux y concebido para el almacenamiento local de la menor cantidad posible de información. Por el contrario, descansa sobre una conexión de datos que vinculen la «nube» de servidores de Google, ubicados en lugares desconocidos, para que almacenen documentos y otros datos.

Entre los riesgos que comporta el almacenamiento de los datos en la máquina de una empresa, en lugar de en nuestro propio equipo, se encuentra la pérdida de derechos legales sobre la información. Stallman señala que «en Estados Unidos se pierden incluso derechos legales si almacenas la información en las máquinas de una empresa en lugar de en la tuya. La policía está obligada a presentar una orden de registro si quiere obtener la información de tu ordenador; pero si los datos están almacenados en el servidor de una empresa, la policía puede obtenerlos sin presentarte nada. Puede incluso que ni siquiera tenga que presentar a la empresa una orden de registro».

Google inició la semana pasada la presentación «tranquila» de ChromeOS, en la que presumió de algunos aspectos del software y suministró portátiles Cr-48 con el sistema instalado a los desarrolladores y a algunos periodistas mientras decía que no estará disponible de forma generalizada hasta mediados de 2011.

Eric Schmidt, director general de Google, lo elogió en una entrada de su blog: «Para mí, este tipo de anuncios son los más importantes de mi vida profesional, pues demuestran el verdadero poder de la ciencia informática para transformar la vida de las personas. Es extraordinario que plataformas muy complejas puedan ofrecer soluciones maravillosamente simples como Chrome y ChromeOS, que cualquiera es capaz de utilizar desde el primer momento si lo comprenda bien», escribió. «Cuando los desarrolladores empiezan a jugar con nuestro ordenador Chrome OS Cr-48 beta ven que, aunque todavía está en mantillas, funciona increíblemente bien. Se puede construir todo lo que solías combinar con software cliente aprovechándose al completo de la capacidad de la web.»

Pero Stallman no se deja impresionar. «Creo que a los comercializadores les gusta la “computación en nube” porque carece de significado sustancial. El significado del término no es una entidad, sino una actitud: “Permitid que fulano, mengano o zutano guarden vuestros datos, que fulano, mengano o zutano hagan la tarea informática por vosotros (y la controlen)”. Quizá el concepto “computación descuidada” fuera más adecuado.»

Ve un problema al acecho: «Supongo que muchas personas seguirán pasándose a la computación descuidada porque cada minuto nace un idiota. Quizá el gobierno estadounidense trate de fomentar que las personas alojen sus datos donde el gobierno pueda apoderarse de ellos sin mostrarles una orden de registro, en lugar de en sus propios inmuebles. Sin embargo, mientras hayamos bastantes que sigamos manteniendo nuestros datos bajo control, podemos seguir haciéndolo. Y será mejor que lo hagamos o, de lo contrario, desaparecerá esa alternativa».

La responsabilidad de los proveedores de computación en nube ha ocupado el primer plano de la atención desde hace un par de semanas, cuando Amazon eliminó el contenido de Wikileaks de su servicio de computación en nube EC2 alegando que el portal de las filtraciones había quebrantado las condiciones y las cláusulas del contrato… y sin brindarse a negociar al respecto.

Stallman sólo ve un aspecto digno de elogio en ChromeOS: es heredero de GNU/Linux. «En esencia, ChromeOS es el sistema operativo de GNU/Linux. Sin embargo, se ofrece sin las aplicaciones habituales y está equipado para impedir y obstaculizar la instalación de aplicaciones», declaró a The Guardian . «Diría que el problema reside en la naturaleza de la misión que se ha previsto que cumpla ChromeOS. Sobre todo, animarte a guardar los datos en otra parte y a hacer las tareas informáticas en otra parte, en lugar de en tu propio ordenador.»

• Stallman advierte a los hackers potenciales que no se descarguen la aplicación LOIC que se impone como método para manifestar su ira contra portales contrarios a Wikileaks; no porque piense que la protesta es un error, sino porque el código de la herramienta no está a la vista del usuario. «Me parece que utilizar LOIC es en la red el equivalente de las protestas contra las tiendas que eluden impuestos en Londres. No debemos permitir que eso constriña el derecho a protestar», señala. «[Pero] si los usuarios no pueden modificarlo, no deberían confiar en él.»

Corrección: Richard Stallman ha escrito lo siguiente: «Un artículo de la BBC informaba de que alguien de Sophos decía que LOIC was ” software desconocido ” y yo pensé que eso quería decir que era software propietario, pero me equivoqué. Resultó que LOIC es de hecho software libre, de manera que los usuarios pueden acceder al código fuente y modificarlo. Por consiguiente, sus mecanismos de funcionamiento no son un secreto como los de Windows, MacOS o Adobe Flash Player, de tal modo que nadie puede imponer a través de él códigos maliciosos, como se ha hecho con los otros paquetes citados.»

Fuente: http://www.guardian.co.uk/technology/blog/2010/dec/14/chrome-os-richard-stallman-warning