Ir para o conteúdo. | Ir para a navegação

Ferramentas Pessoais
Acessar
Seções

ESCOLA DE ENFERMAGEM

 

A notificação é imprescindível para que possamos conhecer a presença do COVID-19 em nossa Universidade e a tomada das devidas medidas para a nossa proteção. Casos suspeitos e confirmados de infecção pelo vírus devem ser informados no link abaixo e o formulário enviado ao Departamento de Atenção à Saúde (DAS). Você deve informar independente de ter estado presencialmente

nas dependências da UFRGS.

Contribua, colabore. A defesa da vida, nosso bem maior,

é tarefa de todas/as/es nós!


Link para Comunicação de Casos Covid-19 na UFRGS

Acesse aqui o FORMULÁRIO

 

 

Fique atento aos demais formulários de comunicação em saúde

que se encontram na COSAT EENF.

 

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

Carta aprovada pelo Conselho da Unidade:

ESCOLA DE ENFERMAGEM EM DEFESA DA VIDA

E DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

 

 

Completando um ano de pandemia de COVID-19, o Rio Grande do Sul encontra-se em um momento crítico. Nos seus 70 anos formando enfermeiros(as) e sanitaristas esta é a primeira vez que a Escola de Enfermagem da UFRGS se depara com uma crise sanitária desta dimensão, diariamente agravada e com enorme lentidão na adoção de medidas cientificamente comprovadas para a contenção da doença. Como chegamos a essa situação?

O cenário atual tem início muito antes do surgimento da pandemia. Origina-se no congelamento de investimentos em saúde pela EC 95 de 2016, previsto para durar 20 anos. A chegada da pandemia, simplesmente, escancara os efeitos de anos consecutivos de descuido com o Sistema Único de Saúde.Sentimos na pele, agora,os efeitos dessas medidas adotadas por nossos governantes. Colhemos o impacto do desmantelamento do SUS e da incompetência de atuais mandatários: ausência de local para sermos atendidos, com os serviços superlotados, de falta de profissionais, de materiais, de logística,de insumos e vacinas para o enfrentamento da COVID-19,o que se estende para outras demandas cotidianas da saúde. Nosso sistema de saúde é hierarquizado e os governos federal, estadual e municipal têm responsabilidades descritas e conhecidas. Quando um ou mais deles falha no cumprimento de suas responsabilidades, o cidadão comum sente os efeitos, como sentimos agora. A falta de planejamento, que leva a inexistência de planos de ação de combate à epidemia, a inércia do governo federal, que leva a não apoiar as medidas preventivas e a negligenciar a produção e compra de vacinas,revelam erro de análise e incompetência de governar essa grave crise, os quais são fatores decisivos para compreendermos como chegamos à situação atual, que é de caos sanitário, econômico e social.

Mesmo se você não votou em nenhum dos atuais governantes, eles foram legitimamente eleitos e representam os seus interesses e de toda a sociedade. Só ocupam essas posições porque a sociedade entendeu que assim deve ser. Portanto, cabe a sociedade exigir dos seus governantes que tomem rapidamente todas as providências necessárias para o controle da pandemia.Implementar medidas efetivas, fundamentadas em evidências científicas, acessíveis para todos e todas é a obrigação delegada pela sociedade aos governantes. Não precisamos de medicamentos que não promovem benefícios sobre a COVID-19 e que, ao contrário, podem provocar malefício. Isso é retardar o controle da doença e colocar mais vidas em risco.

Ao longo desses meses a ciência encarregou-se de entender a forma de transmissão do vírus e os efeitos das diferentes medidas de prevenção e de controle. Sabemos que o vírus tem transmissão comunitária e se dissemina com o aumento da circulação de pessoas, especialmente, em agrupamentos e em locais fechados. Portanto, chegamos a uma situação que se faz necessária, mais que nunca, restringir radicalmente a circulação de pessoas. Trata-se de um remédio amargo, mas efetivo em reduzir a taxa de transmissão do vírus e, portanto, preservar vidas. O Modelo de Distanciamento Controlado do Estado do RS mostra várias regiões (11 regiões) com altíssimo risco para transmissão da COVID-19 e com seus serviços de saúde operando acima de limites seguros, ou da capacidade de atender as pessoas. Ainda assim, é conferido aos prefeitos a prerrogativa de estabelecer regramentos e protocolos locais que não são capazes de reduzir a circulação de pessoas, nem as manter seguras, o que não promoverá arrefecimento da situação. O que justifica essa atitude? Manter a economia, sem dúvida é essencial. No entanto, mesmo a economia sofre frente a esse cenário arrastado. Adicionalmente, a recuperação da economia pode ocorrer a médio prazo, enquanto o apelo à vida é imediato.

A UFRGS manteve suas atividades durante todo o período da pandemia. A Escola de Enfermagem, com seus dois cursos de graduação e pós graduação (doutorado, mestrado e residência), vem contribuindo para o manejo da situação em frentes relacionadas à natureza da Universidade: ensino, pesquisa e extensão. Com o protagonismo dos servidores técnicos administrativos e professores foi possível manter o conjunto de atividades. No ensino, uma geração de enfermeiras e de sanitaristas está sendo preparada para o exercício profissional nesse cenário caótico. Há um ano os estudantes de final de curso estão tendo oportunidade de aceleração da sua formação e muitos já concluíram o curso e estão atuando na linha de frente da epidemia. Pesquisas sobre a temática da COVID-19 estão em andamento por diferentes pesquisadores e estudantes da Escola. Atividades de extensão, com oferecimento de ações voltadas diretamente à sociedade tem sido implementadas, como capacitação e acompanhamento de estudantes de enfermagem e de medicina para vacinação contra a COVID-19, fornecendo força adicional de trabalho às equipes da secretaria de saúde; manutenção de estudantes em postos de estágios em serviços de saúde reforçando as equipes; inserção de professores no corpo clínico do Hospital de Clínicas, realizando atividades diretas na orientação da residência multiprofissional de saúde e na gestão dos campos de atuação da enfermagem; apoio a gestores da rede de saúde por professores do curso de saúde coletiva, além de inúmeras ações voltadas à populações vulneráveis.

Como formadora de recursos humanos para a saúde, a Escola de Enfermagem, não pode furtar-se de se manifestar em defesa dos profissionais que vêm atuando, incansavelmente, na linha de frente. Não é possível que os governantes venham iludindo a população com abertura de mais leitos de enfermarias e UTIs, utilizando como estratégia, inclusive, a recomendação do cancelamento das férias destes profissionais. Os depoimentos e as situações que vivenciamos, com nossos alunos e em cargos de gestão, evidenciam um esgotamento físico e mental de nossos colegas, adoecimento e afastamentos do trabalho, sofrimento em lutar todos os dias contra a escassez de recursos humanos e materiais, sempre tentando ofertar um cuidado humanizado e com qualidade aos pacientes e seus familiares.

Sendo assim, Escola de Enfermagem da UFRGS vem a público manifestar-se em favor da vida, nosso maior valor, e dos profissionais de saúde, rogando à sociedade e a cada cidadã e cidadão que exerça sua cidadania em favor do direito coletivo à saúde, fiscalizando as ações adotadas pelos governantes no manejo da pandemia. Pedimos que todos:

- mantenham-se atentos e aderentes às medidas de controle e prevenção da COVID-19: evitar deslocamentos e manter distanciamento físico, usar corretamente as máscaras e higienizar as mãos.

- reivindiquem seu direito à saúde e pressionem os governantes para o emprego de recursos financeiros em medidas como a aquisição de vacinas, ao invés de tratamentos sem benefícios.

- exijam fechamento de atividades não essenciais até que a situação epidemiológica esteja controlada.

- e que se engajem em ações em defesa do SUS, ameaçado, agora, pela desvinculação de suas receitas, o que levará a redução ainda maior de recursos da saúde. Exija de seu deputado/a, de seu senador, prefeito e prefeita que não sejam cúmplices dessa atrocidade, desse atentado contra o patrimônio nacional que é o SUS.

Entendam que a bandeira é preta! Mesmo que seu prefeito faça de conta que ela tem qualquer outra cor.

 

Escola de Enfermagem da UFRGS

 

 

 

 

 

POSSE DA DIREÇÃO DA ESCOLA DE ENFERMAGEM DA UFRGS - GESTÃO 2021-2024

 

 

Ana Maria Muller de Magalhães e Márcia Koja Breigeiron

Diretora e Vice-diretora da Escola de Enfermagem UFRGS

 


Na tarde do dia 04 de janeiro/2021, foram empossadas as Professoras Ana Maria Muller de Magalhães e Márcia Koja Breigeiron nos cargos de Diretora e Vice-diretora da Escola de Enfermagem da UFRGS, respectivamente, gestão 2021-2024. A cerimônia virtual foi coordenada pela Professora Patrícia Pranke, Vice-reitora desta Universidade.

No ato também estiveram presentes as Professoras Gisela Maria Schebella Souto de Moura e Agnes Olschowsky, Diretora e Vice-diretora, gestão 2017-2020.

Segundo a direção empossada, os trabalhos serão realizados com base na ética, diálogo e transparência, e na integração cada vez maior das duas grandes áreas de formação – Enfermagem e Saúde Coletiva – que integram a Escola de Enfermagem.

A nova direção agradece as professoras Gisela Moura e Agnes Olschowsky pelo modelo de parceria, transparência e dignidade com que conduziram a nossa Unidade, e a comunidade acadêmica pela confiança na ocasião da consulta eletrônica.

Apesar das dificuldades que o nosso Brasil enfrenta no setor da educação e da saúde, a nova gestão reitera contar com a parceria da Reitoria na busca, cada vez maior, de uma educação de excelência, como prima a história da Escola de Enfermagem da UFRGS.

 

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

 

 

 

 

NOTA DE REPÚDIO

 

O Grupo de Estudos e Pesquisas em Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental (GEPESM) vinculado a Escola de Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) vem a público repudiar a tentativa de desmonte  da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e de mudanças na política e serviços de saúde mental, com base no documento intitulado “Diretrizes para um Modelo de Atenção Integral em Saúde Mental no Brasil”, proposto pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e Governo Federal.
Este documento foi construído e apresentado pelo Ministério da Saúde (MS) de maneira restrita, sem a participação social e representativa das conferências nacionais temáticas e instâncias democráticas, como trabalhadores, usuários e familiares de saúde mental, assim como da população em geral. O documento vai na contramão dos avanços conquistados pelos movimentos em defesa da Luta Antimanicomial e da Reforma Psiquiátrica Brasileira (RPB), que preconizam o cuidado em liberdade, a garantia de direitos dos usuários, a inclusão social e a reabilitação psicossocial, garantidos  pela Lei da Reforma Psiquiátrica Brasileira.
As propostas das diretrizes apresentadas têm como objetivo a revogação de cerca de 100 Portarias que regulamentam a RAPS, mudando o processo de cuidado e os serviços voltados para a Atenção Psicossocial, tendo como sustentação argumentos teórico-científicos fundamentados no saber biomédico, e com resultados descontextualizados acerca do território brasileiro.
Além disso, apontam como caminho resolutivo a ambulatorização do cuidado em saúde mental, o qual retoma em sua construção e implementação referenciais hospitalocêntricos, manicomiais e de especialidade/especificidade da área psi/psiquiátrica na assistência às pessoas em sofrimento mental.
Por meio de diversos estudos realizados no contexto brasileiro, sabe-se que o cuidado em saúde mental no paradigma da Atenção Psicossocial ainda precisa avançar em relação ao aumento no número de Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), na integração entre os setores e na formação de profissionais de saúde capazes de superar visões dicotomizadas (corpo-mente / saúde integral - saúde mental). No entanto, o modelo proposto pelo MS traz um modo de cuidado ultrapassado, que, historicamente, a RPB tem enfrentado de forma determinada e engajada, se contrapondo às conquistas do cuidado em liberdade, territorializado, multiprofissional e interdisciplinar assegurados pela Lei 10.216 de 2001 e diversas portarias.
Precisamos do fortalecimento e reafirmação dos ideais e princípios preconizados pela RPB, a partir do Modelo de Atenção Psicossocial e da Desinstitucionalização, como forma de cuidado às pessoas, promovendo novas relações que rompam com a linearidade de ter o hospital e ações intervencionistas como único modo de atenção. Acreditamos que o cuidado em saúde mental traz à cena o sujeito de escolha, de história, de cultura, de fala sobre si, vida e saúde. É esse sujeito conjuntamente com a equipe de saúde e demais setores da sociedade que deve orientar as ações de cuidado e políticas de saúde do governo. Salientamos que essas proposições em um momento da pandemia da COVID-19 demonstram também o modo intervencionista, na qual é desconsiderado às pessoas que fazem e vivem a saúde no país.
Portanto, nós do GEPESM reafirmamos nossa indignação e desconformidade com o documento emitido pelo atual presidente do Brasil, tendo em vista os retrocessos evidenciados e, também, por acreditarmos no cuidado em liberdade e no território.
Grupo de Estudos e Pesquisa em Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental

 

 

------------------------------------------------------------------------------

 

 

 

 

Confira a PROGRAMAÇÃO COMPLETA do aniversário da Escola de Enfermagem da UFRGS, evento virtual que estará hospedado na página do Laboratório de Ensino Virtual em Enfermagem - LEVI, através do link www.ufrgs.br/levi .

 

30/11/2020

16h às 16h30min – Boas Vindas – 70 anos da Escola de Enfermagem UFRGS
Vídeos/homenagens - aposentados
Profª. Gisela Maria Schebella Souto de Moura e Profª. Agnes Olschowsky

 

16h30min às 17h – História do LEVi e Lançamento do E-book LEVi

Profª. Cecília Pedron

 

 

17h às 18h30min – Contribuição da Pós-graduação nos diferentes cenários de atuação profissional

Caren Roboldi - Doutoranda do PPGENF com experiência assistencial no HCPA;
Gustavo Costa de Oliveira - Doutor egresso do PPGENF com experiência na atenção primária em saúde;
Roger Ceccon - Ph.D. em Saúde Coletiva, com experiência em doutorado sanduíche e docência.
Mediação: Bibiana Sales Antunes (Doutoranda PPGENF/UFRGS)

01/12/2020

14h30min às 16h30min – Programa de Pós-Graduação em Enfermagem: Valorização do passado e um olhar para o futuro
Profª. Ana Maria Müller Magalhães (Coordenadora PPGENF UFRGS)
Atividade de confraternização - homenagem

 

 

17h às 18h30min – Questões étnico- raciais no ensino, na pesquisa e no trabalho

Promotoras de Saúde da População Negra de Porto Alegre:

Patricia Cristina de Oyá

Bárbara Peres

Inaí Nascimento

Mediação: Enfª. Elaine Oliveira Soares

 

 

18h30min às 19h – Apresentação do NAU/EENF – Para que e por que avaliar?

Profª. Márcia Koja Breigeiron e Profª. Maria Gabriela Curubeto Godoy

02/12/2020

10h às 12h – Roda de conversa: Campo da Saúde Coletiva e suas relações com outras áreas de conhecimento
Convidada: Profª. Drª. Leny Trad - ISC/UFBA
Mediadora: Profª. Tatiana Engel Gerhardt (DESCOL)

 

15h30min às 17h – Apresentação do Laboratório da Escola de Enfermagem (LAPENF) e lançamento do novo site

Palestra: Simulação inserida no currículo: desafios, dificuldades e conquistas dos docentes

Profª Alessandra Vaccari e Enfª Débora Porto
16h - Palestra: Simulação inserida no currículo: desafios, dificuldades e conquistas dos docentes.
Palestrante: Profª Drª Ana Paula Quilici -Doutora em Educação e Saúde - Unicamp, Gerente Acadêmica da Escola de Saúde da Universidade Anhembi Morumbi e Instrutora em Simulação Clínica pelo Center for Medical Simulation da Universidade de Harvard:

http://lattes.cnpq.br/8028265278079499

 

 

17h às 18h30min – Questões étnico-raciais no ensino, na pesquisa e no trabalho (continuação)

Palestrante: Profº Enfº Alan Alves Brito - UFRGS (FÍSICA)

Mediador: Enfº Tiago Souza Paiva

03/12/2020

15h30min às 16h - Vídeo dos Egressos da graduação (enfermagem e saúde coletiva)
Assíncrona LEVI
Link do youtube na página do LEVI
16h às 17h30min – Roda de Conversa: Onde há racismo, não há saúde
Convidada: Drª. Profª  Maria Inês Barbosa
Mediadora: Profª. Fernanda de Souza Bairros

 

17h30min às 19h – Questões étnico-raciais no ensino, na pesquisa e no trabalho (continuação)

Palestrante: Tatiane Pereira Muniz - http://lattes.cnpq.br/3367494004610199

Mediadora: Enfª Lisiane Vieira dos Santos

04/12/2020

08h30min às 10h – Contexto atual da avaliação da Pós-Graduação
Palestrante: Profª Drª Luciane Kantorski
Mediadora: Profª Agnes Olschowsky

 

10h às 12h – Encerramento: Escola de Enfermagem e seus 70 anos

Palestra: Escola de Enfermagem e seus 70 anos

Profª Gisela Maria Schebella Souto De Moura e Profª. Vera Petersen

Parabéns

 

19h - LIVE ADUFRGS: homenagem de final de ano aos professores e professoras com Totonho Villeroy

 

 

-----------------------------------------------------------------------------------------------------

NOTA DE REPÚDIO

 

A ESCOLA DE ENFERMAGEM da UFRGS vem a público manifestar seu repúdio ao ato de perversidade e racismo ocorrido no dia 19/11/2020

no supermercado Carrefour.

Não tem como ser autodefesa. Há nesse ato a manifestação da barbárie humana.

Não há ambiente para a conquista da justiça social, enquanto o racismo se fizer presente na indiferença, na violência, no preconceito, nas agressões, nas desconfianças, nos pretos, nos “maus vestidos”, nos moradores de ruas, nos humildes e muitos outros calados e silenciados.

RESISTÊNCIA, consciência negra: Vidas negras importam!!!

Direção da EEnf

 

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

 

---------------------------------------------------------------------------------------------

 

 

Resultados da Consulta Eleitoral

aos cargos de

Diretora e Vice-Diretora da Escola de Enfermagem

 

 

 

Participe da Consulta Eletrônica!

Dia 05 de novembro - das 09h às 18h30min

Via portais do Servidor e do Aluno

 

 

 

PROCESSO DE CONSULTA À COMUNIDADE ACADÊMICA DA ESCOLA DE ENFERMAGEM DA UFRGS PARA NOMEAÇÃO DOS CARGOS DE DIRETOR E VICE-DIRETOR - GESTÃO 2020-2024

 

GUIA DE VOTAÇÃO

 

DEBATES

Dia 21 de outubro, quarta-feira, às 9h (link aqui)
Dia 22 de outubro, quinta-feira, às 18h (link aqui).


Regras para apresentação de candidaturas


LINK
DO EDITAL

LINK EDITAL DE RETIFICAÇÃO (novo horário de votação)

 

RELAÇÃO ELEITORES

Eleitores Docentes EENF

Eleitores Graduação EENF

Eleitores Pós-Graduação EENF

Eleitores Técnico-Administrativos EENF

Eleitores Duplicados EENF

 

NOMINATA CANDIDATURAS

 

---------------------------------------------------------------------------------------------

 

 

Acesse notícia completa para detalhes sobre esse evento que acontece nos dias 04, 05 e 06 de novembro de 2020

 

 

 

----------------------------------------------------------------------------

NOTA DE REPÚDIO

 

Não com surpresa, mas com indignação, a Escola de Enfermagem recebeu a notícia de que nem o resultado do processo de consulta à comunidade para reitoria da UFRGS, nem o processo de votação do CONSUN, foram respeitados para a nomeação dos futuros dirigentes máximos da melhor Universidade Federal do Brasil. Sim, a expectativa repousava no respeito a um processo de escolha transcorrido no rigor da lei e no desejo da comunidade, manifestado na consulta à comunidade acadêmica para a escolha da reitoria para o período de 2020-2024, que pela primeira vez foi realizada exclusivamente por meio virtual, alcançando a maior participação em toda a história da universidade. O Conselho Superior da UFRGS, por sua vez, acatou os resultados da consulta e apresentou uma lista tríplice encabeçada pela chapa vencedora segundo as normas vigentes, respeitando rigorosamente tanto a legislação federal quanto o Estatuto da Universidade.

Lamentavelmente, a expectativa não se confirmou e a chapa menos votada foi nomeada. A nomeação de uma reitoria que não conte com amplo reconhecimento de sua comunidade acadêmica representa uma afronta à autonomia da universidade. Esse ato é mais um dos ataques frequentes à educação no país, ferindo a essência da universidade a liberdade acadêmica, sendo um risco de retrocesso na trajetória de avanços constantes na qualidade de suas atividades.

Em seus quase 70 anos de trajetória, esta é a segunda oportunidade em que a autonomia universitária, no que se refere à escolha de sua maior representação (reitor/reitora), é desrespeitada. A primeira se deu no apagar das luzes de uma história de ausência de democracia, em 1988. Mais de três décadas depois, nos deparamos, novamente, com esse cenário.

Ao justificar a escolha pelo terceiro nome entre os listados em uma lista tríplice, o presidente evoca uma legislação de 1968 (Lei no 5.540), a fim de dar aspecto da “legalidade” ao ato. Ainda que se trate de uma prerrogativa do presidente da república a indicação de reitores de Universidades Federais, ao longo de décadas não se viu desrespeitado o processo de escolha democrática conduzido pela comunidade acadêmica. Para além da afronta à autonomia da UFRGS, discute-se o quanto o ato flerta com aspectos morais e éticos nas relações entre um governo democraticamente eleito pelo voto, ao infringir a escolha democrática para a gestão universitária.

Sublinha-se o longo percurso percorrido por gerações da comunidade acadêmica e civil na construção de modelos, até que a escolha das representações dentro das Universidades Públicas tivesse assegurada. Neste sentido, a Escola de Enfermagem sente-se ultrajada com a designação para reitor de um nome que não foi selecionado prioritariamente pela comunidade acadêmica. Trata-se de um desrespeito aos que nos antecederam, a nós e aos que nos sucederão. Portanto, repudiamos, veementemente, qualquer ato que se configure como antidemocrático, ferindo a prerrogativa de autonomia universitária.

 

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

"II Setembro Amarelo: Falando sobre Suicídio" -

O Grupo de Estudos e Pesquisa em Saúde Mental (GEPESM) da Escola de Enfermagem da UFRGS está organizando ações de sensibilização sobre a importância da prevenção ao suicídio neste mês de setembro.

Alerta que o comportamento suicida não é drama! Não é para Chamar atenção! Não é mimi! Muito menos frescura.

Convida acessar material divulgação e convida participar da

roda de conversa virtual dia 24/09/2020 às 18h.

https://meet.google.com/tfo-ksmx-fyp

 

 

 

 

MOÇÃO DE APOIO

 

O Ensino Remoto Emergencial (ERE) na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) é algo ainda a ser concretizado! E nós, professores da Escola de Enfermagem, do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica, estamos dispostos a auxiliar a concretizá-lo!

Queremos concretizá-lo porque já se discutiu e ponderou muito sobre o ERE em diferentes instancias da UFRGS. Em Departamentos, Comissões de Graduação, Conselhos de Unidade, Fórum de Graduação,Moodle Colaboração, Grupos de Trabalho, Câmara de Graduação e em todas estas instâncias, foi garantido espaço para a representação discente. Estamos convictos de que o ERE, diante de um cenário sem perspectivas para um retorno à normalidade, devido à ausência de vacina e de tratamentos efetivos para a COVID-19, é a única opção que temos para o ensino e a única opção que os alunos têm para seguir sua formação acadêmica, neste momento. A única opção que temos para não perder o ano letivo e permitir que possamos preservar a saúde de docentes, técnicos, alunos e cidadãos em geral, alémde garantir os direitos de estudantes na manutenção de sua formação acadêmica.

Foram tomados todos os cuidados para minimizar riscos e evitar que alunos em condições de maior vulnerabilidade possam ser ainda mais prejudicados: foi temporariamente suspensa a reprovação por faltas (FF), adotadas regras para priorizar atividades e avaliações assíncronas, permitido o cancelamento de disciplinas sem prejuízo do ordenamento futuro de matrículas, suspensa a contagem de tempo para jubilamento, assegurada a oferta de vagas e disciplinas presenciais tão logo se retome as condições de segurança sanitária, garantida a manutenção do vínculo ativo do estudante com a UFRGS, manutenção da assistência estudantil a todos beneficiários, além da formulação de um plano de assistência estudantil emergencial para a retomada de aulas na graduação através do ERE.

Somos uma Universidade pública e devemos um retorno à sociedade!   Vivemos uma situação excepcional de crise, uma tragédia com mais de 70 mil mortes pela COVID-19 no país e, infelizmente, com muitas mais nos próximos meses. Além disso, não podemos esquecer que somos professores de Enfermagem e que ao retomar o vínculo com nossos alunos da graduação e permitir que prossigam seu curso, oportunizaremos aeles exercer seu direito à educação ecumprir o nosso juramento que é o de estar a “SERVIÇO DA HUMANIDADE, RESPEITANDO A DIGNIDADE E OS DIREITOS DA PESSOA HUMANA”. Somos indispensáveis nesta pandemia, a Enfermagem é reconhecida em diferentes instâncias como uma das forças de trabalho mais essenciais neste momento. Prova disto foi ter atendido a Portaria nº 383, de 9 de abril de 2020 do MEC, que incentivava a antecipação de formatura, quando 30 estudantes se formaram e muitosdeles já estão trabalhando no cuidado a pacientes em diferentes instituições de saúde. Os professores se comprometeram em buscar as melhores alternativas possíveis, dentro do contexto atual, para formar enfermeiros com a competência necessária para o exercício da profissão. Entretanto, ter promovido a continuidade da graduação somente para formandos, por uma necessidade emergencial da pandemia, NÃO BASTA. Precisamos CONTINUAR A FORMAR novos enfermeiros, permitir que exerçam a profissão que escolheram e auxiliem a sociedade brasileira a vencer esta crise.

É por isso, e porque já discutimos bastante, planejamos e nos preparamos, que é hora de implementar o ERE já!

Assinam os professores:

 

Adriana Roese Ramos
Alessandra Vaccari
Amália de Fatima Lucena
Ana Karina Silva da Rocha Tanaka
Ana Luísa P.Cogo
Ana Maria Magalhães
AnaliMartegani Ferreira
Anne Marie Weissheimer
Carmen Lucia Mottin Duro
Cecília DrebesPedron
Cecília H Glanzner
Christine Wetzel
Cíntia Nasi
Daiane Dal Pai
Deise Lisboa Riquinho
Eliane Morais
Elizeth Heldt
Enaura Helena Brandao Chaves
Eneida Rejane Rabelo da Silva
Erica RosalbaMallmann Duarte
Felipe Luiz Bertollo
Frederico Viana Machado
Gisela Moura
Graziella Aliti
Helena Becker Issi
Heloisa Hoefel
Idiane Rosset
Isabel Echer
Ivana de Souza Karl
João Lucas campos de Oliveira
Juliana Petri Tavares
Júnia Aparecida Laia da Mata
Karina de OliveiraAzzolin
Leandro Barbosa De Pinho
Leticia Becker Vieira
Lia Brandt Funcke
Lilian C do Espirito Santo
LisianePaskulin
Luiza Maria Gerhardt
Lurdes Busin
Márcia KojaBreigeiron
Marcio Wagner Camatta
Margarita Ana Rubin Unicovsky
Maria da Graça Oliveira Crossetti
Maria Luiza Paz Machado
Mariene Jaeger Riffel
Mariur Gomes Beghetto
Michelle Dornelles Santarém
Miriam de Abreu Almeida
Rafaela linckdavi
Silvana Maria Zarth
Simone Algeri
SondreSchneck
Sônia Beatriz Cócaro de Souza
Stela N.Meneghel
Virginia Leismann Moretto
Wiliam Wegner

------------------------------------------------------------------------------

NOTA DE REPÚDIO AOS ATOS RACISTAS OCORRIDOS DURANTE ATIVIDADE ACADÊMICA NA UFSM

 

“Todo espectador é um covarde ou um traidor”, Frantz Fanon, 1968.

 

No dia 06 de julho de 2020 a Profa. Fernanda Souza de Bairros, vinculada ao Departamento de Saúde Coletiva (DESCOL) e ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva  (PPGCOL) da Escola de Enfermagem da UFRGS, ministrava a Aula “Saúde e Nutrição da População Negra” a convite da Disciplina de Vigilância e Segurança Alimentar e Nutricional do Curso de Nutrição da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), quando teve a atividade pedagógica invadida e inviabilizada de forma violenta com linguagem agressiva, deboches de cunho racista e sexual.

Desta forma, o DESCOL, o PPGCOL e a Escola de Enfermagemvêm conjuntamente a público manifestar sua indignação diante desta e de outras invasões cibernéticas criminosas que vem ocorrendo nas últimas semanas em diferentes atividades ministradas por professores negros da nossa comunidade acadêmica.

Manifestamos nossa solidariedade a UFSM, aos professores, estudantes e especialmente a Profª Fernanda, que lamentavelmente tiveram que vivenciar esse momentoinaceitável. Infelizmente atos de violência como esse não se configuram em eventos isolados e se inserem no fomento a intolerância e ao ódio, bem como, refletem a prática genocida que acontece histórica e cotidianamente contra a população negra brasileira.

Ademais, faz-se necessário declarar que o DESCOL, o PPGCOL e a Escola de Enfermagem da UFRGS não estão apenas solidários. Estamos atentos e não seremos expectadores diante de práticas desta ordem. Sabemos que estamos no caminho certo nesta luta civilizatória que urge por justiça e não toleraremos tais práticas de forma alguma.Invasão cibernética é crime.Racismo é crime.Desta forma, reiteramos, com veemência,nosso repúdio e marcamos nossa posição: nãorecuaremos, nãosilenciaremos, não deixaremos sem resposta.

A grave crise sanitária, política e societária que vive o Brasil só será superada quando entendermos que o racismo, que estrutura esta sociedade, precisa ser desvelado e encarado como uma ferida aberta, que enquanto não for tratada por todos, seguirá nos adoecendo e atormentando. Precisamos de uma Universidade, de uma sociedade e de um governo que respeitem a democracia, a cidadania e a justiça social de forma ética e comprometida com a luta antirracista.

Atitudes racistas, sexistas e que violam direitos humanos não serão toleradas pela comunidade acadêmica da Escola de Enfermagem que valoriza a diversidade e defende princípios éticos, solidários, humanísticos e democráticos como fundamentos da Universidade.Enquanto houver racismo, não haverá democracia! Ao nos indignarmos, reafirmamos nosso compromisso de que VIDAS NEGRAS IMPORTAM!

 

 

Departamento de Saúde Coletiva

Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva

Escola de Enfermagem

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

 

 

 

 

 

 

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

Link formulário de inscrição:

https://forms.gle/FJ2k3ryKFLM6YV2w9

 

 

 

 

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

CARTA ABERTA DA ENFERMAGEM BRASILEIRA
À POPULAÇÃO BRASILEIRA

 

----------------------------------------------------------------------------------------------------

 

 

Evento Virtual:  ANO INTERNACIONAL DA ENFERMAGEM: atuação dos profissionais no combate da Covid-19

 

O mês de maio é um mês especial para a equipe de enfermagem, pois no dia 12 comemoramos o Dia do Enfermeiro e, no dia 20, o Dia do Técnico de Enfermagem.

Tradicionalmente, neste período, ocorrem vários eventos alusivos a estas datas denominadas de Semana de Enfermagem. Estes eventos nos possibilitam trocar experiências, adquirir novos conhecimentos, encontrar e conviver com colegas de profissão.

Neste ano está tudo diferente! Em virtude da Pandemia do COVID-19 estamos respeitando o distanciamento social e, portanto, impossibilitados de nos encontrarmos presencialmente.

Pensando nisto, a Escola de Enfermagem da UFRGS organizou um evento virtual para prestigiar este período tão nobre do mês de maio e, ao mesmo tempo, destacar três marcos históricos do ano de 2020:

  1. Campanha Nursing Now que demarca o bicentenário de Florence Nightingale, precursora da Enfermagem Moderna, destacando a enfermagem como a “espinha dorsal” dos sistemas de saúde;
  2. Ano Internacional dos Profissionais de Enfermagem, uma homenagem da Organização Mundial da Saúde, demonstrando o reconhecimento ao trabalho destes profissionais e alertando para a necessidade de investimentos na formação de profissionais e em melhores condições de trabalho;
  3. 70 anos da Escola de Enfermagem da UFRGS, escola pioneira na formação de enfermeiros e enfermeiras no Estado do Rio Grande do Sul.

 

O simpósio abordará a atuação dos profissionais de enfermagem na Pandemia e contará com a participação de colegas que atuam em serviços de saúde da capital e do interior do estado do RS, de outros estados brasileiros e, também, de outros países que enfrentam o mesmo desafio da COVID-19.

Será um momento ímpar de troca de experiências e de contatos.

O evento é totalmente gratuito. Inscrições: https://www.ufrgs.br/levi/inscricoes-12-de-maio/

Estamos te convidando a participar! Venha! Participe!

Comissão Organizadora do Evento

 

Deixamos aqui a programação do evento virtual para seu conhecimento, lembramos que a mesma estará aberta para a participação do dia 12 até o dia 20 de maio, você poderá participar conforme a sua disponibilidade:

Ano Internacional da Enfermagem e Bicentenário da Florence Nightingale: Desafios contemporâneos para a profissão

Enfa. Isabel Mendes – Coordenadora do Grupo Nursing Now
Enfa. Márcia Koja Breigeiron e Enfa. Alessandra Vaccari - FLORENCE NIGHTINGALE: legado, presente e perspectivas

 

Atuação de enfermeiros em diferentes contextos de saúde no mundo

Enfa. Francisca Ayllón – Espanha
Enfa. Giovana de Moura - Itália
Enfa. Janice Campbell – Estados Unidos da América

Enfa. Sónia Cristina Ril Cebolo – Portugal
Enfa. Bruna Moreno – Inglaterra

Valorização e visibilidade da enfermagem na perspectiva das entidades representativas

Enf. Daniel Menezes de Souza – COREN/RS
Enfa. Cláudia Franco – SERG
Enf. Joel Rolim Mancia – ABEN/RS

 

O papel de enfermeiros no enfrentamento da COVID-19: ampliando e reinventando a prática

Enfa. Beatriz Toso - Prática avançada de Enfermagem na APS: desafios e possibilidades no Brasil
Enfa. Sandra Ferreira - Atuação da Enfermagem na APS no contexto de pandemia
Enfa. Daniela Kinalski - Teleconsultoria em Enfermagem: Suporte para Enfermeiros na prática clínica no enfrentamento da COVID-19
Enfa. Franciele Masiero -
Teleatendimento de Enfermagem: suporte para usuários no contexto da COVID-19
Enf. Roibison Monteiro
- Atuação da Enfermagem na alta complexidade no contexto de pandemia

Atuação do enfermeiro no enfrentamento da pandemia em diferentes contextos de atenção à saúde

Enfa. Adriana Santos - Setor de Emergência
Enfa. Priscila Priebe -
Setor de Radiologia
Enfa. Letícia Garay -
Centro de Operações de Emergências (COE) do RS
Enfa. Jenifer Nascimento da Silva C- Unidade de Internação Adulto
Enfa. Isis Severo -
Unidade de Internação Adulto
Enfa. Denise Severo -
Hotelaria/Higienização Hospitalar
Enfa. Andressa Bueno - Centro Obstétrico
Enfa. Ana Cláudia Casaroli -
Setor de Neonatologia
Enfa. Sabrina Pinheiro -
Unidade de Terapia Intensiva PediátricaEnfa. Carem Lovatto - Comissão de Controle de Infecção Hospitalar
Enfa. Carolina Nonnenmacher -
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar
Enfa. Daiana Nunes - Núcleo Interno de Regulação Hospitalar
Enfa. Ana Lúcia Maciel - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência
Enfa. Patrícia Bueno - Estratégia de Saúde da Família

 

----------------------------------------------------------------------------------------------------

MENSAGEM DO COMITÊ DE ENFRENTAMENTO DA PANDEMIA COVID-19 DA ESCOLA DE ENFERMAGEM
À COMUNIDADE ACADÊMICA

Porto Alegre, 30 de abril de 2020

 

Prezada comunidade:


Em abril, com a prorrogação da suspensão das aulas na UFRGS, e a divulgação de Portarias do Ministério da Saúde e da Educação, além da Medida Provisória Nº 934 do Presidente da República, a COMGRAD/ENF iniciou a realização de reuniões virtuais com cinco representantes dos alunos da 10ª etapa do Curso, com o objetivo de organizar o retorno voluntário ao Estágio Curricular no Hospital de Clínicas.

Como formandos, os alunos estavam preocupados com o impacto da suspensão do estágio, por tempo indeterminado, nos seus planos para o início das atividades profissionais. Para viabilizar o retorno, foram estabelecidos alguns critérios, pois trata-se de uma situação de pandemia, e a COMGRAD/ENF coloca a segurança dos alunos como prioridade. Nesse sentido, o HCPA indicou as Unidades destinadas aos pacientes confirmados ou com suspeita da COVID-19, e a COMGRAD/ENF redistribuiu alguns alunos para que não ficassem nesses campos. Os alunos foram alocados em unidades em que o EPI indicado é apenas a máscara de proteção (face shield). O Hospital forneceu a cada aluno a máscara e um frasco de álcool gel, que pode ser substituído sempre que necessário. Algumas normas do estágio foram ajustadas para atender a legislação pertinente à pandemia, preservando-se, no entanto, o padrão de qualidade da formação segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem.

O retorno voluntário dos alunos ao Estágio Curricular – Atenção Básica também está sendo articulado do mesmo modo que foi feito com os da 10ª etapa.

 

Estudantes de Enfermagem, do Estágio Curricular Obrigatório - Atenção Hospitalar, em seus campos de prática.

 

A Comissão de Graduação do Curso (Comgrad Col) tem estado presente nas tomadas de decisões nas reuniões dos colegiados da Escola de Enfermagem, onde têm sido discutidas e definidas as atividades desta comunidade, durante este período de suspensão das aulas, e o fechamento físico da Escola de Enfermagem. O setor acadêmico da Escola, bem como a Técnica de Assuntos Estudantis do Bacharelado em Saúde Coletiva, Débora De Angelis, tem se mantido ativo e buscando sanar dúvidas, dar auxílio e suporte aos estudantes neste período de atividades remotas. Os estágios, tanto obrigatórios como os não obrigatórios, têm sido mantidos, visto que a quase totalidade deles, não são desempenhados na atenção direta aos usuários, mas no plano administrativo, o que permitiu que muitos estudantes seguissem seus estágios no modo remoto, ou mesmo presencialmente, sem riscos à saúde. A Comgrad e o setor acadêmico, têm mantidas ativas as atividades administrativas e sempre tem se colocado à disposição dos estudantes e professores, no auxílio da manutenção das atividades acadêmicas, possíveis de realização, neste período de pandemia.

 

Participação de estudantes e professores do Curso de Saúde Coletiva em atividades durante a quarentena. Entrega de alimentos em comunidades carentes e atendimento à Vila Sossego com a equipe da UBS Santa Cecília.

 

COMITÊ DE ENFRENTAMENTO DA PANDEMIA COVID-19
DA ESCOLA DE ENFERMAGEM:


Profa. Gisela M. S. Souto de Moura e Profa. Agnes Olschowsky (Direção)

Profa. Ana Karina Tanaka e Profa. Luiza Maria Gerhardt (DEMC)

Profa. Ivana de Souza Karl e Profa. Virginia Leismann Moretto (DEMI)

Profa. Mariur Gomes Beghetto e Profa. Leticia Becker Vieira (DAOP)

Profa. Tatiana Engel Gerhardt e Prof. Daniel Canavese de Oliveira (DESCOL)

Profa. Graziella Badin Aliti (COMGRAD-ENF)

Profa. Marilise Oliveira Mesquita (COMGRAD-COL)

Profa. Ana Maria M. Magalhães (PPGEnf)

Profa. Sônia Beatriz Cócaro de Souza e Profa. Juliana Petri Tavares (COSAT)

Ernani Colfosco Eschiletti (Gerência Administrativa e COSAT)

Débora Schimitt Porto (Técnica Administrativa COSAT)

 

______________________________________________________________________

 

 

 

Durante o período em que estamos enfrentando o CORONAVIRUS, a ESCOLA DE ENFERMAGEM convida a todxs a conferirem o site do Laboratório Virtual de Enfermagem, para ficar por dentro de notícias e informações detalhadas sobre essa Pandemia e sobre o COVID-19. informações atualizadas, detectar fake news, criar estratégias de apoio, fóruns de discussão, “noite do pijama virtual” e muito mais!

 

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

LEVi de Olho no Coronavírus

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SUSPENSAS AS ENTREVISTAS REF. AO

EDITAL PRAE/EENF Nº 02 DE 2020/1


Em virtude da Suspensão das aulas pelo Reitor da UFRGS e decisão da Direção e Gerência Administrativa da EENF,

estamos suspendendo as entrevistas com os candidatos do Edital PRAE/EENF nº 02 - 2020/1

até segunda ordem.


Motivo: Pandemia de Coronavírus


Oportunamente, quando retornarmos à normalidade das aulas, informaremos novas datas.


DIREÇÃO DA ESCOLA DE ENFERMAGEM/UFRGS"

 

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

 

 

 

CHAMADA PARA NÚMERO ESPECIAL DA

REVISTA GAÚCHA DE ENFERMAGEM (RGE)

Tema:

A campanha Nursing Now e o empoderamento da Enfermagem

 

A Revista Gaúcha de Enfermagem da UFRGS está realizando uma chamada especial que se destina à produção de volume temático dedicado à divulgação de estudos relacionados à iniciativa Nursing Now (https://www.nursingnow.org/) promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e International Council of Nurses (ICN) que almeja o empoderamento dos profissionais de enfermagem como protagonistas da saúde.

A Campanha Nursing Now Brasil é liderada pelo Conselho Federal de Enfermagem (COFEn) em parceria com o Centro Colaborador da OMS para Pesquisa em Enfermagem, vinculado à Escola de Enfermagem / USP-Ribeirão Preto e conduzida pelo Grupo de Trabalho Nursing Now Brasil.

Os manuscritos poderão ser submetidos em 3 eixos temáticos que correspondem as metas estabelecidas para a campanha no Brasil (http://nursingnowbr.org/metas-2020):

-Fortalecimento da educação e desenvolvimento dos profissionais de enfermagem com foco na liderança;

-Melhoria das condições de trabalho dos profissionais de enfermagem;

-Práticas efetivas e inovadoras de Enfermagem com base em evidências científicas, em âmbito nacional e regional.

Serão aceitas submissões de artigos originais resultantes de projetos de pesquisa, relatos de experiências exitosas/inovadoras de ensino/aprendizagem e reflexões teóricas, sendo elementar vincular pressuposto da campanha Nursing Now ao longo da seções. Não serão aceitos estudos de revisão.

Recomenda-se que cada autor e/ou co-autor, submeta, no máximo, 01 manuscrito oriundo de dados produzidos nos últimos 03 anos.

O processo de avaliação seguirá os mesmos procedimentos utilizados para os números regulares, explicitados nas normas da revista.

A submissão dos manuscritos deve ser feita no endereço eletrônico da Revista Gaúcha de Enfermagem (https://mc04.manuscriptcentral.com/rgenf-scielo) e seguir o mesmo fluxo dos números regulares. Para a redação do artigo devem ser seguidas as normas técnicas da revista disponíveis em: http://www.scielo.br/revistas/rgenf/pinstruc.htm.

É imprescindível na carta ao editor explicitar que o artigo está sendo submetido para o número especial Nursing Now, e deve ser digitada no campo “author's cover letter”/“carta de apresentação do autor” no próprio site.

O prazo de submissão dos artigos inicia em 02 de janeiro e encerra-se em 30 de maio de 2020.

Informe-se!

Dia da Enfermagem

Conhecendo a UFRGS - Revista Gaúcha de Enfermagem

Queremos saber sua opinião