Cerâmica balística leve para blindagem

Panorama tecnológico
As proteções balísticas usadas pelos agentes de segurança e pelos militares possuem uma densidade relativamente alta, incorporando um peso adicional que sacrifica a mobilidade, o que muitas vezes pode ter consequências negativas durante operações. O uso de proteções balísticas pesadas também pode alterar os padrões de movimento do usuário, causando estresse nas articulações e aumentando o risco de danos osteomusculares, com consequências a longo prazo para sua saúde. Nesse sentido, considerando o peso um dos principais fatores limitantes das blindagens balísticas, o desenvolvimento de novos materiais para estas proteções vem sendo fortemente focado nesse fator.

Descrição da tecnologia
A invenção consiste no processo produtivo e materiais empregados para a obtenção de uma cerâmica balística com uma relação resistência/densidade superior a cerâmica convencional utilizada para blindagens, sem qualquer prejuízo ao desempenho ou diminuição da proteção.

Problema resolvido
A invenção resolve os problemas constantes nos antecedentes da invenção e estado da técnica a partir da produção de uma cerâmica balística com elevada dureza, boa tenacidade à fratura, além de uma relação resistência à flexão / densidade superior às atualmente utilizadas.

Aplicações
Substituta da cerâmica balística de alumina em coletes balísticos classe III e IV, conforme classificação da ABNT NBR 1500/2005.
Pode ser empregada tanto na blindagem de veículos militares como nos de uso civil, proporcionando uma melhor relação peso/potência.

Vantagens
Pode-se produzir cerâmicas balísticas com nível superior de proteção e peso reduzido, comparado às tecnologias atuais.
Pode ser produzido sem a sinterização com pressão, o que gera uma economia de custo.

Nível de maturidade da tecnologia (TRL – Technology Readiness Level)

Status e oportunidade
Pedido de patente depositado no INPI sob n° BR 10 2020 007389-3.
Disponível para licenciamento.

Inventores
Alexander Braun Dresch
Janio Venturini Junior
Carlos Pérez Bergmann

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