Ciência e Tecnologia / Comunicação

Há algo de encantamento na Web 2.0?

Em uma busca rápida no Google, podemos ver todas as possibilidades da Web 2.0. Aplicativos, informações, declarações elogiosas, envolvimento com o usuário, está tudo lá. No entanto, o conceito é claro o suficiente para as pessoas? Ou ainda, o que é chamado de Web 2.0 não seria uma evolução natural da internet?

São perguntas que críticos fazem em blogs, tais como Alex Hubner, do Webinsider, e Henrique Pereira, do Revolução Etc. Ambos são radicais em suas opiniões, defendidas quando o “movimento” ainda estava no princípio. A chamada Web 2.0 é um aprimoramento que influencia nossos hábitos na internet e nossa cultura participativa. Nada que justifique o alarde, a “revolução”, segundo eles.

Esta pode ser uma visão inicial em 2006/2007 e também pode ser um reforço à definição do que a Web 2.0 representa: mídia. O fato é que sites colaborativos, se já não o são, estão entrando em processo de familiariedade para as pessoas. Mesmo em redes sociais, quem não aderiu à criação de uma conta em alguma delas conhece alguém que tem perfil em uma ou várias mídias. E, mais recentemente, estes sites de colaboração são criados, reinventados e usados para atrair públicos diversos, interessados em leitura, causas sociais, sustentabilidade, entre outros.

De forma geral, a diferença que a Web 2.0 traz para o cotidiano dos usuários é o conceito de internet e o caráter colaborativo entre múltiplos (inteligência coletiva), ao invés de apenas um divulgando informação. A tecnologia e os interesses econômicos seguem lado a lado com estas mudanças. Como toda revolução, é interessante poder conhecer os dois lados: o pró e o contra.

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