Leishmaniose Visceral: sintomas e cuidados

Publicado em 23/03/2017

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A Leishmaniose Visceral é uma doença infecciosa grave, não contagiosa, causada pelo parasita do gênero Leishmania. Tem como agente transmissor o inseto conhecido popularmente como mosquito-palha. Ela atinge principalmente cães, mas humanos também podem ser contaminados através da picada do inseto. Não há vacina para Leishmaniose Visceral que possa ser aplicada em humanos. Quando não é tratada, a doença pode ser fatal em 95% dos casos.

Na pessoa infectada, a doença provoca febre prolongada, aumento do baço e do fígado. Pode ocasionar, ainda, palidez e perda de peso. Ao apresentar esses sintomas, o paciente deve ser levado à Unidade de Saúde mais próxima da sua residência para acompanhamento. A medicação é distribuída pelo poder público após a confirmação da doença.

Cuidados e prevenção:            

  • cuidar da limpeza da residência e do quintal;
  • usar telas ou mosquiteiros de 1mm;
  • usar repelente;
  • evitar acúmulo do lixo, restos de alimentos, frutas, folhagens e fezes de animais.

Transmissor da doença

O mosquito-palha é muito pequeno e tem cor palha ou castanho claro. Vive nas proximidade das residências, preferencialmente em locais úmidos, escuros e com acúmulo de material orgânico, por isso a doença ocorre principalmente em zonas periurbanas.

A Leishmaniose Visceral Canina

Nos cães, entre outros sintomas, a doença leva ao emagrecimento progressivo do animal, surgimento de feridas e descamação da pele, queda anormal de pelos, aparecimento de ínguas, crescimento anormal das unhas, inchaço das pernas e sangramento de nariz. Caso o animal apresente algum desses sintomas, é necessário procurar um serviço veterinário. Se houver confirmação da doença, a Secretaria Municipal do município deve ser informada

Cuidado do animal (principalmente animais que tenham acesso a matas nativas, ou  locais em que há casos confirmados da doença):

  • evitar circulação do animal na rua, em especial no início da manhã e no fim da tarde;
  • consultar um médico veterinário para avaliar a necessidade de vacinação contra a doença;
  • se possível, recomenda-se o uso de coleiras repelentes.
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