Linux

De Wiki Software Livre na Educação

Linux é um termo utilizado para se referir a Predefinição:PEPB2 que utilizem o núcleo Linux. O núcleo Linux foi desenvolvido pelo programador finlandês Linus Torvalds, inspirado no sistema Minix. O seu código fonte está disponível sob a licença GPL (versão 2) para que qualquer pessoa o possa utilizar, estudar, modificar e distribuir livremente de acordo com os termos da licença.

Inicialmente desenvolvido e utilizado por grupos de entusiastas em computadores pessoais, os Predefinição:PEPB2 com núcleo Linux passaram a ter a colaboração de grandes empresas como IBM, Sun Microsystems, Hewlett-Packard (HP), Red Hat, Novell, Oracle, Google, Mandriva e Canonical.<ref>Members (em inglês) linuxfoundation.org.. Página visitada em 28/01/2015.</ref>

Apoiado por pacotes igualmente estáveis e cada vez mais versáteis de softwares livres para escritório (LibreOffice, por exemplo) ou de uso geral (projeto GNU) e por programas para micro e pequenas empresas que na maioria dos casos em nada ficam a dever aos seus concorrentes proprietários, e interfaces gráficas cada vez mais amigáveis como o KDE e o GNOME, o núcleo Linux, conhecido por sua estabilidade e robustez, tem gradualmente caído no domínio popular, encontrando-se cada vez mais presente nos computadores de uso pessoal atuais. Mas já há muito que o Linux se destaca como o núcleo preferido em servidores de grande porte, encontrando-se quase sempre presente nos mainframes de grandes empresas e até mesmo no computador mais rápido do mundo, o Tianhe-2, chinês (lista TOP500).

Índice

História[editar]

Arquivo:Linus Torvalds.jpeg
Linus Torvalds, criador e principal mantenedor do núcleo Linux.

O núcleo Linux foi, originalmente, escrito por Linus Torvalds do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Helsinki, Finlândia, com a ajuda de vários programadores voluntários através da Usenet (uma espécie de sistema de listas de discussão existente desde os primórdios da Internet).

Linus Torvalds começou o desenvolvimento do núcleo como um projeto particular, inspirado pelo seu interesse no Minix, um pequeno sistema UNIX desenvolvido por Andrew S. Tanenbaum. Ele limitou-se a criar, nas suas próprias palavras, "um Minix melhor que o Minix" ("a better Minix than Minix"). E depois de algum tempo de trabalho no projecto, sozinho, enviou a seguinte mensagem para comp.os.minix:

Predefinição:Quote1

Curiosamente, o nome Linux foi criado por Ari Lemmke, administrador do site ftp.funet.fi que deu esse nome ao diretório FTP onde o núcleo Linux estava inicialmente disponível.<ref>Lars Wirzenius (27 de abril de 1998). Linux Anecdotes. Página visitada em 15 de junho de 2007.</ref> Linus inicialmente tinha-o batizado como "Freax".<ref>Predefinição:Citar livro/autorLinux, Ferramentas Técnicas 2ed (em Português). 2 ed. [S.l.]: GDH Press e Sul Editores, 2006. 312 p. ISBN 85-205-0401-9</ref>

No dia 5 de outubro de 1991 Linus Torvalds anunciou a primeira versão "oficial" do núcleo Linux, versão 0.02. Desde então muitos programadores têm respondido ao seu chamado, e têm ajudado a fazer do Linux o sistema operacional que é hoje. No início era utilizado por programadores ou só por quem tinha conhecimentos, e usava linhas de comando. Hoje isso mudou, existem diversas empresas que criam ambientes gráficos, as distribuições são cada vez mais amigáveis de forma que uma pessoa com poucos conhecimentos consegue usar o Linux. Hoje o Linux é um sistema estável e consegue reconhecer muitos periféricos sem necessidade de se instalar os drivers de som, vídeo, modem, rede, entre outros.

Núcleo[editar]

Arquivo:Linux kernel ubiquity.svg
A onipresença da Núcleo Linux
Arquivo:KDE 4.3 desktop.png
KDE, interface gráfica para Linux

O termo Linux refere-se ao núcleo (Predefinição:Lang-en) do sistema operativo que incia e gerencia outros programas que fornecem o acesso aos recursos do sistema. Os vários códigos abertos de shells, compiladores, bibliotecas-padrão e os comandos que fazem parte do Projeto GNU. Ele foi criado pela Free Software Foudation como uma tentativa de criação de uma versão gratuita do Unix. O principal compilador do Linux C, gcc, é um pedaço do projeto GNU.<ref>Predefinição:Harvnb</ref>

Arquitetura[editar]

O Linux é um núcleo monolítico: as funções do núcleo (escalonamento de processos, gerenciamento de memória, operações de entrada/saída, acesso ao sistema de arquivos) são executadas no espaço de núcleo. Uma característica do núcleo Linux é que algumas das funções (drivers de dispositivos, suporte à rede, sistema de arquivos, por exemplo) podem ser compiladas e executadas como módulos (Predefinição:Lang-en), que são bibliotecas compiladas separadamente da parte principal do núcleo e podem ser carregadas e descarregadas após o núcleo estar em execução.

Portabilidade[editar]

Embora Linus Torvalds não tivesse como objetivo inicial tornar o Linux um sistema portátil, ele evoluiu nessa direção. Linux é hoje um dos núcleos de sistemas operativos mais portáteis, correndo em sistemas desde o iPaq (um computador portátil) até o IBM S/390 (um denso e altamente custoso mainframe).

Os esforços de Linus foram também dirigidos a um diferente tipo de portabilidade. Portabilidade, de acordo com Linus, era a habilidade de facilmente compilar aplicações de uma variedade de código fonte no seu sistema; consequentemente, o Linux originalmente tornou-se popular em parte devido ao esforço para que os códigos-fonte GPL ou outros favoritos de todos corressem em Linux.

O Linux hoje funciona em dezenas de plataformas, desde mainframes até um relógio de pulso, passando por várias arquitecturas: x86 (Intel, AMD), x86-64 (Intel EM64T, AMD64), ARM, PowerPC, Alpha, SPARC e etc, com grande penetração também em sistemas embarcados, como handhelds, PVR, consola de videojogos, celulares, TVs e centros multimídia, entre outros.

Termos de licenciamento[editar]

Inicialmente, Torvalds lançou o Linux sob uma licença de software que proibia qualquer uso comercial. Isso foi mudado de imediato para a GNU General Public License. Essa licença permite a distribuição e mesmo a venda de versões possivelmente modificadas do Linux, mas requer que todas as cópias sejam lançadas dentro da mesma licença e acompanhadas do código fonte.

Apesar de alguns dos programadores que contribuem para o núcleo permitirem que o seu código seja licenciado com GPL versão 2 ou posterior, grande parte do código (incluído as contribuições de Torvalds) menciona apenas a GPL versão 2. Isto faz com que o núcleo como um todo esteja sob a versão 2 exclusivamente, não sendo de prever sua adoção da nova GPLv3.

Sistemas de arquivos suportados[editar]

O Linux possui suporte de leitura e escrita a vários sistema de arquivos, de diversos sistemas operacionais, além de alguns sistemas nativos. Por isso, quando o Linux é instalado em dual boot com outros sistemas (Windows, por exemplo) ou mesmo funcionando como Live CD, ele poderá ler e escrever nas partições formatadas em FAT e NTFS. É por isso que os Live CDs Linux são muito utilizados na manutenção e recuperação de outros sistemas operacionais.<ref>SystemRescueCd Homepage (em inglês) sysresccd.org.. Página visitada em 28/01/2015.</ref>

Entre os sistemas de ficheiros suportados pelo Linux, podemos citar UFS (Unix), FAT, NTFS, JFS, XFS, HPFS, Minix e ISO 9660 (sistema de ficheiros usado em CD-ROMs), este último também com as extensões RRIP (IEEE P1282) e ZISOFS.<ref>zisofs-tools (em inglês) freshmeat.net.. Página visitada em 28/01/2015.</ref> Alguns sistemas de ficheiros nativos são, entre outros, Ext2, Ext3, Ext4, ReiserFS e Reiser4.<ref name="reiser4">Reiser4 ainda está em desenvolvimento.</ref> Alguns sistemas de ficheiros com características especiais são SWAP, UnionFS, SquashFS, Tmpfs, Aufs e NFS, dentre outros.

Sistema operacional[editar]

Logo que Linus Torvalds passou a disponibilizar o Linux, ou seja na sua versão 0.01, já havia suporte ao disco rígido, tela, teclado e portas seriais, o sistema de arquivos adotava o mesmo layout do Minix (embora não houvesse código do Minix no Linux), havia extensos trechos em assembly, e ela já era capaz de rodar o bash e o gcc.

Predefinição:Quote1

O próprio usuário deveria procurar os programas que dessem funcionalidade ao seu sistema, compilá-los e configurá-los. Talvez por isso, o Linux tenha carregado consigo a etiqueta de sistema operativo apenas para técnicos. Foi neste ambiente que surgiu a MCC Interim Linux, do Manchester Computer Centre, a primeira distribuição Linux, desenvolvida por Owen Le Blanc da Universidade de Manchester, capaz de ser instalada independentemente em um computador. Foi uma primeira tentativa de facilitar a instalação do Linux.

Desde o começo, o núcleo Linux incluía um sistema básico para chamadas do sistema e acesso aos dispositivos do computador. O núcleo de um sistema operativo define entre várias operações, o gerenciamento da memória, de processos, dos dispositivos físicos no computador e é uma parte essencial de qualquer sistema operacional utilizável, contudo para um sistema operacional adquirir funcionalidade são necessários também vários outros aplicativos que determinam funções específicas que aquele sistema será capaz de desenvolver, os aplicativos existentes num sistema operacional com a única exceção do núcleo são determinados pelo usuário do computador, como por exemplo: interpretadores de comandos, gerenciadores de janelas, que oferecem respectivamente uma interface para o usuário do computador, CLI ou GUI, e outros aplicativos como editores de texto, editores de imagem, tocadores de som, e, mas não necessariamente, compiladores.

A maioria dos sistemas inclui ferramentas e utilitários baseados no BSD e tipicamente usam XFree86 ou X.Org para oferecer a funcionalidade do sistemas de janelas X — interface gráfica. Assim como também oferecem ferramentas desenvolvidas pelo projeto GNU.

No momento do desenvolvimento do Linux, vários aplicativos já vinham sendo reunidos pelo Projeto GNU da Free Software Foundation (‘Fundação Software Livre’), que embarcara num subprojeto que ainda continua para obter um núcleo, o GNU Hurd. Porém devido a várias complicações o projeto GNU e demora em desenvolver o Hurd, Stallman acabou adotando o núcleo Linux como base para distribuir os programas do projeto GNU ; no entanto diversas pessoas e instituições tiveram a mesma ideia e assim começaram a surgir várias distribuições baseadas no núcleo desenvolvido inicialmente por Linus.

Diretórios[editar]

Os scripts de shell, que são:os arquivos de textos, os comandos executáveis, entre outros arquivos comuns são nomeados como arquivos regulares. Estes tipos de arquivos possuem dados que podem ser lidos ou executados por instruções. Também há arquivos que não são regulares, como diretórios ou redirecionamentos com nomes. Eles contêm dados singulares ou possuem comportamentos especiais quando acessados.<ref name="Burtch12" >Predefinição:Harvnb</ref>

Os arquivos são organizados em diretórios ou listagens de arquivos. Todos os demais arquivos no Linux, um diretório é lidado também como um tipo de de arquivo. Cada diretório poderá conter um subdiretório, originando assim uma lista hierárquica. Os diretórios são organizados somente em uma árvore monolítica. O mais alto dos diretórios é chamado de diretório-raíz. Ele se difere em relação aos outros sistemas operacionais, que tem discos marcados separadamente. O Linux lida qualquer parte do disco como um subdiretório dentro dessa estrutura do principal diretório. Partindo do ponto de vista do usuário, é praticamente impossível afirmar em qual parte do disco é pertencido um respectivo diretório, pois aparentemente tudo pertence ao único disco.<ref name="Burtch12" />

O nome de caminho é uma string que mostra uma localização de um arquivo, de acordo com sua ordem de diretórios que for encontrado ao passar. O diretório-raiz, é determinado com o símbolo da barra (/). O uso de mais nomes de barras e diretórios especifica os diretórios adicionais. Quando os usuários se conectam, são trazidos no diretório pessoal chamado de seu diretório de entrada. Esse diretório é tipificado com um til (~) em Bash.<ref name="Burtch12" />

O diretório de trabalho, ou chamado também diretório corrente é representado por um ponto final (.). Quando ele não começa com uma barra, o Bash julga que é um caminho relativo ao diretório de trabalho. O diretório-pai, é simbolizado por dois pontos (..). Esses dois pontos podem ser usados em qualquer diretório a fim de mover em direção ao diretório-raiz da árvore de diretórios, anulando assim o diretório dito anteriormente em um caminho.<ref name="Burtch12" />

Os nomes de caminhos sem uma barra inicial são nomeados de caminhos relativos, pois eles especificam a localização de um arquivo em comparação ao diretório corrente. Esses caminhos relativos são de utilidade para representar arquivos em seu diretório corrente ou em subdiretórios deste.<ref name="Burtch13" >Predefinição:Harvnb</ref>

Os caminhos com uma barra no início são nomeados de caminhos absolutos. Esses tipos de caminhos denotam a localização do arquivo em comparação ao diretório-raiz. Não importando onde que esse diretório-raiz estiver. Os caminhos absolutos sempre identificam o arquivo com precisão. Esses caminhos absolutos servem de localização de arquivos comuns que são guardados sempre no mesmo lugar.<ref name="Burtch13" />

A maioria das distribuições Linux incluem os respectivos diretórios:<ref name="Burtch13" />

  • /dev - Contém drives de dispositivos.
  • /bin e /usr/bin - Contém comandos-padrão de Linux.
  • /lib e /usr/lib - Possui as bibliotecas-padrão de Linux.
  • /var - Possui arquivos de configuração e de log.
  • /etc - Possui arquivos padrão de configuração.
  • /usr/local/bin - Possui comandos que não são parte da distribuição, acrescentando pelo seu administrador.
  • /opt - Possui software comercial
  • /tmp -Armazena arquivos temporários.
  • /sbin e /usr/sbin - Possui comandos de administração de sistema.

Distribuições[editar]

Grupo Relação professor-aluno[editar]

PROJETO DE APRENDIZAGEM
Dúvidas temporárias Certezas provisórias
1 alinhamento centrado alinhamento à esquerda
2
3
4
5

-- Escrevam aqui o rascunho do trabalho:

DÉBORA PLOCHARSKI HAAG[editar]

-- Andamento das discussões:

Email da Débora (25/05):

Bom dia colegas,

Como havíamos combinado, estou enviando nossos pensamentos iniciais à respeito do nosso trabalho. Eu e o Felipe havíamos conversado sobre termos cuidado para não deixarmos o tema aberto demais, para não nos perdermos na discussão. O professor passou dois links para pesquisa de artigos e como teremos tempo para fazermos o trabalho em aula, pensei em cada um de nós ler um artigo diferente para discutirmos na segunda. Assim podemos ir nos comunicando para não lermos os mesmos artigos. Tatiana , se quiseres mandar teus comentários por email para que possamos discutí-los na segunda seria ótimo. Aí vamos te atualizando e mandando por escrito as nossas reflexões.

Os sites são: www.sielo.br e sabi.ufrgs.br

A princípio nosso trabalho contemplava os seguintes apontamentos:

Relação Professor -aluno, desinteresse do aluno, realidade do aluno.

Reflexões feitas em aula:

DÚVIDAS TEMPORÁRIAS

- que tipo de didática está se usando hoje para atrair o aluno?

- mobilidade cultural ( acho que sería algo como: até onde a mobilidade curricular pode dar conta de fazer com que o aluno se interesse pelas aulas? E qual a preparação que o professor recebe para isso?)

- Qual a mair causa de desinteresse dos alunos (aqui acho que se encaixa o fato da não contemplação da realidade do aluno no currículo, ou no planejamento de aula.)

- o que buscam os alunos na escola?

- Que tipo de assunto ou atividade atrai o aluno? (este é um caminho para o qual eu acho que não devemos nos estender para não perdermos o foco. Ficar dando idéias ou soluções.)

- o que facilita ou dificulta a fixação do conhecimento.

CERTEZAS PROVISÓRIAS

- não existe um modelo que dê conta dos interesses do aluno.

- UCA - projeto de informatização. Realidade do jovem e ou criança.

Bem eu acho que é isso. Nos falamos. Débora


FELIPE GRUNE EWALD[editar]

31.mai.12 Anotações das leituras:

KNÜPPE, Luciane.Motivação e desmotivação: desafio para as professoras do Ensino Fundamental. Educar, Curitiba, n. 27, p. 277-290, 2006.

objetivo investigar como as professoras motivam seus alunos e que recursos utilizam para isso, constatou que as educadoras do Ensino Fundamental (1a a 4a série) precisam motivar seus alunos para o ensino, e para isso necessitam estar motivadas; realizar atividades criativas e envolventes.

p. 278 Pesquisas mostram que as crianças estão chegando às escolas cada vez mais desmotivadas com os estudos, o que gera a repetência e muitas vezes a evasão escolar. Segundo Zenti (2000), são muitos os problemas causados pela desmotivação, no entanto acredita que não existe uma receita mágica para fazer as aulas serem o foco de atenção das crianças.

O objetivo principal desta pesquisa foi de investigar como as professoras motivam seus alunos e que recursos utilizam para isso.

Segundo Torre (1999), “a motivação escolar é algo complexo, processual e contextual, mas alguma coisa se pode fazer para que os alunos recuperem ou mantenham seu interesse em aprender” (p. 09).

Os dados da pesquisa foram coletados por meio de entrevistas individuais com dezesseis professoras, sendo oito de escolas públicas e oito de escolas privadas.

p. 280 definição: A motivação é entendida, segundo Huertas (2001), como um processo psicológico, ou seja, ela é proporcionada por meio dos componentes afetivos e emocionais. De acordo com os estudos de Fita (1999) “a motivação é um conjunto de variáveis que ativam a conduta e a orientam em determinado sentido para poder alcançar um objetivo” (p. 77). Assim, a motivação consiste em determinadas ações que levam as pessoas a alcançar seus objetivos.

Para Huertas (2001), quando uma ação se encontra regulada intrinsecamente, esta se fundamenta principalmente em três características: autodeterminação; competência e satisfação em fazer algo próprio e familiar. Segundo Fita (1999), “a própria matéria de estudo desperta no indivíduo uma atração que o impulsiona a se aprofundar nela e a vencer os obstáculos que possam ir se apresentando ao longo do processo de aprendizagem” (p. 78).

p. 281 No processo ensino-aprendizagem, a motivação deve estar presente em todos os momentos. Quanto a isso, Fita (1999) explica que muitas vezes dize- mos que para o aluno ter motivação em aula é importante ter um bom professor. Ouve-se dizer também, que um bom professor é aquele que sabe motivar seu aluno. De acordo com esse posicionamento, Huertas (2001) salienta que toda motivação deve estar relacionada a metas e objetivos, portanto, um bom pro- fessor possui metas de ensino, o que tornará o aluno motivado a aprender. - entendimento equivoco? trata da motivacao do professor; a motivacao como algo proprio, interno. o professor influenciará o aluno no desenvolvimento da motivação da apren- dizagem. Para Huertas, quanto mais consciente for o professor com relação a motivação, melhor será a aprendizagem de seu aluno.

profa. entrevistada: "A escola não é mais um lugar legal. As crianças preferem ficar em casa assistindo um vídeo ou brincando na praça, porque aqui eles ficam copiando do quadro e sentados a tarde toda. Que graça tem?”.

p. 282 Os relatos mostraram que muitas professoras estão desmotivadas com o método de ensino e com a receptividade de seus alunos. Alegam que estar na escola hoje, para uma criança sadia e cheia de energia, é algo cansativo e desgastante. Quanto a isso, Pozo (2002) explica que “na aprendizagem, é preciso procurar sempre um motivo” (p. 138), e o que essas professoras relatam é que seus alunos não o estão encontrando.

Pozo (2002) explica que, “normalmente, não é que não estejam motivados, que não se movam em absoluto, mas sim que se movem para coisas diferentes e em direções diferentes das que pretendem seus professores” (p. 139). Como ilustrou uma entrevistada: “A gente fica ali na frente se matando pra ensinar alguma coisa, e eles parecem que não estão nem aí. Estão preocupados com outros assuntos”.

A motivação não é um problema apenas dos alunos, mas dos professores também. Como ilustrou a fala de uma entrevistada: “Eu entendo meus alunos. Às vezes eu também vou dar aula sem vontade de nada”.

p. 283 A análise dos dados mostrou que a falta de motivação também está muito relacionada ao grande número de alunos nas salas de aulas. os relatos mostram que o acúmulo de crianças na sala de aula acarreta uma desmotivação do aluno também, pois apresentam mais dificulda- de em relacionar-se com a professora e colegas, gera certos empecilhos para poderem questionar suas dúvidas e as professoras reclamam das conversas paralelas que atrapalham o rendimento. Como ilustrou uma entrevistada: “É tanta criança na sala, que a gente nem consegue dar atenção pra todos”.

ao relatar os tipos de motivação que as fazem ficar entusiasmadas, a grande maioria citou a expectativa e receptividade dos alunos. “O que mais me frusta, é quando criamos uma grande expectativa em torno da nossa aula. E o retorno que os alunos dão não estava de acordo com o que a gente imaginou. Isso nos deixa totalmente desmotivadas”.

p. 284 Pozo (2002) acredita que o aluno deve criar uma certa expectativa com relação à aprendizagem, para assim sentir-se motivado. pode-se interpretar que nem sempre o que deseja o professor está relacionado ao desejo do aluno.

Durante as entrevistas, foi possível perceber que as professoras estão motivadas com sua profissão, não pelo salário oferecido, mas pelo retorno que têm de seus alunos.

p.285 As professoras relataram que um dos grandes motivos da falta de interesse pelos estudos, muitas vezes está relacionado às notas baixas.

A desmotivação pelos estudos foi apontado como sendo o grande proble- ma das escolas. Muitas crianças chegam cansadas nas escolas porque tiveram uma manhã cheia de atividades (judô, natação, futebol, aula de dança, aula de inglês). Outras preferem brincar com jogos eletrônicos e não fazem as tarefas escolares, e, segundo as entrevistadas, chegam na escola preocupados com a hora da saída para continuarem sua brincadeira em casa, além da falta de co- brança de muitas famílias, que muitas vezes por causa do acúmulo de tarefas e o excesso de trabalho, atribuem pouco tempo aos seus filhos. As entrevistadas apontaram que o incentivo da família auxilia na motivação das crianças para com os estudos.

p. 286 Ao serem indagadas sobre como motivam seus alunos em sala de aula, as professoras foram unânimes, afirmando que dão o melhor de si, procuram trazer atrativos que os motivam, assuntos e trabalhos interessantes, para que assim, consigam estimular as crianças para os estudos. “Acredito que é de pequeno que se aprende a estudar. Por isso faço de tudo pra eles gostarem de vir para a escola”. Mas acreditam que seus alunos aprendem melhor aquilo que é de interesse deles. Alguns alunos da quarta série do ensino fundamental, segundo as professoras, alegam que aprendem coisas que não gostam, ou seja, de acordo com a interpretação das entrevistadas, “aprendem coisas que não fazem sentido a eles”. Segundo os estudos de Tapia (1999), é importante as crianças aprenderem algo que faça sentido, como por exemplo, “descobrir, por trás das palavras que se constroem, significados conhecidos e experimentar o domínio de uma nova habilidade, encontrar explicação para um problema relativo a um tema que se deseja compreender” (p. 19).

p. 287 De acordo com as entrevistadas, o que desmotiva as crianças para com os estudos são as encantadoras tecnologias como, por exemplo, o vídeo-game e jogos eletrônicos, que não estão disponíveis na escola, além da falta de cobrança de muitos pais em casa.

motivação deve partir do aluno, mas o professor e a escola precisam oferecer subsídios para que isso aconteça. Pode-se ser citado como subsídio em primeiro lugar a aproximação dos conteúdos escolares com a realidade das crianças, pois muitas vezes são discutidos assuntos em sala de aula, que o aluno desconhece. Por essa razão, a pesquisa constatou que explicar por que e como utilizar certos conteúdos escolares pode auxiliar na motivação dos alunos.

Foi apontado como necessário o incentivo da família, como, por exemplo, perguntar ao filho como foi a aula ou pedir para ver o caderno. Esses fatores auxiliam na motivação, uma vez que a criança vai à escola com o prazer de voltar para casa e poder comentar como foi seu dia.

_*_*_*_*_*

NEVES, Edna Rosa Correia & BORUCHOVITCH, Evely. A Motivação de Alunos no Contexto da Progressão Continuada. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Vol. 20 n. 1, pp. 077-085, Jan-Abr, 2004.

p. 77 Este trabalho teve como objetivo investigar as orientações motivacionais intrínsecas e extrínsecas de alunos no contexto da progressão continuada.

Os resultados indicaram que uma porcentagem expressiva de estudantes não conhecem o sistema de progressão continuada. Quanto à motivação para estudar, mesmo sabendo que não irão repetir de ano, os alunos apresentaram uma orientação motivacional predominantemente intrínseca com o avançar da idade e da escolaridade.

p.78 A visão dos professores sobre o impacto das reformas no cotidiano escolar foi descrita por Fusari, Almeida, Santos, Pimenta e Manfredi (2001) tendo como referência uma pes- quisa de opinião realizada pelo Sindicato de Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo em 2000 com 10.027 professores. Os resultados revelaram que para a maioria dos entrevistados (88,1%) a implantação dos ciclos e progressão continuada não ajudou a melhorar as condições de ensino e aprendizagem. Afirmaram, ainda, que a inexistência de reprovação entre as séries está gerando um maior desinteresse dos alunos pelos conteúdos ensinados (93,3%). Finalmente, para 91,9% dos professores, a promoção automática está permitindo que os alunos progridam de uma série a outra sem se apropriarem dos conteúdos fundamentais.

Visando verificar o interesse, o valor dado ao estudo e os significados que a avaliação tem assumido para os estudantes de 1a a 8a séries do ensino fundamental após a implantação da progressão continuada, Arcas (2003) encontrou que os alunos expressam interesse pelo estudo independente da progressão continuada. As respostas apresentadas pelos estudantes apon- tam a escola como a principal forma de ascensão social e de melhoria de vida.

p. 79 Tendo como referencial as teorias sócio-cognitivas da motivação para aprendizagem, o presente trabalho procurou verificar a motivação do aluno no contexto da progressão continuada. No âmbito escolar, a motivação é o fator interno que impulsiona o aluno para estudar, iniciar os trabalhos e perseverar neles até o fim.

definição: Segundo Bzuneck (2001), toda pessoa dispõe de recursos pessoais como o tempo, a energia, os talentos, os conhecimentos e as habilidades. Esses recur- sos poderão ser investidos em qualquer atividade escolhida pelo indivíduo, sendo mantidos, enquanto estiverem atuando os fatores motivacionais. Desta forma, a motivação pode influenciar no modo como o indivíduo utiliza suas capa- cidades, além de afetar sua percepção, atenção, memória, pensamento, comportamento social, emocional, aprendiza- gem e desempenho. As abordagens sócio-cognitivistas da motivação têm de- monstrado a existência de duas orientações motivacionais: a intrínseca e a extrínseca. A motivação intrínseca configura-se como uma tendência natural para buscar novidades e desa- fios. O indivíduo realiza determinada atividade pela própria causa, por considerá-la interessante, atraente ou geradora de satisfação. É uma orientação motivacional que tem por característica a autonomia do aluno e a auto-regulação de sua aprendizagem. Já a motivação extrínseca tem sido definida como a motivação para trabalhar em resposta a algo externo à tarefa, como a obtenção de recompensas externas, materiais ou sociais, em geral, com a finalidade de atender solicitações ou pressões de outras pessoas, ou de demonstrar competên- cias e habilidades (Amabile, Hill, Hennessey & Tighe, 1994; Csikszentmihalyi & Nakamura, 1989; Fortier, Vallerand & Guay, 1995; Harackiewicks & Elliot, 1983; Mandelink & Harackiewicz, 1984; Sansone, 1986).

No contexto escolar, há indicadores de que a motivação intrínseca facilita a aprendizagem e o desempenho dos estudantes. O aluno intrinsecamente motivado envolve-se em atividades que oferecem a oportunidade para o aprimo- ramento de seus conhecimentos e de suas habilidades. Por sua vez, o indivíduo extrinsecamente motivado, realiza uma tarefa escolar para melhorar suas notas ou para conseguir prêmios e elogios (Guimarães, 2003). Estudos baseados na Teoria da Autodeterminação têm apresentado novas consi- derações sobre a motivação extrínseca, demonstrando que o comportamento extrinsecamente motivado também pode ser autodeterminado, não sendo necessariamente sempre negativo para a aprendizagem

Os dados foram coletados por meio de uma entrevista individual estruturada, com questões abertas, e mediante a apresentação de duas pranchas com duas histórias envolvendo a motivação intrínseca, a extrínseca e a progressão continu- ada.

p.81 Após os participantes responderem questões relativas ao conhecimento da progressão continuada, as pranchas foram apresentadas aos participantes, nas seguinte ordem: Prancha 1 – “Lino estuda muito, mesmo sabendo que se não estudar não irá repetir de ano. Você acha que ele está certo? Sim ou Não? Porque?” e Prancha 2 - “Gisele nunca gostou de estudar e está muito contente porque agora não precisa estudar e se esforçar para passar de ano. Você acha que ela está certa: Sim ou Não? Porque?”. No que concerne a prancha 1, 93,7% dos participantes concordaram com o personagem da história. Surgiram cinco categorias de respostas: Estudo como um valor importante (63,7%), Estudo como um meio de se evitar repetência fu- tura (17,5%), Estudo como uma obrigação (9,4%), Estudo como desnecessário (6,3%) e A escola deve reprovar o aluno (3,1%). Na prancha 2, 98,1% dos alunos discordaram do persona- gem da história. Foram encontradas 4 categorias de respostas: Estudo como um valor importante (75,6%), Estudo como uma obrigação (12,5%), Estudo como um meio de evitar repetência futura (10,0%) e Estudo como desnecessário (1,9%).

p. 82 Deve-se tomar cuidado quando se relaciona problemas de desinteresse dos alunos com o sistema de progressão continuada. Segundo Arcas (2003), a implantação desse regime não parece ter gera- do desinteresse dos alunos pela instituição escolar. Acresce-se que os resultados do presente estudo parecem indicar que os estudantes do ensino fundamental, podem ainda desconhecer o regime de progressão continuada.

Foi também objetivo deste estudo verificar o impacto da progressão continuada nas orientações motivacionais dos estudantes. Como os dados revelaram que a maioria dos participantes desconhece o fato de que seria promovido de série independentemente do seu desempenho escolar, não foi possível analisar o impacto desta medida educacional na motivação dos participantes.

No entanto, as respostas relacionadas à concordância ou não dos participantes com os personagens das histórias mostraram-se interessantes do ponto de vista educacional, já que a maioria estava relacionada aos aspectos positivos e às vantagens que a aprendizagem traz ao indivíduo, sendo mais intrínsecas à medida que os alunos avançam na idade e na escolaridade. Além disso, houve uma baixa freqüência de respostas relacionadas à obrigatoriedade e à desvalorização do estudo, tais como: estudo “como meio de evitar repetência futura”, “como obrigação” e “como desnecessário”.

semelhantes aos achados de Arcas (2003) confirmando que a maioria dos estudantes expressa motivação para estudar em função do papel da escola na promoção social do indivíduo. Nas duas investigações, os participantes parecem valorizar e reconhecer a importância do estudo para a vida, independente de qualquer outro fator.

Os dados obtidos na presente investigação demons- tram que estudantes provenientes de uma escola pública de Campinas – SP parecem privilegiar mais a motivação intrínseca que a extrínseca.

p. 83 Acredita-se que um achado importante do presente es- tudo tal como das investigações de Arcas (2003) e Martini (1999) diz respeito ao fato de que os alunos se apresentaram motivados para estudar desde o início da escolaridade, reco- nhecendo, de modo geral, o valor da função social da escola e apresentando crenças positivas e favoráveis à aprendizagem. Assim sendo, os educadores têm como função garantir que esta motivação se mantenha, além de assegurar que os aspec- tos referentes à motivação intrínseca e à meta aprender sejam trabalhados em sala de aula. Há uma série de intervenções de natureza psicopedagógica que podem ser realizadas no senti- do de promover a motivação para a aprendizagem e melhorar o desempenho acadêmico dos estudantes (Boruchovitch, 1994). No contexto escolar, as atividades devem ser desenvol- vidas levando-se em consideração os elementos promotores da motivação intrínseca como apresentar constantemente desafios, promover curiosidade, diversificar planejamentos (Guimarães, 2001), jogos educativos e de regras, dinâmicas de grupo e outras situações motivadoras.

Segundo Guimarães (2001), é necessário que o professor seja sensível às necessidades internas e perspectivas pessoais do aluno e propicie, em sala de aula, um clima enco- rajador de iniciativa e de auto-expressão.


_*_*_*_*_

Nosso termo de busca ficou: motivação e interesse dos alunos ensino básico, no google acadêmico (http://scholar.google.com.br).

Cada um escolhe no mínimo 2 artigos para ler e avisa os outros, através do email e registrando no wiki as referências bibliográficas.

Já ir elaborando perguntas para um questionário a ser aplicado pela Débora numa escola.

Pra escrever o trabalho, cada um faz um breve fichamento do que leu e coloca no wiki, pra depois juntarmos.

__==__==__


Escolhi o seguintes artigos: - [PDF] Motivação e desmotivação: desafio para as professoras do Ensino Fundamental L Knüppe - Educar em revista, 2006 - redalyc.uaemex.mx

- [PDF] A motivação de alunos no contexto da progressão continuada ERC Neves… - Psicologia: Teoria e Pesquisa, 2004 - SciELO Brasil

Tatiana: hoje fomos ao laboratório e experimentamos fazer algumas buscas. Achamos que estávamos sem rumo, precisando achar um eixo mais preciso de pesquisa. Então pensamos que o que seria mais interessante seria enfocar na motivação dos alunos. Então, o eixo fica sendo esse. Pode ser abordado por diferentes ângulos: as estratégias pedagógicas, a consideração da realidade dos alunos, o uso da informática na educação etc. Como ponto de partida, definimos um termo de busca e usamos o google acadêmico, como apontado na mensagem anterior. Caso essa busca se esgote ou se mostre improdutiva, podemos buscar outras coisas, mas mantendo o foco no eixo central da motivação do aluno.

MATEUS DE SOUZA CLEZAR[editar]

TATIANA DOS SANTOS SEQUEIRA[editar]

-- Andamento das discussões:

Email enviado aos colegas no dia 25/05:

Olá Grupo,

Sobre os pensamentos iniciais para o trabalho de psicologia.

Sobre as Dúvidas Temporárias:

- Eu sou monitora à distância em uma disciplina que trabalha o planejamento e a professora participa muito da realização de trabalhos com professores das escolas públicas, então, sobre essa questão da didática e do planejamento escolar, ela sempre me conta que os professores quase não se utilizam das teorias para construir as aulas. Isso acontece devido aqueles problemas que nos são tão conhecidos como: falta de tempo para planejar, falta de recursos, e etc. Ela tem percebido que das teorias que ela conhece e trabalha: Temas Geradores,Rede Temática, Rede Rizomática e Projetos de Trabalho, os professores trabalham mais os Projetos de Trabalho. A Rede Temática (que é baseada nos Temas Geradores) são mais complicados de se por em prática devido a realidade curricular dura das escolas. Posso contribuir bastante sobre as formas de planejamento, já que trabalho com elas.

- Sobre a mobilidade curricular confesso ficar sem contribuições iniciais, já que é um assunto o qual eu não domino. Mas seria interessante pesquisar a respeito.

- Com certeza o fato dos alunos não verem suas dúvidas e vidas levadas em consideração durante a construção do currículo escolar é o que causa o desinteresse por parte do mesmo. Acho que a 1º dúvida, que trata da questão do planejamento, já aborda essa questão.

- O que buscam os alunos na escola - trataria mais da questão da juventude/adolescência e das relações entre aluno-professor, e vice-versa, mais diretamente, e poderíamos inclusive tratar do assunto incluindo os textos que estudamos em aula. Tenho muito material sobre a juventude/adolescência, poderei contribuir bastante, pois estou lendo bastante a respeito para a confecção de um artigo.

- Sobre: Que tipo de atividades atrai o aluno? - é complementar a questão a cima, pois entendendo-se porque o aluno não se interessa, podemos construir uma abordagem diferenciada. Em verdade, questões sobre planejamento, abordam questão sobre o que os alunos buscam e como alcançá-los. Está tudo interligado.

- Sobre o que facilita a fixação do conhecimento - você quer dizer em relação a uma questão mais psicológica? Porque alcançar os alunos é tratar de assuntos que façam com que eles se sintam motivados a aprender (aí entra todas aquelas questões: planejamento, atividades que atraem o aluno, e o que eles buscam na escola). Se tratar de uma questão mais psicopedagógica, eu não tenho muito a contribuir inicialmente, mas posso buscar informações.

Sobre as Certezas provisórias:

- Também concordo que não há um modelo fixo que dê conta do interesse de todos os alunos ao mesmo tempo. Mesmo utilizando a filosofia freiriana, você alcançará uns e outros não.

- Sobre o UCA eu não sei muito a respeito, mas posso contribuir bastante sobre a questão das tecnologias na educação. Esta disciplina que sou monitora trabalha justamente a questão do planejamento e da didática através de ambientes virtuais. Tenho lido muito a respeito e posso contribuir bastante. Também posso buscar informações sobre o UCA.

Concordo contigo e com o Felipe de que devemos cuidar para focarmos em um assunto (o que é extremamente difícil já que um assunto acaba por englobar o outro, e assim subsequentemente). Mas acho que é um esforço necessário.

Vou escrever um pouco sobre a questão da juventude/adolescência. Pode ser?

Fico no aguardo!

Antes de concluir quero agradecer a paciência e a oportunidade que o grupo está me dando. Sei que darei mais trabalho para vocês, pois terão que me passar os acontecimentos tratados em sala de aula, e quero que saibam que fico muito agradecida, MESMO!

Abraços a todos e um excelente final de semana pra vocês. Beijocas! Tati




Email de resposta aos colegas, enviado no dia 28/05:

Pessoas,

eis os textos que escolhi:

[PDF] Atribuições de causalidade para o sucesso e o fracasso escolar dos seus alunos por professoras do ensino fundamental; Mirella Lopez Martini, Zilda Aparecida pereira De Prette; Interação em Psicologia, 2002, 6 (2), p.149-156; (http://www.scielo.br)

Estudo das representações sociais de professores de 1º a 4º série do ensino fundamental sobre a motivação dos alunos e o papel do erro na aprendizagem; Danilo Saretta Veríssimo e Antônio dos Santos Andrade; FFCLRP - Universidade de São Paulo

Beijocas!

Tati

CAROLINE SOUZA OLIVEIRA[editar]

===========================================================================[editar]

Grupo Violência na escola[editar]

PROJETO DE APRENDIZAGEM
Dúvidas temporárias Certezas provisórias
1 alinhamento centrado alinhamento à esquerda
2
3
4
5

-- Escrevam aqui o rascunho do trabalho:

DAISY CRISTINA PEREIRA SILVINO[editar]

GIANI CAMARGO CAZANOVA[editar]

ROSANA RUAS MACHADO GOMES[editar]

ERON RAFAEL DOS SANTOS[editar]

DANIEL ZANCHET DA ROSA[editar]

===========================================================================[editar]

Grupo Homofobia na escola[editar]

PROJETO DE APRENDIZAGEM
Dúvidas temporárias Certezas provisórias
1 alinhamento centrado alinhamento à esquerda
2
3
4
5

-- Escrevam aqui o rascunho do trabalho:

NADAJA COELHO GUIMARÃES[editar]

RENATA DE CASSIA EBINA[editar]

FERNANDA DORNELLES MACIEL[editar]

BÁRBARA GONÇALVES HESSELN[editar]

GUSTAVO AMARAL PERUZZO[editar]

===========================================================================[editar]

Grupo Processos de aprendizagem[editar]

PROJETO DE APRENDIZAGEM
Dúvidas temporárias Certezas provisórias
1 alinhamento centrado alinhamento à esquerda
2
3
4
5

-- Escrevam aqui o rascunho do trabalho:

ISADORA LAGUNA SOARES[editar]

LUIGI ROSSI ANDRADE[editar]

BÁRBARA MOTTA CASTILHO[editar]

GUILHERME MENEZES VILANOVA[editar]

MARLOVA SOARES MELLO[editar]

================================================================================[editar]
Arquivo:Ubuntu1404.png
Imagem da interface do Ubuntu, uma das mais bem sucedidas distribuições Linux.<ref>5 anos do Ubuntu (em inglês) digitalside.com.br.. Página visitada em 28/01/2015.</ref>

Atualmente, um Sistema Operacional (em Portugal Sistema Operativo) Linux ou GNU/Linux completo (uma "Lista de distribuições de Linux ou GNU/Linux") é uma coleção de software livre (e por vezes não-livre) criado por indivíduos, grupos e organizações de todo o mundo, incluindo o núcleo Linux. Companhias como a Red Hat, a SuSE, a Mandriva (união da Mandrake com a Conectiva) e a Canonical (desenvolvedora do Ubuntu Linux), bem como projetos de comunidades como o Debian ou o Gentoo, compilam o software e fornecem um sistema completo, pronto para instalação e uso. Patrick Volkerding também fornece uma distribuição Linux, o Slackware.

As distribuições do Linux ou GNU/Linux começaram a receber uma popularidade limitada desde a segunda metade dos anos 90, como uma alternativa livre para os sistemas operacionais Microsoft Windows e Mac OS, principalmente por parte de pessoas acostumadas ao Unix na escola e no trabalho. O sistema tornou-se popular no mercado de Desktops e servidores, principalmente para a Web e servidores de bancos de dados.

No decorrer do tempo, várias distribuições surgiram e desapareceram, cada qual com sua característica. Algumas distribuições são maiores outras menores, dependendo do número de aplicações e sua finalidade. Algumas distribuições de tamanhos menores cabem num disquete com 1,44 MB, outras precisam de vários CDs, existindo até algumas versões em DVD.

Todas elas tem o seu público e sua finalidade, as pequenas (que ocupam poucas disquetes) são usadas para recuperação de sistemas danificados ou em monitoramento de redes de computadores.

Dentre as maiores, distribuídas em CDs, podem-se citar: Slackware, Debian, Suse, e Conectiva. Cada distribuição é, em síntese, um sistema operacional independente, de modo que os programas compilados para uma distribuição podem não rodar em outra, embora usem o mesmo núcleo (o Linux propriamente dito). A distribuição Conectiva Linux, por exemplo, tinha as suas aplicações traduzidas em português, o que fez com que os usuários que falam a Língua Portuguesa tenham aderido melhor a esta distribuição. Hoje esta distribuição foi incorporada à Mandrake, o que resultou na Mandriva. Para o português, existe também a distribuição brasileira Kurumin (essa distribuição foi descontinuada pelo seu mantenedor), construída sobre Knoppix e Debian, e a Caixa Mágica, existente nas versões 32 bits, 64 bits, Live CD 32 bits e Live CD 64 bits, e com vários programas open source: LibreOffice, Mozilla Firefox, entre outros.

Existem distribuições com ferramentas para configuração que facilitam a administração do sistema.

As principais diferenças entre as distribuições estão nos seus sistemas de pacotes, nas estruturas dos diretórios e na sua biblioteca básica. Por mais que a estrutura dos diretórios siga o mesmo padrão, o FSSTND é um padrão muito relaxado, principalmente em arquivos onde as configurações são diferentes entre as distribuições. Então normalmente todos seguem o padrão FHS (File Hierarchy System), que é o padrão mais novo. Vale lembrar, entretanto, que qualquer aplicativo ou driver desenvolvido para Linux pode ser compilado em qualquer distribuição que vai funcionar da mesma maneira.

Quanto à biblioteca, é usada a biblioteca libc, contendo funções básicas para o sistema Operacional Linux. O problema é que, quando do lançamento de uma nova versão da Biblioteca libc, algumas distribuições colocam logo a nova versão, enquanto outras aguardam um pouco. Por isso, alguns programas funcionam numa distribuição e noutras não.

Existe um movimento LSB (Linux Standard Base) que proporciona uma maior padronização. Auxilia principalmente vendedores de software que não liberam para distribuição do código fonte, sem tirar características das distribuições. O sistemas de pacotes não é padronizado.

ArchLinux, Debian, Fedora, Mandriva, Mint, Opensuse, PCLinuxOS, Puppy, Sabayon, Slackware e Ubuntu são algumas das distribuições mais utilizadas actualmente, listadas aqui por ordem alfabética.

Existem também distribuições Linux para sistemas móveis, como tablets e smartphones, sendo o Android, desenvolvido pelo Google, a mais difundida de todas. Outras distribuições Linux para sistemas móveis são o Maemo e o MeeGo.

Código aberto e programas livres[editar]

Arquivo:LAMP software bundle.svg
Pacote de software LAMP para servidor web

Um programa, assim como toda obra produzida atualmente, seja ela literária, artística ou tecnológica, possui um autor. Os Direitos sobre a ideia ou originalidade da obra do autor, que incluem essencialmente distribuição, reprodução e uso é feito no caso de um programa através de sua licença.

Existem dois movimentos que regem o licenciamento de programas no mundo livre, os programas de código aberto e os programas livres. Os dois representados respectivamente pela OSI e pela FSF oferecem licenças para produção de software, sendo seus maiores representantes a licença BSD e a GPL.

O Linux oferece muitos aplicativos de open source, contudo nem todos podem ser considerados programas livres, dependendo exclusivamente sob qual licença estes programas são distribuídos. Os programas distribuídos sob tais licenças possuem as mais diversas funcionalidades, como desktops, escritório, edição de imagem e inclusive de outros sistemas operacionais.

Também existem organizações inclusive no mundo livre como a organização Linux Simples para o Usuário Final (SEUL) que tem como objetivo adotar a maior gama possível de aplicativos de alta qualidade produzidos sobre a GPL. É um projeto voluntário que atualmente se foca no aprendizado de Linux, seu uso na ciência e em documentos de advocacia, bem como gerenciar e coordenar projetos de desenvolvimento de aplicativos.

Controvérsias quanto ao nome[editar]

Predefinição:AP Linux foi o nome dado ao núcleo de sistema operacional criado por Linus Torvalds. Por extensão, sistemas operacionais que usam o núcleo Linux são chamados genericamente de Linux. Entretanto, a Free Software Foundation afirma tais sistemas operacionais são, na verdade, sistemas GNU, e o nome mais adequado para tais sistemas é GNU/Linux, uma vez que grande parte do código-fonte dos sistemas operacionais baseados em Linux são ferramentas do projeto GNU.<ref name="gnu.org-linux-and-gnu">Richard Stallman. Linux and the GNU Project (HTML) (em inglês). Página visitada em 7 de março de 2008.</ref>

Há muita controvérsia quanto ao nome. Eric Raymond afirma, no Jargon File, que a proposta da FSF só conseguiu a "aceitação de uma minoria" e é resultado de uma "disputa territorial".<ref name="catb.org-jargon-linux">Eric Raymond. Linux (HTML) (em inglês). Página visitada em 7 de março de 2008.</ref> Linus Torvalds afirma que consideraria "justo" que tal nome fosse atribuído a uma distribuição do projeto GNU, mas que chamar os sistemas operacionais Linux como um todo de GNU/Linux seria "ridículo".<ref name="revolutionos">Revolution OS, documentário de 2001 sobre o Linux. Produzido, dirigido e escrito por J.T.S. Moore</ref> Linus disse não se importar sobre qual o nome usado, considera a proposta da GNU como "válida" ("ok") mas prefere usar o termo "Linux".<ref name="groups.google.com-comp.os.linux.misc-2">Linus Torvalds (3 de junho de 1996). Lignux, what's the matter with you people? (HTML) (em inglês). Página visitada em 7 de março de 2008.</ref>

Sobre o símbolo[editar]

O símbolo do software foi escolhido pelo seu criador (Linus Torvalds),que um dia estava no zoológico e foi surpreendido pela mordida de um pinguim. Fato curioso e discutido até hoje.<ref>Revista Superinteressante, O Mistério das Marcas, edição 261, janeiro de 2009, p. 34</ref>

Em 1996, muitos integrantes da lista de discussão "Linux-Kernel" estavam discutindo sobre a criação de um logotipo ou de um mascote que representasse o Linux. Muitas das sugestões eram paródias ao logotipo de um sistema operacional concorrente e muito conhecido (Windows). Outros eram monstros ou animais agressivos. Linus Torvalds acabou entrando nesse debate ao afirmar em uma mensagem que gostava muito de pinguins. Isso foi o suficiente para dar fim à discussão.

Depois disso, várias tentativas foram feitas numa espécie de concurso para que a imagem de um pinguim servisse aos propósitos do Linux, até que alguém sugeriu a figura de um "pinguim sustentando o mundo". Em resposta, Linus Torvalds declarou que achava interessante que esse pinguim tivesse uma imagem simples: um pinguim "gordinho" e com expressão de satisfeito, como se tivesse acabado de comer uma porção de peixes. Torvalds também não achava atraente a ideia de algo agressivo, mas sim a ideia de um pinguim simpático, do tipo em que as crianças perguntam "mamãe, posso ter um desses também?". Ainda, Torvalds também frisou que trabalhando dessa forma, as pessoas poderiam criar várias modificações desse pinguim. Isso realmente acontece.

Quando questionado sobre o porquê de pinguins, Linus Torvalds respondeu que não havia uma razão em especial, mas os achava engraçados e até citou que foi bicado por um "pinguim assassino" na Austrália e ficou impressionado como a bicada de um animal aparentemente tão inofensivo podia ser tão dolorosa.

Escândalo dos Programas de Vigilância da NSA[editar]

As revelações da vigilância global exercida pela Agência de Segurança Nacional trouxeram à tona alegações de que Google, Yahoo!, Facebook e, Microsoft estão entre as muitas empresas intencionalmente cooperando com a NSA, oferecendo acesso aos seus sistema via uma backdoor criada especialmente para atender aos interesses da Agência.

No caso de sistemas operacionais Linux, a agência americana NSA pediu ao criador do Linux, Linus Torvalds, para criar backdoors em GNU / Linux através do qual eles poderiam acessar o sistema.<ref name="OMG! Ubuntu!">NSA Wanted Backdoor Access In Linux, Says Linus Torvalds’ Father (em inglês) omgubuntu.co.uk.. Página visitada em 28/01/2015.</ref>

O fato dos sistemas GNU/Linux serem software livre permitem que qualquer um realize auditoria sobre o código. Dessa forma dificultando a inserção de backdoors.

Ver também[editar]

Eventos[editar]

Referências

<references group=""></references>

Bibliográficas[editar]


Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikilivros Livros e manuais no Wikilivros
Commons Imagens e media no Commons

Grupo Relação professor-aluno[editar]

PROJETO DE APRENDIZAGEM
Dúvidas temporárias Certezas provisórias
1 alinhamento centrado alinhamento à esquerda
2
3
4
5

-- Escrevam aqui o rascunho do trabalho:

DÉBORA PLOCHARSKI HAAG[editar]

-- Andamento das discussões:

Email da Débora (25/05):

Bom dia colegas,

Como havíamos combinado, estou enviando nossos pensamentos iniciais à respeito do nosso trabalho. Eu e o Felipe havíamos conversado sobre termos cuidado para não deixarmos o tema aberto demais, para não nos perdermos na discussão. O professor passou dois links para pesquisa de artigos e como teremos tempo para fazermos o trabalho em aula, pensei em cada um de nós ler um artigo diferente para discutirmos na segunda. Assim podemos ir nos comunicando para não lermos os mesmos artigos. Tatiana , se quiseres mandar teus comentários por email para que possamos discutí-los na segunda seria ótimo. Aí vamos te atualizando e mandando por escrito as nossas reflexões.

Os sites são: www.sielo.br e sabi.ufrgs.br

A princípio nosso trabalho contemplava os seguintes apontamentos:

Relação Professor -aluno, desinteresse do aluno, realidade do aluno.

Reflexões feitas em aula:

DÚVIDAS TEMPORÁRIAS

- que tipo de didática está se usando hoje para atrair o aluno?

- mobilidade cultural ( acho que sería algo como: até onde a mobilidade curricular pode dar conta de fazer com que o aluno se interesse pelas aulas? E qual a preparação que o professor recebe para isso?)

- Qual a mair causa de desinteresse dos alunos (aqui acho que se encaixa o fato da não contemplação da realidade do aluno no currículo, ou no planejamento de aula.)

- o que buscam os alunos na escola?

- Que tipo de assunto ou atividade atrai o aluno? (este é um caminho para o qual eu acho que não devemos nos estender para não perdermos o foco. Ficar dando idéias ou soluções.)

- o que facilita ou dificulta a fixação do conhecimento.

CERTEZAS PROVISÓRIAS

- não existe um modelo que dê conta dos interesses do aluno.

- UCA - projeto de informatização. Realidade do jovem e ou criança.

Bem eu acho que é isso. Nos falamos. Débora

FELIPE GRUNE EWALD[editar]

MATEUS DE SOUZA CLEZAR[editar]

TATIANA DOS SANTOS SEQUEIRA[editar]

-- Andamento das discussões:

Email da Tatiana (25/05):

Olá Grupo,

Sobre os pensamentos iniciais para o trabalho de psicologia.

Sobre as Dúvidas Temporárias:

- Eu sou monitora à distância em uma disciplina que trabalha o planejamento e a professora participa muito da realização de trabalhos com professores das escolas públicas, então, sobre essa questão da didática e do planejamento escolar, ela sempre me conta que os professores quase não se utilizam das teorias para construir as aulas. Isso acontece devido aqueles problemas que nos são tão conhecidos como: falta de tempo para planejar, falta de recursos, e etc. Ela tem percebido que das teorias que ela conhece e trabalha: Temas Geradores,Rede Temática, Rede Rizomática e Projetos de Trabalho, os professores trabalham mais os Projetos de Trabalho. A Rede Temática (que é baseada nos Temas Geradores) são mais complicados de se por em prática devido a realidade curricular dura das escolas. Posso contribuir bastante sobre as formas de planejamento, já que trabalho com elas.

- Sobre a mobilidade curricular confesso ficar sem contribuições iniciais, já que é um assunto o qual eu não domino. Mas seria interessante pesquisar a respeito.

- Com certeza o fato dos alunos não verem suas dúvidas e vidas levadas em consideração durante a construção do currículo escolar é o que causa o desinteresse por parte do mesmo. Acho que a 1º dúvida, que trata da questão do planejamento, já aborda essa questão.

- O que buscam os alunos na escola - trataria mais da questão da juventude/adolescência e das relações entre aluno-professor, e vice-versa, mais diretamente, e poderíamos inclusive tratar do assunto incluindo os textos que estudamos em aula. Tenho muito material sobre a juventude/adolescência, poderei contribuir bastante, pois estou lendo bastante a respeito para a confecção de um artigo.

- Sobre: Que tipo de atividades atrai o aluno? - é complementar a questão a cima, pois entendendo-se porque o aluno não se interessa, podemos construir uma abordagem diferenciada. Em verdade, questões sobre planejamento, abordam questão sobre o que os alunos buscam e como alcançá-los. Está tudo interligado.

- Sobre o que facilita a fixação do conhecimento - você quer dizer em relação a uma questão mais psicológica? Porque alcançar os alunos é tratar de assuntos que façam com que eles se sintam motivados a aprender (aí entra todas aquelas questões: planejamento, atividades que atraem o aluno, e o que eles buscam na escola). Se tratar de uma questão mais psicopedagógica, eu não tenho muito a contribuir inicialmente, mas posso buscar informações.

Sobre as Certezas provisórias:

- Também concordo que não há um modelo fixo que dê conta do interesse de todos os alunos ao mesmo tempo. Mesmo utilizando a filosofia freiriana, você alcançará uns e outros não.

- Sobre o UCA eu não sei muito a respeito, mas posso contribuir bastante sobre a questão das tecnologias na educação. Esta disciplina que sou monitora trabalha justamente a questão do planejamento e da didática através de ambientes virtuais. Tenho lido muito a respeito e posso contribuir bastante. Também posso buscar informações sobre o UCA.

Concordo contigo e com o Felipe de que devemos cuidar para focarmos em um assunto (o que é extremamente difícil já que um assunto acaba por englobar o outro, e assim subsequentemente). Mas acho que é um esforço necessário.

Vou escrever um pouco sobre a questão da juventude/adolescência. Pode ser?

Fico no aguardo!

Antes de concluir quero agradecer a paciência e a oportunidade que o grupo está me dando. Sei que darei mais trabalho para vocês, pois terão que me passar os acontecimentos tratados em sala de aula, e quero que saibam que fico muito agradecida, MESMO!

Abraços a todos e um excelente final de semana pra vocês. Beijocas! Tati

CAROLINE SOUZA OLIVEIRA[editar]

===========================================================================[editar]

Grupo Violência na escola[editar]

PROJETO DE APRENDIZAGEM
Dúvidas temporárias Certezas provisórias
1 alinhamento centrado alinhamento à esquerda
2
3
4
5

-- Escrevam aqui o rascunho do trabalho:

DAISY CRISTINA PEREIRA SILVINO[editar]

GIANI CAMARGO CAZANOVA[editar]

ROSANA RUAS MACHADO GOMES[editar]

ERON RAFAEL DOS SANTOS[editar]

DANIEL ZANCHET DA ROSA[editar]

===========================================================================[editar]

Grupo Homofobia na escola[editar]

PROJETO DE APRENDIZAGEM
Dúvidas temporárias Certezas provisórias
1 alinhamento centrado alinhamento à esquerda
2
3
4
5

-- Escrevam aqui o rascunho do trabalho:

NADAJA COELHO GUIMARÃES[editar]

RENATA DE CASSIA EBINA[editar]

FERNANDA DORNELLES MACIEL[editar]

BÁRBARA GONÇALVES HESSELN[editar]

Vaga 1[editar]

===========================================================================[editar]

Grupo Processos de aprendizagem[editar]

PROJETO DE APRENDIZAGEM
Dúvidas temporárias Certezas provisórias
1 alinhamento centrado alinhamento à esquerda
2
3
4
5

-- Escrevam aqui o rascunho do trabalho:

ISADORA LAGUNA SOARES[editar]

LUIGI ROSSI ANDRADE[editar]

BÁRBARA MOTTA CASTILHO[editar]

GUILHERME MENEZES VILANOVA[editar]

MARLOVA SOARES MELLO[editar]

================================================================================[editar]

GUSTAVO AMARAL PERUZZO[editar]

Ligações externas[editar]