Vários bioeticistas, entre eles Edmond Pellegrino, levantaram a questão da violação de normas éticas e legais praticadas pelo residente. Estes autores afirmaram que o debate sobre a eutanásia ativa atinge o centro moral da Medicina. Os médicos devem repudiar aqueles profissionais que intencional e ativamente matam seus pacientes.
Kenneth Vaux, em outro artigo, rebateu a interpretação de que este caso seria um exemplo de eutanásia por duplo-efeito. Vaux acredita que a eutanásia, por princípio, deve ser proscrita. Questionou, contudo, que apesar do objetivo da Medicina ser salvar e preservar a vida e nunca causar danos ou a morte de forma intencional, em casos excepcionais, a eutanásia pode ser, certamente, tolerada.